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Posted on 28-12-2010
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deu no MSN/Estadão.com

O recém empossado deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca (PR), foi internado na tarde de hoje no Hospital São Mateus, em Fortaleza, Ceará. O hospital particular não soube informar se Tiririca havia dado entrada para uma operação de apêndice, como reportou a imprensa local. O hospital apenas confirmou que o deputado estava de fato internado em sua unidade.


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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

Os Velhinhos Tranviados – Tropicalíssimos (1968)

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Os Velhinhos Transviados – Band leader – José Menezes

Categoria:
Música

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Os Velhinhos Transviados Está chegando a hora Blogbar do fontana

Direito da Varanda: Chico Bruno

A surpresa baiana no ministério de Dilma

Dilma Rousseff escolheu o seu ministério. Ponto final.

Uma equipe com poucas surpresas. Um ministério com a cara de Lula e com maioria dos ministros filiados ao PT ou próximo a legenda, como os casos de Luiza Barrios e Ana de Hollanda.

Um ministério, que antes da posse, já é acossado pelos mal feitos produzidos por alguns de seus membros, como Pedro Novais e Ideli Salvatti, que tentaram burlar o parlamento com reembolsos de despesas incompatíveis com o que reza a cartilha de prestação de contas de verbas indenizatórias.

Um mau começo.

Mesmo tendo a mesma cara do atual ministério, a equipe escalada por Dilma causou mal-estar na coligação que a elegeu, principalmente no PMDB e PSB, que se sentem injustiçados.

Mesmo tendo abiscoitado seis ministérios, o PMDB reclama que perdeu sustância, pois ficou sem duas jóias da coroa: Saúde e Comunicações, que perdeu para o PT.

O PSB chia porque ficou com apenas dois ministérios, quando sonhou que poderia ter três.

Além disso, apesar de Dilma negar, sua equipe terá um homem forte, pois ninguém tem dúvidas que Antonio Palocci será esse personagem.

Aliás, na transição Palocci já deu pistas de que assim será.

As surpresas produzidas pela escalação de Dilma são duas.

1 – O quinhão conferido a José Sarney, que indicou dois ministros;

2 – As vagas destinadas a Bahia.

É interessante o caso baiano, pois o governador Jaques Wagner foi intitulado pela oposição e por parte da mídia baiana como desprestigiado pela presidenta eleita.

Ao ser anunciada a escalação do time que entrará em campo no dia 1º de janeiro, o que se viu foi o contrário do que pregava a oposição e uma parte da mídia baiana.

Jaques Wagner viu dois secretários estaduais se tornarem ministros: Luiza Barrios e Afonso Florence, este com a missão de materializar o principal discurso de Dilma, o de erradicação da miséria.

Além disso, Wagner teve papel decisivo na indicação do progressista baiano Mário Negromonte, da manutenção de Jorge Hage e ainda na de Orlando Silva.

Wagner é o único governador de Estado que transformou dois secretários de Estado em ministros, depois dele quem conseguiu a proeza foi o governador de Pernambuco Eduardo Campos, que emplacou Fernando Coelho, seu secretário de Desenvolvimento Econômico em ministro.

O que chama atenção é que durante a composição ministerial, Wagner afirmava que mais importante do que ministérios eram os recursos que seriam repassados por Dilma para a Bahia.

Pelo visto, Wagner trabalhando à moda mineira agilizava as duas coisas.

Em tempo: Ministério pronto para entrar em campo, quem sai dele sou eu. Volto em 2011.

dez
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DEU NO COMUNIQUE-SE ( portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Da Redação

O jornalista José Luiz Datena foi condenado pela Secretaria de Justiça de São Paulo no processo que é movido contra ele por “discriminação homofóbica”. O órgão decidiu punir o apresentador do “Brasil Urgente” com uma advertência.

O processo contra Datena é movido pela Defensoria Pública, que já informou que vai recorrer da decisão da Secretaria de Justiça e solicitar que o jornalista seja multado em R$ 246 mil.

