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Posted on 02-12-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 02-12-2010

Zezé: no carnaval de Salvador

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Maria Jose Rocha, a Zezé como os baianos e muitos angolanos a chamam carinhosamente , acaba de obter mais uma conquista na área que ela abraçou de coração e alma. O projeto da educadora e ex-deputada , “Combatendo a violência escolar pelo prazer de aprender”, foi um dos agraciados pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados com o prêmio Darcy Ribeiro. O projeto teve a indicação da deputada Lidice da Mata(PSB/BA) , que acaba de ser eleita a primeira mulher senadora pela Bahia.
A votação foi realizada ontem pela manhã em reunião da Comissão . Todas as pessoas ou entidades indicados para concorrer ao prêmio tiveram seus nomes incluídos na votação.
Para a escolha, cada deputado teve direito de votar em três nomes diferentes. O voto foi secreto e depositado em urna que estava fixada na mesa do plenário. A apuração foi realizada pelos deputados Átila Lira (PSB/PI) e Paulo Rubem Santiago (PDT/PE) após o término da votação.
Vencedores do Prêmio:
Associação Nacional dos Centros Universitários (ANACEU) ;
Centro Educacional Montessoriano Reino Infantil.
Central Única das Favelas (CUFA);
Professora Maria José Rocha Lima – Projeto “Combatendo a violência escolar pelo prazer de aprender”.

Palmas para Zezé, que ela merece!

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações da jornalista Carmela Talento)

dez
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Posted on 02-12-2010
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Clayton , no jornal O POVO (CE)

dez
02
Posted on 02-12-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 02-12-2010

Temer com Dilme:como fica o vice?

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OPINIÃO POLÍTICA

Vice de brinquedo

Ivan de Carvalho

A notícia está mui discretamente rolando pelos jornais, sites e blogs há vários dias, mas foram duas notas publicadas na colina do jornalista e amigo Alex Ferraz, na Tribuna da Bahia, que me convenceram a abordar o assunto. Menos pelo conteúdo das notas, que não chega a ser notícia em primeira mão, mas pelo verdadeiro e, convenhamos, impiedoso título escolhido para ambas: “Um golpe em Temer?”.
Ah, sim, já que o título foi posto, talvez ironicamente, em forma de pergunta, cumpre responder e a resposta é, evidentemente, afirmativa: trata-se realmente de um golpe contra Temer. O que causa certa admiração é o PMDB temer (veja aí, Alex, você perdeu esse trocadilho) manifestar inconformismo com o golpe que lhe está sendo aplicado.
É bem verdade que o PMDB está em pleno exercício de sua nova aptidão de engolir sapos, uns atrás dos outros. Isso já ocorrera na fase final da campanha para o primeiro turno das eleições. Agora, a aptidão de engolir sapos sem estrilar se aprofunda. Primeiro, a questão da alternância da presidência da Câmara dos Deputados, exigida pelo PMDB como uma retribuição à concessão feita ao PT na Legislatura passada.
O PT ainda não assinou o acordo e o PMDB, a essa altura já cansado de desconversas, faz questão da assinatura do PT no papel, como, aliás, procedeu o PMDB na Legislatura anterior. Mas, por enquanto, pelo menos, o PT está dando uma de Tiririca, como se não soubesse assinar o nome.
Em outra frente, de grande importância, acontece o absurdo político-fisiológico. No quatriênio anterior, o PMDB, com instituição e também por sua bancada na Câmara, não participou da coligação que reelegeu Lula em 2006. Tornou-se aliado formal e em quase toda sua inteireza como partido aderente após as eleições. E teve amplo espaço no governo.
Pois agora, quando integrou a coligação de apoio a Dilma Rousseff e deu inteiramente sua estrutura e capilaridade, além de seu tempo em televisão e rádio, para a candidata a presidente do PT se eleger com o presidente do PMDB como seu companheiro de chapa e uma espécie de “avalista” junto a setores empresariais e outros setores conservadores ou simplesmente desconfiados, aí as primeiras tratativas para formação do governo apontam para uma perda expressiva de espaço sob controle peemedebista.
E é nesse contexto tão desagradável que medra uma proposta de Emenda Constitucional que subtrai do vice-presidente da República a atribuição de suceder ao presidente no caso de vacância do cargo. De acordo com a PEC, Temer e todos os vices depois dele serão apenas eventuais substitutos temporários do (da) presidente. Se o presidente fica definitivamente impedido de exercer o mandato antes que este chegue à metade, assume o vice e tem que convocar eleições a se realizarem no prazo máximo de 90 dias. Caso o mandato do titular já esteja além da metade, o Congresso elegerá o sucessor (escanteando, também desta forma, o vice eleito na chapa votada pelo eleitorado do país.
Atualmente (como lembra Alex Ferraz), o vice sucede o (a) presidente em caso de morte, impeachment ou doença gravíssima (incapacitante). Ninguém está livre do imprevisto (Alex lembra Tancredo-Sarney e Collor-Itamar). Outros, a exemplo de Deodoro e Getúlio, também poderiam ser lembrados. E também vale lembrar, como sabe toda a nação, que a presidente eleita teve um câncer agressivo, tratado logo no início e declarado curado. Mas se Dilma, eventualmente, não puder concluir seu mandato, trata o PT de garantir que o PMDB não chegue à presidência. Haveria uma nova eleição e Lula… Ora, não interessa, felizmente os médicos garantem que Dilma está muito bem e não há o que temer. Nem haverá Temer.

