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BOA NOITE!!!

nov
29
Posted on 29-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-11-2010

Monicelli: trágica despedida

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O cineasta italiano Mario Monicelli morreu nesta segunda-feira. Segundo informações da Agência Ansa, ele se jogou de uma janela do quinto andar do hospital San Giovanni, em Roma, onde estava internado devido a um câncer de próstata. Ele tinha 95 anos.

Monicelli era um dos mestres da comédia italiana. Entre seus maiores sucessos estão filmes como “O Incrível Exército de Brancaleone” (1966), “Os Companheiros” (1975) e “Parente É Serpente” (1992). Em 1991, recebeu um Leão de Ouro no festival de Veneza pelo conjunto de sua obra.

Dirigiu alguns dos maiores atores da história do cinema italiano, como Marcello Mastroianni, Vittorio Gassmann e Alberto Sordi.

Nascido em 1915 na cidade de Viareggio, na Toscana, e começou a trabalhar com cinema na década de 1930, como diretor assistente e roteirista. Em 1949, assinou seu primeiro longa, “Totò Cerca Casa”. Foi o início de uma longa parceria com o comediante Totò, que culminou com o sucesso internacional “Os Eternos Desconhecidos”, de 1958.

Seu último filme, “La Rose del Deserto”, foi lançado em 2006, quando o cineasta estava com 91 anos.

Teixeira: suborno nos anos 90, da BBC

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Deu no portal TSF, de Portugal, com informações da BBC de Londres

Três altos dirigentes da FIFA são acusados de terem recebido subornos durante a década de 90. A BBC adianta o essencial da informação que vai ser detalhada no programa Panorama. A notícia é uma das manchetes desta segunda-feira, no portal português TSF.

Nem tiveram tempo para respirar. A FIFA tinha resolvido com duas suspensões um negócio inventado por um jornal britânico para provar que os dirigentes da FIFA são corruptos. Foi há poucos dias.

Agora, a BBC promete divulgar o documento que prova pagamento de luvas a altos responsáveis da FIFA, nos negócios dos direitos televisivos e de venda de bilhetes, desde o final da década de oitenta até 1999.

Em causa, estão pagamentos feitos pela International Sports and Leisure, parceira da FIFA, até 2001, aos dirigentes, Nicolas Leoz, do Paraguai, Ricardo Teixeira, do Brasil e Issa Hayatou, dos Camarões.

A ISL, é o elo comum desta história, que ainda envolve Jack Warner, de Trinidad e Tobago.

Com base num depoimento de um antigo contabilista desta empresa de marketing, a BBC chegou a listas de pagamentos feitas através de contas no Lichenstein.

Nicolaz Leoz, o paraguaio, é o presidente da Confederação Sul Americana.

MUITO DINHEIRO

A BBC conta 557 mil euros pagos. Depois vem Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira, há 21 anos, e com mandato até ao Mundial de 2014, no Brasil.

Já foi investigado, pelo senado brasileiro, mas não foram determinadas acusações. A BBC, diz que recebeu da ISL, sete milhões e duzentos mil euros.

O vice-presidente da FIFA, Issa Hayatou, em representação dos países africanos, recebeu pouco mais de 15 mil euros.

A estes três dirigentes, o antigo contabilista da ISL acusa de receberem luvas, para garantirem o contrato de transmissões televisivas e para garantir patrocínios de algumas das maiores marcas do mundo.

CASO ABAFADO

Depois, há o caso de Jack Webber. Um vice-presidente executivo da FIFA, que retirava bilhetes para jogos importantes dos mundiais, em 2006 e 2010, e que depois entregava esses bilhetes, avaliados em 64 mil euros, a pontos de venda clandestinos.

Este ano, ficou com 36 bilhetes para a final do Mundial na mão, porque ninguém ofereceu o preço exigido pelos bilhetes.

A BBC, diz que o dirigente foi descoberto e para abafar o escândalo, a FIFA recomendou-lhe que doasse mil dólares a instituições de caridade e não se falava mais no assunto.


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Música do CD “Ária”
Compositor – Othon Russo
Violão Nylon – Djavan
Baixo Acústico – André Vasconcellos
Percussão – Marco Lobo
Violão Nylon – Torcuato Mariano
Mixado por Enrico De Paoli
Saiba mais em www.djavan.com.br
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Sabes mentir
Hoje eu sei que tu sabes sentir
Um falso amor
Abrigaste em meu coração

Sempre a iludir
Tu falavas com tanto ardor
Dessa paixão
Que dizias sentir

Mas tudo agora acabou
Para mim terminou a ilusão
Hoje esse amor já findou
E afinal para que amar

Sempre a iludir
Tu beijavas com afeição
Sempre a fingir
Uma falsa emoção

Sabes mentir
Hoje eu sei que tu sabes sentir
Um falso amor
Abrigaste em meu coração

Sempre a iludir
Tu falavas com tanto ardor
Dessa paixão
Que dizias sentir

Mas tudo agora acabou
Para mim terminou a ilusão
Hoje esse amor já findou
E afinal para que amar

Sempre a iludir
Tu beijavas com afeição
Sempre a fingir
Uma falsa emoção

———————————
BONISSIMA TARDE A TODOS!!!

