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Postado em 13-01-2011
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 13-01-2011 22:52

DEU NO MSN/ESTADÃO

Os desabamentos e as chuvas que atingiram a região serrana do Rio de quarta-feira, 12, deixaram ao menos 501 mortos, segundo as prefeituras dos municípios atingidos. Já foram encontrados 216 corpos em Nova Friburgo, 223 em Teresópolis, 19 em Sumidouro, 39 em Itaipava, distrito de Petrópolis e 4 em São José do Vale do Rio Preto.

Já o número de pessoas que estão fora de casa nas cidades castigadas pela chuva chega próximo aos 13 mil, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira pela Defesa Civil estadual. São ao menos 7.780 desalojados (na casa de parentes ou amigos) e outros 6.050 que estão desabrigados (em abrigos do governo).

Há 3.600 desalojados e outros 2.800 desabrigados em Petrópolis; 960 desalojados e 1.280 desabrigados em Teresópolis; e 3.220 desalojados e 1.970 desabrigados em Nova Friburgo.

São José. Cerca de 20 mil moradores da cidade de São José do Vale do Rio Preto estão isolados. A afirmação é do deputado estadual Nilton Salomão (PT), que tenta acessar o município, localizado a 40 quilômetros de Teresópolis e mais de 72 km de Petrópolis.

“As águas que desceram por Teresópolis chegaram a cidade com uma força brutal e arrebentaram tudo. Tive informações que a delegacia foi totalmente destruída e nenhum telefone funciona desde ontem”, disse Salomão. Segundo ele, ninguém fez uma estimativa do número de vítimas fatais na cidade. As imagens de uma mulher resgatada por uma corda vizinhos puxada por vizinhos foram registradas naquela cidade.

O prefeito de São José do Vale do Rio Preto, Adilson Faraco Brügger de Oliveira, se refugiou na prefeitura de Sapucaia, cidade vizinha. ‘Ele conseguiu chegar até aqui por uma estrada de terra e retornou ontem mesmo. Perdemos o contato com ele, porque nenhum celular funciona por lá. A cidade está sem luz e água. A situação é preocupante. Ninguém sabe o número de mortos’, disse o secretário de Comunicação Social de Sapucaia, Sérgio Campante.

Areal. No município de Areal, a 45 minutos de São José do Vale do Rio Preto, 1.200 pessoas estão desabrigadas e desalojadas. ‘Não tivemos óbitos, porque soubemos da catástrofe em São José do Vale do Rio Preto e retiramos a população ribeirinha. Estamos agradecendo a colaboração nossa população e das cidades vizinhas, mas precisaremos de doações de água, alimentos e roupas’, disse o prefeito de Areal, Laerte Calil de Freitas.

Sumidouro. As vítimas de Sumidouro eram moradores dos distritos de Campinas e Vila Dona Mariana, na zona rural. Os bombeiros estão tendo dificuldade de acessar a área, por isso não há exatidão quanto à quantidade de mortos e de desalojados. Na cidade, como nas vizinhas, começou a chover na segunda-feira. Uma tromba d’água teria descido da área de Vila Dona Mariana, segundo moradores contaram, e subido o nível do Rio Paquequer, afluente do Paraíba do Sul e o principal de Sumidouro. A 175 quilômetros da capital e com cerca de 15 mil habitantes, a cidade é vizinha de Nova Friburgo e de Teresópolis e tem a maior cachoeira do Estado, que atrai muitos turistas.

Teresópolis. Até agora, Teresópolis foi o município que registrou o maior número de mortes. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e informou que mais de 2 mil pessoas tiveram que deixar suas casas. ‘É a maior catástrofe da história do município’, declarou o prefeito Jorge Mário Sedlacek. Segundo a Defesa Civil, 17 bairros foram atingidos por enchentes e deslizamentos. A área mais afetada foi a periferia da cidade, nas regiões conhecidas como Caleme, Poço dos Peixes, Posse e Granja Florestal.

Mais informações no MSN/Estadão: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias

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