Cidadão Viáfara: exemplo dentro e fora de campo

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Merecimento de sobra do lado do homenageado, correção e justiça da parte da representação da casa que faz o tributo: nesta quarta-feira,1/10, parlamentares da Assembléia Legislativa da Bahia votaram pela aprovação da concessão de título de Cidadão Baiano ao colombiano Julian Víafára , um dos maiores goleiro da história do Esporte Clube Vitória.

Autor do projeto, o deputado Pedro Alcântara disse que na sua vida parlamentar fez indicações de poucos títulos de cidadania, mas considera este de Viáfara um dos mais justos: “Sou muito criterioso em conceder título de cidadão baiano. Em mais de 20 anos como parlamentar, esse é o quarto título de cidadão em que dei entrada na Assembleia Legislativa. O Víáfara tem serviços prestados ao nosso estado, sempre engajado em campanhas sociais, fazendo suas “belas defesas” dentro de campo e fora dos gramados com o intuito de ajudar o próximo. Muito justo, portanto, que ele se torne cidadão baiano”, disse o parlamentar.

Julian Viáfara, goleiro do rubro-negro baiano, nasceu em Cali na Colômbia. Em Salvador, tem feito defesas milagrosas dentro de campo e marcado gols em cobranças de penaltis. Fora dos gramados tem coordenado relevantes campanhas de ajuda social em favor dos mais pobres na Bahia.

Título duplamente merecido, portanto.

(Postado por Vitor Hugo Soares)


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Esta música tema do filme “Último Tango em Paris”, de Bernardo Bertolucci, com Marlon Brando e Maria Schneider, foi o primeiro grande sucesso mundial de muitos do mestre Gato Barbieri. Uma música para sempre. Confira.
BOA NOITE!!!
(Vitor Hugo Soares)

DEU NO COMUNIQUE-SE ( portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

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Izabela Vasconcelos

O grupo português Ongoing, detentor de ações na Ejesa – empresa que edita os jornais Brasil Econômico, O Dia, Meia Hora e Marca – contestou a queixa da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a matéria publicada nesta quarta-feira (01/12) na Folha de S. Paulo, que aborda a investigação do Ministério Público Federal e também faz outras denúncias contra a empresa. Segundo o Ongoing, a matéria apresenta “falsidades”.

