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Postado em 30-11-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 30-11-2010 22:53

A agência de classificação de risco financeiro Standard&Poor’s coloca sob vigilância nesta quarta-feira a qualificação da dívida de Portugal, a curto e longo prazo. A informação de última hora é do portal português TSF e já é manchete nos principais jornais de Lisboa em suas edições online.

Segundo TSF, em comunicado a agência alerta para o risco crescente da solvência do Estado português.

Portugal tem uma qualificação de ‘A-‘ para a dívida de longo prazo e de ‘A-2’ para a de curto prazo.

A Standard & Poor’s anunciou que vai ver se, nos próximos três meses, os dirigentes de Lisboa recorrem à ajuda externa e se avança o plano governamental para equilibrar o déficit orçamentario.

A agência de risco já baixou a nota atribuída a Portugal, em Abril, em dois níveis, antes do Governo ter apresentado em Bruxelas o seu segundo programa de consolidação orçamental, que prevê a redução do défice em 2010 para 7,3 por cento.

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Comentários

Francisco de Assis Cortez Gomes on 1 dezembro, 2010 at 20:44 #

A crise iniciada em set/out-2008 se alastra! Resultado da chamada “deregulation” pelo desenfreado neoliberalismo de então, a crise na realidade é a Crise estrutural do Capital, como diz István Mészáros, da boa tendência do socialismo
democrático, da Escola de seu conterrâneo
marxista Luckás. Aponta Mészáros a perversidade no emprego do Capital colocada à mostra pela Wall Street e Washington em 2008, cujas consequências funestas ecoam até hoje, Diz István que, globalmente, estavam aplicados no setor produtivo, indústria, comércio, etc. etc.
mirrados 48 trilhões de dólares, e, pasmem, no setor especulativo, ou seja, Bolsa, ações, títulos podríssimos, sem lastro, depósitos em fundos altamente de risco (Maddoff, Oxford, etc. etc.), por exemplo, estavam aplicados a bagatela, pasmem, de 300 trilhões de dólares!!!
Onde então estavam o Fed, o Banco Central Europeu (BCE), e demais bancos centrais? Onde a City de Londres? A exceção ficou com o BACEN brasileiro! Bem “Regulated”, ou seja, bem administrado, não sofreu a perversa influência.
E agora? Países que subordinaram as riquezas de seus cidadãos aos Moneytakers de plantão estão aí de pires na mão pedindo socorro ao FMI, Banco Mundial, a Alemanha, única incólume.
Até aplicadores brasileiros se envolveram e foram na onda dos altos retornos de seus capitais! Não sabiam que alto retorno significa alto risco!
Portugal deverá seguir a Irlanda e já se fala que os vazamentos do wikileaks podem contaminar os lançamentos de Bonds daqueles países europeus!!! Bonds são papéis lançados pelas empresas, pelos governos, enfim desses países nominados da Europa. E agora, José?


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