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Esta música tema do filme “Último Tango em Paris”, de Bernardo Bertolucci, com Marlon Brando e Maria Schneider, foi o primeiro grande sucesso mundial de muitos do mestre Gato Barbieri. Uma música para sempre. Confira.
BOA NOITE!!!
(Vitor Hugo Soares)

DEU NO COMUNIQUE-SE ( portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

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Izabela Vasconcelos

O grupo português Ongoing, detentor de ações na Ejesa – empresa que edita os jornais Brasil Econômico, O Dia, Meia Hora e Marca – contestou a queixa da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a matéria publicada nesta quarta-feira (01/12) na Folha de S. Paulo, que aborda a investigação do Ministério Público Federal e também faz outras denúncias contra a empresa. Segundo o Ongoing, a matéria apresenta “falsidades”.

A empresa é investigada porque, segundo a ANJ, estaria usando artifícios para ocultar que o controle econômico e editorial dos veículos estaria nas mãos da companhia portuguesa, o que é proibido no Brasil, já que nos veículos de comunicação do País a linha editorial deve ser dirigida por brasileiros e a participação de capital estrangeiro não pode exceder 30% do valor da empresa.

“Trata-se de uma clara tentativa de condicionar o poder judicial a favor de uma queixa que não tem qualquer fundamento”, declarou o diretor de comunicação do Grupo Ongoing, Ricardo Santos Ferreira.

Ricardo ainda afirmou que a matéria da Folha não condiz com a verdade e que o caso já foi entregue aos advogados da empresa. “A matéria está repleta de falsidades e o caso está entregue a nossos advogados. Obviamente, o Grupo Ongoing cumpre integralmente a legislação”.

Suposto respaldo político
Além de noticiar a investigação do MPF, a reportagem da Folha dizia que a chegada do Ongoing no Brasil teria sido motivada por petistas, que para criar uma rede de comunicação alinhada ao governo, que diminuísse o poder dos grandes grupos de mídia brasileiros.

Segundo o jornal, o principal responsável pelas negociações entre o grupo e o governo seria o ex-ministro e ex-deputado federal José Dirceu, colunista do Brasil Econômico.

DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

Condenado a 18 anos de prisão, o primeiro acusado pela morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, foi preso na manhã desta quarta-feira pela Polícia Civil de Diadema, no ABC.

Marcos Roberto Bispo dos Santos, de 37 anos, estava foragido desde o julgamento, em 18 de novembro. Por não ter sido encontrado pelo oficial de Justiça, Bispo foi julgado a revelia e considerado culpado pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O julgamento aconteceu no Fórum de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Na ocasião do veredito, o advogado do condenado, Adriano Marreiro, entrou com recurso para pedir a anulação do júri por falta de provas contra o acusado e pelo fato dele não ter sido notificado pela Justiça.

Segundo o promotor Francisco Cembranelli, que participou do júri, Bispo é indicado no inquérito que apura a morte do ex-prefeito como o responsável por dirigir o veículo que conduziu Celso Daniel até o cativeiro. Quando foi rendido e capturado, o ex-prefeito voltava de um jantar em um restaurante nos Jardins, em São Paulo, e estava na companhia de Sérgio Gomes da Silva, conhecido como Sombra, que é apontado como mandante do crime e também deverá ir a julgamento, mas ainda sem data marcada.

O ex-prefeito foi encontrado morto dois dias depois do sequestro, com oito tiros a queima roupa numa estrada da cidade de Juquitiba. A primeira condenação ocorreu quase nove anos depois do crime. A acusação sustenta que Celso foi vítima de organização criminosa que se apoderava de recursos da administração e que o dinheiro desviado tinha dois destinos inequívocos: contas pessoais de integrantes do grupo e caixa de campanha do Partido dos Trabalhadores.

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 01-12-2010

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Bom dia. Hoje se completam 55 anos desde que ela se recusou a ceder o assento e mudou o mundo. Obrigado, Rosa Parks. Belo vídeo para começar o dia no Bahiaempauta

(Maria Olivia Soares, jornalista)

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-12-2010

Rosa Parks com Luther King: resistência

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DEU NO BLOG DA CULTURA
(Publicado em 1/10/2009. Válido hoje e sempre )

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por Kelly de Souza

Muitas vezes os grandes personagens aparecem do nada, nascendo de um simples gesto quando numa fração de minutos decidem sair do script, romper fronteiras, sair da boiada. O mundo está cheio de pessoas que querem fazer isso o tempo todo, mas têm medo. Há 54 anos, em Montgomery, estado do Alabama (EUA), uma delas resolveu enfrentar o pavor. Uma costureira humilde, negra, Rosa Parks, 42 anos, fez a diferença e mostrou que mesmo sem nada planejado, nada pensado, só com um gesto de desafio, podia mudar as coisas. Em 1º de Dezembro de 1955, ela estava sentada com outras pessoas no início da “seção negra” de um ônibus local de transporte coletivo.