A empresa é investigada porque, segundo a ANJ, estaria usando artifícios para ocultar que o controle econômico e editorial dos veículos estaria nas mãos da companhia portuguesa, o que é proibido no Brasil, já que nos veículos de comunicação do País a linha editorial deve ser dirigida por brasileiros e a participação de capital estrangeiro não pode exceder 30% do valor da empresa.

“Trata-se de uma clara tentativa de condicionar o poder judicial a favor de uma queixa que não tem qualquer fundamento”, declarou o diretor de comunicação do Grupo Ongoing, Ricardo Santos Ferreira.

Ricardo ainda afirmou que a matéria da Folha não condiz com a verdade e que o caso já foi entregue aos advogados da empresa. “A matéria está repleta de falsidades e o caso está entregue a nossos advogados. Obviamente, o Grupo Ongoing cumpre integralmente a legislação”.

Suposto respaldo político
Além de noticiar a investigação do MPF, a reportagem da Folha dizia que a chegada do Ongoing no Brasil teria sido motivada por petistas, que para criar uma rede de comunicação alinhada ao governo, que diminuísse o poder dos grandes grupos de mídia brasileiros.

Segundo o jornal, o principal responsável pelas negociações entre o grupo e o governo seria o ex-ministro e ex-deputado federal José Dirceu, colunista do Brasil Econômico.

DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

Condenado a 18 anos de prisão, o primeiro acusado pela morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, foi preso na manhã desta quarta-feira pela Polícia Civil de Diadema, no ABC.

Marcos Roberto Bispo dos Santos, de 37 anos, estava foragido desde o julgamento, em 18 de novembro. Por não ter sido encontrado pelo oficial de Justiça, Bispo foi julgado a revelia e considerado culpado pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O julgamento aconteceu no Fórum de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Na ocasião do veredito, o advogado do condenado, Adriano Marreiro, entrou com recurso para pedir a anulação do júri por falta de provas contra o acusado e pelo fato dele não ter sido notificado pela Justiça.

Segundo o promotor Francisco Cembranelli, que participou do júri, Bispo é indicado no inquérito que apura a morte do ex-prefeito como o responsável por dirigir o veículo que conduziu Celso Daniel até o cativeiro. Quando foi rendido e capturado, o ex-prefeito voltava de um jantar em um restaurante nos Jardins, em São Paulo, e estava na companhia de Sérgio Gomes da Silva, conhecido como Sombra, que é apontado como mandante do crime e também deverá ir a julgamento, mas ainda sem data marcada.

O ex-prefeito foi encontrado morto dois dias depois do sequestro, com oito tiros a queima roupa numa estrada da cidade de Juquitiba. A primeira condenação ocorreu quase nove anos depois do crime. A acusação sustenta que Celso foi vítima de organização criminosa que se apoderava de recursos da administração e que o dinheiro desviado tinha dois destinos inequívocos: contas pessoais de integrantes do grupo e caixa de campanha do Partido dos Trabalhadores.

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 01-12-2010

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Bom dia. Hoje se completam 55 anos desde que ela se recusou a ceder o assento e mudou o mundo. Obrigado, Rosa Parks. Belo vídeo para começar o dia no Bahiaempauta

(Maria Olivia Soares, jornalista)

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-12-2010

Rosa Parks com Luther King: resistência

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DEU NO BLOG DA CULTURA
(Publicado em 1/10/2009. Válido hoje e sempre )

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por Kelly de Souza

Muitas vezes os grandes personagens aparecem do nada, nascendo de um simples gesto quando numa fração de minutos decidem sair do script, romper fronteiras, sair da boiada. O mundo está cheio de pessoas que querem fazer isso o tempo todo, mas têm medo. Há 54 anos, em Montgomery, estado do Alabama (EUA), uma delas resolveu enfrentar o pavor. Uma costureira humilde, negra, Rosa Parks, 42 anos, fez a diferença e mostrou que mesmo sem nada planejado, nada pensado, só com um gesto de desafio, podia mudar as coisas. Em 1º de Dezembro de 1955, ela estava sentada com outras pessoas no início da “seção negra” de um ônibus local de transporte coletivo.

