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Noemia Hime, editora do belo vídeo escreveu em 12 de abril de 2010

“Não podia ser melhor …A grande atriz Jeanne Moureau dizendo este lindo poema de Vinicius de Moraes repleto de emoção, e para completar nós temos Bethania interpretando o mesmo poema com toda sua alma ! Duas divas imperdíveis !”.

Pura verdade! Confira e BOA NOITE!!!

(VHS)

Maria Rita Kehl: vitória literária

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DEU NO COMUNIQUE-SE (Portal especialiado em notícias de bastidores da imprensa)
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Da Redação

A psicanalista Maria Rita Kehl, ex-colunista do jornal O Estado de S. Paulo, que saiu do veículo após publicar uma coluna com argumentos favoráveis ao programa Bolsa Família, venceu o Prêmio Jabuti 2010 com o livro O Tempo e o Cão, como a melhor obra de não ficção do ano. O livro foi escolhido em júri popular e Maria Rita ganhará R$ 30 mil pelo Prêmio.

No último mês, a ex-colunista do Estadão gerou polêmica ao dizer que havia sido demitida por um “delito de opinião”. Milhares de internautas pediram a volta da psicanalista ao jornal, até mesmo o senador Eduardo Suplicy (PT) fez o apelo. No entanto, o coordenador de conteúdo do Estadão, Ricardo Gandour, negou a demissão e disse que a colunista apenas saiu do veículo porque a rotatividade dos colunistas, que são colaboradores, é grande.


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Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

Alô João

(Vinicius de Moraes & Baden Powell)

Pra que que eu fui telefonar?
Pra quê?
Pra que que eu fui telefonar?
Pra sofrer
Ao nosso encontro não apareceu
Aí, telefonei
E quase que chorei
O telefone, às vezes, nos faz mal
E sem querer, acaba uma paixão
Eu me chamo Zé, pois é
Fiz a ligação
E ela disse: alô João
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BOA TARDE!!!

Deu no portal TSF (Lisboa)

O romance “Caim”, de José Saramago, foi retirado da lista final do Prémio Portugal Telecom Literatura, por iniciativa da Fundação Saramago e da Companhia das Letras, editora do escritor no Brasil, segundo comunicado divulgado esta sexta-feira.

Esta decisão foi tomada «de forma a serem reconhecidos outros autores de língua portuguesa» e vai ao encontro do que José Saramago, ainda em vida, já o expressara, acrescentou uma fonte da instituição citada pela agência de notícias Lusa.

Pilar del Rio confirmou à agência Lusa que a fundação a que preside pediu que o livro “Caim” fosse retirado do concurso, por ser esta a atitude que «está mais no espírito de Saramago, que defendia o privilégio da partilha com os seus pares».

Coincidência de intenções, segundo a mesma fonte, já que os organizadores do Prémio Portugal Telecom de Literatura, «tinham a intenção de homenagear José Saramago, pela sua vida e obra e por considerar que não poderia deixar de mostrar o seu reconhecimento por aqueles que contribuíram para dignificar o nome de Portugal e, neste caso muito específico, a língua portuguesa».

Nota da Fundação Saramago, divulgada esta sexta-feira, refere que «quando José Saramago recebeu o Prémio Nobel anunciou que não voltaria a aceitar nenhuma outra distinção literária porque são muitos os escritores que merecem prémios e poucos os prémios para distingui-los».

Na mesma nota lê-se que o Nobel português, quando soube que “Caim” estava entre os dez finalistas, «anunciou que, no caso de ganhar, o valor do Prémio teria como destino a Fundação José Saramago».

«Esta atitude, a de partilhar com os seus pares o prazer do reconhecimento, manteve-a em todo o mundo com a disciplina e a honestidade que sempre o caracterizaram», refere a Fundação.

Durante a entrega do Prémio, que acontecerá segunda-feira em São Paulo, realizar-se-á uma homenagem a José Saramago, disse à Lusa uma fonte da Portugal Telecom que adiantou que Pilar del Rio, viúva do escritor, entregará o galardão ao vencedor deste ano.

Os nove livros finalistas são “A passagem tensa dos corpos”, de Carlos de Brito e Mello, “AvóDezanove e o segredo do soviético”, de Ondjaki, “Lar”, de Armando Freitas Filho, “Leite Derramado”, de Chico Buarque, Monodrama, de Carlito Azevedo, “O filho da mãe”, de Bernardo Carvalho, “Olhos secos”, Bernardo Ajzenberg, “Outra vida”, de Rodrigo Lacerda e “Pornopopéia”, de Reinaldo Moraes.

Uma “mancha” juvenil , segundo definição do portal português TSF, domina os atos de contestação contra a visita do papa Bento XVI a Santiago de Compostela e Barcelona, no contexto do protesto público europeu “Eu não te espero”.

Segundo TSF em uma de suas manchetes desta sexta-feira, a revista “Vida Nueva”, próxima da Conferência Episcopal espanhola, identificou como pertencentes ao Movimento Internacional Europa Laica, os membros dos grupos que protestaram em aparecimentos públicos de Bento XVI nas visitas papais a Valência e, mais recentemente, no Reino Unido.

Também nos meios católicos há contestação a esta visita papal, como é o caso da Associação dos Teólogos João XXIII e a Igreja de Base de Madrid, que divulgou, nos últimos dias, uma carta aberta ao Papa pedindo que o pontífice dirija o seu discurso apenas aos crentes católicos e que se mantenha dentro dos limites da austeridade económica.