Nessa época imperava o sistema de segregação racial, que separava as primeiras fileiras de assentos para pessoas brancas. Havia uma placa móvel destinando os assentos para cada cor, e quando o número de pessoas brancas aumentava, o motorista deslocava a placa para trás, aumentando a “seção branca”. Os negros tinham de se deslocar ou sair do coletivo. Nesse dia, o motorista James F. Blake viu um passageiro branco ficar sem lugar. Parou o ônibus lotado e mandou que os negros liberassem uma fileira. Todas as pessoas obedeceram, menos uma, Rosa Parks. Olhando para Blake, ela se recusou a sair de seu lugar (mais por cansaço do que por espírito revolucionário).

O motorista chamou a polícia e Parks foi imediatamente presa. Quatro dias depois foi declarada culpada, com multa de US$ 10 (e mais 4 de custas judiciais). Foi libertada sob fiança, por intervenção do advogado Fred Gray, líder histórico do movimento pelos direitos cívicos. Alguns dias depois, em protesto, o Conselho Político Feminino realizou um boicote aos ônibus públicos. Previsto inicialmente para um dia, a rebeldia durou mais de um ano, quase quebrando a rede pública de transporte de Montgomery. Um desconhecido entrou em cena, Martin Luther King, que abraçou a causa, liderou o boicote e iniciou um processo de mudança nas relações entre negros e brancos nos EUA. King ganhou projeção nacional com o fato, tornando-se o maior líder pelos direitos civis negros na história da América.

O boicote acabou em 1956 e teve ramificações muito além de seus objetivos iniciais. A Suprema Corte americana declarou ser ilegal a segregação racial nos transportes públicos. King fez bonito, mas foi essa senhora, Mrs. Parks, até então desconhecida, quem na realidade deu ignição ao processo (perdeu o emprego por causa do incidente). Naquele dia, sozinha, humilhada, sem vontade de fazer política, mas com vontade de ficar sentada, tão cansada estava, mostrou a força das pequenas rebeldias. A pressão sobre Parks foi tão grande que ela teve de se mudar para Detroit (1957). Daquele dia em diante jamais foi a mesma, abraçando também a causa negra, como ativista dos direitos civis até o fim da vida (mesmo depois da morte de King). Viúva em 1977, Parks escreveu sua autobiografia (Rosa Parks – My Story), trabalhou como recepcionista, secretaria, e sofrendo de demência progressiva, morreu em 2005, aos 92 anos.

Os mais jovens podem conhecer a história de Parks no recém-lançado livro “Rosa Parks: não à discriminação racial”, do escritor africano Nimrod, onde o tratamento ficcional e o espírito de indignação e revolta, próprio da juventude, favorecem a identificação do jovem leitor com essa fantástica mulher. Pequenos gestos, pequenas rebeldias, sem violência, sem agressividade, pequenas ações podem fazer a diferença na cidadania. Às vezes basta dizer Não! Hoje não. Às vezes, pequenas intolerâncias fazem a diferença até em nosso dia-a-dia, em nosso trabalho, em família. Pequenas e ricas rebelações muitas vezes mudam o mundo, às vezes, o nosso mundo. Ações prosaicas, despercebidas, sem repercussão, sem alarido, realizadas no canto da vida, no escuro de nossa rotina… Há muita coisa errada na vida que poderia ser resolvida com uma simples, serena e pacífica rebeldia, como fez Rosa Parks.

Kelly de Souza é jornalista colaboradora da Revista da Cultura e Blog da Cultura. Compulsiva por literatura, chocolate e escrita – não necessariamente nessa ordem

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 01-12-2010

A coluna EM TEMPO, assinada pelo jornalista Alex Ferraz na Tribuna da Bahia está como Deus e o Diabo gostam em sua edição desta quarta-feira. Confiram algumas notas.
A íntegra da coluna de Alex ( o mesmo do blog Inimigo do Rei ) pode ser lida na edição impressa da TB.
(postado por Vitor Hugo Soares)

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Rápido como uma Flexa, Ribeiro!

