nov
03
Posted on 03-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 03-11-2010

Deu no blog Pimenta na Moqueca, um dos mais bem informados e acessados portais da web no sul baiano – http://www.pimentanamuqueca.com.br/
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Confirmado o que o Pimenta antecipou, com exclusividade, nesta tarde: a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, escolheu mesmo o sul da Bahia para descansar após a maratona eleitoral.

No início da noite de hoje, o jornal A Tarde publicou na sua edição online que Dilma Rousseff desembarcou no aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, com outras duas pessoas e tomou rumo ignorado. Um jatinho, prefixo PR_SPR, trouxe a presidenta eleita de Salvador a Ilhéus.

Dilma possivelmente está acompanhada do neto Gabriel e da filha Paula. O destino da família é aventado pelo jornal como sendo o Resort Txai, em Itacaré.

Mais cedo, fonte do PT havia confirmado ao Pimenta que esta seria a escolha da ex-ministra para o seu descanso. Ela fica no sul da Bahia até o final de semana. Na segunda tem reunião para cuidar da transição de governo e já na quarta, 10, participa de reunião do G-20, na Coreia do Sul.

Esta é a terceira visita de Dilma Rousseff ao sul da Bahia nos últimos dois anos. A primeira foi em maio de 2008, durante o lançamento do PAC do Cacau, em Ilhéus. Neste ano, ela esteve em Ilhéus e Itabuna no último dia 26 de março, para inauguração do Gasoduto de Integração Sudeste-Nordeste (Gasene) e lançamento do edital da Ferrovia Oeste-Leste. Nas duas situações esteve na região como ministra. Agora, chega como presidenta eleita.

Sarkozy e Carla Bruni na praia Itacarezinho em 2008

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DEU NO PORTAL INFOSAJ ( http://www.infosaj.com.br/ )

Da Redação

A presidente eleita Dilma Rousseff desembarcou na tarde desta quarta-feira, 3, no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, sul da Bahia. O jato de prefixo PR_SPR pousou às 13h51 e três passageiros desembarcaram, entre eles Dilma, informou uma fonte do aeroporto. Outra fonte da Infraero confirmou a informação.

Com discrição e sem nenhum funcionário do aeroporto para recebê-la, a petista entrou em um dos três carros pretos que a aguardavam e saiu com destino incerto. Na segunda, 1º, ela havia dito que o local onde descansaria era “segredo de estado”. Dilma descansa até domingo, quando retorna para Brasília.

A aeronave levantou voo novamente às 14h24, com destino a Salvador, mas somente com a tripulação. Os outros dois passageiros podem ser a filha da futura presidente, Paula, e o neto Gabriel, mas não há confirmação.

Na região de Ilhéus, duas opções tem despertado interesse de personalidades. O Resort Txai, na praia de Itacarezinho, a 17 km de Itacaré, foi o descanso escolhido pela senadora eleita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), logo após o pleito do primeiro turno. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, também passou férias por lá em dezembro de 2008 acompanhado da primeira dama Carla Bruni.

nov
03
Posted on 03-11-2010
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Dilma e Temer: primeiros movimentos/DN

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O Diário de Notícias, um dos jornais de maior circulação e mais prestígio em Portugal, publica em sua edição desta quinta-feira uma reportagem especial sobre o vice-presidente eleito na chapa de Dilma Rousseff, o deputado e do PMDBé, Michel Temer: “um político influente no Parlamento. Advogado, maçom, filho de libaneses, jogará nos bastidores”, diz o JN , na matéria que Bahia Pauta Reproduz. Confira. (VHS)

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No primeiro jantar que teve este ano com Dilma Rousseff, a nova presidente do Brasil que assume funções no início de 2011, o número dois do novo Governo, Michel Temer, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), firmou um pacto com a pupila de Lula da Silva: “Teremos liberdade para dizer um ao outro o que queremos e o que não queremos, do que gostamos e do que não gostamos”, confidenciava, em Setembro, à revista Piauí.

