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LETRA: HOMERO EXPOSITO / MUSICA: ATILIO STAMPONE

BOA NOITE!!!

STF decide|;Barbalho é ficha suja

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Deu no Gama Livre, um dos mais bem informados e críticos blogs políticos de Brasília, editado por Taciano de Carvalho, que Bahia em Pauta recomenda a seus leitores : http://www.gamalivre.com.br/

Ao adotar critério de desempate proposto pelo decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, no julgamento do Recurso Extraordinário (RE 631102) interposto por Jader Barbalho, o Plenário da Corte decidiu pela prevalência da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que indeferiu o registro de candidatura do parlamentar para o cargo de senador da República. Os ministros, por maioria de votos (7×3), decidiram aplicar regra do Regimento Interno da Corte segundo o qual, em caso de empate, o ato contestado permanece válido.

O ministro Celso de Mello sugeriu que fosse aplicada ao caso, por analogia, a regra contida no artigo 205, parágrafo único, inciso II, do RISTF (prevalência do ato questionado), “considerada a própria presunção de legitimidade que qualifica como atributo essencial os atos estatais”. O ministro disse que sua proposta foi apresentada “sem prejuízo da convicção” de cada integrante da Corte em relação à tese. “Estamos discutindo um outro tema, que é a superação do impasse”, disse.

O ministro citou que o mesmo critério foi adotado no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 46, ocasião em que, devido a um empate em relação à não recepção de uma lei, o Supremo decidiu mantê-la válida. “Proponho que, neste caso, subsista a decisão impugnada”, concluiu.
Em relação ao critério de desempate, a maioria foi formada pelos ministros Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Ellen Gracie e Cezar Peluso.
Voto de qualidade

Ficaram vencidos nesse ponto os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Marco Aurélio, por entenderem que ao impasse deveria ser aplicado o critério do voto de qualidade, pelo presidente do STF. Mendes destacou que se a regra do artigo 205 do Regimento Interno do STF poderia ser adotada por analogia também, por analogia, poderia ser utilizada a regra do Habeas Corpus, segundo a qual o empate favorece o autor do pedido.

Presidente

“Contra as minhas mais profundas convicções, contra decisões que repugnam a minha consciência, eu tenho que me submeter à decisão da maioria, aos interesses superiores das instituições e, sobretudo, do Supremo Tribunal Federal”, disse o ministro Cezar Peluso, presidente da Corte. “É em nome desses princípios – lembrando a frase do nosso sempre ministro Sepúlveda Pertence – não é apenas a República que exige sacrifício, a instituição do Supremo, que supera a todos nós que passaremos, está acima de qualquer vaidade de caráter pessoal”, salientou o ministro.

“Vou aderir, a despeito da minha opinião pessoal, a solução proposta pelo ministro Celso de Mello”, concluiu, apesar de sua reservas quanto a essa solução. Ao final, Peluso destacou preferir que fosse completada a composição do Tribunal para julgar todos os recursos que dizem respeito à mesma matéria. “A história nos julgará, se acertamos ou não”, finalizou.

Critérios não adotados

Inicialmente, o ministro Celso de Mello expôs cinco critérios para definição do resultado do julgamento. Ele citou como possíveis regras de desempate aguardar a indicação do décimo primeiro ministro pelo presidente da República e o voto de qualidade do presidente do STF (artigo 13, inciso IX, alínea “b”, do Regimento).
Também foram mencionados os critérios de convocação de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), considerada inconstitucional em razão de aqueles ministros [do STJ] não terem sido investidos no exercício da função de ministro do Supremo, e de adotar solução contrária à pretendida (artigo 146, caput do RISTF, com redação dada pela EC 35/09).
(Postado no Gama Livre por Taciano )

out
27
Posted on 27-10-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 27-10-2010

Irmã Dulce com o Papa João Paulo II na Bahia

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

Eric Luis Carvalho

O arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, em coletiva realizada nesta quarta-feira (27), na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), no Largo de Roma, anunciou que um milagre de Irmã Dulce foi reconhecido pelo Vaticano e a beatificação – processo anterior ao de santificação – , da religiosa baiana deve ser concluído até o final deste ano.

Segundo Dom Geraldo, a Comissão Científica do Vaticano reconheceu juridicamente um milagre, etapa necessária para se chegar ao patamar de beata. O milagre em questão, ocorreu quando uma mulher que sofreu uma intensa hemorragia durante um trabalho de parto, teria sido salva graças às preces da família à Irmã Dulce.

