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Posted on 04-01-2011
Filed Under (Newsletter) by vitor on 04-01-2011

Ali-Reza Pahlavi: morte longe de Teerã

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Ali-Reza Pahlavi, o filho mais novo do antigo Xá do Irã, Reza Pahlavi, suicidou-se esta terça-feira em Boston, nos EUA, segundo uma nota no site do irmão.

“É com imenso pesar que queremos informar os nossos compatriotas do falecimento do príncipe Ali-Reza Pahlavi”, escreveu Reza Pahlavi, o filho mais velho do antigo Xá, no site.

Pahlavi, de 44 anos, suicidou-se na manhã desta terça-feira na sua casa em Boston, esclarece a nota, segundo a qual o príncipe combatia há anos uma depressão causada pelo rumo do Irã e a perda do pai e da irmã.

O xá Mohammad Reza Pahlavi foi destituído pela revolução iraniana de 1979 e morreu no Egito um ano mais tarde. A sua filha Leila foi encontrada morta num hotel de Londres em 2001.

Nascido em Teerã em 1966, Ali-Reza Pahlavi frequentou escolas no Irã antes de viajar, em 1979, para os EUA, onde tirou cursos nas universidades de Princeton e Colúmbia. Atualmente, estava concluindo um doutorado em estudos iranianos na Universidade de Harvard.

( Informações do portal europeu TSF)

DEU NO TERRA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sucedido após oito anos no cargo por Dilma Rousseff no dia 1º de janeiro, decidiu aproveitar parte de suas férias no Guarujá, litoral de São Paulo. Ele está na base militar do Forte dos Andradas, ao lado da Praia do Tombo, junto com familiares. As informações são da Rádio CBN.

Lulinha, filho do ex-presidente, brincou hoje no seu Twitter sobre a chuva que atinge o Estado de São Paulo: “Aeeeee saiu um solzinho aqui no Guarujá… com direito a banho de mar… são os Lulas voltando a seu habitat normal”. No último dia 2 de janeiro, o primeiro de folga após a maratona que incluiu a posse de Dilma em Brasília, Lula passou o domingo sem compromissos, ao lado da família, no prédio onde mora, em São Bernardo do Campo (SP).

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04


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Da Redação

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, perdeu uma ação que movia contra o jornalista Leandro Fortes, da Carta Capital. No processo, o ministro do STF questionava a matéria “O empresário Gilmar Mendes”, publicada na revista em 2008.

A reportagem tratava de uma ligação societária entre Gilmar e o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), uma escola de Direito. Segundo Leandro Fortes, o instituto havia fechado 2,4 milhões de contratos sem licitação com órgãos federais, principalmente após a chegada de Gilmar Mendes à presidência do STF.

O ex-ministro alegou que a matéria pretendia lhe “denegrir a imagem” e “macular sua credibilidade”. Gilmar Mendes também afirmou que a reportagem desestimularia “alunos e entidades que buscam seu ensino”.

No entanto, a juíza Adriana Sachsida Garcia, do Tribunal de Justiça de São Paulo, julgou improcedente a ação de Gilmar Mendes e extinguiu o processo contra Leandro Fortes e a CartaCapital.

“Não se considera ‘caviloso’ o texto do jornalista porque não criou fatos ou incluiu inverdades, nem omitiu dados importantes ao bom entendimento da notícia. De fato, já na inicial, o autor reconhece que o Ministro Gilmar Mendes é sócio da empresa e detém uma terça parte das quotas sociais. (…) Bem assim, a inicial admite a realização de contratos com vários órgãos do Poder Público no âmbito federal, com dispensa de licitação, por inexigibilidade”, destacou a juíza.

(Deu no portal Comunique-se)

Deu no Comunique-se, portal informativo especializado em notícias de bastidores da imprensa

Da Redação

O jornal Financial Times publicou em seu blog Beyond Brics um artigo sobre a disputa judicial entre a Folha de S.Paulo e o blog paródia, Falha de S. Paulo, que satirizava o jornal. O texto, assinado por Andrew Downie, chama a Folha de “mal-humorada” e diz que a liminar que retirou o blog do ar causa dano à reputação do veículo, “como uma das forças progressistas no jornalismo brasileiro”.

O artigo destaca que “ao invés de rir de si mesmo ou ignorar a paródia, o jornal mais vendido do Brasil obteve uma liminar ordenando os irmãos a fechar o site”.

Em resposta ao jornal britânico, a Folha disse que “não se opõe à sátira e não tem intenção de impor obstáculos ao conteúdo do blog”, mas contesta o uso indevido da marca, usada na sátira.

Antes do Financial Times, o criador do WikiLeaks, Julian Assange, e a organização Repórteres Sem Fronteiras defenderam a liberação do blog.

Os irmãos Mário e Lino Bocchini, autores do blog, tentaram derrubar a liminar na Justiça, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Os blogueiros já entregaram sua defesa contra o processo da Folha e afirmam que pretendem provar que não houve uso indevido da marca.


