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Posted on 10-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 10-11-2010

Liu Xiaobo: China contra o Nobel/DN

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Pequim pediu ao Governo japonês para não enviar representantes à cerimónia de entrega do Prémio Nobel da Paz 2010 ao ativista dos direitos humanos chinês Liu Xiaobo, condenado no ano passado a 11 anos de prisão por defender a instauração de um sistema democrático na China.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Seiji Maehara, revelou ontem ter recebido uma petição vinda da China “através de canais diplomáticos de Tóquio e da Noruega”, na qual se solicita que não estejam presentes representantes do Governo nipónico na entrega do Nobel da Paz no próximo mês, em Oslo, a um representante de Liu Xiaobo.

(Informações do Diário de Notícias, Lisboa)


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Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

ELIS – Compacto duplo

PHILIPS – 1966

Música – “Roda” (Gilberto Gil & João Augusto)

Letra:

Meu povo, preste atenção
Na roda que eu te fiz
Quero mostrar a quem vem
Aquilo que o povo diz
Posso falar, pois eu sei
Eu tiro os outros por mim
Quando almoço, não janto
E quando canto é assim

Agora vou divertir
Agora vou começar
Quero ver quem vai sair
Quero ver quem vai ficar
Não é obrigado a me ouvir
Quem não quiser escutar

Quem tem dinheiro no mundo
Quanto mais tem, quer ganhar
E a gente que não tem nada
Fica pior do que está
Seu moço, tenha vergonha
Acabe a descaração
Deixe o dinheiro do pobre
E roube outro ladrão

Agora vou divertir
Agora vou prosseguir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai sair
Não é obrigado a escutar
Quem não quiser me ouvir

Se morre o rico e o pobre
Enterre o rico e eu
Quero ver quem que separa
O pó do rico do meu
Se lá embaixo há igualdade
Aqui em cima há de haver
Quem quer ser mais do que é
Um dia há de sofrer

Agora vou divertir
Agora vou prosseguir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai sair
Não é obrigado a escutar
Quem não quiser me ouvir

Seu moço, tenha cuidado
Com sua exploração
Se não lhe dou de presente
A sua cova no chão
Quero ver quem vai dizer
Quero ver quem vai mentir
Quero ver quem vai negar
Aquilo que eu disse aqui

Agora vou divertir
Agora vou terminar
Quero ver quem vai sair
Quero ver quem vai ficar
Não é obrigado a me ouvir
Quem não quiser escutar

Agora vou terminar
Agora vou discorrer
Quem sabe tudo e diz logo
Fica sem nada a dizer
Quero ver quem vai voltar
Quero ver quem vai fugir
Quero ver quem vai ficar
Quero ver quem vai trair

Por isso eu fecho essa roda
A roda que eu te fiz
A roda que é do povo
Onde se diz o que diz

De Luiz Fontana, editor do Blogbar, na área de comentários do Bahia em Pauta:
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É didático o caso do Panamericano

Pena que passará em branco

As redações dos grandes jornais continuarão sem entender o que ocorre, ou melhor o que deve ter ocorrido.

Vejamos:

Noticia, e informa, o Estadão:

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“BRASÍLIA – A fraude de R$ 2,5 bilhões sofrida pelo Banco Panamericano foi encontrada há pouco mais de cinco semanas por técnicos do Banco Central. O problema foi detectado quando eram analisadas operações de crédito vendidas pela financeira do Grupo Silvio Santos aos grandes bancos de varejo. Na análise feita pelo BC, foi constatado que essas instituições haviam adquirido operações do Panamericano em número menor que o declarado pela financeira do empresário Silvio Santos. É como se o comprador declarasse a aquisição de 10 carteiras, mas o vendedor registrava a venda de 50 operações. “

Para clarear em seguida:

“Ao se deparar com a diferença de números, técnicos do BC passaram a avaliar carteira por carteira para encontrar a causa do problema. Foi um trabalho de mais de um mês. “Chegamos à conclusão de que o Panamericano havia vendido operações e não havia dado baixa no balanço. Por isso, o volume declarado era muito maior que o efetivo”, diz fonte que acompanhou o processo. O erro se repetiu em várias carteiras especialmente de crédito consignado e financiamento de veículos.

Diante do problema, os administradores do Panamericano foram convocados para prestar esclarecimentos ao BC. De pronto, os gestores da financeira admitiram o problema. “Eles reconheceram que mantinham no balanço um ativo que já havia sido vendido”, afirma a mesma fonte. Ao reconhecer a falha, o controlador do Panamericano, o empresário e apresentador de TV, Silvio Santos, tomou a frente das negociações para recuperar a saúde financeira da instituição financeira.