Bento XVI associa-se, sábado, às comemorações de mais um ano santo para os peregrinos de Santiago de Compostela.

O Papa vai estar, domingo, em Barcelona para a consagração da Basílica da Sagrada Família

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do portal TSF, de Lisboa)

nov
05
Posted on 05-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 05-11-2010


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Dálcio, hoje no Diário do Povo (Campinas-SP)

O Congresso e o poder de Dilma

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OPINIÃO POLÍTICA

Eleitos preparam novo imposto

Ivan de Carvalho

Com 311 deputados federais e 70 senadores, a base do futuro governo de Dilma Rousseff no Congresso Nacional terá poderes para fazer muito mais, em termos de mudanças ou acréscimos de legislação, do que teve a base parlamentar do atual governo presidido por Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da grande popularidade de que este desfrutou no seu segundo mandato.
Lula chegou recentemente a incríveis 83 por cento de aprovação, pelo menos de acordo com um dos quatro mais conhecidos institutos de pesquisa de opinião pública. No entanto, outros desses institutos já haviam lhe atribuído índices de aprovação (ótimo + bom) muito próximos do percentual citado, o que tira qualquer dúvida a respeito.

É certo que precisa ainda ser estudada e entendida a razão que levou 44 milhões de eleitores a preferirem o candidato da oposição, José Serra, à candidata governista apoiada por Lula de todas as maneiras que lhe foram possíveis. Seria política e cientificamente interessante identificar a razão de tantos eleitores (embora, de qualquer maneira, uma minoria) que dizem aprovar o desempenho do presidente Lula e, em percentual próximo, o seu governo, haverem engrossado o contingente de eleitores de oposição para votar em Serra contra Dilma.

Mas, voltemos ao balanço de forças no Congresso. Ontem, o governador tucano de Minas Gerais, Antonio Anastasia, que está completando o segundo mandato conquistado por Aécio Neves e foi reeleito em primeiro turno para mais quatro anos no cargo, sugeriu que um imposto precisa ser criado para substituir a CPMF e ajudar a financiar o setor de saúde.

No mesmo dia, reunidos, os governadores eleitos pelo PSB (este partido obteve um resultado eleitoral excelente, crescendo expressivamente no Congresso, mas principalmente conquistando cinco governos estaduais, o mesmo número conseguido pelo PMDB) firmaram posição semelhante, somente não chegando a um consenso quanto a se deve ser proposta novamente a CPMF ou se deve ser aproveitado, com modificação, um projeto já no Congresso, criando um novo imposto com alíquota de 0,1 por cento e arrecadação dirigida à saúde.

Os governadores socialistas que defenderam esta alternativa acreditam que basta elevar a alíquota ao nível desejado e pronto.
Resumo da ópera. Vem mais imposto aí. Até hoje o presidente Lula, que conseguiu do Congresso Nacional tudo que quis, exceto eternizar a CPMF, ainda está inconformado com esta derrota que lhe foi imposta, não na Câmara, mas pelo Senado – onde tinha maioria formal, mas muitas vezes não real, o que o levou a fazer acordos e também lhe deu algumas dores de cabeça políticas. Mas daquelas que passam com qualquer analgésico leve.

Dilma Rousseff, antes das eleições, disse que, caso se tornasse presidente, estudaria o assunto (da criação de um imposto dirigido para o financiamento da saúde). Ela foi eleita, o governo ampliou sua maioria na Câmara e conseguiu no Senado uma maioria incontrastável. uerendo, aprovará a CPMF, com este ou outro nome. A OAB, ontem mesmo, se pronunciou, por seu presidente nacional, Ophir Cavalcanti, contra um novo imposto, alegando que a carga tributária já está elevada demais. “Jogar novamente no colo da sociedade a responsabilidade pela saúde, enquanto a máquina pública só aumenta seu gigantismo, é preocupante. A OAB vê com extrema preocupação essa proposta que está sendo introduzida na pauta política do país.”

Para Ophir, a questão da saúde deve ser discutida dentro do contexto da reforma tributária.

Um avião da companhia cubana Aerocaribbean caiu nesta quinta-feira na região central de Cuba. Todas as 68 pessoas a bordo – 61 passageiros e sete tripulantes – morreram no acidente.

Entre os passageiros havia 28 estrangeiros, sendo nove argentinos, sete mexicanos, três holandeses, dois alemães, dois austríacos, um francês, um italiano, um espanhol, um venezuelano e um japonês.
O avião, um ATR-72, havia decolado em Porto Príncipe, no Haiti, e seguia em direção à capital cubana, Havana, após fazer um escala em Santiago de Cuba. Às 17h42 (20h42 no horário de Brasília), o piloto contatou a torre de controle para relatar uma emergência. Depois disso, a torre perdeu contato com a aeronave.

Não há informações sobre as causas do acidente e uma comissão foi criada para investigar o que aconteceu. Segundo a mídia cubana, as equipes de resgate de emergência tiveram que usar escavadeiras para abrir caminho entre a vegetação espessa para poder chegar ao local da queda, Sancti Spíritus, região de Guasimal.
Uma testemunha disse que a fuselagem do avião se transformou em “uma bola de fogo no meio da montanha”.

O último acidente aéreo em Cuba ocorreu em 2002, com um avião pequeno com 16 turistas a bordo, que caiu também no centro do país.

(Deu no IG)

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