——————————————————————————————–
BOA NOITE!!!

(VHS)

Galisteu: cintura fina antes do altar

======================================================

DEU NO IG

Apenas três meses depois de ter seu primeiro filho, a apresentadora de TV Adriane Galisteu se submeteu a um combo de aparelhos estéticos para fazer bonito em seu casamento com o empresário Alexandre Iodice, que vai acontecer no sábado (27.11). A ideia era que, combinados, o Thermage e o Ultra-Accent, ajudassem a diminuir a gordura localizada no abdome – procedimento que parece ter sido bem-sucedido.

Segundo o dermatologista da apresentadora, Jardis Volpe, responsável e patrocinador da aplicação como presente de núpcias, a perda de medidas de Adriane foi grande porque ela não é sedentária. “Pacientes que se exercitam e tem uma vida mais ativa tendem a responder melhor aos tratamentos. Ela teve uma perda de sete centímetros, considerada excelente, pois já malha e tem um metabolismo muito bom”, diz ele que também é diretor da Clínica Volpe.

O Thermage, novidade nas clínicas de estética brasileiras, tem preço bem salgado – até R$ 9 mil – e só pode ser feito uma única vez ao ano. “É o laser mais potente que existe, um equipamento que associa ultrassom e radiofrequência e promove quebra de gordura localizada e estimulação de colágeno. Pode ser feito em áreas corporais com gordura localizada e flacidez”, explica Jardis.

“Não há um padrão de perda de gordura igual para todos no Thermage, pois ele firma a pele e compacta gordura de maneira diferente em cada organismo. Já o Ultra-Accent, feito pela Adriane na terça-feira (23.11), promove perda que varia entre dois a três centímetros de circunferência por aplicação”, conta ele. Tanto um quanto o outro funcionam com calor, que dissolve gordura e estimula a produção de colágeno.

Com preço mais em conta (R$ 900 por sessão) e disponível no Brasil desde o início do ano, o Ultra-Accent também combate gordura localizada e flacidez. Por ser mais suave, tem preço menor e frequência maior: seis sessões com intervalos de 15 dias. A atriz Demi Moore, por exemplo, é uma das fãs do aparelho.

Mas, atenção: Jardis alerta que nenhum dos dois procedimentos são indicados para pacientes que precisam emagrecer. “Por se tratar de um aparelho de quebra de gordura localizada e firmeza de pele, não há variação significativa no peso, pois não é um processo de emagrecimento. Para quem está acima do peso e precisa emagrecer, esta não é a técnica ideal”.

Aimirante Carolli: missão de paz

=====================================================

ARTIGO

SOLDADOS EXEMPLARES

Maria Aparecida Torneros

Em meio a tantas notícias locais de avanços e fracassos na segurança das cidades, com o exemplo das UPPs no Rio, no combate ao tráfico, pelas polícias civis e militares dos estados brasileiros, e infelizmente, pela reação em cadeia que gera instabilidade e tensão quando incendeiam veículos e desafiam as autoridades, uma notícia sobre nossos militares enviados ao exterior, me chamou atenção.

A Força Naval da ONU será comandada, brevemente, por um almirante brasileiro, Luiz Henrique Carolli, sendo assim, a força; que é composta por navios de várias nacionalidades, passará a ser dirigida, por um militar da Marinha do Brasil, na área de conflito entre Israel e Líbano.

Mesmo sem enviar seus próprios navios , o Brasil comandará os militares de 35 países que integram a Unifil, com 9 oficiais, sendo um almirante, quatro oficiais e quatro praças, e mais um capitão de mar e guerra, que comandará a operação naval em curso. Até meados de 2011, serão enviados cerca de 300 fuzileiros navais (primeiro irão 120) como forças de terra, para compor a base da unifil cuja frota fica ancorada em Beirute. Nossos homens substituirão o grupo italiano, que até o momento encontrava-se na região, que conta com o acompanhamento das forças da ONU, desde os conflitos de 2006.

Uma das regiões de maior conflito, esta que terá a presença do Brasil, em missão de paz, cuja reconhecida competência foi um dos motivos que levou o convite, já que o soldado brasileiro é visto como um militar de grande habilidade e excelente preparo para missões de paz, como por exemplo o que acontece no Haiti.

Em entrevista recente, o almirante Luiz Henrique Carolli explicou que a missão que vai comandar é considerada tradicional, e é importante ressaltar que a situação é mais sensível, pois os conflitos entre Líbano e Israel, ensejam pequenos incidentes nas fronteiras, mas no momento, é importante dizer que está sob controle.

A contribuição do Brasil, segundo ele, vem de encontro aos objetivos do programa de defesa nacional, pois nosso país avança em seu papel internacional, e já é apontado como exemplo no que se refere à aceitação pelas partes do conflito. Nossos soldados ganham e ampliam a fama de serem legítimos representantes da paz, da tolerância, da organização e da solidariedade.

