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Posted on 28-10-2010
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deu na UOL

A presidenciável Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 52% das intenções de voto, contra 39% de seu rival, José Serra (PSDB), segundo pesquisa divulgada na noite desta quinta-feira (28) pelo Ibope.

Se considerados apenas os votos válidos, a petista tem a preferência de 57% do eleitorado, ante 43% do tucano – uma vantagem de 14 pontos. Na sondagem anterior, a ex-ministra da Casa Civil tinha 56% e Serra, 44%.

Votos brancos e nulos somaram 5%, enquanto 4% dos entrevistados mostraram-se indecisos. Para 82% dos eleitores o voto já está definido, enquanto 13% disseram que ainda podem mudar a escolha. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

O instituto ouviu 3010 pessoas entre os dias 25 e 28 de outubro, e a pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo, está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 37.596/2010.

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Posted on 28-10-2010
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Deu no BALAIO DO KOTSCHO (blog editado pelo jornalista Ricardo Kotscho)

Só faltava ele! Pois ao abrir a capa (alguns preferem chamar de home page) do portal Estadão.com, a 72 horas das eleições presidenciais, tomo um susto ao ler a manchete: “Papa condena aborto e pede a bispos que orientem politicamente fíéis”.

Diz a nota que “em reunião em Roma na manhã desta quinta-feira, 28, o papa Bento XVI conclamou um grupo de bispos brasileiros a orientar politicamente fiéis católicos. Sem citar especificamente as eleições de domingo, o Papa reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e recomendou a defesa de símbolos religiosos em ambientes públicos”.

Além de condenar o aborto, como se alguém pudesse ser a favor do aborto, embora muitos defendam a sua descriminilização, o papa também cobrou o ensino religoso nas escolas públicas e defendeu a luta pela manutenção dos símbolos religosos, citando o monumento do Cristo Redentor no Rio, como se eles estivessem ameaçados.

O Brasil é um Estado laico e mantem relações diplomáticas com o Estado do Vaticano. Com que direito Sua Santidade vem meter o bedelho em questões internas de um país às vésperas das eleições presidenciais? Já não basta o papel impróprio e deprimente exercido por alguns dos seus bispos que, com esta falsa questão do aborto, transformaram seus altares em palanques contra uma candidatura e a favor de outra, distribuindo panfletos políticos em lugar de homilias?

Depois de ser explorado até a exaustão pelos bispos teefepeanos, telepastores dos dízimos e, principalmente, pela mídia, o assunto já tinha até saído de pauta, tão rapidamente quanto entrou, porque as últimas pesquisas mostraram que ele não estava mais rendendo nenhum resultado nas intenções de voto dos eleitores.

Em artigo publicado terça-feira no Observatório da Imprensa, o analista de mídia Cristiano Aguiar Lopes prova com números de uma pesquisa que “houve um esforço coordenado e eficiente dos principais jornais e revistas do país para insuflar a polêmica sobre o tema com vistas a um fim eleitoral mais que óbvio: roubar votos de Dilma entre eleitores conservadores contrários à descriminalização do aborto”.

Os números são impressionantes: a três dias do primeiro turno, no dia 30 de setembro, as principais publicações do país pesquisadas registraram 149 menções sobre o aborto, chegando a 430 no dia 8 de outubro, na primeira semana do segundo turno que foi dominada pelo tema.

“A primeira escalada ocorre pouco antes do primeiro turno e tem como objetivo conquistar os votos de indecisos e de dilmistas não muito convictos. A segunda, bem mais intensa, busca transferir para Serra os votos de um grande contingente de eleitores conservadores _ sobretudo católicos e evangélicos _ contrários à descriminalização do aborto”, conclui Cristiabno Aguiar Liopes.

A pesquisa prova também que não houve “onda verde” nenhuma que tenha provocado o segundo turno. Foi, na verdade, uma “onda religiosa” nas igrejas e nos subterrâneos da internet que beneficiaram a candidata evangélica Marina Silva e levaram a eleição ao segundo turno, usando a ameaça do aborto como instrumento eleitoral.

