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Maravilhosa Sapoti!

Boa Noite!!!

(VHS)

Deputada Giffords:estado gravissimo


DEU NO IG

A deputada federal Gabrielle Giffords, do Partido Democrata, está entre as vítimas de um tiroteio que deixou ao menos seis mortos – entre eles uma menina de nove anos e o juiz federal John Rolle – e doze feridos na cidade de Tucson, no Estado do Arizona, nos Estados Unidos. Atingida na cabeça, Gabrielle está passando por uma cirurgia e seu estado de saúde é muito grave, de acordo com o Centro Médico Universitário do município. O presidente dos EUA, Barack Obama, divulgou nota oficial e disse que o tiroteio é uma “tragédia inominável”.

O atirador, de cerca de 20 anos, foi perseguido e preso. Até agora, a polícia não divulgou a sua identidade nem o que o levou a cometer os crimes. De acordo com a Casa Branca, investigadores do FBI foram enviados à cidade e o objetivo da equipe é esclarecer como e por que o atentado aconteceu.

De acordo com informações preliminares, Gabrielle participava de um encontro com os cidadãos de Tucson dentro de um supermecado quando o jovem se aproximou e atirou. Testemunhas disseram à emissora CNN ter ouvido entre 15 e 20 tiros.

Gabrielle Giffords foi reeleita pela terceira vez em novembro de 2010. Em março do ano passado, seu comitê em Tucson foi alvo de vândalos após a Câmara aprovar a revisão da reforma do sistema de saúde dos EUA. Ela é casada com o capitão da Marinha Mark Kelly, um astronauta da NASA que deve participar de missão na Estação Espacial Internacional.

(Com Agências Internacionais)

DEU NO BLOG DA JORNALISTA HELANE CARINE ARAGÃO ( http://helanecarine.blogspot.com/ )

“Apesar da grande divulgação por parte da operadora telefônica Oi, depois do incêndio nas instalações da empresa no Itaigara, causando transtornos a milhares de usuários, o serviço ainda não foi restabelecido como vem sendo anunciado. Usuários da Velox nos bairros de Piatã, Itaigara, Iguatemi e outros continuam ainda nessa sexta-feira, com problemas de conexão de internet e nas linhas telefônicas fixa e móvel.

Devido à propaganda enganosa que a empresa vem implementando junto à mídia e visando reparar todos os danos sofridos por conta da interrupção dos serviços de telefonia, o escritório BCM advogados associados estará na próxima segunda-feira ajuizando uma ação contra a Oi.

Segundo o advogado especialista em direito do consumidor, André
Marinho, sócio do escritório e cliente oi fixo, oi móvel e velox da Oi, “a operadora está fazendo propaganda enganosa através da imprensa para tentar demonstrar uma suposta agilidade na solução do caso. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe, com veemência, esse tipo de divulgação”, diz.

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BAHIA EM PAUTA COMENTA: O site blog Bahia em Pauta acrescenta que os telefones fixos da OI/Velox estão praticamente todos em silêncio desde o incêndio – ainda sem a devida explicação das causas – das instalações da Oi no bairro de Itaigara, em Salvador. Quem normalidade é essa?

Parabéns ao Blog da jornalista Helane Carine. Todo o apoio do BP nesta questão de interesse público na área da comunicação, que afeta gravemente e provoca sérios prejuizos em Salvador e no Estado da Bahia.Infelizmente (para os leitores ) o assunto tem sido deixado de lado nas pautas dos nossos jornais, rádios e TVs.

Perguntar não ofende:Estranho, não?

(Vitor Hugo Soares, editor do BP)

jan
08
Posted on 08-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 08-01-2011


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OPINIÃO POLÍTICA

As reclamações do PMDB

Ivan de Carvalho

O mais notório assunto dos últimos dias na política nacional é a briga do PMDB por espaços no governo, briga em que o maior partido no Senado e segundo na Câmara dos Deputados está apanhando feio desde as decisões visando à composição do primeiro escalão da administração de Dilma Rousseff.

A surra continua a ser aplicada com as decisões já tomadas para a composição do segundo escalão. As chicotadas mais emblemáticas e doloridas foram aplicadas ao PMDB no Ministério da Saúde, onde, depois de perder para o PT o cargo de ministro, perdeu, com a entrega a petistas, a Secretaria Nacional de Assistência à Saúde e a Funasa.