(vhs)

nov
29
Posted on 29-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-11-2010

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, continuará no posto no governo de Dilma Rousseff. A Folha apurou que Jobim recebeu e aceitou o convite da presidente eleita em reunião na sexta-feira.

Dilma e Jobim acertaram, nesse encontro, a retirada da área de aviação civil do Ministério da Defesa.

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O objetivo de Dilma é remodelar o setor, abrindo o capital à iniciativa privada e acelerando a construção de aeroportos para a Copa-2014 e a Olimpíada-2016.

Como a Folha revelou ontem, será criada uma secretaria especial, provavelmente com status de ministério, para cuidar desses assuntos.

Responderão à nova pasta a Infraero, estatal que administra aeroportos, e a Anac, agência reguladora do setor.

O presidente Lula sugeriu a Dilma a manutenção de Jobim, que conduz uma reforma da política de defesa.

Para Lula, o passado de guerrilheira de Dilma precisava ser levado em conta. O presidente avalia que uma substituição nessa área poderia gerar atritos com as Forças Armadas –e que Jobim tem perfil conservador e agrada aos militares.

Tanto Lula como Dilma acham, também, que Jobim tem atuado bem nas tratativas com as Forças Armadas para dar apoio ao governo do Rio de Janeiro no combate ao crime organizado.

MAIS NOVIDADES

Dilma e seus assessores retomam hoje as negociações sobre o primeiro escalão com os partidos aliados –ontem a presidente eleita descansou em Brasília, sem agenda.

Já foram anunciados os quatro principais nomes da área econômica –Guido Mantega (Fazenda), Alexandre Tombini (BC), Miriam Belchior (Planejamento) e Luciano Coutinho (BNDES).

Antonio Palocci e Gilberto Carvalho aceitaram convite para o núcleo político –provavelmente na Casa Civil e na Secretaria Geral, respectivamente. Outro nome confirmado é José Eduardo Cardozo, quase certo na Justiça.

Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, é outro ministro que deverá continuar em seu posto.

Lula pediu a Dilma que mantenha Fernando Haddad na Educação. A presidente eleita pretende atendê-lo.

No atual desenho do ministério de Dilma, o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, comandará as Comunicações. André Barbosa, assessor especial da Casa Civil para assuntos de radiodifusão, deverá ser o secretário-executivo da pasta.

Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, também é nome certo no governo. Está cotado para a pasta da Previdência ou para a do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

(Informações de Kennedy Alencar e Waldo Cru, da Folha, em Brasília)

nov
29
Posted on 29-11-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 29-11-2010

FHC: “na marra não faz”

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OPINIÃO PÚBLICA

Controle e liberdade de imprensa

Ivan de Carvalho

O governo federal incorporou a diretriz programática do PT de que os meios de comunicação social devem ser submetidos a um “controle social” cuja definição pode ir de algo perigosamente amplo a absolutamente indefinido.

Tentativas iniciais foram feitas durante o primeiro mandato do presidente Lula, com a tentativa de criação do Conselho Nacional de Jornalismo (que teria filhotes em cada unidade da Federação), sob a alegação de que apenas atendia-se a uma reivindicação dos jornalistas, por intermédio da Fenaj, quando se sabe muito bem que a Federação Nacional dos Jornalistas é colonizada por facções políticas, como, de resto, ocorre com sindicatos relacionados com numerosas atividades profissionais no Brasil. O citado conselho viria acompanhado de uma tal Ancinav – Agência Nacional de Cinema e Audiovisual –, o outro braço do controle que se pretendeu estabelecer então.

Pode-se dizer que a colonização político-partidária de entidades de representação de categorias profissionais é um fenômeno de amplitude mundial. Daí que é preciso extremo cuidado quando entidades que oficialmente representam a atividade ou os profissionais do jornalismo passam a defender controles – a exemplo do tal “controle social” – sobre a atividade de comunicação social, o que compromete a liberdade de imprensa, aspecto mais vital, alicerce sem o qual ruirá toda a liberdade de expressão. Já escrevi aqui e repito: nenhuma liberdade sobrevive à morte da liberdade de expressão. Quem não gostar desta, gosta é de ditadura.

