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Postado em 09-11-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 09-11-2010 09:53

No bojo de ampla reportagem sobre a rearrumação do poder passadas as eleições de outubro de 2010, a revista Veja assinala que depois da refrega eleitoral o futuro dos partidos políticos brasileiros começa a ser redefinido.

Nessa rearrumação do poder, segundo a revista, ganham destaque algumas figuras-chave, “prefeitos e governadores que terão aumentada sua área de influência nos próximos anos e poderão, até mesmo, selar o destino de suas siglas.

Entre essas figuras, a revista destaca o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) e os gorvenadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB); do Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB) e da Bahia, Jaques Wagner(PT).

Confira o que a Veja que está nas bancas diz sobre o governador da Bahia.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

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Jaques Wagner (PT)
Ninguém sabe quem será o ministro do PT mais influente no governo Dilma Rousseff. Já quanto ao governador do partido, não há dúvida de qual terá o papel mais decisivo – é Jaques Wagner, reeleito na Bahia com mais de 4 milhões de votos, recorde no PT. Wagner foi um eficiente cabo eleitoral de Dilma, que conseguiu na Bahia uma vantagem de 2,7 milhões de votos sobre o adversário tucano. Com esses números vigorosos, o governador reeleito se transformou em um dos poucos petistas que podem sonhar com uma candidatura presidencial. Wagner vive o ponto alto de sua carreira política. No governo Lula, foi ministro do Trabalho. Depois do escândalo do mensalão, assumiu a pasta das Relações Institucionais, onde cumpriu a missão de articular a defesa do governo no Congresso. Até hoje, Lula lhe é grato por isso. Agora, fortalecido pelas urnas, Wagner quer indicar um ministro, privilégio que nunca lhe foi concedido. Se conseguir, dará uma mostra de força sobre seu principal rival no estado, Geddel Vieira Lima, do PMDB. Além disso, terá oportunidade de atrpossibilidade concreta de ocupar o espaço que um dia já pertenceu a Antonio Carlos Magalhães, o ACM, morto em 2007.air ainda mais verbas públicas para a Bahia, altamente dependente do governo federal. Sem adversários à altura e com poder de fogo em Brasília, Wagner tem a possibilidade concreta de ocupar o espaço que um dia já pertenceu a Antonio Carlos Magalhães, o ACM, morto em 2007.

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Comentários

marco lino on 9 novembro, 2010 at 16:32 #

Wagner já disse umas 739 vezes, numas 1.149 entrevistas, que foi ele quem indicou o Geddel para o ministério. Aliás, disse também que foi ele quem encaminhou o prefeito ao PMDB.

Das duas uma: o governador falou demais (o que parece não ser muito seu estilo) ou a informação da sujíssima (royalties para o Hélio Fernandes) está furada.


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