Os últimos acontecimentos dão-lhe, no entanto, motivos para um mal-estar logo no arranque. No discurso oficial, após os resultados que lhe davam a vitória, a primeira mulher eleita no Brasil, não deu voz a Temer. Depois, reuniu-se na passada segunda-feira para definir as linhas do Governo e, mais uma vez, manteve o PMDB de fora. Tal como aconteceu ao longo da campanha, Dilma reúne primeiro com o núcleo forte do PT. O PMDB está em segundo plano.

Ninguém duvida, então, que o advogado de São Paulo e doutor em Direito, de 69 anos, será um discreto vice-presidente. Nem por isso menos relevante. Michel Miguel Elias Temer Lulia, filho de libaneses, será um importante homem forte de bastidores, com o trunfo de estar bem articulado no Parlamento, que engloba a Câmara dos Deputados e o Senado.

O ano passado, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar destacou Temer, que é autor de livros de direito constitucional de referência. “O maior desafio de um Presidente é o processo de negociação com o Congresso, que é fragmentado, tem muitos partidos e expressa opiniões diferentes”, analisa ao DN a cientista política da Universidade de São Paulo, Maria Hermínia Tavares.

No vídeo de campanha sobre a coligação PT-PMDB, ele, que é maçom, deu o mote para esse trunfo. Uma vez que “o PMDB é o maior partido no Parlamento”, haverá “tranquilidade e pacificação das relações do país.” Além disso, ele será mediador entre os correligionários e a presidente eleita, pois é líder do PMDB, com mandato até 2012, embora se desvincule no fim do ano, para assumir as novas funções. Dilma vai precisar aliar-se a ele para conter as pressões o PMDB.

À revista Piauí, o historiador Luiz Felipe de Alencastro alertou sobre a parceria PT-PMDB: Temer poderia impor-se a Dilma, ainda sem “voo próprio na esfera nacional”, em relação a alguém como o vice-presidente, “que sabe tudo e tem sob comando a maior bancada do Parlamento”. Apesar de não ver perigo nesse fato, levantou a questão de que Temer, com essa força, poderia sentir-se seduzido por uma proposta já tentada durante o governo de Fernando Henrique Cardoso: a instauração do regime parlamentarista, em contexto de crise, numa manobra de votação de uma emenda constitucional. Seduzido, “não que o faça”, alerta.Temer, um homem cerimonioso e que fala sempre pausadamente como se tivesse ensaiado o discurso antes, desdramatizou: Será um governo de “aliança”.

Mas há algumas nódoas incómodas no currículo do novo vice. Está citado no Mensalão do partido Democratas, em Brasília, e pediu explicações à Polícia Federal sobre boatos de que eles teriam meios para convencer o PMDB a escolher outro vice.

nov
03
Posted on 03-11-2010
Filed Under (Artigos, Eventuais) by vitor on 03-11-2010

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Não adianta jogar fumaça no ar, que o blogueiro baiano Chico Bruno enxerga longe mesmo assim. Ele Mais: tem lunetas potentes no observatório privilegiado do litoral norte de Salvador, com janelas abertas para Atlântico, e bom colírio para limpar os olhos no meio da poluição jornalística que privilegia versões a fatos. Valoriza mais o adjetivo que o substantivo Confira no texto que o blog Chico Bruno – Politica & Cia Ltda publica nesta quarta-feira e Bahia em Pauta reproduz.

(Vitor Hugo Soares)

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Direto da Varanda: Chico Bruno

O governo é o mesmo, o que muda é o perfil

As manchetes de alguns dos principais jornais do país exalam versões e não fatos. Eis alguns exemplos:

O Globo: PMDB desafia PT e diz que não cederá ‘um milímetro’.

O Estado de S.Paulo: Mal-estar com PMDB faz Dilma pôr Temer na equipe de transição.

Correio Braziliense: PMDB joga duro e Dilma escala Temer.

Valor Econômico: PMDB já influencia as decisões da transição.

Estado de Minas: Transição terá Temer após pressão do PMDB.

Pelo visto, a imprensa aposta em uma temporada “Tom e Jerry” entre o PT e o PMDB, já agora na transição entre o governo que termina e o que começa.