De acordo com o cardeal resta apenas a assinatura do Papa Bento XVI no processo, o que deverá ocorrer até o mês de dezembro, quando será realizada uma cerimônia de beatificação na capital baiana com a participação do presidente da Congregação para a Causa dos Santos, o arcebispo italiano Dom Angelo Amato.A data ainda não foi divulgada.

Com isso, Irmão Dulce, torna-se a primeira baiana a se tornar beata, Para ser canonizada, é necessário a comprovação de mais dois milagres intercedidos por Irmã Dulce e reconhecidos pelo Vaticano. O pedido de beatificação de Irmã Dulce começou em janeiro do ano 2000 pelo próprio Dom Geraldo Majella e desde 2001, tramitava na Congregação das Causas dos Santos do Vaticano.

out
27
Posted on 27-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 27-10-2010

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Paixão ,quarta-feira, na Gazeta do Povo(PR)

Nestor Kirchner, Cristina e Lula; no Mercosul

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DEU EM O GLOBO (ONLINE)

(Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou com pesar a morte nesta quarta-feira do ex-presidente argentino Néstor Kirchner, a quem considerou “um grande aliado e um fraternal amigo”.
Kirchner, de 60 anos e que já tinha sido internado duas vezes este ano por problemas cardíacos, morreu subitamente nesta quarta, de acordo com seu médico pessoal.

Ele era considerado o político mais poderoso da Argentina e desejava candidatar-se novamente a presidente nas eleições de 2011.
“Sempre tive em Néstor Kirchner um grande aliado e um fraternal amigo. Foram notáveis o seu papel na reconstrução econômica, social e política de seu país e seu empenho na luta comum pela integração sul-americana”, afirmou Lula em nota.
“Os brasileiros se associam à dor de nossos irmãos argentinos neste momento amargo”, acrescentou.

O presidente transmitiu pesar e solidariedade do governo e do povo brasileiro à presidente Cristina Fernandez de Kirchner, mulher e sucessora de Néstor Kirchner.
Lula decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-presidente argentino, que ocupava atualmente o cargo de secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

(Reportagem de Pedro Fonseca/ Reuters/O Globo)


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UNO

Letra de Enrique Santos Discépolo (1950)
Música de Mariano Mores (1950)

Com a orquesta de Anibal Troilo Edmundo Rivero- o grande e inesquecível do El Viejo Almacen, de Buenos Aires – canta esta obra de arte do tango (para o editor de BP um dos mais belos tangos de todos os tempos). Aqui juntam-se autores,cantor e acompanhamento de primeiro nivel em uma gravação de luxo. Confiram e aproveitem.

Uno busca lleno de esperanzas
el camino que los sueños
prometieron a sus ansias.
Sabe que la lucha es cruel y es mucha,
pero lucha y se desangra
por la fe que lo empecina.
Uno va arrastrándose entre espinas,
y en su afán de dar su amor
sufre y se destroza, hasta entender
que uno se ha quedao sin corazón.
Precio de castigo que uno entrega
por un beso que no llega
o un amor que lo engañó;
vacío ya de amar y de llorar
tanta traición…
Si yo tuviera el corazón,
el corazón que di;
si yo pudiera, como ayer,
querer sin presentir…
Es posible que a tus ojos,
que hoy me gritan su cariño,
los cerrara con mis besos
sin pensar que eran como esos
otros ojos, los perversos,
los que hundieron mi vivir…
Si yo tuviera el corazón,
el mismo que perdí;
si olvidara a la que ayer
lo destrozó y pudiera amarte…
Me abrazaría a tu ilusión
para llorar tu amor…
Pero Dios te trajo a mi destino
sin pensar que ya es muy tarde
y no sabré cómo quererte.
Déjame que llore como aquél
que sufre en vida la tortura
de llorar su propia muerte.
Pura como sos, habrías salvado
mi esperanza con tu amor.
Uno está tan solo en su dolor…
Uno está tan ciego en su penar…
Pero un frío cruel, que es peor que el odio,
punto muerto de las almas,
tumba horrenda de mi amor,
maldijo para siempre y se robó
toda ilusión…

Apesar da perda, Buenas Tarde, Argentina!

(VHS)

out
27
Posted on 27-10-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 27-10-2010


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OPINIÃO POLÍTICA

Marina, o PV e o futuro

Ivan de Carvalho

O futuro para Marina Silva e o PV. Pois é, primeiro um elogio à candidata do Partido Verde a presidente da República. Marina teve a delicadeza, com o nosso idioma, de não se denominar candidata a presidenta, como faz a outra, com suposta esperteza demagógica, correndo atrás do voto das mulheres. Presidente não tem variação de gênero, é palavra neutra, serve para homem ou mulher. Presidenta, além de gramaticalmente errado, agride os tímpanos, dá dor de ouvido.

