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Do Rio de Janeiro, proximo da hora de posta a música para terminar a terça-feira, o editor recebe o e-mail de Gilson Nogueira, postado do Rio de Janeiro:

“Jon Hendricks, da janela de Botafogo, esperando o Cristo surgir entre nuvens, uma dica sonora”

Acompanha um vídeo garimpado no You Tube, com magnifica apresentação ao vivo de Hendricks no Estival Jazz 1986, nos Estados Unidos.

Na hora de transpor o vídeo para o BP, o aviso inesperado, mas que ocorre com alguma frequência:”A incorporação foi desativada mediante solicitação”.

O que fazer o editor, então, para a frustração não ser completa?

Buscar a alterrnativa possível. No caso, o clip de Summer (Estate)achado também no You Tube , na interpretação de Jon , capaz de dar inveja ao nosso João Gilberto.Não a mesma coisa do presente mandado do Rio, mas…

Grande Gilson, BP agradece a dica. Abrace o Cristo por nós !!!

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NA FOLHA.COM

A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, manteve 12 pontos percentuais de vantagem sobre seu adversário no segundo turno das eleições, o tucano José Serra, segundo pesquisa realizada e divulgada hoje pelo Datafolha. Ela aparece com 56%, contra 44% do tucano. O resultado, em votos válidos, é idêntico ao registrado no último levantamento do instituto, realizado no dia 21.

No total de intenções de voto houve leve oscilação: Dilma tem 49% contra 38% de Serra (na semana passada, a petista estava à frente com 50% a 40%).

A segmentação dos resultados do novo levantamento mostra que não foi eficiente a estratégia de Serra de reforçar sua presença no Sudeste e no Sul do país, o chamado “cinturão tucano”, onde teve votação expressiva no primeiro turno.

No Sudeste, o tucano perdeu três pontos percentuais e agora é derrotado pela petista por 44% a 40%. No Sul, ele perdeu dois pontos percentuais, mas ainda vence Dilma –que cresceu dois pontos– por 48% a 41%.

No Nordeste, ponto forte da petista, a distância entre os dois adversários, que oscilaram negativamente um ponto, ficou a mesma da pesquisa passada (37 pontos, ou 64% a 27%).

Desta vez, foram entrevistados 4.066 eleitores em 246 municípios em todos os Estados do país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pretendem votar em branco ou anular o voto 5% dos eleitores entrevistados (eram 4% no último levantamento), enquanto 8% dizem estar indecisos (contra 6% da última pesquisa).

Contratada pela Folha e pela Rede Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 37.404/2010.

deu ns UOL (Eleições 2010)

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, negou ter havido “direcionamento” em uma licitação do metrô de São Paulo aberta em outubro de 2008, quando o tucano era governador do Estado. A Folha de S.Paulo informou nesta terça-feira (26) que o resultado da licitação já era conhecido seis meses antes da divulgação oficial dos vencedores, anunciada na última quinta-feira.

Resultado de licitação do metrô de SP já era conhecido antes
“Direcionamento não houve. Pode ter havido acordo de construtoras, e eu creio que o governador Goldman vai instaurar agora uma investigação incluindo, inclusive, o Ministério Público, para ver se houve acordo entre as empresas”, disse nesta terça-feira (26) em visita às obras no estádio do Maracanã, na capital fluminense.

“Eu lembro que foi feita uma licitação, foi depois do meu governo, foi feita uma licitação que foi cancelada porque os preços não eram bons para o Estado, que queria preços mais baixos. Foi feita depois uma outra concorrência, que teve preços menores. Portanto, o interesse do Estado foi defendido”, prosseguiu o presidenciável, que já havia tocado no assunto mais cedo nesta terça. “Não sou mais governador”, disse então.

Estatal do governo paulista, o Metrô suspendeu e mandou refazer todo o processo licitatório em abril deste ano, mês em que Serra deixou o cargo de governador para disputar o Palácio do Planalto. A companhia afirmou que irá investigar o caso. Os consórcios vencedores do processo também negaram “acertos” ou irregularidades.

Leia mais na Uol Eleições 2010

http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/26

out
26

DEU NO TERRA

Tatiana Damasceno

Direto de Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta terça-feira nota de pesar pela morte do senador Romeu Tuma (PTB-SP). No texto, Lula diz que o senador merece “o reconhecimento e respeito dos brasileiros”.