A venda de carteiras é um negócio comum entre bancos de pequeno e grande porte. No segmento de crédito, as instituições são separadas em dois grandes grupos. No primeiro, chamado de “originador”, ficam as casas de menor porte – como o Panamericano – que têm pessoal de vendas pulverizado e abrangência capaz de gerar grande volume de empréstimos e financiamentos.

Uma vez realizada a operação, a instituição menor vende a operação aos grandes bancos, que passam a administrar a carteira. Esse grupo é chamado de “gestor” ou “administrador”. A operação é lucrativa porque o banco pequeno que vende recebe parte do valor total antecipadamente e pode reinvestir o dinheiro em novas operações de crédito. Para o grande, a compra é vantajosa porque ele ganha a rentabilidade dos empréstimos e tem custo administrativo muito menor que a despesa para se oferecer o mesmo crédito em suas próprias agências.”
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O que não informa, ou ignora o jornal:

Cabe ao Banco Central a fiscalização desses ativos, sendo certo, que a fiscalização é feita de duas formas, a primera, dita rotineira, por uma equipe determinada de fiscais, e a segunda, de maneira aleatória, com determinação de quando em quando para a execução de fiscalizações extaordinárias, envolvendo não mais a equipe costumeira.

Para que o rombo atingisse o valor noticiado, por certo, as irregularidades não estão concentradas no tempo, parecem ser, a primeira “olhada’, dispersas no tempo e no espaço.

Aqui, a falha do BC, sem nenhuma explicação, como é hábito na instituição.

Promessas de rigor no acompanhamento serão feitas, e fica o dito pelo não dito, e o “prestar contas” peloo descuído, por acontecer.

Quanto ao socorro do Fundo Garantidor, via empréstimo, cabe apenas louvar a existência deste ente privado,custeado pelo conjunto das instituições financeiras, proporcionalmente aos seus depósitos, o que traduz isonomia.

Aliás, cabe aqui uma observação, muito teriam a aprender, os jornalistas e curiosos em geral, com a espartana administração deste milionário Fundo. Afinal administram dinheiro, e portanto não devem, e nem podem, ser perdulários ou vocacionados ao inchamento tão dileto das instituições ditas oficiais. Costumam ser, os diretores, salvo engano, ainda somente dois, chamados para assessorarem em outros países, a instalação de instituições assemelhadas.

Por outro lado, caso o procedimento fosse o previsto no Manuall, a instituição bancária, teria de ser liquidada, entrando então o Fundo, como o próprio nome indica, como garantidor dos investidopres até, salvo engano, R$ 60.000, 00, que com o perfil do Panamericano, deve traduzir expressiva maioria.

Em lugar da imposição, via acordo, de nova diretoria, como a precista na negociação havida, entraria o tal “liquidante”, figura esta que merece uma análise aprofundada.

O BC ao liquidar, evita responder pela administração, e portanto pelos seus resultados, a conferindo ao chamado “liquidante”, que, e aqui mora a perplexidade, é via de regra, um funcionário aposentado do próprio BC. Note-se, e anote-se, funcionário aposentado, e que não tem em seu curriculum, por óbvio a condição de administrador de banco.

Este “nomeado”, escolhido entre os aposentados, responderá pela sorte de todos.

Aqui uma jaboticaba, tipicamente nacional.

Uma verdade:

Ninguém bradará pela ineficiência do BC em fiscalizar uma carteira tão tradicional e corriqueira, sem maiores artes ou dificuldades, quanto estas que traduzem, ao que noticiam, objeto de fraude, sob os olhares ditos “atentos”, dos fiscais da instituição. Ressalta-se, que em São Paulo, na Avenida Paulista, o BC concentra uma alentada e portentosa Diretoria de Fiscalização, afora a de Normas, entre ouitras.

Ao mais, o conjunto de normas, circulares. portarias e que tais, do BC é tão expressivo que ocupa espaço considerável em qualquer biblioteca especializada, atendendo pela singela sigla de MNI, “Manual De Normas e Instruções”. Ao que parece, neste caso, meio que esquecido.

(Luiz Alfredo Motta Fontana, do Blogbar, com informações do Estadão. Tim Tim! )

A Bahia está em polvorosa desde a manha desta quarta-feira (10) com uma operação da Polícia Federal desencadeada para prender sete prefeitos de municípios baianos e outras 39 pessoas suspeitas de envolvimento num suposto esquema de desvio de verbas federais e fraude em licitações.