Vale conferir a entrevista do almirante Luiz Henrique Carolli, e vale mais, temos que apoiar e nos orgulhar das nossas forças armadas, por seu caráter fundamental na história do Brasil e agora, na conquista e preservação da paz mundial.

Desejamos que a paz a nível nacional, em nossas cidades, também seja uma conquista brasileira, que os nossos cidadãos avancem em direitos e em segurança no seu dia a dia, encerrando, a partir de planejamento, estratégia e boa gestão, o quadro aflito que se delineia com os atentados comandados por marginais, de dentro das prisões, segundo nos informam os noticiários, e que, nossa fama de apaziguadores internacionais, pule para dentro das nossas fronteiras, com decisão e ordem, com progresso e imensa paz.

Aparecida Torneros , jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária

nov
24

Sindicatos nas ruas de Lisboa

=====================================================

deu no PÚBLICO (Lisboa)

Com a greve geral desta quarta-feira praticamente encerrada em todo país, governo e sindicatos de Portugal divergem na leitura dos fatos do dia. Ambos festejaram os números, mas por razões diferentes: para a CGTP e UGT, foi a maior greve da história, com três milhões de trabalhadores a aderir à jornada; para o Governo, “o país não parou”.

No segundo balanço governamental, feito pelas 20 horas, a ministra do Trabalho, Helena André, embora dizendo que não queria entrar “em guerra sobre dados”, contestou o número dos sindicatos, que indicavam a paragem de três milhões num universo de cerca de cinco milhões de trabalhadores.

A ministra referiu que Portugal tem, atualmente, pouco mais de 4,9 millhões de trabalhadores ativos. Se três milhões fizessem greve, afirmou, o país teria parado. “Todos pudemos observar que, com algumas excepções, o país não esteve parado”.

Antes, o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), Carvalho da Silva, anunciara a greve como a de “maior impacto” realizada até hoje em Portugal, tendo em conta “o contexto” em que foi convocada.

Mas, de acordo com os números do Governo, apenas 29 por cento dos trabalhadores da administração pública central direta e indireta aderiram à greve (121.358 trabalhadores), o que levou o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, a considerar um “lapso” os dados dos sindicatos.

À tarde, as duas centrais tinham falado em cerca de um milhão de funcionários públicos em greve. Número que Gonçalo Castilho dos Santos rebateu, contrapondo que o Estado emprega apenas 835 mil.

A adesão mais forte, em termos relativos, registou-se nas estruturas do Ministério da Justiça, com 51 por cento, e a mais fraca no da Defesa Nacional, com sete por cento, informou depois o Ministério das Finanças.

Em termos absolutos, o maior contingente de grevistas pertenceu ao Ministério da Educação, o que se explica por ser o ministério com mais efetivos (197.635 trabalhadores).

No último balanço geral da CGTP, às 17 horas, de uma extensa lista de serviços de vários sectores – nomeadamente escolas, universidades, hospitais, transportes ferroviários e câmaras municipais – a maioria chegou a 100 por cento de adesão, e não há registo de qualquer serviço com adesão inferior a 50 por cento.

Para os números da central contribuiu não apenas o setor público. O privado teve “expressões variadas”, em “áreas determinantes do setor produtivo” e “com paralisação em grandes empresas”. Foram o caso do conjunto de empresas do parque industrial de Palmela, à volta da Autoeuropa e de outras na área corticeira, metalúrgica e metalomecânica, disse Carvalho da Silva.

Ao contrário do secretário-geral da CGTP e do que sublinhou ainda o secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores (UGT), João Proença, a ministra referiu que a adesão do sector privado “foi muito reduzida”.

GREVE TRANQUILA

“O país viveu uma greve geral tranquila. A adesão à greve tem sido muito variável, segundo os setores considerados”, disse Helena André.

Deu como exemplo o fato de, entre a 1h00 e as 16h00 de quarta-feira, o consumo de energia ter sido “praticamente igual [ao dia anterior], o que sugere que não existiu redução de atividade econômica”. E apontou para outros indicadores: “A reduzida adesão no setor da cortiça”, na Galp, na EDP, nos bancos (“que estiveram todos abertos”) e nas grandes empresas de distribuição.

DEU NO IG

Tombini: no lugar de Meireles, com autonomia

=======================================
A presidenta eleita Dilma Rousseff decidiu ficar fora do anúncio dos nomes que vão integrar a equipe econômica, que acontece na tarde desta quarta-feira. Dilma optou por se manifestar somente por meio de uma nota oficial, distribuída cerca de uma hora antes da entrevista coletiva convocada para confirmar a permanência de Guido Mantega no Ministério da Fazenda, e a escalação de Miriam Belchior e Alexandre Tombini, que serão alocados, respectivamente, no Ministério do Planejamento e no Banco Central.