Além disso, a imprensa começa a fomentar a ingerência de Lula no governo Dilma e como se dará a sucessão de 2014.

É incrível, mas o discurso inaugural da presidenta eleita e, muito menos, suas entrevistas aos telejornais conseguem falar mais alto do que as versões de uma possível temporada “Tom e Jerry”.

Ora bolas, qual o problema da futura presidenta em auscultar o presidente Lula. Não vejo demérito nenhum na atitude.

Afinal, Dilma foi à candidata escolhida por Lula para sucedê-lo. Em muitos momentos o presidente passou por cima de tudo e de todos para elegê-la.

Portanto é natural que os dois conversem sobre o futuro governo que será por razões óbvias de continuidade.

As mudanças serão de perfil.

Lula é extrovertido. Dilma é introvertida.

Lula é craque no improviso. Dilma não gosta de improvisar, prefere montar seu discurso.

Lula fala por metáforas para saciar o gosto de cada platéia. Dilma é mais direta e franca.

O estilo Dilma é o pão, pão, queijo, queijo.

Dilma demonstrou em sua primeira coletiva que não gosta de ficar repisando em assunto vencido e que não tolera perguntas dúbias.

Um bom exemplo do estilo Dilma é a sua resposta direta, curta e grossa sobre o apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani.

A presidenta eleita classificou como “uma coisa muito bárbara”.

– Eu sou radicalmente contra o apedrejamento. Entendo que é uma coisa muito bárbara.

Ao dizer que “a continuidade é da política, não das pessoas”, o presidente Lula confirma a tese que do “rei morto, rei posto”.

Lula convive há quase oito anos com Dilma, sendo que de 2005 para cá diariamente.

Portanto, é muito importante prestar atenção ao que ela diz de primeira e não gosta de ficar repetindo.

Ao contrário de Lula, Dilma não gosta de alimentar versões, prefere cortá-las pela raiz.

nov
03


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Morena do Mar

Composição: Dorival Caymmi

Ô morena do mar, oi eu, ô morena do mar
Ô morena do mar,sou eu que acabei de chegar
Ô morena do mar
Eu disse que ia voltar
Ai,eu disse que ia chegar,
Cheguei
Ô morena do mar, oi eu, Ô morena do mar
Ô morena do mar,sou eu que acabei de chegar
Ô morena do mar
Eu disse que ia voltar
Ai,eu disse que ia chegar,
Cheguei
Para te agradar
Ai,eu trouxe os peixinhos do mar
Morena
Para te enfeitar,
Eu trouxe as conchinhas do mar
As estrelas do céu
Morena
E as estrelas do mar
Ai,as pratas e os ouros de Iemanjá
Ai,as pratas e os ouros de Iemanjá

BOA TARDE!!!

(VHS)

nov
03
Posted on 03-11-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 03-11-2010

Festa republicana em Washington/Reuters/Público

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Deu no PÚBLICO (Portugal)

Terça-feira foi uma boa noite para o Partido Republicano, que conseguiu obter a maioria na Câmara dos Representantes em eleições para o Congresso dominadas pelo descontentamento do eleitorado em relação à atuação da presidência de Barack Obama.

À medida que os resultados foram chegando, entre a noite de terça e a madrugada desta quarta-feira, o mapa dos Estados Unidos ia ficando progressivamente menos azul e mais vermelho. Perto da meia-noite, 40 dos 91 distritos que elegeram Obama em 2008 tinham virado à direita.

A maioria democrata no Senado ficou mais estreita depois destas eleições, mas o partido conseguiu retê-la.

A perda do Senado foi uma possibilidade até pouco antes da meia-noite (4h da manhã em Lisboa), quando a contagem parcial de votos em estados altamente competitivos afastou definitivamente esse cenário.

Harry Reid conseguiu bater a sua adversária republicana Sharron Angle, apoiada pelo Tea Party, numa corrida ultra-disputada até ao último minuto. Até então, o Nevada foi “terra incógnita”, inibindo previsões ou projeções. A vitória de Harry Reid foi simbólica para os democratas, porque ele não era apenas mais um senador em busca de reeleição, mas o atual líder da maioria democrata no Senado. Foi a própria face do partido que foi salva.