O presidente seguiu para Curitiba (PR) para compromisso da campanha da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e designou o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Jorge Armando Felix, para representá-lo no velório do senador, que começará às 20h no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Romeu Tuma morreu às 13h de hoje, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado desde o dia 1º de setembro para tratar um quadro infeccioso de afonia (perda ou diminuição da voz). Além de exigir cuidados médicos, o problema impediu Tuma de fazer campanha nestas eleições. O candidato ficou em quinto na disputa pelo Senado em São Paulo e não se reelegeu.

No dia 2 de outubro, Tuma foi submetido a uma cirurgia para colocação de um dispositivo de assistência ao coração chamado Berlin Heart. O dispositivo auxiliava a regular a pressão e circulação sanguínea do paciente.

Integra da nota:

A Secretaria de Imprensa da Presidência da República informa que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou ao ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Jorge Armando Felix, que o represente na cerimônia fúnebre do senador Romeu Tuma, falecido nesta terça-feira (26/10).
O presidente da República também decidiu divulgar a seguinte nota de pesar, a propósito do falecimento:

Romeu Tuma dedicou grande parte da vida à causa pública, atuando de forma coerente com a visão que tinha do mundo e, por isso, merece o reconhecimento e o respeito dos brasileiros.

No Senado, deu contribuição especial ao debate da segurança pública no País, sempre com empenho e idéias inovadoras.
Neste momento de dor, quero me solidarizar com sua família, amigos e admiradores.

Luiz Inácio Lula da Silva.

out
26
Posted on 26-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 26-10-2010

Alecrim , hoje , no site Charge On Line

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BOA TARDE!!!

out
26

Tuma: o policial político

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DEU NO TERRA

O Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo informou que o senador Romeu Tuma (PTB-SP) morreu por volta das 13h desta terça-feira, 26. O corpo do parlamentar será velado à tarde no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo, segundo a assessoria de imprensa da Casa. A previsão é de que os restos mortais do parlamentar cheguem ao local entre 17h e 18h.

Tuma (PTB-SP) estava internado no Sírio-Libanês desde o dia 1º de setembro para tratar um quadro infeccioso de afonia (perda ou diminuição da voz). Além de exigir cuidados médicos, o problema impediu Tuma de fazer campanha nestas eleições. O candidato ficou em quinto na disputa pelo Senado em São Paulo e não se reelegeu.

No dia 2 de outubro, o senador foi submetido a uma cirurgia para colocação de um dispositivo de assistência ao coração chamado Berlin Heart. O dispositivo auxiliava a regular a pressão e circulação sanguínea do paciente.

Paulistano, Romeu Tuma completou 79 anos no último dia 4 de outubro e foi investigador e delegado da Polícia Civil do Estado antes de ingressar na política. Casado com a professora Zilda Dirane Tuma, deixa quatro filhos e nove netos.

Bacharel em direito pela PUC, Tuma entrou na polícia por meio de concurso, com 20 anos. Foi diretor de Polícia Especializada, na Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Durante a Ditadura Militar, chefiou o Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops). A atuação de Tuma à frente do Dops motivou uma ação do Ministério Público Federal em São Paulo contra ele no ano passado. Na ação, o MPF acusava o senador pela ocultação de cadáveres de opositores ao regime militar nos cemitérios de Perus e Vila Formosa.

Em 1983, Tuma assumiu a Superintendência da Polícia Federal e também os cargos de secretário da Receita Federal e da Polícia Federal. Na Receita, instituiu a recepção de declarações do Imposto de Renda por meio digital.

Foi assessor especial do governador de São Paulo entre 1992 e 94, tendo a sua primeira eleição neste ano. Eleito senador por São Paulo, pelo PFL, teve mais de 5,5 milhões de votos e se afastou do Poder Executivo para cumprir seu primeiro mandato.

Nas eleições de 2000, tentou a prefeitura de São Paulo e foi o quarto candidato mais votado. Em 2002, se elegeu novamente senador por São Paulo. Filiado ao PTB desde 2007, tentou a reeleição neste ano.

Tuma foi o primeiro Corregedor Parlamentar da história do Senado Federal. No Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, teve papel de destaque na primeira cassação de um mandato de Senador no Brasil e na renúncia de outros dois parlamentares que seriam cassados. Após esse episódio, foi indicado pelo Conselho para ser coordenador da Comissão Especial de Inquérito, que resultou na renúncia do então Presidente da Casa.

O senador integrava a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, e foi eleito vice-presidente da Comissão de Assuntos Interiores, Segurança e Defesa.

De seus quatro filhos, dois seguiram o caminho da política. Robson, o mais novo, foi deputado federal por São Paulo entre 1990 e 2006. Em 2008, candidatou-se a vereador na capital paulista, mas não foi eleito. Nas eleições deste ano, concorreu novamente a deputado federal, mas também não foi eleito.