Mas o assunto não é a gramática, que na Era Lula (e, pela amostra, na Era Dilma, se ocorrer) tem sido tratada a sopapos e a acordos ortográficos que até o momento só produziram desacordo entre o governo e os gramáticos oficiais brasileiros, de um lado, e Portugal e suas outras ex-colônias, de outro. Um acordo que, por mais incrível que pareça, só foi realmente aceito e está sendo aplicado por um dos participantes. Melhor chamá-lo, assim, de desacordo ortográfico.

O assunto aqui é o futuro da ex-candidata a presidente, senadora Marina Silva e seu PV, partido no qual ela é ao mesmo tempo a principal liderança e uma iniciante egressa do PT, do qual decidiu se apartar. Marina teve quase 20 por cento dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais e por causa de sua candidatura, colocada em terceiro lugar, haverá segundo turno para, no domingo, o eleitorado escolher entre a petista Dilma e o tucano Serra.

Os 20 por cento de votos obtidos por Marina parecem não haver produzido efeitos eleitorais benéficos para o PV. O bom e mesmo inesperado desempenho de sua candidata a presidente não valeu ao PV sequer uma cadeira a mais no Congresso Nacional. Mesmo com o lançamento de candidaturas a governador e senador nos estados onde isso foi possível, aí incluída a Bahia.

Para o PV, o episódio eleitoral foi interessante apenas porque emprestou força ao debate ambiental na campanha e supõe-se que isso poderá estimular esse debate também depois do período eleitoral. O PV, se souber trabalhar política e socialmente e conseguir ter unidade (o que por enquanto está difícil) poderá, a longo prazo, se beneficiar eleitoralmente do que ocorreu no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano.

Quanto a Marina, salvo melhor juízo ou provas em contrário – e estas só podem vir com o tempo – pode ter lançado fora o capital político adquirido no primeiro turno. Aliás, é bom ressalvar que a votação dada a ela não é, em maioria, de militantes e simpatizantes da causa ambiental. Estes seriam, digamos, o contingente inicial, que talvez valesse, no máximo, uns oito pontos percentuais dos 20 obtidos pela candidata verde.

Os 12 pontos percentuais restantes viriam de pessoas com rejeição simultânea – mas não necessariamente com igual intensidade – às candidaturas de Dilma e Serra ou ao que elas parecem ao eleitorado representar ou de gente desgostosa com a política tradicional e em busca de uma alternativa, para valer ou para protestar, alternativa incidentalmente identificada em Marina.

No segundo turno, Marina declarou neutralidade, mesma posição adotada pelo PV como instituição. Tudo indica que esse foi o grande erro, especialmente para Marina, que emergiu como uma liderança. Acontece que liderança política tem que ter lado, tem que decidir a agir, não pode se omitir. Claro que Marina não teria como direcionar, no segundo turno, seja para Dilma, seja para Serra, a maioria dos votos que recebeu no primeiro. Mas, para continuar a afirmação de sua liderança, ela deveria optar e ser ativa. Não o fez. Preferiu ficar fora do jogo. Jogar implica riscos. Mas quem não joga não pode ganhar.

out
27

Kirchner, partida inesperada do “pinguim”/Página 12(BS)

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A Argentina e a América Latina perdem, mais um de seus políticos referenciais das últimas décadas no continente. De súbita parada cardíaca, segundo as primeiras informações, morreu nesta quarta-feira, 27, o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner , aos 60 anos.

Segundo os jornais argentinos e as agências de notícias internacionais , Kirchner e sua mulher, a atual presidente argentina, Cristina, estavam desde o fim de semana em sua casa em El Calafate. O presidente teve de ser internado às pressas em um clínica na cidade.

Kirchner já havia sido submetido a duas cirurgias de urgência este ano, em fevereiro e setembro, após serem detectadas obstruções em artérias coronárias.

O ex-presidente dirigiu a nação argentina entre 2003 e 2007, quando o país atravessava uma de suas maiores crises econômicas de todos os tempos. Atualmente, era secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

Um líder

Nestor Kirchner, nascido ao pé das grandes geleiras do Polo Sul, na região da Patagônia argentina, era chamado popularmente de “El Pinguim” em seu país. Iniciou sua trajetória política em 1987, ao se eleger prefeito da cidade de Río Gallegos, na Provícia de Santa Cruz. Ele conheceu a esposa, Cristina, durante a juventude e em 1975 os dois se casaram. O casal tem dois filhos, de 34 e 21 anos.