Nessa época imperava o sistema de segregação racial, que separava as primeiras fileiras de assentos para pessoas brancas. Havia uma placa móvel destinando os assentos para cada cor, e quando o número de pessoas brancas aumentava, o motorista deslocava a placa para trás, aumentando a “seção branca”. Os negros tinham de se deslocar ou sair do coletivo. Nesse dia, o motorista James F. Blake viu um passageiro branco ficar sem lugar. Parou o ônibus lotado e mandou que os negros liberassem uma fileira. Todas as pessoas obedeceram, menos uma, Rosa Parks. Olhando para Blake, ela se recusou a sair de seu lugar (mais por cansaço do que por espírito revolucionário).

O motorista chamou a polícia e Parks foi imediatamente presa. Quatro dias depois foi declarada culpada, com multa de US$ 10 (e mais 4 de custas judiciais). Foi libertada sob fiança, por intervenção do advogado Fred Gray, líder histórico do movimento pelos direitos cívicos. Alguns dias depois, em protesto, o Conselho Político Feminino realizou um boicote aos ônibus públicos. Previsto inicialmente para um dia, a rebeldia durou mais de um ano, quase quebrando a rede pública de transporte de Montgomery. Um desconhecido entrou em cena, Martin Luther King, que abraçou a causa, liderou o boicote e iniciou um processo de mudança nas relações entre negros e brancos nos EUA. King ganhou projeção nacional com o fato, tornando-se o maior líder pelos direitos civis negros na história da América.

O boicote acabou em 1956 e teve ramificações muito além de seus objetivos iniciais. A Suprema Corte americana declarou ser ilegal a segregação racial nos transportes públicos. King fez bonito, mas foi essa senhora, Mrs. Parks, até então desconhecida, quem na realidade deu ignição ao processo (perdeu o emprego por causa do incidente). Naquele dia, sozinha, humilhada, sem vontade de fazer política, mas com vontade de ficar sentada, tão cansada estava, mostrou a força das pequenas rebeldias. A pressão sobre Parks foi tão grande que ela teve de se mudar para Detroit (1957). Daquele dia em diante jamais foi a mesma, abraçando também a causa negra, como ativista dos direitos civis até o fim da vida (mesmo depois da morte de King). Viúva em 1977, Parks escreveu sua autobiografia (Rosa Parks – My Story), trabalhou como recepcionista, secretaria, e sofrendo de demência progressiva, morreu em 2005, aos 92 anos.

Os mais jovens podem conhecer a história de Parks no recém-lançado livro “Rosa Parks: não à discriminação racial”, do escritor africano Nimrod, onde o tratamento ficcional e o espírito de indignação e revolta, próprio da juventude, favorecem a identificação do jovem leitor com essa fantástica mulher. Pequenos gestos, pequenas rebeldias, sem violência, sem agressividade, pequenas ações podem fazer a diferença na cidadania. Às vezes basta dizer Não! Hoje não. Às vezes, pequenas intolerâncias fazem a diferença até em nosso dia-a-dia, em nosso trabalho, em família. Pequenas e ricas rebelações muitas vezes mudam o mundo, às vezes, o nosso mundo. Ações prosaicas, despercebidas, sem repercussão, sem alarido, realizadas no canto da vida, no escuro de nossa rotina… Há muita coisa errada na vida que poderia ser resolvida com uma simples, serena e pacífica rebeldia, como fez Rosa Parks.

Kelly de Souza é jornalista colaboradora da Revista da Cultura e Blog da Cultura. Compulsiva por literatura, chocolate e escrita – não necessariamente nessa ordem

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-12-2010

A coluna EM TEMPO, assinada pelo jornalista Alex Ferraz na Tribuna da Bahia está como Deus e o Diabo gostam em sua edição desta quarta-feira. Confiram algumas notas.
A íntegra da coluna de Alex ( o mesmo do blog Inimigo do Rei ) pode ser lida na edição impressa da TB.
(postado por Vitor Hugo Soares)

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Rápido como uma Flexa, Ribeiro!