O PMDB está indignado com essas coisas e reclamou agora de que não está representado no núcleo do governo. Quando este se reuniu, o partido se sentiu constrangido, pois o único peemedebista presente foi seu presidente licenciado Michel Temer, mas não por sua condição de peemedebista e sim por ser o vice-presidente da República.

O cargo de vice, aliás, o obriga (não legalmente, mas politicamente) a estar alinhado com as posições da presidente Dilma Rousseff, de modo que, numa reunião como a que ocorreu, não pode expor livremente eventuais discordâncias, em nome próprio e muito menos em nome do partido, do qual não está ali como representante.

Por enquanto, o PMDB tem malhado em ferro frio. O máximo que conseguiu com o exercício de seu jus esperneandi foi sustar momentaneamente os anúncios de novos nomes para o segundo escalão do governo. Mas não existe qualquer sinal – na verdade, existe a impossibilidade – de que ocorra uma mudança de rumo capaz de atender aos reclamos do PMDB.

Se o PMDB está esperneando, ainda que até o momento inutilmente, os demais partidos da base do governo nem a isto se animam. Em um governo de ampla coalizão partidária, o PT, além do cargo de presidente da República, conseguiu 17 dos 37 cargos do primeiro escalão. Tanto ou mais importante do que esses números é a qualidade de vários desses 17 postos ocupados pelo PT. Na cota petista estão quase todos os postos mais importantes de primeiro escalão.

Mas há um problema. No momento, o governo de Dilma Rousseff tem grande apoio popular, coisa aí de 67 por cento, segundo pesquisa de opinião divulgada. E não existe o menor sinal de que os parceiros do PT na coalizão governista disponham-se a fazer coro com as reclamações do PMDB. Além, disso, o poder presidencial no Brasil é inegavelmente imperial e tem uma capacidade imensa de quebrar resistências políticas até entre oposicionistas, muito mais entre aliados.

A conclusão de tudo isso é óbvia. O PMDB, dentro do cenário político atual, está fazendo um barulho quase inconseqüente. Pode, por causa dele, conseguir um ou dois cargos de segundo escalão a mais do que aqueles que já lhe seriam concedidos. E só. Não tem força para conseguir mais. E não vai retaliar, ainda que esteja insinuando isto.

Outra coisa tenderá a acontecer se o cenário político mudar. Se o governo entrar numa fase de dificuldades financeiras e administrativas e perder substancialmente apoio popular, então o PMDB poderá vir a criar problemas de verdade.


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CRÔNICA/Pelo Telefone

O telefonema de Lula para FHC

Janio Ferreira Soares

– Alô, Fernando Henrique? Desculpe o adiantado da hora, é o Lula.
– Olá, Lula, demorou a ligar, hein?
– Como é que você sabia que eu ia…
– Ora, Lula, não precisa de rapapés, eu sei bem o que é isso. Fiz até uma aposta comigo mesmo que você ligaria em menos de uma semana. Ganhei. Aliás, até nisso você tem sorte, ter alguém para ligar, pedir conselhos. Pior foi quando eu saí, pois só tinha a opção de falar com o Collor, Itamar ou Sarney. Desisti. Pensei até em fazer como o Elio Gaspari e tentar um contato com o Juscelino para pedir-lhe uns conselhos, mas aí o e-mail podia cair na caixa do Getulio… (risos). Confesso-lhe que se não fosse a Ruth para me suportar nos primeiros meses, não sei não, acho que tinha enlouquecido. Mas, desculpe “companheiro”, acho que eu me empolguei. Como estão as coisas (riso de satisfação no canto da boca), abrindo muitas portas?
– Olha, Fernando, eu pensei que fosse fácil, mas a coisa é pior do que eu imaginava. Não consigo dormir direito, ando sonhando com a Ideli Salvatti com uma tarrafa nas mãos cantando como pode um peixe vivo viver fora da água fria. Viro pro lado e vejo Michel Temer com a capa de Christopher Lee mordendo o pescoço de uma jovem loira.
– Calma, amigo, isso é o que eu chamo de Delirium Post, ou, no popular, ressaca do poder. É algo parecido com a ressaca normal, só que vem acompanhada de assombrações. Eu mesmo tinha sonhos horríveis com o ACM e o Jader Barbalho presos numa jaula e eu como o zelador responsável pela tosa. Ruth não dormia com meus urros. A propósito, você devia ligar para a Dilma e sugerir-lhe a criação de uma espécie de clínica de reabilitação para ex-presidentes. Se ela resistir, lembre-a da possibilidade de daqui a quatro anos ela vir a sonhar dançando um tango num motel de beira de estrada com o ministro do turismo, como é mesmo o nome dele, aquele que tem cara de velho tarado de chanchada italiana?
– Pedro Novais… Mas Fernando, o que você me aconselha nesses primeiros dias? Viajar para uma praia, fazenda…
– (Rindo) Se eu não fosse seu amigo lhe recomendaria uma turnê de uns três meses pelo “circuito Ingrid Betancourt”, que compreende a Colômbia, Venezuela e Bolívia, já que você vivia dizendo que eu só gostava do Elizabeth Arden. Ou então abrir uma igreja. Você daria um ótimo pastor. Mas, falando sério, acho que você devia sumir por uns tempos e deixar a Dilma em paz. Mas é sumir mesmo e não ficar como se fosse um errante que se recusa a cumprir o seu destino.
– Acho que eu não consigo.
– Consegue. Em breve a Ideli sairá dos seus sonhos e aí você poderá voltar a contar carneirinhos.
– Você me deu uma boa idéia. Quantos faltam até 2014?
– Boa noite, Lula!
– Marisa, traga uma calculadora, rápido!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turisno de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco

jan
08
Posted on 08-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 08-01-2011


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Paixão, na Gazeta do Povo (PR)

Discurso da ministra Maria do Rosário…

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…não bate com o do general Elito

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ARTIGO DA SEMANA

Trancos e Barrancos do novo governo

Vitor Hugo Soares

O ex-presidente da República na base militar próxima da bela praia paulista de Guarujá – em silêncio, mas provocado praticamente todos os dias por antigos e novos críticos, cada vez mais numerosos, apressados e inclementes nas cobranças. Nada escapa dos olhares curiosos e dos pedidos veementes de “investigação rigorosa”, nem as tralhas da mudança da família Lula da Silva.

Enquanto isso, a presidenta Dilma Rousseff vai instalando “aos trancos e barrancos” – como na velha canção popular – o novo-velho circo do poder em Brasília. Em geral, bafejada por opiniões positivas, acenos compreensivos e palavras carinhosas dos mais duros e impiedosos analistas e adversários políticos até a oficialização dos resultados do pleito presidencial de outubro de 2010.

“O poder é isso, sempre foi e sempre será assim”, repetem gregos, mineiros e baianos há muito tempo. Ou como sintetizou a nova presidente na sua primeira fala à Nação depois de empossada no Congresso, direto do Parlatório do Palácio do Planalto, depois do temporal no normalmente seco planalto central do país. Em raro momento de brilho misturado com emoção genuína, a mineira e ex-combatente guerrilheira nas lutas contra a ditadura militar, que alcançou pelo voto democrático o posto de mando mais elevado do País, surpreendeu de fato.

No discurso, depois de passar em revista as formações militares sob seu comando, Dilma Rousseff recorreu “a um poeta da minha terra”, na verdade o escritor e ex-diplomata Guimarães Rosa, em citação retirada de capítulo notável do romance “Grande Sertão: Veredas”.

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”, disse a ex-presa política duramente torturada em sua passagem pelo cárcere político.

Belas e bem escolhidas palavras, pronunciadas com voz embargada, sob os olhares atentos e testemunhais de meia centena de líderes políticos estrangeiros – de Hugo Chavez a Hillary Clinton – e aplausos da multidão presente na festa da Esplanada, sem falar nos milhões de brasileiros de olhos e ouvidos ligados nas transmissões das redes de rádio e televisão Brasil afora. Resta saber como a nova presidente honrará de fato durante seu mandato as citações de seu discurso de posse, ou se as deixará à deriva do tempo e do vento.

É cedo ainda para ter respostas, mas é sempre recomendável – principalmente para quem pensa e faz jornalismo -, ficar atento ao movimento dos ventos e das velas. Por exemplo: a volta repentina dos gestos significantemente expressivos da ex-ministra Erenice Guerra, em seus passos aparentemente seguros sobre os tapetes macios e silenciosos do Palácio do Planalto.