O Papa foi inconveniente, chegou atrasado na história e entrou de gaiato numa falsa polêmica que até a mídia já tinha esquecido. Deveria se preocupar mais com os casos de pedofilia envolvendo religosos que grassaram nos últimos anos em sua igreja, com a perda de fiéis para as seitas evangélicas e o esvaziamento dos seus templos. Não precisamos dos seus conselhos para saber como deveremos votar no domingo

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Posted on 28-10-2010
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O presidente boliviano Evo Morales foi o primeiro chefe de Estado na América Latina a seguir para a Argentina e o primeiro a dirigir-se à Casa Rosada (sede do governo federal) para participar do velório de Néstor Kirchner. Seus colegas equatoriano, Rafael Correa; chileno, Sebastián Piñera; e uruguaio, José Mujica, chegaram ao salão dos Patriotas Latinoamericanos pouco antes das 13k

Durante a tarde lchegarão p chefes de Estado da Venezuela, Hugo Chávez; da Colombia, Juan Manuel Santos; de Paraguay, Fernando Lugo, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou o comício de que participaria hoje à noite em Recife (PE) a fim de viajar a Buenos Aires para o velório do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, que morreu na manhã de ontem na cidade de El Calafate, no sul do país, vítima de um ataque cardíaco. O retorno de Lula ao Brasil ainda não está definido. Pode ocorrer na noite de hoje ou amanhã, pela manhã.

A viagem a Buenos Aires estava prevista para amanhã, mas o Planalto recebeu informações do governo argentino de que o velório de Kirchner em Buenos Aires se encerrará hoje. Lula, que está no Rio de Janeiro, seguirá direto para a capital portenha.

Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Equador, Rafael Correa, já estão em Buenos Aires para participar do funeral de Kirchner. Morales foi o primeiro a chegar à capital portenha, onde expressou suas “mais sentidas condolências”. “A perda do companheiro Néstor é uma dor para mim, para o povo boliviano e a América Latina”, disse Morales, visivelmente comovido. O presidente do Uruguai, José “Pepe” Mujica, deve chegar por volta das 12 horas de Brasília, enquanto os demais presidentes da região desembarcam ao longo do dia.

Na Casa Rosada, onde o velório começou às 11 horas (de Brasília) uma enorme fila, que antes das 13h já se prolongava por nove quarteirões , começou a ser formada desde a manhã pelos seguidores de Kirchner para dizer-lhe adeus.

(Informações Agência Estado)

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Posted on 28-10-2010
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Deu no IG  (Último Segundo)

Uma nota veiculada em site de militância do candidato à Presidência da República do PSDB, José Serra, e um email supostamente enviado pela senadora Marina Silva (PV-AC) com mensagens de apoio ao tucano provocaram a reação da ex-candidata verde. Marina, ao tomar conhecimento da fraude, advertiu em sua página na internet que não quer seu nome envolvido no “vale-tudo eleitoral” e reafirmou sua posição de “independência em relação a Dilma e Serra”.

O e-mail falso e faccioso circulou com o remetente marina@pv.gov.br e foi enviado aos simpatizantes de Marina. Na mensagem, pedido da senadora e do PV para “que se unam em torno da candidatura de Serra”. Além disso, o blog “Eu Vou de Serra 45” veiculou nota manipulando as declarações de Marina dadas ainda durante a campanha do primeiro turno.

O blog tucano aproveitou a afirmação da senadora, que advertiu eleitores sobre a escolha no segundo turno, e tirou do contexto para que parecesse uma nota de pedido de votos ao tucano. “Marina se posiciona: Brasil não pode ser entregue a quem conhece”, afirma o post do blog. E complementa: “Em campanha no Sul do País, a candidata Marina Silva, do PV, fez críticas em relação ao desconhecimento geral sobre a biografia da candidata do PT, Dilma Rousseff”.

Informada sobre as iniciativas da militância tucana, Marina repudiou a ação. “Infelizmente, muitos não aprenderam nada com os resultados das urnas e continuam a promover a política de mais baixo nível ao usar estratagemas banais para buscar votos”, declarou a ex-presidenciável do PV em post em sua página na internet.

CQC: homens de preto bombam no twitter

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Deu no COMUNIQUE-SE,portal na WEB especialiado em notícias de bastidores da imprensa.
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Izabela Vasconcelos

Os integrantes do programa CQC, da TV Bandeirantes, possuem mais seguidores no Twitter que os 10 maiores jornais do Brasil juntos, batendo a marca de 6 milhões. Até mesmo um perfil não oficial da atração, possui 422.647 seguidores no microblog.