Em suas primeiras declarações após o anúncio oficial, os três ministros empenharam-se em assegurar a continuidade da política econômica do governo Lula. Em seu pronunciamento, Tombini disse que não haverá “meia autonomia” do Banco Central, e sim “autonomia operacional total”. “Ela espera nada mais nada menos que o Banco Central, sob a minha liderança, persiga os objetivos do governo, que incluem a meta de inflação de 4,5%”, disse. Assim como ele, Mantega e Miriam empenharam-se em assegurar que manterão a continuidade da política econômica que guiou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A nota distribuída por Dilma para comentar o assunto não foi sequer assinada pela presidenta eleita. O documento foi escrito em nome da “Assessoria de imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff”, apenas confirmou os nomes indicados e pregou a continuidade da política econômica. “A presidenta eleita determinou que a nova equipe assegure a continuidade da bem sucedida política economica do governo Lula, baseada no regime de metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal e promova os avanços que levarão o Brasil a vencer a pobreza e alcançar o patamar de nação plenamente desenvolvida”, diz o texto.

Miriam Belchior levará o PAC para o Planejamento
Oficialmente, a equipe de Dilma não forneceu nenhuma informação adicional sobre a decisão da presidenta eleita de não participar do anúncio. Ficou acertado apenas que Mantega, Miriam e Tombini serão encarregados de prestar os esclarecimentos, em coletiva no Centro Cultura Banco do Brasil.

Nos bastidores, entretanto, a versão que circula é a de que Dilma nunca teve planos de participar. Havia até uma expectativa de que presidente Lula convencesse sua sucessora a comparecer ao evento, mas ela não teria cedido ao apelo. ” Será o estilo Dilma de ser”, disse um assessor. Antes da coletiva, Dilma estava reunida no Palácio da Alvorada com Lula, o vice Michel Temer (PMDB-SP) e o deputado Antonio Palocci.


========================================================
BOA TARDE, apesar de tudo, no embalo desta maravilha composta por Caetano Veloso, e maravilhosamente interpretada por Baby. Inimitáveis e indestrutíveis os três: Caetano, Baby e a Cidade Maravilhosa.

(VHS)

========================================================

nov
24

Rio: mais um dia de tensão

========================================================

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou na manhã desta quarta-feira, em entrevista à rádio CBN, que a onda de arrastões e incêndios de veículos na cidade e região metropolitana são “desespero de marginais”.

Cabral afirmou também que as polícias Militar e Civil “estão de prontidão” e existe um gabinete de crise, comandado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.
“Nós temos uma equipe corajosa. Temos que manter a serenidade. Falei [com o presidente] Lula ontem duas vezes”, disse o governador.
“Há trabalho de inteligência da Polícia Civil junto com a Polícia Federal, Forças Armadas e a Polícia Rodoviária Federal”, acrescentou.

A pacificação das favelas no Rio vai continuar, disse ainda. Uma das explicações para as ações de criminosos no Rio é a revolta de bandidos contra a implantação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) em comunidades até então dominadas pelo narcotráfico.
“Não vão nos inibir. Semana que vem vamos dar posse à UPP do Morro dos Macacos. Vamos prosseguir no trabalho de pacificação de diversas comunidades”, disse o governador. Segundo ele, até 2014 todas as áreas estarão pacificadas.

“Essa ação [de bandidos] que está ocorrendo na região metropolitana do Rio não é de ameaça, mas de desespero da marginalidade porque há retomada de territórios [nas comunidades]”, disse Cabral.
Questionado por ouvintes da CBN sobre por que ainda não pediu ajuda às Forças Armadas e à Força Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, Cabral disse que não quer promover ações espetaculares.

“Temos um trabalho permanente com as Forças Armadas, o que nós não fazemos é pirotecnia. Não há solução mágica”, afirmou o governador que pediu “serenidade e muita tranquilidade à população” do Rio.

“Tudo que o marginal quer é provocar o pânico”, disse. No fim da entrevista, Cabral ressaltou que polícia iria para o confronto. “Não tem acordo [com marginais]. Não tem paz falsa”.
Novos ataques

Segundo o portal UOL, o Corpo de Bombeiros informou que outros dois veículos –um ônibus e uma van– foram incendiados por volta das 9h desta quarta-feira no Rio de Janeiro, ambos em Santa Cruz, zona oeste da cidade. Mais cedo, um carro e um ônibus também tinham sido queimados. Com mais esses ataques, o Rio registra pelo menos 16 veículos incendiados entre a noite de terça (23) e manhã desta quarta.

O novo incêndio de ônibus foi registrado na rua Felipe Cardoso, próximo ao conjunto habitacional conhecido como Cesarão. Criminosos atearam fogo também em uma van na estrada Urucânia. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro passageiros da van ficaram feridos. Equipes de resgate foram para o local.