Romeu Tuma Júnior também ingressou na polícia e, em 2002, foi eleito deputado estadual em São Paulo. Em 2007, Tuma Jr. assumiu a Secretaria Nacional de Justiça, órgão do Ministério da Justiça, sendo exonerado do cargo em junho deste ano devido a suspeitas de ligação com o suposto chefe da máfia chinesa no Brasil, Paulo Li. Os outros dois filhos de Tuma seguiram a área da saúde. Rogério é médico neurologista e oncologista e Ronaldo cirurgião dentista.

out
26
Posted on 26-10-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 26-10-2010


OPINIÃO POLÍTICA

Ataque à imprensa é amplo

Ivan de Carvalho

Ivan de Carvalho

Ontem tratei neste espaço de mal sucedida tentativa, feita pelo governo federal no primeiro mandato do presidente Lula, de criar órgão para controlar os jornalistas e a “atividade jornalística” – o projeto de lei foi arquivado pela Câmara dos Deputados.

Abordei o tema por causa de uma tentativa atual de ressuscitar esse tal “controle social” da mídia que o governo federal tanto quer e o PT tem como uma de suas diretrizes programáticas, além de fazer parte do Plano Nacional de Direitos Humanos-3, uma proposta recente do governo Lula.

A tentativa de ressurreição, assinalei ontem, surgiu na Assembléia Legislativa do Ceará, que, por proposta de uma deputada do PT e com votos de parlamentares de todos os partidos – inclusive do líder do governo, que representa na Assembléia o governador Cid Gomes, do PSB – aprovou projeto de lei criando um Conselho Estadual de Comunicação Social.

Ontem outra parte da história – ou deveria chamar de conspiração? – é revelada. O jornal Folha de S. Paulo, em sua principal manchete de primeira página, anuncia que, além do Ceará, em pelo menos mais três Estados estão sendo adotadas iniciativas iguais ou similares – Piauí, Alagoas e Bahia. E em São Paulo, aí sem envolvimento do Executivo e por proposta do deputado Mentor, do PT.

E conta a reportagem da Folha que essa coisa começou quando decreto do presidente Lula convocou a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada de 14 a 17 de dezembro de 2009. A Confecom fez “propostas orientadoras” relacionadas com o setor de comunicação. Daí saiu a brilhante (com toda a ironia) idéia desses conselhos estaduais. É certo que os Estados não têm competência para regular a mídia impressa ou eletrônica, mas esse invento dos “conselhos” estaduais pressiona e principalmente pode dar a impressão de que há uma demanda que exige uma regulação federal, através do Congresso Nacional, provavelmente por proposta do Poder Executivo.

Bem, o governo do Piauí, chefiado por Wellington Dias, do PT, recusou a proposta de criação de um “conselho” desses no Estado. Consultada, a Procuradoria Geral do Estado considerou a proposta inconstitucional, por se tratar de matéria da competência exclusiva da União. Bom assinalar que o projeto foi feito a partir de um grupo de trabalho criado pelo governador e foi enviado à Assembléia Legislativa por ele, governador, que deve ter depois mudado de idéia. “Não passa pela cabeça do governador qualquer tipo de cerceamento de liberdade de expressão”, disse o coordenador de Comunicação do Estado, Fenelon Rocha, enquanto o deputado estadual e presidente do PT do Piauí, Fábio Novo, insistia em que é a favor dos conselhos “para coibir abusos”, mas que defende (???!!!) a liberdade de expressão.

Em Alagoas, onde o governador, Teotônio Vilela Filho, é do PSDB, existe desde 2001 um conselho consultivo pouco operante que agora propôs transformar-se em conselho deliberativo, o que o capacitaria a “tomar medidas efetivas”. A proposta, por enquanto, está sob exame da Casa Civil e da Procuradoria Geral do Estado.

Na Bahia, um grupo de trabalho criado em novembro passado pelo governador Jaques Wagner, que foi reeleito, produziu minuta do regulamento do “conselho”. O regulamento está em exame pela Casa Civil e não será divulgado antes de passar “pelo crivo jurídico”, disse o secretário de Comunicação, Robinson Almeida. O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Heraldo Rocha (DEM), disse ontem que o projeto que o Executivo está elaborando sobre o controle social da mídia é um retrocesso aos avanços democráticos do país e atenta contra a liberdade de imprensa.

O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou ontem que esses conselhos são inconstitucionais e que “a OAB vai ter um papel crítico e ativo no sentido de ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade contra a criação desses conselhos.”

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