Na época, enquanto Cristina já seguia carreia política em Buenos Aires, Néstor Kirchner foi eleito prefeito de Río Gallegos e depois, em 1991, foi eleito governador de Santa Cruz. Kirchner governou a província até 2003, após duas reeleições consecutivas, e foi esse cargo que impulsionou sua candidatura à presidência no mesmo ano.

Eleito presidente em 2003, depois de cumprir o priomeiro mandato ele desistiu de concorrer à reeleição em 2007, apesar de estar em fim de mandato com uma popularidade de 50% – o mais alto nível de aceitação desde a restauração democrática, em 1983.

Na época, analistas políticos especulavam que ele havia favorecido Cristina Kirchner, que então ocupava uma cadeira no Senado, com a perspectiva de voltar ao poder em 2011 e garantir ao clã pelo menos 12 anos consecutivos no poder.

No entanto, as chances de o plano dar certo diminuíram com a queda da popularidade de Cristina, que se elegeu em 2007 com a maioria de votos em todas as regiões da Argentina, com exceção de Buenos Aires, a área mais rica e populosa do país.

Os bons índices de popularidade do início do mandato caíram pelas denúncias de corrupção contra o casal, pela incapacidade de controlar a inflação e pela tentativa de cobrar um imposto agrícola que desatou um conflito de meses com os ruralistas em 2008. Como é considerada marionete do marido, os desacertos do governo Cristina acabaram manchando a reputação de Kirchner.

Marido e mulher

Na história da Argentona, no entanto, Kirchner não foi o primeiro presidente argentino a apoiar sua mulher. Em 1951, o general Juan Perón, líder do justicialismo mais reverenciado na Argentina até hoje, tentou colocar sua segunda mulher, Eva Perón, em sua chapa presidencial, mas líderes de seu partido rejeitaram a proposta.

Anos mais tarde, após a morte de Evita – diminutivo pelo qual ficou conhecida –, o general colocou sua terceira mulher, María Estela Martínez de Perón, conhecida popularmente como Isabelita, no cargo de vice-presidente. Após a morte do general, em 1974, Isabelita assumiu o país até ser deposta pelo golpe militar de 24 de março 1976.

A Argentina vela hoje mais um de seus líderes, Nestor Kirchner, morto de repente e prematuramente. E as sombras em relação ao futuro voltam a rondar o belo e complicado país às margens do Rio da Prata.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do IG, jornais argentinos e agências internacionais de notícias e emissoras de rádio).


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João Gilberto em concerto histórico, com direito a discurso sobre baianidade e tudo, no Teatro Castro Alves em Salvador, no dia 25 de julho de 2006. Vale a pena ver de novo no vídeo antológico do You Tube.

BOM DIA!

(vhs)

DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 2010)

Claudio Leal

Direto de Vitória da Conquista (BA)

No encerramento de sua jornada nordestina, nesta terça-feira (26), a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, realizou um comício na cidade de Vitória da Conquista (BA), a 509 km de Salvador. A cidade do Centro-Sul deu uma das duas vitórias baianas a José Serra (PSDB) no primeiro turno. No restante dos municípios do Estado, segundo palavras do governador Jaques Wagner, “ele levou pau”. Agora, Dilma pretende pretende reduzir o eleitorado do PSDB.

No início da noite, a praça Barão do Rio Branco estava lotada, à espera da candidata petista, que ainda se encontrava em Caruaru (PE). Houve uma pequena dispersão na hora do chuvisco e da novela das oito. O aeroporto seguiu apinhado até as 20h15, quando o avião da petista aterrissou em Conquista.

O jingle “Dilma lá”, o clássico “Lula lá” (de Hilton Acioli) recriado pelo compositor Wagner Tiso, empolgou os militantes na Bahia. Crianças subiram nas árvores da praça para ver, limpamente, o palanque. “Ela parece uma noiva que está atrasada e chega por último”, brincou Wagner. Dilma saiu das costas do governador, de surpresa, numa brincadeira com a plateia. “A bicha está até mais bonitinha”, caitituou o petista.

“O meu adversário, que passou oito anos criticando, oito anos chamando o Bolsa Família de Bolsa Esmola, não. Quem representa a continuidade dessas conquistas sou eu, as conquistas do presidente Lula, os projetos do presidente Lula”, discursou Dilma.

Numa parte dirigida à região, vinculou-se ao crescimento econômico dos Estados. “O Nordeste, por exemplo, a Bahia, o Ceará, todos os Estados do Nordeste crescem ao ritmo igual ao dos países asiáticos. E aí eu disse a vocês: esse medo que a cada eleição eles tentam colocar nas pessoas é porque eles não têm projeto para o Brasil, não têm projeto para o País, para os homens e as mulheres desse País”, defendeu a candidata.

Mais notícias de Presidenciais
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

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