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GENTE BOA, BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

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04

Dr. Murray: primeira audiência no juri

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O médico do cantor Michael Jackson começa hoje a ser julgado, na primeira audiência preliminar, por homicídio involuntário no caso da morte do “rei da pop”, a 25 de Junho de 2009, por sobredosagem de medicamentos.

Cardiologista experimentado, Conrad Murray, de 57 anos, foi contratado pelo cantor em Maio de 2009 para seguir a sua preparação física antes da série de concertos no Reino Unido que iriam marcar o seu regresso aos palcos. Jackson retirara-se em 2005 para Las Vegas, logo após ter sido ilibado no caso em que era suspeito de abuso sexual de um menor.

O médico tem-se mantido afastado dos imprensa desde que foram formuladas as acusações contra ele, com raras declarações públicas. Em Agosto de 2009, porém, difundiu uma mensagem através da internet: “Fiz tudo o que podia, disse a verdade [aos investigadores] e estou convencido que a verdade prevalecerá”. Se for condenado por homicídio voluntário, Murray pode receber uma sentença até quatro anos de prisão.

O médico, que possuía um currículo irrepreensível até à morte de Michael Jackson, recebia um pagamento mensal de 150 mil dólares pelos seus serviços como médico particular do cantor, de acordo com o diário “Los Angeles Times”.

O mesmo jornal adianta que Murray tinha enormes dívidas, ascendendo a mais de 750 mil dólares. Citando documentos do processo judicial, o “LAT” relata que o médico, na altura em que foi contratado, não conseguia pagar a mansão luxuosa que possui em Las Vegas, que tinha em atraso o pagamento de uma pensão de alimentos, assim como faturas relativas a aulas de formação e material médico.

As autoridades concluíram que Jackson morreu por “overdose” de uma mistura de anestésicos e sedativos, tendo rapidamente focado a sua atenção no médico, que se encontrava com o cantor quando este entrou em falha respiratória, na sua mansão de Los Angeles.

Na audiência preliminar de hoje, o juiz encarregado do processo, Michael Pastor, determinará se existem provas suficientes contra Murray para se realizar o julgamento, com jurados. O médico mantém ser inocente

DEU NO IG

Quando resolveu agradecer a visita de um amigo com um bilhete de loteria, o aposentado argentino Alberto Castro não imaginou que seu presente valeria 500 mil pesos (cerca de R$ 260 mil).

Aos 77 anos, Castro cumpriu a promessa de presentear o amigo com um bilhete da loteria chamada de ‘gordo de Natal’, porque ele o visitou quando estava internado num hospital na cidade de Concórdia, na Província de Entre Ríos.

O aposentado, que é ex-funcionário de uma lotérica na cidade, disse que o gesto foi a forma que encontrou para agradecer “as visitas e as orações” do amigo. “Ele me apoiou emocional e espiritualmente e eu quis retribuir”, afirmou.

“Eu estava internado, depois de ter sido submetido a uma operação de vesícula, e esse amigo me visitou. Como trabalhei 50 anos numa agencia lotérica, ele brincou: ‘E o meu bilhete?'”, recordou o aposentado.

‘Feliz’

Assim que saiu do hospital, o aposentado pediu a uma sobrinha para comprar um bilhete da loteria estadual e que o entregasse ao amigo, cuja identidade não foi revelada.

Castro disse que ficou “feliz” ao saber o resultado do sorteio. E, apesar de viver com poucos recursos, disse que não quer nenhum centavo do prêmio. “Estou feliz. E, evidentemente, a sorte era para ele”, disse.

O aposentado contou ainda que jamais tinha jogado na loteria e que nas únicas três vezes que comprou um cartão foi para presentear o amigo. “E o terceiro cartão foi este, o da sorte”, disse.

A história foi publicada no jornal Diário Rio Uruguay, que identificou o dono do bilhete premiado como um sacerdote da paróquia local, e este teria sido o motivo para o aposentado manter o amigo no anonimato.

“Ele é uma pessoa que faz muitas obras beneficentes e tenho certeza de que saberá usar esse dinheiro”, disse. A dona da casa lotérica que vendeu o bilhete premiado, Marita Ojeda, confirmou à imprensa local que Alberto Castro trabalhou na casa, mas que se aposentou por problemas de saúde.

(Com informações da Ag. Estado)

jan
04
Posted on 04-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 04-01-2011


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OPINIÃO POLÍTICA

Uma missão de Lula

Ivan de Carvalho

Os políticos mais habituados a uma visão estratégica de sua atividade já estão tirando conclusões a respeito de um dos principais papéis que o ex-presidente Lula deverá desempenhar durante o governo da presidente Dilma Rousseff.

De fato, todo mundo sabe que, depois de livrar-se, em grande parte pela omissão das oposições, da crise do mensalão, o ex-presidente navegou em mar de almirante, com um crescimento da economia mundial que foi extremamente favorável ao desempenho econômico brasileiro.

Houve apenas, em 2009, uma crise financeira internacional para a qual o Brasil se preparara durante o governo Fernando Henrique e o governo Lula até ali e que por isto não atingiu a economia e o Estado brasileiros com o impacto que teve nos Estados Unidos, onde se originou, e na Europa.

