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10


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Os Seis em Ponto, grupo de rapazes amantes da Bossa Nova, que explodia no Rio de Janeiro, na década de 1960 do século passado, dá, aqui, um boa noite especial para os amantes das coisas boas da vida, como, por exemplo, o Bahia em Pauta e a Lavagem do Bonfim.

Em 1965, pela gravadora RGE, Os seis em Ponto, formado por Francis Hime, Alberto Hekel Tavares, Carlos Alberto Cumarão, Nelsinho Motta, Carlos Eduardo Sadock de Sá e João Jorge Vargas, lança LP consagrador com o nome do conjunto. Tom Jobim escreve: “Eis aqui um disquinho feito com Amor.Simplicidade, Pureza, moços que amam a música e se reuniam para tocar, fizeram agora este disco.” Mais adiante, acrescenta: “A moçada sabe o que quer e cria sua linguagem para dizer o que sente. Do “Samba do Carioca”até o “O Menino das Laranjas” tudo é amor e é caminho que trilha a música popular brasileira.”

É, hoje, o vinil em foco uma raridade. Lembrança do conjunto que se desfez.

No LP, os arranjos de Francis Hime, com 25 anos, estudante de engenharia, e a “guitarra de ginga convincente, toda medida, certinha como ele”, de Nelsinho Motta, 19 anos, estudante de desenho industrial, sustentam, com o resto do time, um repertório de primeira.
Ronaldo Boscoli também assina a contracapa do disco em alta fidelidade. Encantado, como Tom, com o talento da moçada, Boscoli anota: “Estes seis rapazes encontram-se invariavelmente às seis em casa de um e de outro. E atravessam horas ensaiando.”

A Bossa embalava sonhos.Vão-se os anos…
E o Rio de Janeiro, que continua bossanoveiro, como o grande pianista baiano Aranha -cadê você, meu rei?!-, segue sendo uma festa de sol!

GILSON NOGUEIRA é jornalista, garimpeiro da boa música, colaborador e amigo da primeira hora do BP.


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Deu no Comunique-se (portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Da Redação

Em sua coluna semanal, publicada ontem (9/1), a ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, comparou o processo envolvendo o jornal e o blog Falha de S.Paulo, que satirizava o veículo, ao duelo entre David e Golias. Para ela, com a disputa judicial, a Folha perdeu mais que o blog humorístico, porque teve sua imagem prejudicada. Apesar disso, entende que há equívocos na apelação dos blogueiros.

“É difícil encarar essa disputa como uma luta pela liberdade de expressão, como querem os autores do “Falha”. Toda empresa tenta proteger sua marca e as vias judiciais são o meio para isso”, disse ela.

A ombudsman afirmou que o blog fazia paródias “grosseiras” e “insultava jornalistas”, no entanto disse que o processo prejudicou o veículo. “Mas não faz bem a um veículo de comunicação progressista – e que se considera “jornal do futuro”- cercear um blog caseiro, apelativo sem dúvida, mas inofensivo. Nessa batalha de David contra Golias, o papel do gigante malvado coube à Folha, que teve sua imagem muito mais prejudicada do que se tivesse simplesmente ignorado as pedrinhas dos irmãos blogueiros”, concluiu ela, que classificou o caso como um “micaço”, assim como definiu o humorista Claudio Manoel, do extinto “Casseta & Planeta””.

O site www.falhadespaulo.com.br, criado pelos irmãos Lino e Mário Bocchini, foi retirado do ar em outubro, por uma liminar a favor da Folha. O jornal alegava uso indevido da marca. O processo ainda corre na Justiça.

Para contestar a ação, os blogueiros criaram a página www.desculpeanossafalha.com.br, com o processo na íntegra, além de vídeos e notícias sobre o caso.

A disputa ganhou repercussão internacional. No último mês, Financial Times, Wired, Repórteres sem Fronteiras e Julian Assange, fundador do WikiLeaks, defenderam a manutenção do blog.