Pode não ter sido a noite perfeita para o Partido Republicano, mas o Presidente Obama e os democratas não deixaram de ser os perdedores.

Os republicanos conquistaram mais seis lugares no Senado – incluindo o de Illinois, que pertencera a Obama; Florida, onde o cubano-americano Marco Rubio venceu; e Kentucky, que foi o primeiro triunfo para os conservadores: o oftalmologista Rand Paul, apoiado pelo Tea Party, fez o primeiro discurso de vitória da noite, duas horas depois das primeiras urnas terem fechado.

DE VOLTA

Rand Paul, bem como outros vencedores republicanos, repetiram a enfática rejeição de Washington e das políticas da administração Obama nos seus discursos.

“Eu trago um recado do povo de Kentucky”, começou por dizer Paul. “Um recado com alto e bom som: Estamos aqui para reclamar o nosso governo de volta!”

Às duas da manhã os republicanos tinham conquistado 58 lugares aos democratas na Câmara dos Representantes, quando ainda faltavam apurar 30 lugares. só precisavam de 39 lugares para obter a maioria. Uma vitória que já ultrapassava a “revolução republicana” de 1994, quando o partido derrotou a maioria democrata pela primeira vez em 40 anos, durante o primeiro mandato presidencial de Bill Clinton.

John Boehner, que deverá ser o próximo condutor da Câmara dos Representantes, sucedendo à democrata Nancy Pelosi, disse ontem à noite que, nestas eleições, “o povo americano mandou uma mensagem inequívoca ao Presidente Obama: Mude de direcção”. Foi um discurso sóbrio, em que Boehner disse que “não era tempo para celebrações”.

O Presidente americano ligou a John Boehner e ao senador Mitch McConnell, o líder republicano no Senado, ontem à noite, para dizer que “espera trabalhar com eles e com os republicanos no sentido de encontrar consenso, fazer o país avançar e obter resultados para o povo americano”, segundo um comunicado da Casa Branca.

Obama dá uma conferência de imprensa esta tarde para comentar as eleições.

nov
03

DEU NO PORTAL UOL

Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pediu que a oposição não seja “raivosa” nem busque “vingança” contra o governo de Dilma Rousseff, mas pode continuar com “raiva” dele próprio.

“Queria pedir à oposição que, a partir do dia 1º de janeiro, torcesse para o Brasil dar certo. Contra mim, pode continuar raivosa”, afirmou Lula.

O presidente disse que a oposição foi vingativa em seu governo. “Peço que não façam com Dilma o que fizeram comigo, a política da vingança. Eles trabalharam para o país não dar certo.”

Lula também afirmou que Dilma vai ter de saber perdoar. “Ela sabe que não pode ficar com raiva do que aconteceu no processo eleitoral. É como se um jogador de futebol tomasse uma cotovelada e ficasse o o jogo todo pensando em se vingar.”

“Não faz bem pra alma, né, presidente?”, comentou Dilma, quando ele falou sobre isso.

“Não posso dizer como vai ser a oposição, aí já é demais, né? Mas tem de saber diferenciar o que é interesse nacional e o que é briga partidária”, declarou Lula

O presidente elogiou o passado de guerrilheira de Dilma. “O que as pessoas viam como defeito, eu vejo como virtude. O fato de ela, muito jovem, ter resolvido brigar para garantir a democracia no Brasil. A vitória da Dilma é a vitória daqueles que perderam em 1968. Ela provou que é possível chegar ao poder no jogo democrático.”

Lula disse que Dilma vai ter de aprender a se relacionar com todos no Congresso. “Ela vai se relacionar com os senadores que estão aí. Vai ter de conversar com um companheiro do PCdoB e com o Tiririca. Com a oposição e com a situação. Essa é a lógica do jogo.”

O presidente citou o fato de alguns senadores oposicionistas não terem se reeleito, como Arthur Virgilio (PSDB) e Tasso Jereissati (PSDB). “Certamente vamos ter senadores com menos raiva do que alguns que saíram. Só o fato de querer conversar e não gritar, já é meio caminho andado”, disse Lula, sem mencionar nomes.