O Senado vota nos próximos dias o PL 29, quem vem a ser um projeto de lei autorizando as empresas de telefonia a atuarem também como distribuidoras de TVs pagas. O relator do projeto é o senador Flexa Ribeiro, e, como diria José Simão, ele é um predestinado, pois a tramitação deu-se como uma flecha, numa velocidade jamais vista no legislativo federal. O tempo recorde do processo é mais uma demonstração clara da força do tremendo lobby das empresas do setor, resultando em apenas cerca de seis meses de pouquíssimas discussões e alguma burocracia.
Bem, não quero aqui entrar no mérito da questão dos benefícios ou não que tal abertura de mercado trará para o consumidor. Como assinante da Sky há 13 anos e pagando cada vez mais caro, particularmente gostaria de ver uma grande concorrência e preços cada vez menores. E deve ser por essa razão que tem muita rede de TV aí esperneando.
No entanto, merece registro a velocidade com que o projeto de lei foi analisado, em detrimento de dezenas ou centenas de outros que rolam há até uma década ou mais e que beneficiam diretamente o consumidor, sem criar novos espaços para dar ainda mais lucros por parte de empresas de telefonia. É o caso, por exemplo, do fim da assinatura básica. Na Câmara Federal, vários projetos de lei foram apresentados na última década contra essa assinatura de R$ 41 cobrada todos os meses de quem tem telefone fixo. O mais antigo, do deputado Walter Pinheiro, completou 10 anos de idade sem jamais ter sido votado.
Pois é: pelo visto, quem tem bala na agulha mesmo são as operadoras do setor, que faturam, no mercado de celulares, a bagatela de R$ 150 bilhões por ano, cobrando as tarifas mais caras do mundo (isto é real, não é força de expressão) e prestando um sofrível serviço de banda larga, também a mais cara do planeta. Até quando? Só Deus e alguns parlamentares sabem…

Datena falou e disse!
O apresentador da Record, Luiz Datena disse tudo, anteontem, ainda narrando episódios da violência no Rio:
“Tomaram os morros, tudo bem. Agora precisa saber quem está ligado ao crime aqui embaixo.” Hum!

Jobim treme nas bases

Depois de o ministro da Defesa ter dito que é preciso “evitar a venda excessiva de passagens”, referindo-se à previsão de caos nos aeroportos neste fim de ano, em razão do “excesso” de passageiros, eis que a WebJet vem com promoções que chegam a R$ 9 por uma passagem entre Salvador e Ribeirão Preto (SP).
Êita! Ida e volta por R$ 18 é o equivalente a um quarto do valor do táxi do Centro ao aeroporto soteropolitano. Bombou!

Um golpe em Temer? (I)

Passou meio despercebida a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que não permite mais ao vice-presidente suceder o presidente em caso de vacância de cargo. Pela proposta, o vice seria apenas o substituto temporário do titular. Na impossibilidade da volta do presidente, seriam convocadas novas eleições.
Ou seja, poderemos vir a ser o único país republicano do mundo onde o vice não é vice o suficiente para substituir o titular.

Um golpe em Temer? (II)

Pelas regras atuais, o vice sucede o presidente no caso de morte, de impeachment ou de doença gravíssima do titular (Itamar Franco e Sarney, respectivamente, que o digam), completando assim o seu mandato. O projeto altera dois artigos da Constituição e permite ao vice apenas substituir o titular. Em todos os casos mencionados (morte, impeachment, doença gravíssima) seria necessário convocar novas eleições para presidente em 90 dias.
Ou seja: na suposição de a presidente Dilma não poder concluir seu mandato, seriam convocadas eleições em 90 dias. E adivinhem que seria o candidato mais forte? Cala-te boca!

Assange: metralhadora giratória/Reuters-JN

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O polêmico e expolosivo portal Wikileaks causa estragos em várias partes do mundo – dos Estados Unidos ao Brasil – e promete fazer muito mais.Um grande banco norte-americano é o próximo alvo do portal, segundo declarações do seu criador , Julian Assange. No início do próximo ano, serão revelados milhares de documentos comprometedores, ele avisa, enquanto Hugo Chávez, da Venezuela, pede a demissão de Hillary Clinton.

Assange não identificou o banco, mas garantiu que é uma grande instituição ainda em atividade nos Estados Unidos da América.
“Esta divulgação dará um conhecimento interno, verdadeiro e representativo acerca da forma como os bancos se comportam ao nível executivo. Creio que irá dar lugar a investigações e a reformas” – declarou, Julian Assange em entrevista à revista norte-americana “Forbes”, ontem publicada.

O fundador do portal Wikileaks está convencido que, depois da divulgação de centenas de milhares de documentos classificados, haverá uma investigação sobre o banco em causa e uma revisão sobre o funcionamento do sistema bancário.

Assange reconheceu ainda que a crescente popularidade do Wikileaks tem permitido aceder a mais informação confidencial.

“O império ficou nu”

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, felicitou, ontem, a “coragem” do Wikileaks por divulgar documentos secretos dos EUA, alguns dos quais fazem referência ao seu país e instou a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, a demitir-se.

