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João (com Geddel): pela porta dos fundos

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Caos
PMDB contribuiu para aumentar a instabilidade da administração de Salvador

O repórter Walmar Hupsel Filho, de A Tarde, informa que “a situação do prefeito [Salvador] João Henrique dentro do PMDB tornou-se insustentável e sua saída da legenda é tida como certa. Só não se sabe qual processo será o mais rápido, se sua desfiliação ou expulsão”.

Por enquanto, “a Comissão de Ética do partido aprovou o pedido de suspensão de sua filiação por medida cautelar, e vai analisar nos próximos 90 dias sua expulsão da legenda”.

O prefeito João Henrique contra ataca pedindo autorização no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para deixar o PMDB.

Em uma declaração midiática, o presidente estadual do PMDB, deputado federal eleito Lúcio Vieira Lima anuncia que em qualquer das hipóteses irá reinvidicar o mandato do prefeito na Justiça Eleitoral.

Ora bolas, esse seria o primeiro caso a ser analisado pela Justiça Eleitoral referente à Resolução 22.610, que disciplina a desfiliação partidária, de um gestor do Executivo.

Uma questão desta monta vai durar anos e não impede João Henrique de continuar governando sem filiação partidária.

Portanto, é uma situação criada para inglês ver. Serve apenas para aumentar o caos instalado em Salvador.

Vale lembrar, que João Henrique é especialista em sair de partidos pelas portas dos fundos

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Comentários

Marco Lino on 18 Janeiro, 2011 at 11:51 #

Há pouco mais de dois anos João, Geddel e cia entravam triunfantes no histórico prédio da Câmara de Salvador. Era a posse do nosso Henrique VIII (às avessas).

No discurso, João lança Geddel governador. O prédio secular (em todos os sentidos) quase desce encosta abaixo, indo de encontro à lendária Rua da Praia.

O PMDB, depois de uma longa relação de amor e ódio com Painho, parecia ter encontrado sua régua e compasso.

Quem errou mais, Geddel ou João?! Resposta difícil.

Claro que, com o definhar do DEM, o nome de Geddel aparece como o principal nome da oposição – e ele sonhou com isto. Mas até quando se sustenta?

Parece que o Geddel exagerou nos cálculos quando quis ocupar o vácuo deixado por ACM. O carioca jogou bem.

Claro que é cedo, mas já apostei que Geddel tem tudo para ser um novo Aliomar Baleeiro. Por hora ele está nas mãos do PMDB nacional (que, segundo informou Danilo, está na presidência) .

A presunção e a arrogância desagradam os deuses – lição da Grécia antiga.


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