Juca e Meireles: convites e amizade
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Ex-ministro da Cultura, Juca Ferreira, em dois tempos, na coluna de Mônica Bérgamo, Folha de S. Paulo.

SAUDADES DA BAHIA

O ex-ministro da Cultura Juca Ferreira não descarta voltar a atuar na Bahia, seu Estado. “Mas para aquilo que me foi oferecido, eu não vou”, disse ele na posse de Dilma Rousseff, sem especificar qual seria o convite. Sobre a possibilidade de ser secretário da Cultura do governo de Jaques Wagner (PT-BA), contou que “está cheio de manifestos para que eu vá, mas eu gosto muito do secretário e não gostaria de desestabilizá-lo”.

ÁREA VERDE
E o ex-ministro diz que terá até julho para decidir se volta ao PV, do qual se licenciou para apoiar Dilma. Mas acha difícil o retorno. “Tenho convites de vários partidos.”

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 12:53 #

Tradução do cantochão:

Um homem de princípios tênues… cabe em qualquer partido, e, singela figura, até faz dengo em nome da amizade, mas não nega a possibilidade de simplesmente ocupar o lugar ocupado


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 14:32 #

Juca e a mulher de Temer são a sensação do momento no jornalismo. Juca tem muitos amigos na imprensa, é verdade. Virou até sensação da mais famosa coluna de plantação da imprensa paulista, a de Mõnica Bergamo.Ou, estou subestimando o imenso cacife do ex-ministro? Haja folclore!


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 14:40 #

Aliás, a Mônica Bergamo é a queridinha dos que se julgam, sem densidade intelectual para tanto, refundadores do jornalismo brasileiro, mas adotam as velhas práticas denunciadas por Balzac, no século XVIII, no extraordinário “As Ilusões Perdidas”.


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 14:57 #

Entreouvido no balcão de um boteco, antes do derradeiro gole, no último arroubo audível:

-“E eu que pensava ter sido o Juca o autor das asneiras!”


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 15:53 #

Um incomodo e uma singela pergunta:

O que acontece com generosidade baiana?

Causa espécie, e dá arrepios, a leitura do comentário da jornalista Rosane, em ataque virulento, sem motivação aparente afora possível ranço antigo, à colega (dela Rosane) paulista, a conhecida Mônica Bergamo.

Afinal, a colunista injuriada, apenas relatou os arroubos de Juca Ferreira. Teria cometido algum pecado no entender da novata Rosane?

fica a indagação e o estranhamento, afinal o BP pugna pela fraternidade e pluralidade de expressão.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 18:04 #

Para quem não tem conhecimento, o romance “As Ilusões Perdidas” contém uma das mais brilhantes e contundentes críticas à imprensa burguesa, de todos os tempos.


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 18:22 #

O que não redime as ofensas gratuítas.

A “jornalista” deveria saber que citar Balzac não autoriza a agressão.

Entretanto, caso tenha subsídio para sustentar a insinuação contida nos comentários, ótimo, exponha-os.

Caso contrário, siga lição antiga, e apure antes de “noticiar”.

Em tempo, ler Balzac não é privilégio, muito menos exclusividade de ninguém.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 18:35 #

Desculpe, senhor Fontana, mas os esclarecimentos dados acima nada têm a ver com os comentários de V.Sa, aos quais, sinceramente, não dei a menor importância. Aliás, observo sempre ser o senhor um comentarista compulsivo deste blog, de forma que não estranha comentar os meus comentários, seguidamente.


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 18:38 #

Apenas refuto a ausência de ética, nada mais.

Em tempo: Incluo-me entre os leitore de Bergamo, entre tantos outros jornalistas. O que justifica meu estranhar.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 18:42 #

De qual nota o senhor está mesmo falando? Porque sobre Juca, nos últimos tempos, a refrida não é a primeira. Mas, enfim, estou eu a levar lições de jornalismo e de ética com o senhor Fontana. E eu que pensei que o grande Ruy Espinheira havia me ensinado tudo na Faculdade de Jornalismo há 30 anos. Mas, enfim, ética mesmo é com a Folha de São Paulo…


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 18:44 #

Cara Rosane, citar não lhe redime, deixe Espinheira, e Balzac em paz.

