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O empresário Nenê Constantino, pai de Constantino de Oliveira Júnior, presidente da companhia aérea Gol, foi preso na tarde de quarta-feira sob a acusação de ter mandado matar o genro Eduardo Queiroz, em 2008.

Ele participava da audiência de instrução de outro caso no Tribunal de Júri de Taguatinga, a cerca de 20 km de Brasília (DF), quando saiu a decisão da Justiça. Cercado por jornalistas, Constantino saiu do Fórum e foi levado de carro ao Instituto Médico Legal (IML) e, em seguida, ao Departamento de Polícia Especializada.

Segundo informações da assessoria de imprensa da Gol, Constantino foi integrante do conselho da companhia em 2001, mas, atualmente, não exercia nenhum tipo de participação na administração da empresa.

Constantino é réu também no processo sobre a morte do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito. De acordo com informações do Tribuanl de Justiça do DF, a motivação do crime, segundo a denúncia, é que a vítima morava em uma invasão ao lado de uma das empresas dele e se recusava a deixar o local, por isso, o empresário teria dado ordem para que ele fosse executado.

A previsão inicial é que fossem ouvidas tanto as testemunhas de acusação quanto as de defesa neste caso. No entanto, os advogados de Constantino entraram com pedido junto ao TJ para que as testemunhas de defesa fossem ouvidas separadamente. O pedido foi aceito e os interrogatórios agendados para o dia 1º de março de 2011.

Os outros acusados por este crime são João Alcides Miranda, João Marques Dos Santos, Victor Bethonico Foresti e Vanderlei Batista Silva. A audiência começou por volta das 9h de quarta-feira e prosseguiu, segundo o TJ, até a noite. Até por volta das 19h apenas uma testemunha havia sido ouvida.

(Informações do IG)

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