Messi e Marta: os melhores do planeta bola

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deu no IG

O argentino Messi e a brasileira Marta conquistaram o prêmio Bola de Ouro da Fifa de melhores jogadores de futebol. Leonel Messi levou o título pelo segundo ano seguido. Marta recebe troféu pela 5ª vez consecutiva :

MESSI, O CRAQUE-IMIGRANTE

O talento e o acumulo de feitos na precoce carreira fizeram Lionel Messi quebrar uma tendência. Desde que o prêmio da Fifa foi criado, um campeão da última Copa levou o prêmio de Bola de Ouro da Fifa. Apesar de não ter feito uma Copa genial, a Argentina foi eliminada nas quartas de final, o atacante levou o Bola de Ouro da Fifa e da revista France Football. Eleito por técnicos, jogadores e jornalistas, Messi ganhou o prêmio pela segunda vez consecutiva.

Desde que foi criado o prêmio da Fifa, em anos de Copa, o troféu sempre ficou nas mãos de um jogador campeão mundial. Romário levou em 1994, Zidane em 1998, Ronaldo em 2002 e Cannavaro. O Bola de Ouro, que foi fundido com o prêmio da Fifa no último ano, também seguia a mesma tendência, desde que atletas não-europeus também passaram a concorrer, em 1995.

“Craque-imigrante”, Messi é novamente o melhor
Marta é escolhida melhor do mundo pela 5ª vez
Premiação da Fifa tem brasileiros e fatos inusitados
Twitter do iG Esporte: Notícias, vídeos e opinião
iPhone: Baixe aplicativo de futebol em tempo real
Última premiação a ser divulgada na noite de gala da Fifa, a escolha do melhor jogador foi anunciada por Pep Guardiola, técnico do Barcelona. A cerimônia foi marcada por efeitos especiais. Enquanto o locutor lia os nomes dos três concorrentes, imagens tridimensionais dos jogadores apareciam no telão.

No discurso, depois de receber o trofeu, Messi admitiu estar surpreso com a escolha. “Não esperava vencer. Queria dividir isso com os meus companheiros. Sem eles não estaria aqui. Quero dividir também com todos os torcedores do Barcelona. Muito obrigado!”, afirmou.

A eleição do argentino foi apertada. Messi obteve 22,65% dos votos. Andrés Iniesta ficou na segunda colocação, com 17,36% e Xavi em terceiro com 16,48%.

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MARTA, UM ANO ESPECIAL

Pelo quinto ano seguido a brasileira Marta foi escolhida a melhor jogadora do mundo. Em evento realizado nesta segunda-feira, em Zurique, na Suíça, ela superou as alemãs Birgit Prinz e Fatmire Bajramaj (sérvia naturalizada) e se consolidou como a jogadora que mais vezes ganhou o premio, inclusive entre os homens. No masculino os maiores vencedores, Zidane e Ronaldo, têm três conquistas. Pela primeira vez a Fifa e a revista “France Football” uniram o prêmio, que passou a se chamar “Bola de Ouro da Fifa”.

“Alguém chegou para mim e falou que eu teria que chorar porque senão a emoção não seria a mesma. E estou eu aqui chorando de novo. Foi um ano muito especial porque consegui títulos importantes pelo times que passei, não joguei só em um, e por ter sido escolhida embaixadora da ONU (Organização das Nações Unidas)”, disse Marta, emocionada. A brasileira teve 38,2%, contra 15,9% de Prinz e 9,9% de Bajramaj (as demais votadas não foram divulgadas). Ela venceu em todas as categorias de votantes – jornalistas (13,25%), capitãs (12,62%) e treinadores (12,3%). A Fifa divulgou que Jorge Luiz Rodrigues, técnico da seleção brasileira feminina, votou em Marta, apesar de a entidade vetar que se escolha atletas do mesmo país.

