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Querelas do Brasil
uarteto em Cy

Composição: Maurício Tapajós, Aldir Blanc

O Brazil não conhece o Brasil
O Brasil nunca foi ao Brazil
Tapir, jabuti, liana, alamandra, alialaúde
Piau, ururau, aqui, ataúde
Piá, carioca, porecramecrã
Jobim akarore Jobim-açu
Oh, oh, oh

Pererê, câmara, tororó, olererê
Piriri, ratatá, karatê, olará

O Brazil não merece o Brasil
O Brazil ta matando o Brasil
Jereba, saci, caandrades
Cunhãs, ariranha, aranha
Sertões, Guimarães, bachianas, águas
E Marionaíma, ariraribóia,
Na aura das mãos do Jobim-açu
Oh, oh, oh

Jererê, sarará, cururu, olerê
Blablablá, bafafá, sururu, olará

Do Brasil, SoS ao Brasil
Do Brasil, SoS ao Brasil
Do Brasil, SoS ao Brasil

Tinhorão, urutu, sucuri
O Jobim, sabiá, bem-te-vi
Cabuçu, Cordovil, Caxambi, olerê
Madureira, Olaria e Bangu, Olará
Cascadura, Água Santa, Acari, Olerê
Ipanema e Nova Iguaçu, Olará
Do Brasil, SoS ao Brasil
Do Brasil, SoS ao Brasil

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Comentário de um ouvinte do clip no You Tube:”Belíssima representação do Brasil do passado e do presente… esperamos que não? seja a do futuro”..

Que assim seja!!!

(VHS)

out
29
Posted on 29-10-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-10-2010

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (29) que o Brasil é um país democrático e laico, por isso a população se manifesta do jeito que quiser. “Eu acho que cada um vai de acordo com a sua consciência”, disse, em referência à declaração dada ontem pelo papa Bento 16 para que os bispos brasileiros condenem a descriminalização do aborto.

O tema vem sendo usado pela campanha dos candidatos a Presidência da República para conquistar votos.

“Não vejo nenhuma novidade na declaração do Papa. Esse é o comportamento da Igreja Católica desde que ela existe. Se você for ver o que a Igreja Católica falava há 2 mil anos, ela falava exatamente o que o papa falou”, declarou Lula durante sua participação na 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel, que acontece em São Paulo.

O presidente minimizou a polêmica criada em torno da fala do pontífice e sua possível interferência no pleito de domingo (31). “Isso pode ser falado a qualquer momento. Pode ser falado ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã”, afirmou.

Para Lula, a declaração da Igreja reforça a liberdade que existe no país, porque “a gente se manifesta, a gente ganha ou a gente perde, a gente pode pagar o preço pelos erros que cometer”. “Pelo reconhecimento da sociedade brasileira, parece que a gente teve mais acerto”, concluiu.

out
29
Posted on 29-10-2010
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DEU NO TERRA

Ed Ruas

Direto do Recife

O presidente Lula chega a Pernambuco, nesta sexta-feira (29), para realizar o último ato de campanha em favor da candidata à presidência da República Dilma Rousseff (PT). O líder petista desembarca em sua terra natal esta tarde e participa de um “desfile em carro aberto” pelo centro do Recife. A visita dele ao Estado seria na última quinta-feira (28), mas em virtude da viagem para acompanhar o velório do ex-presidente da Argentina, Néstor Kirchner, o ato político foi cancelado.

“O presidente fez questão de vir (a Pernambuco). Foi um gesto muito bonito dele. Não vamos poder mais fazer o comício, pois a legislação eleitoral não permite. Vamos fazer uma caminhada, com Lula em um carro aberto. Temos que terminar (o percurso) em uma hora, pois o presidente Lula quer assistir o debate (entre os presidenciáveis) em casa”, explicou João Paulo (PT), coordenador da campanha de Dilma no estado.

Para receber o presidente Lula, foi necessário montar um novo esquema em menos de 24h. Para realizar o trajeto, será feita a interdição ou alteração de mais de cem linhas de ônibus, que passam pelas ruas onde será realizado o ato. O efetivo de policiais militares e a guarda municipal também vai ganhar reforço. O objetivo é evitar tumulto semelhante ao causado pela visita do presidenciável José Serra (PSDB), que realizou caminhada – sem carro aberto – no centro do Recife, na última quarta-feira (27).

Segundo a coordenação de campanha, vão estar no mesmo veículo do presidente Lula, o governador reeleito, Eduardo Campos (PSB), os senadores eleitos, Humberto Costa (PT) e Armando Monteiro Neto (PTB), o prefeito em exercício do Recife, Milton Coelho (PSB) e João Paulo, que também é deputado federal eleito. Um outro veículo segue atrás com os deputados federais e estaduais eleitos

out
29

DEU NO COMUNIQUE-SE (portal na wwb especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Izabela Vasconcelos

O jornalista Dalwton Moura, editor do jornal cearense Diário do Nordeste, foi demitido na última semana, após publicar um caderno especial sobre as revoluções marxistas. O caderno, publicado no dia 17/10, trazia seis páginas com uma entrevista do sociólogo e filósofo Michael Löwi e artigos de Adelaide Gonçalves e José Arbex Jr. O jornalista foi pautado pela direção do veículo, mas após a publicação, o jornal considerou o caderno “panfletário” e “subversivo”, além de “inoportuno ao momento atual”.

O caderno foi encomendado porque Michael Löwi estaria em Fortaleza para lançar o livro Revoluções. A reportagem foi pautada pelo editor-chefe do jornal, Ildefonso Rodrigues, e sugerida pela historiadora e professora Adelaide Gonçalves, da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Ao comunicar a demissão de Moura, o editor-chefe afirmou que “não sabia o conteúdo da reportagem até vê-la publicada”. Segundo o jornalista, que trabalhava há quase nove anos no veículo, o editor informou que o caderno gerou problemas para a direção do jornal. “Disseram que gerou problemas, que não teria sido bem recebido pela direção da empresa”, contou Moura.