Lula fez as declarações em entrevista coletiva no Palácio do Planalto na manhã desta quarta-feira, acompanhado da presidente eleita, Dilma Rousseff.

nov
03
Posted on 03-11-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 03-11-2010


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Sinfrônio , hoje, no Diario do Nordeste (CE)

nov
03
Posted on 03-11-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 03-11-2010

Rodrigo Maia: pra valer ou bravata?

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OPINIÃO POLÍTICA

DEM não quer lua-de-mel

Ivan de Carvalho

O noticiário diz que a intenção dos partidos de oposição é começar a cobrar da presidente eleita, Dilma Rousseff, as promessas que fez durante a campanha eleitoral, desde o primeiro dia de seu mandato, que começa em 1º de janeiro.

O noticiário está um pouco exagerado ou desatento. A tese da cobrança incontinenti foi lançada ontem pelo presidente nacional do Democratas, deputado Rodrigo Maia. Para vingar, precisa obter o endosso do conjunto de seu próprio partido, além das demais legendas de oposição.

Cabe assinalar que o PTB já não pode ser contado entre as legendas de oposição. Isto porque ingressou na coligação oposicionista graças a uma decisão pessoal do presidente nacional da legenda, ex-deputado Roberto Jefferson, que controla a máquina partidária, vale dizer, o diretório nacional e a convenção nacional do partido.

Mas a partir de agora mais vale o poder das bancadas petebistas no Congresso e estas estão e sempre estiveram – inclusive durante a campanha eleitoral – com o governo Lula e a candidatura de Dilma Rousseff. O presidente petebista Roberto Jefferson não foi antes e muito menos irá agora para um enfrentamento com a bancada do seu partido no Congresso.

Até porque, a certa altura da campanha eleitoral, ele se sentiu isolado e desconsiderado pela campanha de José Serra, reclamou que o PTB não estava sendo ouvido para nada e não tinha chance de opinar, acusou o candidato a presidente José Serra, do PSDB, de considerar “só eu, eu e eu” e, surpreendentemente, declarou pela Internet que daria seu voto a Marina Silva, do PV.

Quanto ao PV, ficou na oposição no primeiro turno, mas para o segundo turno subiu no muro, assumindo uma neutralidade que chamou de “independência”. Há uma corrente no PV que apóia e quer continuar apoiando o governo e outra que se coloca na oposição. A ex-candidata verde a presidente da República, senadora Marina Silva, já avisou que pretende se candidatar à presidência em 2014, mas não esclareceu se vai ou não fazer oposição ao governo Dilma Rousseff.
Assim, a oposição está formada, basicamente, pelo PSDB, o Democratas, o PPS e, pelo menos por enquanto, o PMN, que elegeu o governador do Amazonas, Omar Aziz. Duas coisas estão por saber nessa questão de quando começa a oposição.

Uma delas, como já assinalado, é se o presidente do DEM, Rodrigo Maia, convencerá seu próprio partido a iniciar imediatamente a oposição, o que é bem possível. Se há uma lição que o DEM deve tirar dos recentes episódios eleitorais é a de que não deve ficar a reboque do PSDB, esperando por este para tomar suas decisões e fixar posições. A outra coisa é se os demais partidos que estão (ou ficarem) na oposição vão aceitar a tese de Rodrigo Maia.

E até que a tese tem um bom fundamento – o de que não é necessário aquele chamado “período de lua-de-mel” de três meses que geralmente as oposições e a sociedade dão aos novos governos, antes de começarem a atacá-los. Isto por uma simples razão, argumenta Rodrigo Maia: não haverá um novo governo, mas praticamente em tudo, como aliás posto pela campanha de Dilma na campanha, uma continuação do governo que está aí há oito anos. Seriam apenas mais quatro anos do mesmo governo.

Para que “lua-de-mel” se as promessas feitas são a continuação de coisas que, afirmaram o governo Lula e sua candidata, já estão em curso, a exemplo do PAC, do programa Bolsa Família, do Minha Casa, Minha Gente? Esta é a pergunta do presidente nacional do DEM.

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