A partir de dezembro de 2009, com a realização da Confecom (uma conferência de comunicação convocada pelo presidente Lula, que fez “recomendações” a serem implementadas), começou uma ofensiva muito mais ampla do que a tentada e fracassada no primeiro mandato do presidente Lula. O debate está aberto e esquentando. E vale registrar, além da frase arrogante do ministro Franklin Martins, lembrada pelo deputado democrata Gaban – “Com discussão ou sem discussão, nós vamos fazer” –, algumas outras observações de pessoas que exercem ou exerceram funções capazes de lhes dar uma visão multifacetada do problema.

Uma, do ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Brito, praticamente repetindo o que já dissera dias antes, no julgamento de um mandado de segurança impetrado pela Folha de S. Paulo, o ministro Artur Vidigal de Oliveira, do Superior Tribunal Militar: “Não existe liberdade de imprensa pela metade”. Ayres Brito, em um seminário sobre liberdade de imprensa, dia 26, afirmou: “Para a nossa Constituição, a liberdade de imprensa não conhece meio termo, não é uma liberdade pela metade. Ou é total ou não é liberdade de imprensa”.

No mesmo dia e no mesmo evento, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ser “impossível” não haver regulação da mídia no que diz respeito aos meios de difusão, “inclusive por causa das novas tecnologias e da convergência entre plataformas, que requerem alguma regulação”, mas destacou que o controle do conteúdo “é contrário ao espírito da democracia”. Acrescento: e à letra da Constituição, em suas cláusulas pétreas, o que o ministro do STF Ayres Brito seguramente tinha em mente quando fez sua assertiva (olhaí, palavra da moda).

Com sua experiência de presidente da República durante oito anos, FHC disse que a regulação (técnica) dos “meios de difusão” deve demorar “muito tempo” e não deve ser colocada “goela abaixo” do Congresso e do país. “Estamos misturando a necessidade eventual da organização dos meios de difusão com aquilo que não requer regulação, que é o conteúdo”, ressaltou. FHC atacou o “monopólio estatal”, que considerou mais perigoso do que o monopólio privado, aos discorrer sobre os riscos da liberdade de imprensa. “Acho que o monopólio estatal é tão ruim quanto o monopólio privado. O risco maior é o do monopólio estatal, porque o Estado tem mais poder hoje em dia do que qualquer parte da sociedade”.

E, depois de outras observações muito pertinentes, o ex-presidente afirmou: “Eu ouvi, quando vinha para cá, as declarações do Franklin Martins. Um pouco impositivas. ‘Vai na marra’. Não, não vai na marra, não”. E concluiu que o PT “gosta muito de falar” em controle social. “Dá impressão que é uma coisa boa porque é social. Controle é sempre perigoso”. Mas lembrou que nem só o PT quer controlar a mídia – referiu-se a “Estados querendo criar conselhos” para isso.

nov
29
Posted on 29-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 29-11-2010


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Pelicano, no Bom Dia (SP)

A ocupação do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, “cativou” os brasileiros como nenhum outro evento desde a Copa do Mundo da África do Sul, segundo o jornal The New York Times.

Os repórteres do diário descreveram a operação como “uma varredura militar rápida e definitiva” e disseram que “um ar de calma e alívio” se espalhou pelo conjunto de favelas, com moradores abrindo as janelas e voltando às ruas após a ocupação.

“Moradores se reuniram ao redor de aparelhos de televisão em bares e restaurantes, torcendo pela polícia como eles fariam por seus times de futebol favoritos, mesmo quando tiros ocasionais cobriam os céus ensolarados.” Um artigo publicado pelo diário espanhol El País disse que políticos brasileiros estão vendendo a “liberação” do conjunto de favelas como o regresso ao estado democrático no Brasil.

“O Rio, e em parte o Brasil, estava tristemente acostumado com que os grandes centros urbanos estivessem sob o controle dos traficantes de drogas, que impunham suas leis com a conivência de policiais corruptos, advogados de presos perigosos, juízes e políticos que usam os traficantes para manter seu poder local e enriquecer.” Segundo o artigo do correspondente Juan Arias, “a operação de reconquista do território do Rio com a maior concentração de traficantes começa a mostrar aos cidadãos quem tem o poder nas cidades: o tráfico ou o Estado”.

O jornal britânico The Guardian descreveu a operação como “sem precedentes” na história da cidade, enquanto outro jornal espanhol, o El Mundo, destacou “a opulência dos palácios” dos traficantes descobertos pela polícia durante a operação.

“Os chefes da droga viviam como reis nas favelas cariocas do Complexo do Alemão”, diz a reportagem, que descreve em detalhes a mansão de quatro andares do traficante conhecido como “Pezão”, com jacuzzi, piscina e ar condicionado.

(Deu no UOL com informações de jornais internacionais)

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