Juntos, os jornais de maior circulação do Brasil possuem 350.419 leitores no Twitter e somam mais de 2 milhões de exemplares de circulação diária, de acordo com dados da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

Rafinha Bastos possui 1.459.117 seguidores, Marco Luque 1.270.739, Danilo Gentili 1.232.602, Marcelo Tas 1.007.551, Oscar Filho 655.299, Rafael Cortez 637.567, Felipe Andreoli 550.890 e Monica Iozzi 212.544. Já o perfil oficial do programa, que foi criado na última semana, ao lado do novo site, conta com 785 seguidores.

Para Marcelo Tas, o resultado se deve ao fato de, no início, os jornais terem encarado o Twitter com certo preconceito. “Os jornais começaram a olhar o Twitter com um certo preconceito, que só era usado para postar coisas fúteis, e perderam um tempo precioso”, diz.

De acordo com o apresentador, os jornais ainda têm dificuldade em dialogar e receber críticas diretas dos leitores. “O Twitter é uma ferramenta de transparência, é um telhado de vidro, pra você falar e ser criticado. Os veículos estão em desvantagem porque, de certa forma, sempre controlaram as críticas contra eles, mas tudo isso é coisa que se aprende, se aperfeiçoa”.

Com a repercussão do programa na internet, este mês a direção do CQC decidiu estender a atração por 30 minutos exclusivos para a web, com chat com os apresentadores e vídeos dos bastidores do programa.

Jon Stewart:no topo dos Estados Unidos/DN

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Jon Stewart é o homem mais influente de 2010 nos Estados Unidos da América. Aos 48 anos, o apresentador de televisão liderou uma lista de 50 personalidades, anunciada esta semana e organizada pelo site AskMen, que contou com os votos de cerca de 500 mil leitores.

Em segundo lugar no ranking das pessoas com mais influência nos EUA ficou Bill Gates, o dono da Microsoft; em terceiro ficou posicionado Mark Zuckerberg, o fundador da rede social Facebook; Steve Jobs, o co-fundador e chefe executivo da Apple, colocou-se este ano em quarto; e o polémico artista rapper Kanye West ocupa a quinta posição.

A lista revelada esta semana confirma o estatuto de Jon Stewart nos EUA. As pessoas que integram a votação foram descritas como indivíduos que conseguiram superar-se, de alguma forma, em tempos de crise como os que vivemos. “Notamos a tendência da superação em tempo de crise, porque ela estende-se por muitas indústrias”, afirmou James Bassil, o editor-chefe do site AskMen. “Na lista deste ano, observamos a presença de pessoas que foram importantes na indústria, ou que foram reconhecidas como importantes”, acrescentou o mesmo.

“A influência de Stewart deriva da ideia de que declarar líderes ou política como engraçados é uma forma de os criticar, de apontar as suas irracionalidades e incongruências”, afirmou Jacob Bronsther, outro dos editores do AskMen.

Na lista de vencedores, Stewart sucede a Don Draper, a personagem principal da popular série Mad Men, interpretada pelo ator Jon Hamm, que ficou em primeiro lugar na lista dos mais influentes dos Estados Unidos em 2009.

Já este ano, o nome do apresentador do Daily Show surge à frente de ilustres personalidades, numa lista com ausências de peso. O golfista Tiger Woods, por exemplo, que constitui presença quase garantida neste tipo de votações nos últimos anos, não figura no ranking revelado pelo AskMen. A ausência de Woods poderá ser explicada, como afirmam os media americanos, pelas histórias de infidelidade e escândalos sexuais dos quais o golfista foi acusado, ao longo do ano passado.

O mesmo não aconteceu a David Letterman, que, também ele, revelou ter tido casos extraconjugais. Mesmo assim, Letterman, que, à semelhança de Jon Stewart, conduz diariamente um late night show de sucesso na televisão norte-americana, conseguiu assegurar o 39.º lugar nos mais influentes deste ano.

Outra curiosidade reside em Barack Obama, que foi ontem convidado de Stewart no seu talk show . O Presidente dos EUA ficou-se pela 21.ª posição, quando na mesma lista do ano passado figurava entre os cinco primeiros lugares.

O popular apresentador de televisão, que conduz o programa de late night The Daily Show with Jon Stewart há mais de dez anos, é um catalisador de audiências para o canal por cabo Comedy Central. Stewart, que está no ar de segunda a sexta-feira, tem uma média de quase dois milhões de telespectadores por noite. Um número significativo, quer para o canal quer para a televisão norte-americana por cabo.

Para além da sua carreira na televisão, Jon Stewart é também ator e escritor, facetas menos visíveis, pelos menos em Portugal. O atual homem mais influente dos EUA já participou em filmes como Big Daddy, The Faculty ou Death to Smoothy.