O editor disse que “jamais imaginou” que poderia ser demitido dessa forma, e que a demissão abre espaço para várias interpretações. “Jamais imaginei que poderia gerar isso. O caso é complexo e dá margem para várias leituras”. De acordo com Moura, nem ele, nem a repórter Síria Mapurunga, que fizeram a entrevista com o filósofo, emitiram opinião. A entrevista destacava no título a declaração de Löwi: “O marxismo tem de evoluir para uma maior radicalização”.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará questionou a demissão e criticou o fato de a grande imprensa contestar a criação do Conselho de Comunicação no Estado, mas permitir que demissões como a de Moura aconteçam.

“A demissão do então editor do ‘Caderno 3’ expõe o abismo entre o discurso da grande mídia conservadora, que se diz ameaçada em sua liberdade de expressão – inclusive atacando com este falso argumento o projeto do Conselho de Comunicação do Estado -, e suas práticas cotidianas, restritivas ao exercício profissional dos jornalistas, bem como à livre opinião de colaboradores e leitores”, diz a nota divulgada pelo sindicato.

Procurado pela reportagem, o editor-chefe do Diário do Nordeste informou que todos os esclarecimentos do caso já foram prestados a Moura.

out
29
Posted on 29-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 29-10-2010


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Paixão , hoje(29) no Gazeta do Povo(PR)

Wagnercolhe investimento político

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OPINIÃO POLÍTICA

A força de Wagner

Ivan de Carvalho

O governador da Bahia, Jaques Wagner, saiu das eleições do dia 3 de outubro com sua posição política amplamente reforçada pela vitória em primeiro turno com grande vantagem de votos sobre a soma da votação de seus concorrentes. Esta posição de força política é ainda potencializada pelo reforço representado pelo crescimento de sua base parlamentar, seja na Assembléia Legislativa, seja na representação baiana na Câmara dos Deputados e no Senado.

No entanto, uma parte de seu capital político ainda está por ser acrescentada, o que deverá acontecer no domingo, quando a candidata do PT a presidente da República, Dilma Rousseff – ou Ducheff, o futuro vai esclarecer essa dúvida, digamos, ortográfica – deverá ser eleita para suceder ao presidente Lula e, provavelmente, com uma margem de vantagem bastante ampla, com dez ou mais pontos percentuais dos votos válidos do que o adversário José Serra, o candidato das oposições.

Não é adequada a inclusão, nesta análise, dos múltiplos fatores – fatos, estratégias, táticas, métodos de ação política em geral e de campanha eleitoral em especial, erros e acertos políticos e administrativos, espertezas, embromações e uma infinidade de outras coisas – que trouxeram a eleição presidencial até aqui e a estão levando ao desfecho que terá domingo, favorável ao que, depois de acompanhar todos esses meses e anos o que aconteceu, eu chamaria de Tiranossaurus Rex. Que não identifico com uma pessoa, mas com o instrumento multifacetado que colocará esta pessoa na Presidência da República. Mas isso, como já disse, não é assunto para agora e talvez nele haja excelente material para uma tese de ciência política.

Voltando à situação do governador Jaques Wagner, a virtualmente certa eleição de Dilma e, portanto, o terceiro mandato consecutivo de um petista na presidência da República aumenta-lhe o raio de ação política, ainda mais que se trata do estado-porta para o Nordeste do país e detentor do maior colégio eleitoral governador pelo PT. Entre os estados “petistas”, só o Rio Grande do Sul se aproxima da importância política que a Bahia tem, mas não a iguala.

Uma outra vantagem de Wagner é que, na Bahia, as oposições (representadas principalmente pelo Democratas, PMDB e PR, ao que se acrescentariam partidos de porte reduzido no estado, a exemplo do PTB, PMN e PPS) saíram das eleições muito fragilizadas. Ainda que ressalvas parciais possam ser feitas em relação ao PMDB e, até mesmo, ao PR. O PMDB manteve representação parlamentar expressiva e, para não cair no vazio, já lançou a candidatura do ex-ministro Geddel Vieira Lima a governador nas eleições de 2014.

Ao mesmo tempo, disposto a executar estratégia de oposição ao governo estadual e ocupar o máximo possível do espaço que para isto estiver disponível, além do partido lançar como catalisador a candidatura de Geddel a governador em 2014, o próprio Geddel descartou completamente a hipótese de reconciliação com o governo Jaques Wagner (com o PT, nem precisaria mesmo dizer nada), hipótese que Wagner admitira como possível, ainda que difícil, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Geddel e o PMDB estão marcando território e não querem, aparentemente, que restem dúvidas sobre os limites da área a ser ocupada.

DEU NA UOL

A mais nova pesquisa Datafolha realizada ontem voltou a indicar estabilidade no quadro da corrida presidencial, com Dilma Rousseff (PT) mantendo liderança de 12 pontos sobre José Serra (PSDB).

A diferença agora é que o percentual de indecisos caiu de 8% para 4% em dois dias. Essa redução nesse grupo de eleitores indica que há cada vez menos espaço para mudanças na tendência de favoritismo da candidata do PT.

O levantamento do Datafolha, encomendado pela Folha, foi realizado ontem em 256 cidades e com 4.205 entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Quando se consideram os votos válidos, Dilma manteve os mesmos 56% que obteve nos levantamentos de terça-feira (dia 26) e quinta-feira (dia 21). Serra também ficou com seus 44% registrados nas últimas duas sondagens.

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BOA NOITE!!!

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