A disputa judicial entre a defensoria e Datena teve início após o apresentador da Band se referir a um travesti que estava envolvido em uma agressão, e que chegou a empurrar o cinegrafista da emissora, de “travecão butinudo”. Porém, o apresentador afirma que não houve discriminação e que simplesmente comentou a briga.

“Não houve discriminação. Falei sobre a agressão e não sobre a opção sexual da pessoa”, disse Datena, em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

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Son Salvador, no Estado de Minas (Belo Horizonte-MG)

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OPINIÃO POLÍTICA

Lula e liberdade de imprensa

Ivan de Carvalho

Neste espaço, ontem, escrevi sobre a atitude do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, de despedir-se do cargo atirando contra a mídia, particularmente os jornais, e defendendo o seu projeto de regulação para o setor. Deixei claro que considero liberticida tal projeto – e qualquer outro que tenha a pretensão de balizar ou influenciar, seja por qual modo for, o conteúdo do que a mídia divulga.
Também afirmei que o presidente Lula partilha a disposição do ministro Franklin Martins de instituir algum tipo de controle sobre a informação. Martins fez críticas à informação dos jornais em relação ao desempenho do governo do qual ele participa e com esta crítica justificou, implicitamente, na entrevista que dava, o projeto que, disse, vai encaminhar à presidente eleita Dilma Rousseff.
Ora, se a crítica serve para justificar o projeto de regulação da mídia, sem o qual, segundo Martins, a “sociedade é que sairá perdendo”, é óbvio que o projeto, na imaginação e intenção do ministro, vai conduzir os jornais a darem tratamento diferente ao que deram durante o governo Lula às informações que divulgam sobre o governo. E, evidentemente, a muitos outros tipos de informação.
Isto seria cerceamento da liberdade de expressão, seria uma forma de censura – não dá para saber ainda se ostensiva ou de ação oblíqua – à imprensa.
Quando afirmei, ontem, que Lula partilha do projeto do seu ministro da Comunicação Social, fundamentei tal afirmação com a iniciativa presidencial de convocar para dezembro de 2009 uma Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que se realizou sem a presença de alguns dos principais atores do setor e recomendou a criação, por leis, de uma conselho federal e de conselhos estaduais de comunicação. Alguns conselhos estaduais já foram criados ou estão em fase de projeto ou, como é o caso da Bahia, de anteprojeto.
Vejo agora que não precisaria preocupar-me em fundamentar o apoio do presidente Lula à proposta de seu ministro. Aliás, tratando-se de coisa tão relevante na área da comunicação social, se o presidente estivesse em desacordo, claro que substituiria o auxiliar. Não o fez. E não se limitou, na implementação da proposta, a convocar a Confecom. Ontem, Lula declarou seu apoio explícito à regulação da mídia, que considerou “necessária”.
Deu uma explicação, que transcrevo: “Não defendo o controle da mídia, mas responsabilidade. Precisa parar de achar que não pode ser criticada, porque toda a vez que é criticada diz que é censura. Quando faz a matéria, diz que é liberdade de imprensa, quando recebe a crítica, diz que é censura”.
Ora, para criticar a imprensa, nem o presidente nem ninguém precisa de uma regulação da mídia. E a imprensa não diz (isso é o presidente que diz) que as críticas a ela são censura, cerceamento. Não são. A regulação proposta é. Prova disso: o Lula não explicou como seria exatamente a regulação que defende, mas afirmou que é preciso que os jornais publiquem informações da forma mais correta. E quem vai dizer qual é a forma mais correta? Os jornais e seus leitores, o Estado ou os tais “conselhos” criados pelo Estado?
Claro que se houver uma informação mentirosa ou errada e o caso for grave, vai constituir crime previsto no Código Penal e/ou dano material ou moral a ser ressarcido nos termos do Código Civil. Tudo com ajuizamento das ações adequadas e o devido processo legal.

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