Não custa lembrar: depois de pintar e bordar no pedaço – até dedo na cara de ministro ela botou no governo Lula -, Erenice foi afastada do comando da Casa Civil no bojo do maior escândalo da recente disputa presidencial, que abalou severamente os principais pilares em que se sustentava a campanha de Dilma, como reconheceu em entrevista recente à Folha de S. Paulo o publicitário baiano João Santana.

Vale ficar atento igualmente ao conteúdo das entrevistas e discursos notoriamente divergentes quanto a intenções e rumos pretendidos, de antigos e novos integrantes do núcleo mais fechado do poder que se instala em Brasília.

Novo comandante do Gabinete de Segurança Institucional do governo petista – antigo passageiro das hostes do governo tucano do presidente Fernando Henrique Cardoso -, o general José Elito Carvalho Siqueira disse ao tomar posse do cargo que não se deve “ficar vendo situações do passado”, ao falar sobre sobre a possibilidade de criação da Comissão da Verdade para investigar a violação de direitos humanos ocorrida durante o período da ditadura militar (1964-1985).

Na manhã do dia seguinte, ao assumir seu posto no governo Dilma, a nova ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu a criação da Comissão da Verdade o mais rápido possível. E foi incisiva na argumentação: “É mais do que chegada a hora do Estado brasileiro prestar esclarecimentos”.

Tem mais, muito mais, e como alertava o personagem vivido por Jô Soares na antiga chanchada do cinema nacional do começo dos anos 60: “Vai dar bode!”. Por enquanto, porém, fiquemos por aqui neste complicado começo de ano e de governo.
Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

jan
08


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Blogbar do Fontana ( http://fontanablog.blogspot.com/ – Nos balcões dos bares da vida

ELZA SOARES – COM A BOLA BRANCA

ODEON – 1966

Arranjos e pareticipação de Nelsinho do Trombone

Música – “A Vida Como Ela È” (Júlio Dias de Castro)

BOA NOITE!!!

jan
08
Posted on 08-01-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 08-01-2011

DEU NA UOL

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) poderá reduzir o número de voos da TAM devido aos problemas operacionais apresentados pela companhia durante os feriados de fim de ano. O aviso foi dado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que atribuiu parte dos atrasos e cancelamentos de voos dos últimos dias a uma operação padrão dos funcionários da empresa, fruto, segundo ele, da falta “de planejamento, de competência e de gestão”.

“A greve [de aeronautas e aeroviários] está afastada. O que está havendo, ao que tudo indica, é uma operação padrão na TAM. Há uma diferença muito grande entre o planejamento de voos da empresa e o que vem sendo executado. A Anac já está estudando determinar, eventualmente, a manutenção [congelamento] da atual malha da empresa, mas eu disse à presidente da agência [Solange Vieira] que a possibilidade de a malha aérea da companhia ser reduzida, caso os atrasos continuem, também deve ser examinada”, disse Jobim.

Sobre a já habitual ameaça de aeronautas e aeroviários de paralisar atividades nos feriados de fim de ano, Jobim disse que a manutenção da data-base das duas categorias próxima do período de maior movimento nos aeroportos é uma forma de os sindicatos pressionarem as companhias a atender as reivindicações.

“É lógico que, mantendo sua data-base no final do ano, os trabalhadores podem exercer mais pressão sobre as empresas e qualquer mudança significa diminuir a capacidade dos sindicatos de pressionar as empresas. Não vamos nos enganar, mas esta é uma questão de jogo político. Só que este é um problema que as empresas e os sindicatos têm que resolver entre si e no qual eu não me meto”, comentou Jobim. Segundo o ministro, a Justiça do Trabalho pode, se julgar necessário, transferir o período das negociações para outra data, a fim de preservar o interesse da população.

A TAM informou, por meio de nota, que registrou um número de faltas de tripulantes e funcionários de rampa (que fazem o carregamento das aeronaves) acima da média em algumas bases do país, na última semana. Segundo a empresa, isso contribuiu para os atrasos na volta do feriado de Ano Novo.

“Além de trabalhar intensamente para reduzir os atrasos, a companhia preocupou-se em manter a regularidade, evitando ao máximo o cancelamento de voos. A TAM mantém contato e colaboração permanente com as autoridades aeronáuticas, em busca do objetivo comum de aprimorar seus serviços”, disse na nota. No entanto, a TAM não se pronunciou sobre a possível redução da malha aérea da companhia.

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