A Operação Carcará da Bahia, que contou com o apoio da CGU (Controladoria-Geral da União) e do MPF (Ministério Público Federal) na Bahia, deve cumprir até o final do dia 82 mandados de busca e apreensão e 46 mandados de prisão (27 deles foram cumpridos até as 10h). Entre os suspeitos há também funcionários públicos e empresários.

Segundo a PF, os suspeitos fraudaram licitações com uma divisão do mercado entre as empresas envolvidas, utilizaram notas fiscais frias e superfaturaram preços de produtos e serviços. Há indícios de desvio de verbas federais que seriam usadas para a compra de merenda escolar, medicamentos e obras públicas em 20 municípios baianos.

A CGU estima que os prejuízos aos cofres públicos cheguem a R$ 60 milhões. A investigação teve início há mais de um ano, a partir de denúncias envolvendo a empresa Sustare Distribuidora de Alimentos Ltda, sediada em Itatim (BA), e outras empresas do grupo.

A investigação apontou Edison dos Santos Cruz, que comanda o grupo de empresas, como o mentor do suposto esquema. Ele é o único que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Os outros foram presos temporariamente. A reportagem não conseguiu localizar o advogado dele.

A atuação do grupo criminoso se estendia, pelo menos, aos seguintes municípios baianos: Itatim, Cafarnaum, Utinga, Lençóis, Aratuípe, Ibicoara, Brejões, Cândido Sales, Santa Terezinha, Iraquara, Bonito, Lamarão, Santo Estevão, Elísio Medrado, Mulungu do Morro, Souto Soares, Castro Alves, Palmeiras, Cravolândia, Lafaiete Coutinho e Sapeaçu.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e fraude ao caráter competitivo de licitações, dentre outros. Dirigentes da PF e da CGU darão uma entrevista coletiva à imprensa hoje (10), às 14 horas (horário da Bahia), na Sede da Superintendência Regional da Polícia Federal no Estado da Bahia, para explicar detalhes da operação.

O material apreendido durante a operação será analisado pela PF e pela CGU e deve ser anexado ao inquérito, ainda não concluído.c

( Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Portal Folha.com
e CGU).

nov
10
Posted on 10-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 10-11-2010

Silvio: TV como garantia de  crédito

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DEU NO IG

Um dos principais motivos que levaram o Banco Central e a Caixa Econômica Federal a aprovar o empréstimo de R$ 2,5 bilhões ao Grupo Silvio Santos para salvar o Panamericano foi o fato de o empresário ter dado como garantia a sua TV, o SBT, que é a terceira no ranking de audiência no País.

Segundo o IG apurou, só o SBT fatura por ano R$ 2,5 bilhões, que foi o valor do empréstimo contraído por Silvio Santos junto ao Fundo Garantidor de Crédito para ser injetado no Panamericano.
(IG)

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“Sorrir e cantar como Bahia”, com Novos Baiano: A mesma maravilha em duas versões (uma ao vivo retirada do filme Novos baianos Futebol Clube) para começar a quarta-feira em alto astral no BP. Destaques para a voz de Baby Consuelo e as cordas soberbas de Moraes Moreira e Pepeu Gomes. Para não esquecer!

(Vitor Hugo Soares)


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DEU NO COMUNIQUE-SE (Portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

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Da Redação

O Projeto Portal, que estuda ufologia, acusa o jornalista da Record, Cristiano Teixeira, que fez a famosa matéria do ET Bilu, de atacar a crença do grupo e tentar converter os pesquisadores a seu credo. Segundo o pesquisador Alexandre de Oliveira, o produtor teria conversado com o grupo e dito que o estudo que faziam era satânico.

De acordo com os integrantes do projeto, após a conversa, o produtor enviou livros religiosos, um deles explicava que os ETs eram fenômenos satânicos.

O projeto lamentou o ocorrido e publicou um vídeo em que diz que na última visita da equipe da Record não houve matéria jornalística, mas um “ataque antiético” de religiosos. “A que ponto chega o jornalismo da Record? Onde está a ética do jornalista: na sua profissão ou na sua crença religiosa?”, diz a instituição.

De acordo com o grupo, a emissora pretende exibir outra matéria sobre o projeto no final desta semana. No último mês, a TV Record veiculou uma reportagem, de mais de 20 minutos, sobre o grupo de pesquisa. Na ocasião, o jornalista se recusou a se aproximar do suposto extraterrestre.