(Informações dos portais uol, ig e agência Reuters)

nov
24
Posted on 24-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 24-11-2010

=====================================================
Pelicano, hoje , no Bom Dia (SP)

Wagner: sinais compreendidos na Assembléia

OPINIÃO POLÍTICA

Nilo aproxima-se do consenso

Ivan de Carvalho

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, do PDT, fechou ontem novos apoios – do PSB, do PSL, do PT do B e do PRP – à sua candidatura a novo mandato de presidente da Casa. Uma vez eleito, terá o terceiro mandato consecutivo de presidente, mas como esse terceiro será na próxima Legislatura, não há impedimento legal.
A norma veda que haja mais de uma reeleição de presidentes de casa legislativas, assim como de chefes do Poder Executivo nas esferas federal, estadual e municipal. No caso do Poder Legislativo, no entanto, há uma especificidade – a mudança de Legislatura a cada quatro anos. Quando muda a Legislatura, esta mudança “zera” a reeleição que possa ter havido na Legislatura anterior. Não é como o segundo tempo de um jogo ou uma prorrogação. É um novo jogo, sem relação com o anterior.

Os acordos fechados ontem com os quatro partidos citados confirmam a tendência que parece já haver assumido caráter de irreversível – a de consolidação e consumação da eleição do deputado Marcelo Nilo, do PDT, para um novo mandato de presidente da Assembléia. O PT e o PP são os únicos partidos que ainda não estão incluídos na aliança que dá base à candidatura de Marcelo Nilo.

Ao PT foi oferecida a primeira secretaria da Casa e, embora o partido esteja buscando condicionar a desistência de seu propósito inicial de apresentar candidato a presidente a uma emenda que proíba a reeleição, não há uma fundamentação normativa (uma analogia com o que ocorre no Congresso, por exemplo) a lastrear essa condicionante do apoio.

Quanto ao PP, o deputado Carletto apresentou sua aspiração ao governador, que, conforme se afirma nos bastidores, assumiu a atitude “republicana” de deixar que a própria Assembléia decida sobre seus assuntos internos. Claro que ele não disse ao aliado Carletto que não seja candidato, como não diria (ou só diria, talvez, em caso extremo) a qualquer outro aspirante da base. Em política, é axiomático que não se diz a um aspirante a candidato que não tente, que se é contra.

Mas não é axiomático que um político influente, como é o caso de um governador, tenha uma preferência, não raro guardada em segredo, mas um segredo do qual os políticos que chegam a deputado (entre os quais o mais bobo dá nó em pingo d’água) acabem percebendo sinais

Metro: de graça mais não é fácil

=======================================================
Deu no Comunique-se (portal na web especializado em notícias de bastidores da imprensa)

=======================================================
Anderson Scardoelli

O jornalista Cláudio Bianchini, presidente do Grupo Metro no Brasil, analisou que é um erro os jornais gratuitos pensarem que o leitor não vai reclamar do conteúdo que lhe é entregue apenas pelo fato de não pagar pelo jornal. De acordo com ele, se os veículos gratuitos quiserem ganhar espaço no mercado têm que investir em elementos que chamem a atenção do público.

“A operação não é tão simples se você quiser manter um padrão gráfico e editorial de qualidade”, afirmou Bianchini, em sua participação no Inma – Seminário Internacional de Jornais, na manhã desta terça-feira (23/11).

O presidente do Metro disse que se esse cuidado na produção de um jornal gratuito não for levado a sério, pode levar à extinção da publicação. “Este ano em São Paulo já tivemos um boom de jornais gratuitos, mas alguns já acabaram”, informou.

Exigência
Além de estruturar a marca e buscar fazer um diário “de qualidade”, Bianchini avaliou que é necessário entender quais são os temas que agradam e o público que lê o jornal. Ele disse que os jornais gratuitos trabalham com o que é mais precioso das pessoas: o tempo. Tempo que ela não pode achar que foi jogado fora lendo um periódico.

“O grau de exigência do leitor de jornal gratuito é muito grande, semelhante ao público que paga para ler um jornal”, comentou Bianchini.

Conteúdo próprio
A qualidade do conteúdo também está relacionada a publicação de um grande número de matérias que são de exclusividade do Grupo Metro, segundo Bianchini. Ele acredita que a “a força do conteúdo” do Metro Internacional e da Band (que é parceira da marca no Brasil) faz o Metro no País crescer e atrair novos leitores.

“Essa linha editorial com acesso à Band e aos jornais Metro de outras localidades, nos deixa menos reféns das agências internacionais”, disse Bianchini.

  • Arquivos

  • novembro 2010
    S T Q Q S S D
    « out   dez »
    1234567
    891011121314
    15161718192021
    22232425262728
    2930