Repito aqui tua infeliz frase:
“…é a queridinha dos que se julgam, sem densidade intelectual para tanto, refundadores do jornalismo brasileiro, mas adotam as velhas práticas denunciadas por Balzac, no século XVIII, no extraordinário “As Ilusões Perdidas”.

Lembrando que ela ao menos, tem leitores.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 18:48 #

Senhor Fontana, não retiro uma linha do que disse. Isso mesmo que o senhor entendeu como falta de ética, eu entendo como coragem. Enfim, são pontos de vista distintos. É a velha paulicéia achando que ainda é o umbigo do mundo.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 18:53 #

Senhor Fontana, acho muita pretensão de sua parte achar que, diante de seus comentários e criticas, eu esteja querendo me redimir. Muito engraçado!


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 18:54 #

Encerro aqui, por não acreditar que a “jornalista” ainda acredita em divisões geográficas.

Lamento e reafirmo, nenhum resquício fático foi apresentado para sustentar e dar credo às insinuações, de resto gratuítas.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 19:12 #

Certamente, senhor Fontana, não estou a fim de explicar a V.Sa o que penso sobre divisões geográficas na Era da Revolução Tecnológica e da globalização. Acho chato, desculpe, tenho preguiça, embora tenha me debruçado nos últimos tempos a ler sobre isso. Mas observo, principalmente em São Paulo, onde morei 10 meses no ano passado, que a grande maioria pensa o Brasil regionalmente, com São Paulo à frente. Se observar a partilha do novo governo federal, verá isso, fato que era tão criticado na tucanada e que foi, inclusive, objeto de crítica certeira do governador Jaques Wagner.
Quanto às evidências a que se referiu no segundo parágrafo, sugiro que o senhor faça uma leitura mais atenta da colunista e da imprensa de uma maneira geral. Neste particular, sem ser petista, tenho que concordar com a Marilena Chauí. Saudações, encerro aqui a polêmica. Desculpe, não sabia ser o senhor um fã da colunista.


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 19:15 #

Em tempo: Mais uma vez a presunção paulista no jornalista entre aspas.


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 19:23 #

Advogado, agrônomo, blogueiro de vagas horas, poeta de tênue inspiração, e leitor de Mônica Bergamo, entre tantos outros, aqui e fora do país.

Admirador da Bahia e seus encantos.

Abraços!


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 19:31 #

Oh, senhor Fontana, deveria ter falado isso antes e teriamos poupado tempo com essa discussão inócua. Feliz leituras da Mônica, a da Folha, não a dos quadrinhos!


luiz alfredo motta fontana on 6 Janeiro, 2011 at 19:45 #

Uma verdade

Ela, Mônica Bergamo, tem leitores, o que não se pode dizer de tantas outras.

De resto, o tempo gasto teve fruto, revelou a sua total falta de argumentos para sustentar as insinuações.

Abraços!


rosane santana on 6 Janeiro, 2011 at 23:10 #

Tiririca, Luciana Gimenez e Ahmadinejad também são celebridades e, certamente, têm muitos fãs e leitores pelo mundo.


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 9:45 #

Sobre celebridades, recomendo a leitura de Anthony Gidens.


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 9:46 #

Correção: Giddens.


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 9:50 #

Em tempo: o britânico Giddens é um dos mais eminentes sociólogos europeus da atualidade. Um dos maiores estudiosos sobre a Globalização e suas consequências sociais, culturais e políticas, como o surgimento das celebridades.A maioria dos livros está em inglês, mas, certamente, isso não será empecilho à leitura por V.Sa. Sds.


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 10:23 #

Agradeço a sugestão

E retribuo desejando pronto e rápido crescimento profissional.

Abraços!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 10:32 #

Obrigada, senhor Fontana, vejo ser o senhor um leitor desavisado de jornais. Se nada soubesse sobre a produção da referida coluna e de outras do jornal Folha de São Paulo, como sei, bastaria observar, sem nenhum demérito pessoal, que o Juca Ferreira ( pessoa de bom trato e amigo de muitos amigos meus) não tem densidade eleitoral ou política, tampouco raízes na classe artística e cultural deste país, para causar tanto frisson, e ficar assim na berlinda. Qualquer leitor mais atento percebe isso. A menos que a paixão ardorosa pela colunista, o que não chega a ser problema, provoque tanta cegueira em V.Sa.