Com 24 anos, Marta se consolidou ao jogar no futebol sueco, no Umea, por quatro anos (de 2004 a 2008), mas a decisão de jogar na liga norte-americana já a fez passar por algumas equipes (Los Angeles Sol, que encerrou as atividades em janeiro de 2010, e Gold Pride, de Santa Clara) e dois empréstimos ao Santos, o último para o início de 2011. Apesar de se declarar corintiana (Marta é natural de Dois Riachos, em Alagoas), ela conquistou a Copa do Brasil e a Libertadores feminina pelo Santos em 2009.

No currículo de Marta, falta um título importante com a seleção brasileira. Apesar de ter impressionante marca de 56 gols em 55 partidas, mais de um por partida, mas que não resultaram em títulos importantes. Foram duas medalhas de prata nos Jogos Olímpicos (2004 em Atenas e 2008 em Pequim) e o vice-campeonato mundial em 2007, ao perder a decisão para a Alemanha.

jan
10

Colunista e modelo:tragédia em NY

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O jovem modelo português, Renato Seabra confessou à polícia de Nova Iorque a autoria do crime que vitimou o jornalista Carlos Castro. Renato contou que agrediu um dos mais famosos colunistas de moda de Lisboa durante mais de uma hora antes de o mutilar.

Renato Seabra, que acompanhava o cronista numas férias em Nova Iorque, confessou às autoridades norte-americanas que matou Carlos Castro, porque queria ver-se «livre de demónios e de vírus».

O jovem de 21 anos admitiu ter espancado a vítima durante cerca de uma hora, antes de lhe ter batido com uma tela de computador, a causa imediata de morte, adianta o Daily News.

Entretanto, a justiça norte-americana acusou Renato Seabra de homicídio em segundo grau.

Carlos Castro foi assassinado na noite de sexta-feira em um hotel de Times Square. O seu companheiro na ocasião , Renato Seabra, foi detido depois de aparentemente ter tentado suicidio, cortando os pulsos.

(Informações do portal português TSF, jornal Daily News (NY) e agências internacionais de notícia).


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A sugestão da música para começar o dia veio junto com o artigo de Regina Soares, postado mais cedo no Bahia em Pauta. Mandado de Belmont, na área da baia de San Francisco, para alegrar ouvidos baianos e do mundo. Convira.

(VHS)

jan
10
Posted on 10-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 10-01-2011


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OPINIÃO POLÍTICA

PMDB está sendo espancado

Ivan de Carvalho

Já existe alguma expectativa, no meio político, de que a forte tensão entre o PT e o PMDB por causa da composição da equipe do governo Dilma Rousseff possa vir a por em risco o acordo entre estes dois partidos para a presidência da Câmara. Não apenas como uma tentativa de retaliação do PMDB ao apetite por cargos de mando demonstrado pelo PT, enquanto este insiste em colar no seu principal aliado o rótulo de “partido fisiológico”.

A enunciação pela mídia, ou por intermédio dela, desse desagradável rótulo tem precedido, a cada vez, reduções dos espaços do PMDB (em comparação com os de que desfrutava no governo Lula) no ministério ou em postos de segundo e terceiro escalões. Como já assinalara no fim da semana passada neste espaço, o PMDB está apanhando. Na verdade, está sendo espancado política e moralmente.

O PT está conseguindo fazer humor negro com o PMDB. Faz que seja proclamado o caráter “fisiológico” do PMDB e o apetite voraz e irrefreável da legenda de Ulysses Guimarães por cargos e quem abocanha os cargos é o PT. O Partido dos Trabalhadores conquistou 17 ministérios, enquanto o PMDB ficou com seis.

Destes seis, no entanto, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou ao cargo no governo Lula sem indicação do PMDB e permanece por sugestão ou pedido de Lula. E o partido não tem qualquer influência sobre ele ou seu ministério. A Secretaria de Assuntos Estratégicos é um espaço para pensar, meditar, estudar e só. A Previdência Social é um abacaxi, com orçamento comprometido, cheio de problemas e condenado à rotina. O Turismo, no Brasil, não é um ministério importante.

