nov
08

DEU NO COMUNIQUE-SE (Portal na web especializado em notícias de bastidores da imprensa ).

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Anderson Scardoelli e Izabela Vasconcelos

A identidade do repórter do Jornal do Commercio, que divulgou o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), continua em sigilo. Procurada pela reportagem, a direção do jornal diz que prefere não revelar o nome do jornalista. O repórter, que fez o exame e enviou ao veículo o tema da redação, pode ser processado pelo MEC, que alega que o profissional “cometeu ato ilícito ao atentar contra as regras do certame”.

A editora-chefe do site do Jornal do Commercio, Benira Maia Barros, disse que o veículo não recebeu nenhuma notificação da Polícia Federal ou do MEC. No entanto, Benira disse que caso sejam notificados de algum processo, a ação será encarada pelo Jornal do Commercio, preservando a identidade do repórter. A editora alegou que não era a intenção do jornal divulgar o tema da redação, mas que o caso “serviu para comprovar a fragilidade do sistema da organização”.

No último domingo (7/11), já no local da prova, o repórter foi ao banheiro e usou o celular para enviar o tema da redação aos colegas do jornal, que divulgaram a informação. Segundo o MEC, divulgar o conteúdo do Enem dentro do local da avaliação e antes do horário permitido para a saída é um ato ilegal.

Na tarde desta segunda-feira (08/11), devido a outros problemas como erros de impressão, a Justiça Federal do Ceará suspendeu a prova por meio de liminar. A decisão tem efeito em todo o Brasil, mas cabe recurso.

Polêmicas do Enem
Não é a primeira vez que o Enem causa polêmica. No ano passado, um furo de repórteres do Estadão adiou a prova em 45 dias. Os jornalistas Sérgio Pompeu e Renata Cafardo descobriram que a íntegra da prova havia vazado da gráfica e estava sendo negociada em R$ 500 mil.

Chico: noite de glória literária/DN

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O músico e escritor brasileiro Chico Buarque é o vencedor do Prémio Portugal Telecom Literatura 2010 com o romance “Leite Derramado”.
O escritor esteve hoje à noite na cerimónia da oitava edição do Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa realizada na Casa Fasano, em São Paulo. “Toda a vida quis dizer isto”, afirmou Pilar del Río, viuva de Jose Saramago, ao anunciar o vencedor.

Rodrigo Lacerda, com a obra “Outra Vida”, obteve o segundo prémio e Armando Freitas Filho, com “Lar”, o terceiro.

A noite foi também de homenagem ao Prémio Nobel da Literatura 1998, José Saramago (1922 -2010), que com “Caim” estava entre os dez finalistas mas foi retirado da lista a pedido da Fundação Saramago.

Além de Pilar Del Río, participou também na homenagem a escritora brasileira Nélida Pinon, que foi uma das grandes amigas do escritor português.

A cerimónia foi apresentada pelo bem-disposto Jô Soares, que recriou em palco o talkshow que tem na Tv Globo, com banda e tudo. Foi ele que anunciou os nomes dos três escritores vencedores que receberam respectivamente com 100 mil reais (cerca de 42 mil euros), 35 mil (cerca de 15 mil euros para o segundo) e 15 mil (cerca de seis mil euros para o terceiro).

(Com informações dos jornais Público e Diario de Notícias, de Lisboa)

Teimosa”, de Antonio Carlos e Jocafi, na interpretação impecável desses dois baianos porretas.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

nov
08
Posted on 08-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 08-11-2010

Gustaf: o Rei na boca do povo sueco

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O Rei Carl Gustaf , da Suécia, está no centro de um escândalo sexual que tem abalado o país nórdico e seus vizinhos nestes últimos dias. Um livro publicado no país revela face escondida do chamado monarca Relutante, no que se refere `”à vida privada picante do rei fora de casa”.

A imagem de uma família serena transmitida ao mundo quando do casamento da princesa herdeira Victoria e de um país encantado com a sua Casa Real é agora abalada por um escândalo que envolve o próprio Rei.

Segundo o Telegraph, o livro Carl XVI Gustaf – O monarca Relutante refere episódios atrevidos em locais menos recomendáveis de figuras sombrias da noite de Estocolmo.

O passado de Carl Gustaf , segundo está no livro, foi marcado por orgias selvagens regadas com muito álcool e festas despidas de preconceitos com modelos, em jacuzzis.

«A Família Real sempre foi vista como uma família imponente e fabulosa. Mas estas alegações são tão graves que a nossa confiança nela fica afetada. O Rei nem as nega», diz o analista político Jenny Madestam, citado pelo jornal britânico.

O monarca tinha reagido quinta-feira em pleno cenário campestre, após uma montaria, e nada esclareceu: «Falei com a minha família e com a rainha e preferimos virar a página e seguir em frente porque, pelo que percebo, são coisas que aconteceram há muito tempo».

Os autores do livro, Thomas Sjöberg, Tove Meyer e Deanne Raushcher passaram dois anos buscando os detalhes da vida do monarca que agora se tornam públicos em forma de livro.

( Com informações do jornal Sol, de Lisboa)

nov
08
Posted on 08-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 08-11-2010

Na coluna EM TEMPO, editada pelo jornalista Alex ferraz, Tribuna da Bahia publica nesta segunda-feira:
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Quem precisa de uma nova CPMF?

Prepara-se um golpe: recriar a CPMF, aquele imposto sobre o cheque, lembram? Pois é. Para poupar Dilma de contrariar uma das suas promessas de campanha, que foi exatamente a de REDUZIR impostos, estão armando a coisa de um jeito que governadores, Congresso e até mesmo Lula levem a “culpa”.
No entanto, a realidade mostra que não há a menor necessidade de mais um imposto, pois a receita do governo federal cresceu, ao longo do governo Lula, o equivalente a duas vezes a arrecadação da CPMF, mesmo com a derrubada, pelo Congresso, da contribuição sobre movimentação financeira, conforme informação de reportagem da Folha de S. Paulo, publicada no último sábado.
O pior é saber que quase nada desse ganho extra foi aplicado na área de saúde, que, como se sabe, continua em péssima situação (aliás, não é novidade: revendo gravações do programa Chico Total, de Chico Anysio, datadas de 1996, vi diversas piadas sobre morrer na fila de atendimento dos hospitais públicos e coisas que tais). Nem mesmo na época em que a CPMF vigorava, a saúde era plenamente contemplada, pois apenas cerca de 51% do arrecadado com o imposto eram destinados ao setor.

Outro tema polêmico e altamente impopular deverá vir à tona nos próximos dias: a redução do rendimento das cadernetas de poupança (que já remuneram, atualmente, de forma pífia), com o argumento de que só assim o País conseguirá ter juro real de 2%, como deseja a presidente eleita Dilma Rousseff.

Não caiam
nessa
Tenta-se passar a idéia de que quem banca a CPMF é o rico, porque ela incide sobre cheques a partir de certo valor. Bobagem. Rico NUNCA perde. O que eles gastam a mais com o imposto do cheque é fatalmente repassado para os custos do que produzem, a acaba chegando às prateleiras de supermercados, concessionárias de veículo, lojas de departamento etc. E quem dança, mais uma vez, é o povo. Ora, ora!

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Leia íntegra da coluna Em Tempo na edição impressa da Tribuna da Bahia

nov
08
Posted on 08-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 08-11-2010


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Miguel , hoje, no Jornal do Comércio (PE)


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BOM DIA!!!

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