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Em seu primeiro pronunciamento formal que a levou às lágrimas na hora de agradecer ao presidente Lula ( ausente), Dilma Rousseff (PT) destacou na noite deste domingo, em um hotel de Brasília, o fato de ser a primeira mulher eleita presidente do Brasil.

Segundo ela, sua eleição é uma demonstração do avanço democrático do país

Dilma assinalou que seu desejo é que esse “fato até hoje inédito se transforme em um evento natural”.

“Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode.”

“A igualdade de oportunidade entre homens e mulheres é um princípio essencial da democracia”, completou.

Ao reafirmar os compromissos que pretende honrar em seu governo, Dilma prometeu respeitar a Constituição. “Vou zelar pela a mais ampla liberdade de imprensa e pela mais ampla liberdade de culto.”

Destacou as realizações do governo Lula e falou de sua campanha.

“O que mais me deu confiança e esperança, ao mesmo tempo, foi a capacidade imensa do nosso povo de agarrar uma oportunidade, por menor que seja, para com ela construir mundo melhor.

O portal da UOL informou que em entrevista dentro do carro que a levou de sua casa para o hotel em Brasília, Dilma afirmou estar “muito feliz”.

“É uma sensação de muita força e muita alegria. Estou muito feliz e agradeço aos brasileiros e brasileiras por esse momento.”

A frase foi dita dentro do carro que a levou de sua casa para o hotel em Brasília no qual fará um pronunciamento.

A petista recebeu mais de 55 milhões de votos dos 105 milhões registrados nesta eleição.

Com 99,34% das urnas apuradas, Dilma está com 55,99% dos votos válidos (55.354.520 votos), enquanto José Serra (PSDB) tem 44,01% (43.514.344). A abstenção foi de 21,44%. Entre os eleitores, 2,31% votaram em branco e 4,40%, nulo.

(Com informações da UOL )

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Comentários

Entulho on 1 novembro, 2010 at 8:06 #

O Brasil mudou. O voto mudou o Brasil. Viva Dilma Presidente! O Brasil vive seu melhor espaço, ambiente e progresso democráticos!


Mariana Soares on 1 novembro, 2010 at 9:45 #

Parabéns a nossa primeira Presidenta! Agora, urnas abertas e contados os votos, eleita, numa eleição democrática, pacífica e tecnologicamente de fazer inveja ao primeiro mundo, Dilma tem pela frente um Pais enorme, repleto de desigualdades e sonhos idem. Trabalhar, penso eu, não a assusta, o que precisa, talvez, é um “cadinho” mais daquela emoção demonstrada ao referir-se ao seu idealizador e importante parceiro desta vitória. Boa sorte, Dilma! Boa sorte, Brasil!


Marco Lino on 1 novembro, 2010 at 10:08 #

Assistir um poste derrotar os jornalões, a sujíssima Veja, a armação em horário nobre da Globo, os xiitas religiosos, o Mala(sem alça)faia, o pitaco papal a dois dias da eleição, o machismo, o preconceito de classes e, acima de tudo, os vendilhões do patrimônio alheio não tem preço!

Os adoradores do coturno, cassetete, da .45 e das bombas de 1964 terão que aguardar mais um pouco.

Oxalá o PSB ganhe corpo para competir com o PMDB e PT.

PSDB? Volte à social-democracia inicial ou abrace de vez o programa ultra-liberal do DEM – e fique restrito lá a um percentual da população que não lhe dê condição de assumir novamente o país.

Se o movimento transformador de miseráveis em classe-média continuar já terá valido a pena o esforço de enfrentar uma campanha eleitoral tão podre.

Aliás, apontar saída aos miseráveis deveria ser o principal intento de qualquer governante (com o mínimo de civilidade) que viva entre eles. O PSDB, convenhamos, nunca se importou com eles (dai não ter “cheiro do povo”, como dizem seus líderes). Ganha entre os barões do grande capital e do agronegócio, mas leva chumbo no Norte e Nordeste. Merece.


luiz alfredo motta fontana on 1 novembro, 2010 at 11:04 #

Mariana e a tristeza

Cara Mariana, talvez seja o fado das canções… “e Mariana queria ser canção”

Talvez a alma límpida, talvez a ternura, que deves, em todas as manhãs, tomar emprestada das marés de Caymmi

Talvez

Mas…

É na tua desesperança educada

que reside a minha tristeza

Vivemos muito

Lutamos, talvez pouco, muito menos que aqueles que se foram em tristes crônicas de um tempo ruim

E veio a farsa

De um a lado o pensamento único

De outro, o mesmo pensar, travestido de fantasia

Trocaram insultos, acordaram cruzados e seus velhos ginetes, sem rumo ou prumo

E findo o folguedo, restou não a alegria, nem mesmo um confete, só uma das abóboras de um halloween canhestro

Tanto faz, caso restasse o outro, a tristeza seria a mesma

Triste fado

Quiçá amanhã?


roberto on 1 novembro, 2010 at 11:26 #

Danilo tem razão. esse Marco Lino é mesmo um horror. quanto atraso nas suas idéias. parece até que estamos de volta a outubro de 1917. criticar o agronegócio será o mesmo que pedir a eternização do plantio de mandioca no solo árido deste nordeste que votou em peso em Dilma?


Marco Lino on 1 novembro, 2010 at 12:40 #

Caro Roberto, vc, como o Danilo, tem uma capacidade incrível de distorcer o que está posto. NÃO critiquei o agronegócio (nem disse que o PSDB deveria criticar), apenas disse que o tucanato privilegiou este segmento (até na demonização do MST) e o financeiro, e deu uma banana para os outros.

Outubro de 1917, meu caro, está na cabeça, como um espectro, dos que apoiaram o golpe de 64 e continuam ainda hoje com aquelas velhas ideias mofadas e golpistas de anticomunismo, pela família, tradição, propriedade, etc, etc.

Aliás, na falta de programa e projeto, os tucanos agarraram-se ao mesmo terrorismo udenista pré-64 – além de explorar os fatos criados pelos infindáveis aloprados. A campanha tucana foi isso. Ou não?
Abs


roberto on 1 novembro, 2010 at 12:55 #

desculpe Marco Lino, mas não vou debater com voce. além de não dispor de tempo, também não tenho paciência, já que seu raciocínio é confuso e sempre muda quando confrontado com a verdade e diante de argumentos que desnudam as bobagens que voce mesmo escreve. PT saudações.


Marco Lino on 1 novembro, 2010 at 13:14 #

Ok! Muito generoso para comigo. Abs


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