A Record não quis se manifestar sobre o caso.

nov
10
Posted on 10-11-2010
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OPINIÃO POLÍTICA

DUAS AMEAÇAS

Ivan de Carvalho

1. A primeira das ameaças está explícita em entrevista de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada em sua edição impressa, bem como no site Estadão.com.br. A entrevista foi concedida a Jamil Chade, correspondente do jornal em Genebra.

Julian Assange deixa claro seu incômodo com o fato de não ter residência fixa, só andar com escolta armada e ver seus funcionários sendo detidos por policiais em vários países. “A censura está muito mais generalizada e profunda do que a sociedade imagina”, alerta ele, em um aviso que soa como ameaça à cidadania e à liberdade, em âmbito mundial. Esta é uma ameaça grave, mas não é uma daquelas duas às quais me referia ao escolher o título deste artigo.

Vale lembrar que o WikiLeaks é o site que, em agosto, divulgou informações e documentos secretos do Pentágono sobre terrorismo, incluindo torturas e tratamento degradante a presos no Iraque, praticados por militares iraquianos, mas com o conhecimento e sem nenhuma objeção dos militares americanos. A denúncia causou profundo mal estar na comunidade militar norte-americana. E gerou reações policiais e de inteligência interna no Pentágono, com elaboração de lista de possíveis suspeitos de serem fontes do site WikiLeaks e riscos à liberdade de imprensa, segundo assinalou Assange.

Mas, e afinal, qual a ameaça que valeu metade do título do artigo? Simples. Julian Assange, respondendo a uma pergunta sobre se “material sobre o Brasil poderá ser publicado em breve”, respondeu: “Sim. Não posso dizer de quem se trata. Sabemos que parte da informação que temos sobre o Brasil poderia ter abalado as pretensões eleitorais de algumas pessoas. Mas não conseguimos ter tempo de publicar o material antes, diante de todo o caso do Iraque.” Bem, esta é a primeira ameaça. Persiste, de certo modo, mesmo passadas as eleições, ainda que não vá mais impedir êxitos eleitorais.

2. A segunda ameaça. Os rumores, não confirmados, mas não desfeitos, de que uma parte importante do Democratas (DEM) está articulando uma fusão com o PMDB, uma parte que incluiria até o ex-presidente do PFL (atual DEM) e ex-senador Jorge Bornhausenm, presidente de honra do DEM. Ora, o eleitorado colocou o Democratas, assim como o PSDB e o PPS, na oposição ao governo Dilma Rousseff. Numa qualificação ideológica que considero superada, mas continua sendo usada correntemente, o PSDB e o PPS se declaram de centro-esquerda, um e de esquerda, o outro. O DEM é o único partido de centro-direita na oposição e no país. Deveria representar a faixa correspondente do eleitorado e da sociedade.

Mas, caso faça a fusão com o PMDB, que ou é de centro ou não é nada, tal é a mistura que o constitui e tão ecléticos são seus interesses, o Democratas vai se descaracterizar absolutamente. A faixa da sociedade que teoricamente representa ficaria – aí está a ameaça – totalmente sem representação. Trata-se, ocorrendo, de infidelidade partidária. Não a infidelidade do político filiado ao seu partido, mas a infidelidade do partido ao seu eleitorado. O que retira deste eleitorado o instrumento de expressão de sua vontade política. Não é bom para o exercício da democracia.

Dilma com Lula: teste em Seul/(Público(Lisboa)

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DEU NO IG

Em Seul (Coreia do Sul) para a participação na reunião do G-20, a presidenta eleita Dilma Rousseff acaba de sair discretamente para um jantar pela saída de carros do hotel. O IG apurou que a presidenta passou o dia descansando no quarto e ainda não falará com a imprensa. O Ministro da Fazenda Guido Mantega acompanha Dilma.

Em sua primeira viagem como presidenta eleita, Dilma desembarcou em Seul, Coreia do Sul, por volta do meio-dia (horário local) desta quarta-feira, acompanhada por assessores.

Hoje,10, Dilma deve falar com a imprensa no hotel onde está hospedada, o Imperial Palace, e amanhã e sexta-feira acompanhará o presidente Lula em reuniões do G-20

Pouco antes de Dilma Rousseff desembarcar em Seul, seguranças da Presidência da República se reuniram no 20º andar do Imperial Palace, onde Lula e a presidenta eleita estão hospedados, para organizar a estadia da dupla na Coreia do Sul.

O staff da Presidência aguardava o check-out de dois quartos, em um mesmo andar, para inspecionar os quartos e montar o esquema de segurança.

nov
10
Posted on 10-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 10-11-2010


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Nani, hoje, no A Charge Online

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