Valem os Ministérios de Minas e Energia (pelo setor elétrico, pois a Petrobrás está com o PT e tem autonomia) e de Agricultura. Em assuntos ministeriais, o PMDB estava melhor no ministério do ex-presidente Lula. E, como já se delineou, no segundo e terceiro escalões tende a perder espaço também, enquanto o PT avança com firmeza. Afinal, qual partido é mesmo fisiológico?

O PMDB poderá reagir quanto a isto? Começa, como assinalado, a existir uma expectativa de que sim, na eleição para presidente da Câmara, mas isto romperia o acordo entre PT e PMDB sobre o rodízio na presidência desta casa do Congresso. Se a bancada do PMDB embarcar na candidatura de Aldo Rabelo, do PC do B, a presidente da Câmara, o PT pode retaliar retirando o compromisso de apoiar um peemedebista para presidente da casa para o biênio 2013-2015. Além disso, o PMDB do Senado (Sarney, Renan Calheiros), embora não feliz, parece acomodado, indisposto para solidariedades ao PMDB da Câmara, muito menos para batalhas.

Pessoalmente, não acredito numa reação séria do PMDB na atual conjuntura política, de forte apoio popular à presidente Dilma e a seu governo, sem esquecer a popularidade da principal liderança petista, o ex-presidente Lula. Uma retaliação peemedebista, como sugeri na semana passada, pode acontecer se o quadro econômico e financeiro entrar em dificuldade e cair o apoio popular ao governo. O quadro já não é muito tranquilo. O ex-ministro da Fazenda, Rubens Ricúpero, responsável pela implantação do Plano Real, diz em entrevista concedida à Rede Bandeirantes de Televisão, que “a inflação não vai voltar, já voltou”. Foram os gastos para minimizar no Brasil a crise econômica mundial e a gastança do ano eleitoral. Agora, Dilma tem que por o pé no freio – e isto não é simpático em lugar nenhum do mundo.

jan
10
Posted on 10-01-2011
Filed Under (Artigos, Regina) by vitor on 10-01-2011


Mick Jagger, Keith Rchards, Charlie Watts, Ronnie Wood
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ARTIGO/ UM LIVRO

The Rolling Stones

Regina Soares

Se você viveu a década de 60 e além, com certeza já se perguntou, ou foi perguntado: Beatles ou Rolling Stones? Naqueles anos em que os Ingleses invadiram o mundo, e não só musicalmente, não era aceitável uma opinião neutra… Mesmo porque seus estilos e imagens cultivadas por brilhantes gerentes, “managers”, tão jovens quanto os integrantes de suas bandas, (Brian Epstein para the Beatles, Andrew Oldham para os Rolling Stones) foram direcionados e apresentados como dois extremos da mesma revolução. Os Beatles como os cara limpas, bem comportados garotos que queriam segurar nossas mãos, e os Stones, como os deliquentes, afim de sujar nossas cidades. Uma coisa, no entanto, eles tinham em comum, a habilidade de escrever e gravar extraordinárias músicas que formaram os pilares da tão badalada “Musical Revolution of the 60s”.

Ainda que os Beatles tenham iniciado o movimento, e ele não haveria sido sem eles, tudo que se seguiu depois deles foi imitação, até os Stones, mesmo que seus mais “religiosos” fãs argumentem o fato de que eles nada tinham a ver com os meninos de Liverpool, já que eram uma banda R&B do circuito de clubes de Londres. The Stones eram realmente o grupo ROCK dos dois.

Enquanto os Beatles açucaravam eles agitavam, tocando somente rock e blues, sem se preocuparem em uniformes roupas e cabeleiras, viviam na beira do abismo… Os compositores principais das duas bandas tocaram o nervo e exploraram conflitos pessoais e sociais da nossa geração, John Lennon and Paul McCartney evoluiram com o tempo, talvez de uma maneira mais abrangente do que os “sex-obsessed” Jagger e Richards.Um ponto a ser feito e defendido é que temas como os abordados em “Mother’s Little Helper”, “19th Nervous Breakdown”, e “Street Fighting Man” tocaram mais diretamente os problemas vividos naqueles turbulentos anos do que o adoçado canto do “All You Need Is Love”.