Já editou três livros: Naked Pictures of Famous People, de 1998, America: A Citizen’s Guide to Democracy in-action, de 2004, e Earth: A Visitor’s Guide to Human Race, deste ano. A versão em áudio do segundo livro acabou mesmo por ganhar um Grammy.

O norte-americano, que nasceu em Nova Iorque no seio de uma família judaica, já chegou a apresentar duas edições dos Óscares, em 2006 e 2008.

(Informações do DN, Lisboa)

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OPINIÃO POLÍTICA

Um conselho sobre conselhos

Ivan de Carvalho

Diz o ditado que conselho e água só se dão a quem pede. Mesmo assim, arrisco-me a sugerir ao secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida, a seguir o conselho que ontem, no site Política Livre, lhe foi dado pelo jornalista Raul Monteiro.

É assunto que já abordei neste espaço por duas vezes. Hoje o faço pela terceira vez em poucos dias. Trata-se da disposição de alguns governos estaduais (por enquanto, só da região Nordeste, o que é meio constrangedor, mas com tendência a se expandir para outras regiões segundo a conveniência do momento político) de instituir conselhos estaduais de comunicação.

Ceará, onde a Assembléia Legislativa aprovou lei proposta por deputada do PT e aprovada com votos a favor de deputados de todos ou quase todos os partidos, inclusive com ostensivo apoio do líder do governo socialista de Cid Gomes. Piauí, Alagoas e Bahia. Nestes três estados, com envolvimento também do Poder Executivo. No caso baiano, por enquanto com envolvimento exclusivo do Poder Executivo.
Há ainda, diferente, o caso paulista. O deputado Mentor, do PT (a idéia toda tem origem no PT e na Conferência Nacional de Comunicação (Confecon) realizada em dezembro do ano passado por convocação do presidente Lula, mediante decreto, conferência que produziu “recomendações” para criação desses conselhos estaduais de monitoramento, produção de relatórios e outras ações de controle dos meios de comunicação social. Trata-se de parte (modesta, a primeira fatia do salame) do que o PT e o governo Lula chamam de “controle social” da mídia.

Em São Paulo, presumo, com a eleição, para governador, de Geraldo Alckmin, do PSDB, o projeto do deputado Mentor será rejeitado ou desconsiderado pela maioria da Assembléia Legislativa. Na pior das hipóteses, receberá o veto do governador e será difícil, muito difícil, derrubar esse veto.

Em Minas, no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Norte e em outros Estados onde a atual oposição haja vencido ou vença a eleição de governador, tais conselhos não terão vez. Note-se, quanto a Minas, por exemplo, que o senador eleito Aécio Neves, do PSDB, mesmo partido do governador eleito Antonio Anastasia, atacou energicamente, quando esteve na Bahia, na terça-feira, a criação desses conselhos.

Antes mesmo do parto desses conselhos estaduais, a Ordem dos Advogados do Brasil reuniu o seu conselhos de presidentes das seções estaduais e, por unanimidade, decidiu que atuará para abortar esses conselhos estaduais (eis aí um tipo de aborto aceitável e muito desejável, ao contrário do aborto de serem humanos que está no programa do PT e que sua candidata a presidente se recusou a dar por escrito que vetará, caso seja aprovado pelo Congresso). A OAB decidiu entrar com ações diretas de inconstitucionalidade no STF, estando apenas no aguardo de que seja formalizada a criação de tais conselhos, ameaças óbvias à liberdade de expressão e imprensa.
Em nosso estado, o governador Jaques Wagner criou um grupo de trabalho, que produziu uma minuta para a criação do Conselho de Comunicação do Estado. Segundo informação do secretário Robinson Almeida, a minuta está em estudo pela Casa Civil “e não será divulgada antes de passar pelo crivo jurídico”. Bom esse cuidado com o “crivo jurídico”, que suponho tratar-se de exame e parecer da Procuradoria Geral do Estado, mas insuficiente.

Primeiro, porque “conselho só se dá a quem pede” e a mídia não está pedindo conselhos ao poder político estadual nem ao federal. Segundo, porque o assunto é de tal relevância que o segredo a respeito só pode envenenar o ambiente, criando dúvidas onde não havia. Assim é que estou sugerindo que seja aceito o conselho do jornalista acima referido e se dê plena e imediata divulgação à tal minuta e aos planos que giram ao redor dela.

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