Chávez explicou que Washington deve “responder ao Mundo e não começar a atacar”, acrescentando que ficou descoberta a maneira como gere a sua política externa. “O império ficou nu, não sei o que farão os Estados Unidos”.

(Com informações do diário português Jornal de Notícias e agências internacionais de notícias)


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Beth Carvalho em show antológico no Teatro Castro Alves, em Salvador. Trechos do DVD com participações de Danilo Caymmi, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Daniela Mercury entre outros. Acervo do site www.ziriguidum.com

MARAVILHA!!!

(VHS)

dez
01
Posted on 01-12-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 01-12-2010


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Sinfrônio , no Diário do Nordeste (CE)

dez
01

Heraldo Rocha, do DEM…

…e Marcelo Nilo: Prêmio Ruy Barbosa

OPINIÃO POLÍTICA

Andorinhas e verão

Ivan de Carvalho

Os integrantes do Comitê de Imprensa da Assembléia Legislativa elegeram ontem, em votação secreta, os quatro deputados que, na opinião da maioria deles, mereceram ser distinguidos com o troféu “Destaque Parlamentar”, concedido a parlamentares de melhor desempenho durante o ano, no caso, 2010.

Só para complementar a notícia. Se algum deputado conseguir a proeza de ser eleito “Destaque Parlamentar” em todos os quatro anos de uma Legislatura, ele, além de ganhar os quatro troféus correspondentes anualmente a esse título de “Destaque Parlamentar”, será distinguido com o Prêmio Ruy Barbosa. Como na atual e findante Legislatura isso aconteceu com dois deputados, o presidente da Assembléia, Marcelo Nilo e o deputado Heraldo Rocha, do DEM e líder da oposição durante os dois últimos anos da Legislatura, ambos ganharam também o Prêmio Ruy Barbosa.

Provavelmente, esta será uma notícia a ser dada, com alguma ou sem nenhuma foto, discretamente, em nota de dois parágrafos nas páginas políticas dos jornais e a ocupar algumas frases em noticiários de emissoras de rádio. Não sei se as emissoras de televisão chegarão a mencionar o assunto. Blogs e sites baianos de jornalismo certamente dedicarão algumas linhas ao registro do fato, mas com discrição semelhantes à dos demais veículos.

Por votação também secreta, no plenário da Assembléia, os deputados vão conferir os prêmios Quintino de Carvalho, Wilson Menezes e Armando Lobracci, respectivamente, aos que, na opinião dos parlamentares, hajam feito a melhor cobertura dos trabalhos da Assembléia na imprensa escrita, no rádio e televisão e nos veículos (sites e blogs) da Internet.

E, mais uma vez, o noticiário a respeito será bem discreto em todos os setores da mídia. Neste caso, com razão e obediência ao bordão de que “jornalista só é notícia quando morre”. Essa regra comporta raríssimas exceções, mas não no caso em foco. Seria o caso se algum jornalista tivesse cerceada a sua liberdade de expressão, de imprensa, ou sido alvo de ataque, represália, ameaça ou pressão por exercer essa liberdade.

No entanto, a pouca atenção da mídia à escolha dos melhores deputados a cada ano decorre de fatores diferentes. É que o Poder Legislativo e especialmente os Legislativos estaduais e municipais perderam – seja pela legislação draconianamente restritiva de suas atribuições, seja por decisão própria de suas maiorias de submissão ao Poder Executivo – a maior parte de sua influência real. Vivem mais nas esferas da fantasia e da formalidade. Assim tem sido durante décadas seguidas, com apenas um ou outro momento que não se enquadra nesse modelo.

No entanto, ao meu ver, pelo menos, erra a mídia quando – na sua função de informar a sociedade e ao mesmo tempo fornecer-lhe elementos de avaliação e captar dela o pensamento a ser expresso – ignora a importância dos esforços e méritos de certo número de parlamentares que não se enquadram na geléia geral e que, até pelo resultado da votação, vão além dos quatro mais votados e, por isto, eleitos e aqui nomeados.

Talvez seja hora de entender que está errado aquele velho ditado popular de que “uma andorinha só não faz verão”. Claro que faz, pelo menos na história humana. Para o bem e para o mal. Buda fez. Ciro fez. Moisés fez. Júlio César fez. Jesus fez. Maomé fez. Lutero fez. São Francisco de Assis fez. Marx fez. Lênin fez. Hitler fez. Stalin fez. Mao Tse-tung também. João Paulo II fez. Gorbachev fez. Yeltsin fez.

Parece (tive essa idéia agora) que a história é conduzida por “andorinhas” que resolvem voar de modo diferente das outras.

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