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Metro: de graça mais não é fácil

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Deu no Comunique-se (portal na web especializado em notícias de bastidores da imprensa)

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Anderson Scardoelli

O jornalista Cláudio Bianchini, presidente do Grupo Metro no Brasil, analisou que é um erro os jornais gratuitos pensarem que o leitor não vai reclamar do conteúdo que lhe é entregue apenas pelo fato de não pagar pelo jornal. De acordo com ele, se os veículos gratuitos quiserem ganhar espaço no mercado têm que investir em elementos que chamem a atenção do público.

“A operação não é tão simples se você quiser manter um padrão gráfico e editorial de qualidade”, afirmou Bianchini, em sua participação no Inma – Seminário Internacional de Jornais, na manhã desta terça-feira (23/11).

O presidente do Metro disse que se esse cuidado na produção de um jornal gratuito não for levado a sério, pode levar à extinção da publicação. “Este ano em São Paulo já tivemos um boom de jornais gratuitos, mas alguns já acabaram”, informou.

Exigência
Além de estruturar a marca e buscar fazer um diário “de qualidade”, Bianchini avaliou que é necessário entender quais são os temas que agradam e o público que lê o jornal. Ele disse que os jornais gratuitos trabalham com o que é mais precioso das pessoas: o tempo. Tempo que ela não pode achar que foi jogado fora lendo um periódico.

“O grau de exigência do leitor de jornal gratuito é muito grande, semelhante ao público que paga para ler um jornal”, comentou Bianchini.

Conteúdo próprio
A qualidade do conteúdo também está relacionada a publicação de um grande número de matérias que são de exclusividade do Grupo Metro, segundo Bianchini. Ele acredita que a “a força do conteúdo” do Metro Internacional e da Band (que é parceira da marca no Brasil) faz o Metro no País crescer e atrair novos leitores.

“Essa linha editorial com acesso à Band e aos jornais Metro de outras localidades, nos deixa menos reféns das agências internacionais”, disse Bianchini.

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Comentários

zilda coslop on 15 junho, 2016 at 23:31 #

Poderia ajudar um grupo de bacharelado do exame de suficiência do conselho federal de contabilidade 2016.1

Um grupo de Bacharéis em Ciências Contábeis, espalhados por todo o Brasil estão protestando por todos os meios de comunicação possíveis, contra o último exame de suficiência do CFC o qual foi aplicado no dia: 10/04/2016. Protestam junto a Federação Brasileira de Contabilidade a qual recebe candidatos ao cargo de CONTADOR que cursam ou cursaram o curso de Ciências Contábeis.
Os candidatos alegam que o exame vem sendo muito mal elaborado, com erros grotescos em Língua Portuguesa e questões com erros absurdos das Normas Brasileiras de Contabilidade.
Não é a primeira vez que o fato ocorre, no ano de 2014 foi um dos mais polêmicos o qual a FBC anulou no exame do primeiro semestre 5 questões e no do segundo semestre 4 questões.
Os candidatos dizem que são a favor sim da aplicação do exame, mas que seja bem elaborado respeitando as normas e princípios tanto de Língua Portuguesa como as de contabilidade. Dizem merecer no mínimo um pouco de atenção em seus referidos recursos ora por eles elaborados em tempo hábil conforme edital do CFC.
É bem verdade que esta prova há muitos anos vem sendo contestada por membros da classe de CONTÁBEIS, o qual diz que nem todos contadores espalhados pelo território Nacional foram obrigados a fazer a mesma.
O exame de suficiência de Contabilidade foi criado no ano de 2.000 e foi derrubado em 2004 depois de uma liminar que questionou o fato da aplicação do exame não ser uma Lei Federal e sim uma resolução do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). E em 2010, a Lei federal 12.249 instituiu a aprovação no exame como condição para obter o registro no CFC que permite o exercício da profissão.
Este exame de 2016.1 ao que estamos observando esta mais polêmico do que as dos anos anteriores contendo muitas questões plausíveis de anulação, não estão devidamente formuladas, como as que estão abaixo citadas e solicitadas via petição que já ultrapassou mais de 2.350 assinaturas.
As questões são: 27, 43 e a 48 foram solicitados recursos porém todos negados, após muitos protestos reconheceram o erro das questões 35 e 26 somente.
Ex. da questão 27:
Razão 1- O texto da alternativa “b” não encontra respaldo nas normas referenciadas no comando da questão, pois se fundamenta em norma que não se encontra mais em vigor (4a. edição – válido para 2012). Lembre-se que o conteúdo programático apresentado no Anexo II (Detalhamento do Conteúdo Programático), Item 3 “K” do Edital informa:
“Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público e Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – Aplicado a União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a partir do Exercício e 2015. Portaria Conjunta STN/SOF n° 01 10 de dezembro de 2014. Portaria STN n° 700, de 10 de dezembro de 2014.”Assim, a alternativa deveria ser considerada INCORRETA pelo simples fato de a norma atual citada não conter o texto da alternativa “b”, tornando impossível a consideração de conformidade, requerida no comando (caput) da questão.

Esta alternativa esta ausente na MCAP 6ª Edição sendo assim Incorreta ela Também!
Edital

5.4. Somente serão exigidas as legislações, normas e resoluções editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, em vigência de até 90 (noventa) dias antes da aplicação da prova.
5.5. A utilização de palavras ou frases similares às adotadas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade ou de outras fontes constantes do conteúdo programático não será motivo para impugnação por parte dos examinandos.

3. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

k) Lei nº 4.320/1964, a Lei Complementar n.º 101/2000, as disposições do Conselho Federal de Contabilidade relativa aos Princípios de Contabilidade, às Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público e Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – Aplicado a União, aos estados, ao
Distrito Federal e aos municípios a partir do Exercício e 2015. Portaria Conjunta STN/SOF n° 10 de dezembro de 2014. Portaria STN n° 700, de 10 de dezembro de 2014.

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR91330


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