Podemos seguir discutindo as diferenças, mas, a historia está escrita e segue sendo reescrita embora os Beatles já se tenham desfeito e os Rolling Stones ainda sigam, como quatro loucos desafiando o tempo.

Desde o dia em que os Rolling Stones se denominaram “The World Greatest Rock & Roll Band” nos fins dos anos 60s, eles já tinham adquirido uma fama impressionante que lhes garantia o premio. Como consciente e perigosa alternativa, eles eram pioneiros do grão de areia, com raízes nos dolorosos ritmos do blues.

Keith define em seu livro com maestria:

“Mike e eu tinhamos idênticos gostos musicais. Nunca tinhamos que questionar ou explicar. Tudo estava claro. A gente ouvia alguma coisa e olhávamos um para o outro ao mesmo tempo: “that’s wrong, that’s faking, that’s real”. Embora quiséssemos sempre explorar mais, aprender mais, desmembrar dos “rhytm” e “blues”, explorar o “pop”, éramos muito estritos, no momento de pisar o palco era “Go to the broom closet”.

Procurando sempre o âmago, a expressão verdadeira, e ela não residia nas suas origens celticas, debaixo das botas Romanas, e sim na miséria da escravidão, não só das Américas, a dor passada para descendentes, além da cabeça e do coração, elementar, algo que vem das entranhas. Este som que se reflete além da musicalidade do Jazz, e até ele, não existiria sem blues e escravidão.

Há muitas formas de blues, maior influência dos Stones, tem os leves e suaves sons, tem os inundados como pântanos e tem o poder profundo da voz, como Muddy, John Lee, Bo Diddley, não necessariamente alta, mas que vem de um lugar lá dentro, profundo, envolvendo todo o corpo, vindo não só do coração mas dos intestinos. Rhythm and Blues foram a porta de entrada e muito importante distinção nos anos 60. Ou você era blues e Jazz or era rock and roll, que estava muito mais para o pop.

No principio, tudo que ouviam era “Chuck”, “Reed”, “Diddley”, “American Blues” cada momento acordado e mesmo quando adormeciam, muitas vezes abraçados com as guitarras. “Chicago blues nos atingiu bem no meio dos olhos” diz Keith, “Nós todos crescemos com tudo que os outros cresceram naqueles anos, rock and roll, mas preferimos nos focar nos blues, e, enquanto estivemos juntos, podíamos acreditar que éramos negros. Nós absorvemos a música, mas não mudou a cor da nossa pele. Por que não? Por que podíamos vir de qualquer parte e ser de qualquer cor, descobrimos isto mais tarde.” E segue “Nós desprezavamos o dinheiro, nós desprezavamos a “limpeza”, nós só queríamos ser “Black Motherfuckers”, felizmente fomos arrancados do sonho, mas, essa foi a escola, assim a banda foi formada.”
Desde o primeiro “gig” (trabalho), quando ainda não tinhamos nome, recorda Keith:

“Nós temos um trabalho em…… “Como vamos nos chamar?”, olhamos uns aos outros, Muddy Waters nos salvou, “The Best of Muddy Waters” álbum no chão e a primeira musica “Rollin’ Stone”, Desesperados, eu, Mike, Brian, concordamos: “The Rolling Stones”.
Até os nossos dias, a pedra rola e não cria limo, e, embora seja só Rock and Roll, tem nos dado muita Satisfação, and I LIKE IT!!!!!!!!!!!!!

Regina Soares, advogada, especialista em eleições nos Estados Unidos, fissurada em música, mora em Belmont, na área da baia de San Francisco (CA-EUA)
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Nota: dedico esse artigo a um menino que um dia vendeu sua bicicleta para comprar o disco dos Rolling Stones favorito (RS)


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B0A NOITE!!!

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