E há de se reconhecer que Lula, pressionado pela aproximação das eleições de outubro último, adotou a opção correta de enfrentamento da “marola”, com medidas de incentivo econômico – por intermédio da expansão e facilitação do crédito e por desonerações fiscais – que evitaram uma situação muito grave. O crescimento econômico foi paralisado durante o ano de 2009, havendo inclusive crises setoriais, mas foram evitados trambolhões descontrolados.

Por isto, em 2010 o crescimento foi retomado, até com intensidade superior à desejada pelo próprio governo, que no entanto deixou correr solto – apesar do surgimento de uma ameaça inflacionária importante – porque se tratava de um ano eleitoral. Agora, cabe a Dilma a missão ingrata de repor a economia nos trilhos e a primeira medida de contenção foi adotada ainda por Lula, às vésperas de deixar a presidência – o esquálido reajuste do salário mínimo.

Além das medidas de contenção de gastos e de alguma compressão da economia para fazer retroceder a inflação, a presidente da República vai depender da economia mundial. Aí, duas coisas são as mais importantes. Uma é o andamento dessa guerra cambial em curso, na qual estão envolvidos principalmente os Estados Unidos da América e a China continental, embora não só, e que prejudica seriamente as exportações brasileiras. A outra é o preço das comodities, que estiveram ascendentes e no alto durante o governo Lula (uma razão fundamental para o êxito da economia no período). Dilma, que desde a campanha eleitoral é católica, deve rezar para que as comodities continuem em alta.

Mas outros problemas estão postos: dívida pública de R$ 2 trilhões, dívida externa federal de R$ 100 bilhões (Lula chegara a dizer que o Brasil era “credor”, mas logo ficou claro que se tratava de uma pilhéria). E há sempre o fantasma de escândalos de corrupção no governo.

Aí é que entram as conclusões dos estrategistas a que nos referimos nas primeiras linhas. Lula, com a sua imensa popularidade, está aí para intimidar uma oposição que, pelos próprios resultados das urnas, já está muito frágil. Se Dilma estiver bem, popularmente, no último ano de governo, ela pode ser candidata à reeleição. Mas se não estiver seria ainda pior – as oposições teriam de enfrentar nas urnas a candidatura do mitológico Lula. E este é o pior dos mundos para as oposições. Para evitá-lo, as oposições, raciocinam os políticos que pensam estrategicamente, estarão dispostas a serem muito gentis com Dilma Rousseff. Forçar este fenômeno seria um dos principais papéis de Lula.

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04
Posted on 04-01-2011
Filed Under (Charges) by vitor on 04-01-2011


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Aroeira, em O DIA (RJ)

João: rompimento com Geddel

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Deu em A TARDE

Aguirre Peixoto (Com a colaboração de Patrícia França)

Para tentar salvar sua gestão da crise administrativa e, de quebra, reunir maior apoio político, o prefeito João Henrique (PMDB) anunciou na noite de ontem , segunda-feira, 3, uma reforma no seu secretariado. Foram substituídos os titulares de seis secretarias, sendo que dois vereadores aliados passam a integrar o Executivo: Alfredo Mangueira (PMDB) e Gilberto José (PDT).

O objetivo principal, comenta-se nos bastidores, é evitar a aprovação, na Câmara de Vereadores, do parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) que rejeitou a prestação de contas do prefeito. Caso o parecer se mantenha, João fica inelegível pelos próximos oito anos.

Para isso, vereadores ganharam cadeiras no Executivo e abriram espaço para a chegada à Câmara de outros aliados de João. A Casa Civil, órgão diretamente ligado ao prefeito e que coordena as ações de governo, ficará nas mãos do vereador Alfredo Mangueira (PMDB), ligado ao jogo do bicho. Já a Secretaria de Saúde, trocada recentemente, desta vez será comandada pelo vereador Gilberto José (PDT).

Outras mudanças ocorrem em secretarias estratégicas para a gestão. Na Secretaria da Fazenda, sai Flávio Mattos e assume um auditor fiscal de carreira, Artur Matos. Na Secretaria de Transportes e Infraestrutura (Setin), Euvaldo Jorge é substituído por Marcelo Abreu, que era o secretário de Trabalho. Nesta pasta ficará interinamente o subsecretário Emerson Palmeira. A Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) perderá Fábio Motta para a diretora de operações da Limpurb, Ângela Fernandes, que acumulará ambos os cargos.

Por último, a Ouvidoria-Geral (que não é secretaria) fica com Humberto Viana, substituindo Valdenor Cardoso (PTC), ex-vereador e grande aliado do prefeito. A Secretaria de Comunicação não informou se Valdenor continuará a exercer algum cargo no Executivo, mas ressaltou que há interesse pela permanência de João Cavalcanti, que ocupava a Casa Civil.

O troca-troca retira de vez o PMDB da administração municipal e consolida o afastamento entre João e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. De acordo com nota à imprensa, os novos secretários foram escolhidos diretamente pelo prefeito, sem indicação de partidos aliados.

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