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Teixeira: suborno nos anos 90, da BBC

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Deu no portal TSF, de Portugal, com informações da BBC de Londres

Três altos dirigentes da FIFA são acusados de terem recebido subornos durante a década de 90. A BBC adianta o essencial da informação que vai ser detalhada no programa Panorama. A notícia é uma das manchetes desta segunda-feira, no portal português TSF.

Nem tiveram tempo para respirar. A FIFA tinha resolvido com duas suspensões um negócio inventado por um jornal britânico para provar que os dirigentes da FIFA são corruptos. Foi há poucos dias.

Agora, a BBC promete divulgar o documento que prova pagamento de luvas a altos responsáveis da FIFA, nos negócios dos direitos televisivos e de venda de bilhetes, desde o final da década de oitenta até 1999.

Em causa, estão pagamentos feitos pela International Sports and Leisure, parceira da FIFA, até 2001, aos dirigentes, Nicolas Leoz, do Paraguai, Ricardo Teixeira, do Brasil e Issa Hayatou, dos Camarões.

A ISL, é o elo comum desta história, que ainda envolve Jack Warner, de Trinidad e Tobago.

Com base num depoimento de um antigo contabilista desta empresa de marketing, a BBC chegou a listas de pagamentos feitas através de contas no Lichenstein.

Nicolaz Leoz, o paraguaio, é o presidente da Confederação Sul Americana.

MUITO DINHEIRO

A BBC conta 557 mil euros pagos. Depois vem Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira, há 21 anos, e com mandato até ao Mundial de 2014, no Brasil.

Já foi investigado, pelo senado brasileiro, mas não foram determinadas acusações. A BBC, diz que recebeu da ISL, sete milhões e duzentos mil euros.

O vice-presidente da FIFA, Issa Hayatou, em representação dos países africanos, recebeu pouco mais de 15 mil euros.

A estes três dirigentes, o antigo contabilista da ISL acusa de receberem luvas, para garantirem o contrato de transmissões televisivas e para garantir patrocínios de algumas das maiores marcas do mundo.

CASO ABAFADO

Depois, há o caso de Jack Webber. Um vice-presidente executivo da FIFA, que retirava bilhetes para jogos importantes dos mundiais, em 2006 e 2010, e que depois entregava esses bilhetes, avaliados em 64 mil euros, a pontos de venda clandestinos.

Este ano, ficou com 36 bilhetes para a final do Mundial na mão, porque ninguém ofereceu o preço exigido pelos bilhetes.

A BBC, diz que o dirigente foi descoberto e para abafar o escândalo, a FIFA recomendou-lhe que doasse mil dólares a instituições de caridade e não se falava mais no assunto.

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