O Senado vota nos próximos dias o PL 29, quem vem a ser um projeto de lei autorizando as empresas de telefonia a atuarem também como distribuidoras de TVs pagas. O relator do projeto é o senador Flexa Ribeiro, e, como diria José Simão, ele é um predestinado, pois a tramitação deu-se como uma flecha, numa velocidade jamais vista no legislativo federal. O tempo recorde do processo é mais uma demonstração clara da força do tremendo lobby das empresas do setor, resultando em apenas cerca de seis meses de pouquíssimas discussões e alguma burocracia.
Bem, não quero aqui entrar no mérito da questão dos benefícios ou não que tal abertura de mercado trará para o consumidor. Como assinante da Sky há 13 anos e pagando cada vez mais caro, particularmente gostaria de ver uma grande concorrência e preços cada vez menores. E deve ser por essa razão que tem muita rede de TV aí esperneando.
No entanto, merece registro a velocidade com que o projeto de lei foi analisado, em detrimento de dezenas ou centenas de outros que rolam há até uma década ou mais e que beneficiam diretamente o consumidor, sem criar novos espaços para dar ainda mais lucros por parte de empresas de telefonia. É o caso, por exemplo, do fim da assinatura básica. Na Câmara Federal, vários projetos de lei foram apresentados na última década contra essa assinatura de R$ 41 cobrada todos os meses de quem tem telefone fixo. O mais antigo, do deputado Walter Pinheiro, completou 10 anos de idade sem jamais ter sido votado.
Pois é: pelo visto, quem tem bala na agulha mesmo são as operadoras do setor, que faturam, no mercado de celulares, a bagatela de R$ 150 bilhões por ano, cobrando as tarifas mais caras do mundo (isto é real, não é força de expressão) e prestando um sofrível serviço de banda larga, também a mais cara do planeta. Até quando? Só Deus e alguns parlamentares sabem…

Datena falou e disse!
O apresentador da Record, Luiz Datena disse tudo, anteontem, ainda narrando episódios da violência no Rio:
“Tomaram os morros, tudo bem. Agora precisa saber quem está ligado ao crime aqui embaixo.” Hum!

Jobim treme nas bases

Depois de o ministro da Defesa ter dito que é preciso “evitar a venda excessiva de passagens”, referindo-se à previsão de caos nos aeroportos neste fim de ano, em razão do “excesso” de passageiros, eis que a WebJet vem com promoções que chegam a R$ 9 por uma passagem entre Salvador e Ribeirão Preto (SP).
Êita! Ida e volta por R$ 18 é o equivalente a um quarto do valor do táxi do Centro ao aeroporto soteropolitano. Bombou!

Um golpe em Temer? (I)

Passou meio despercebida a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que não permite mais ao vice-presidente suceder o presidente em caso de vacância de cargo. Pela proposta, o vice seria apenas o substituto temporário do titular. Na impossibilidade da volta do presidente, seriam convocadas novas eleições.
Ou seja, poderemos vir a ser o único país republicano do mundo onde o vice não é vice o suficiente para substituir o titular.

Um golpe em Temer? (II)

Pelas regras atuais, o vice sucede o presidente no caso de morte, de impeachment ou de doença gravíssima do titular (Itamar Franco e Sarney, respectivamente, que o digam), completando assim o seu mandato. O projeto altera dois artigos da Constituição e permite ao vice apenas substituir o titular. Em todos os casos mencionados (morte, impeachment, doença gravíssima) seria necessário convocar novas eleições para presidente em 90 dias.
Ou seja: na suposição de a presidente Dilma não poder concluir seu mandato, seriam convocadas eleições em 90 dias. E adivinhem que seria o candidato mais forte? Cala-te boca!

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