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 10:34 #

Em tempo: Trabalhei no jornalismo, em São paulo, ano passado e tenho muitos amigos na imprensa por aí, que de vez em quando revisito por e-mail, telefone e chats.


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 10:40 #

Cara Rosane

Embora reconheça em você uma insistência enorme, e uma persistência em não admitir a falta de subsídios para suas afirmações, devo considerar que esta conversa esticou….e muito.

Abraços!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 10:47 #

Senhor Fontana,
Embora reconheça no senhor uma presunção enorme, a velha e preconceituosa presunção paulistana, tenho de desejar-lhe boa leitura da Mônica! Que se pode fazer?


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 11:14 #

Reitero aqui meus votos de pronto e rápido crescimento profissional


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:17 #

Mais presunção, presunção aos borbotões, como em outros comentários diários neste blog. Não espanta a defesa ardorosa da Mônica. Boa leitura!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:19 #

Em tempo: comentários diários feitos por V.Sa. Por que não propor ao Vitor Hugo, senhor Fontana, virar colunista diário do BP?


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 11:19 #

São apenas sinceros, embora necessários e adequados, votos!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:21 #

Senhor presunção, bom dia, desculpe, mas tenho outras coisas a fazer, que ficar discutindo com um fã confesso da Mônica Bergamo.


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 11:23 #

Um leitor, entre tantos, de uma coluna conhecida, o que pode lhe parecer estranho.

Boa pauta!

Abraços!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:26 #

Pra quem tem tanta presunção intelectual, é estranho o fascínio por colunistas de jornal…


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 11:28 #

Cara Rosane

Um conselho

Já é hora de refluir seus ranços!

Abraços!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:33 #

Ranço tem V.Sa, senhor Fontana, ranço e preconceito demonstrados em suas réplicas e tréplicas aos meus comentários. O senhor é um tigre de papel. Pra quem não é bobo, está claro, que respondi, alguns comentários acima, a crítica a Bergamo e ao jornalismo de uma maneira geral. Sds.


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 11:36 #

Inclua-me fora deste raso de idéias e excessos de malidicências.

Passar bem senhora “jornalista”!

Aqui coloco um devido ponto final, lamento informar, mas seu prazo expirou, reiterando os votos de crescimento profissional.

Abraços!


rosane santana on 7 Janeiro, 2011 at 11:39 #

Bom, senhor Fontana, vejo que o senhor perdeu de todo bom humor. É mesmo um tigre de papel. Boas leituras, senhor presunção!


vitor on 7 Janeiro, 2011 at 15:40 #

Mineiramente (embora nascido nas barrancas baianas do Vale do São francisco) proponho uma boa mesa de bar para resolver essa discussão entre dois brilhantes e incansáveis polemistas e boêmios de classe internacional. Pode ser na São Paulo do poeta do Blogbar, em Canavieiras – a Côte D`Azur da Bahia onde a jornalista Rosane Santana passa esses primeiros dias de 2011 ao lado da família-, ou em Salvador, de onde escreve este editor do Bahia em Pauta. OK?


regina on 7 Janeiro, 2011 at 17:51 #

… e, se precisar uma moderadora para o embate, me candidato!!!!!!!!!!rsrsrssr


Patricia on 7 Janeiro, 2011 at 18:04 #

Juca foi o melhor ministro da cultura q já tivemos!


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 18:54 #

Caro VHS

Não poderia ignorar teu repto, especialmente quando tua reconhecida generosidade desfila acompanhada da alusão ao bar, esta instituição que redime e lava a alma dos poetas.

Em consideração a tua sempre fraterna acolhida, mesmo que vexado, sugiro que eventual encontro seja fruto apenas do prazer em dividir mesa, conversa, música, e aperitivos. Plurais sempre, mas cordiais e bem humorados.

Aceite ainda minhas escusas pelo “incidente”, que certamente não deve ser creditado ao “umbigo” ou à paulicéia, e sim por um mau momento que credito ao acaso.

Abraços!

Tim Tim!


luiz alfredo motta fontana on 7 Janeiro, 2011 at 18:59 #

e por falar em música

Aqui, Baden Powell e Franklin da Flauta entoam “Carinhoso”, criando um ambiente digno dos melhores bares

http://www.youtube.com/watch?v=odxJiEvfBcQ


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