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A Brisa no Coração”, do cinematográfico Ennio Morricone, na voz maravilhosa da cantora portuguesa Dulce Pontes, é a música para terminar o domingo e esperar a chegada de uma semana eleitoral decisiva no Brasil.

É a música tema do belo filme “Páginas da Revolução”, o penúltimo feito
pelo inimitável Marcelo Mastroianni antes de partir. As imagena do saudoso Marcelo no filme é outra atração especial deste vídeo. Confira.

BOM NOITE!!!
(Vitor Hugo Soares)

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A Brisa do Coração

Dulce Pontes

Lua que brilha branca na manhã
Sobre o mercado dos melões de Ouro
Curiosa espreita as casas cor de rosa
À procura do nosso tesouro

O segredo a descobrir está fechado em nós
O tesouro brilha aqui embala o coração mas
Está escondido nas palavras e nas mãos ardentes
Na doçura de chorar nas carícias quentes

No brilho azul do ar uma gaivota
No mar branco de espuma sonoro
Curiosa espreita as velas cor de rosa
À procura do nosso tesouro

O segredo a descobrir está fechado em nós
O tesouro brilha aqui embala o coração mas
Está escondido nas palavras e nas mãos ardentes
Na doçura de chorar

out
24
Posted on 24-10-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 24-10-2010

Dilma se reidrata em caminhada no Rio/UOL

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Terra trong>

O Rio de Janeiro foi palco de atos de campanha realizados pelos dois lados da disputa do segundo turno pela presidência entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) neste domingo (23). Militantes petistas e tucanos não se confrontaram e o dia de manifestações correu sem incidentes, ao contrário do acontecido na quarta-feira (20), quando cabos eleitorais dos dois partidos brigaram durante caminhada de Serra em Campo Grande, também no Rio de Janeiro, e Serra foi atingido na cabeça por um objeto.

Serra diz que apoiou a Petrobras desde estudante
Dilma sobre carreata com Lula no RJ: “foi maravilhosa”
No Rio, “Bloco da Dilma” percorre a orla de Copacabana

O candidato tucano esteve presente em uma caminhada promovida pelo PSDB na praia de Copacabana. No final do percurso, Serra fez um discurso com foco no Estado, enfatizando o valor que dá à Petrobras e dizendo ser um apoiador da empresa estatal de petróleo desde sua época de estudante.

Serra disse que aprendeu política no Rio de Janeiro e agradeceu o comício organizado para ele, além de definir o Rio como a “identidade nacional”. Além dele, discursaram também Beto Richa, governador eleito pelo Paraná; Aécio Neves, senador eleito por Minas Gerais; e Geraldo Alckmin, governador eleito por São Paulo.

Já sua adversária Dilma Rousseff participou de uma carreata na zona oeste da cidade, entre os bairros de Realengo e Santa Cruz, acompanhada do presidente Lula, do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes.

Em outra atividade da campanha petista, o “Bloco da Dilma”, levado por integrantes das escolas de samba Unidos de Vila Isabel e Estação Primeira de Mangueira, misturou críticas a Serra com samba. Sem a presença da candidata, os participantes também caminharam pela avenida Atlântica, na orla de Cobacabana, poucas horas depois da caminhada pró-Serra fazer o mesmo percurso.

(Redação do portal Terra – Eleições 2010)
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias/

DEU NO TERRA

João Pequeno

Direto do Rio de Janeiro

Após se concentrar a partir das 13h em um bar na avenida Atlântica, próximo ao Posto 6, o “Bloco da Dilma”, formado por militantes do PT ligados a grupos carnavalesco do Rio de Janeiro, começou a percorrer, às 15h deste domingo (24), a orla de Copacabana, cerca de três horas depois de uma caminhada do candidato adversário à presidência da República, José Serra, (PSDB) ter feito o mesmo percurso.

Marcada inicialmente para as 10h, o “Bloco da Dilma” teve o horário adiado para não coincidir com a passagem dos tucanos. O diretório estadual do PT temia repercussões negativas como a da última quarta-feira (20) quando petistas tentaram bloquear a passagem de Serra por um calçadão em Campo Grande, na zona oeste da cidade, dando início a uma briga em que o próprio candidato do PSDB chegou a ser atingido na cabeça por um objeto.

Aberto por uma enorme boneca da candidata petista, o Bloco é levado por integrantes das baterias das escolas de samba Unidos de Vila Isabel e Estação Primeira de Mangueira. Participam do ato políticos e figuras do governo, como os deputados federais eleitos Jorge Bittar e Benedita da Silva e o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli.

No momento em que o bloco saiu para a avenida Atlântica, os simpatizantes do PSDB que participaram da caminhada tucana já haviam se dispersado. Não houve registro de tensão entre os dois grupos.

O desfile durou duas horas e terminou em frente ao Copacabana Palace. O encontro contou com a participação de Carlos Minc, deputado estadual reeleito, Luiz Sérgio, deputado federal eleito e presidente estadual do PT, e também de Milton Temer, que foi candidato a senador pelo Psol e declarou voto em Dilma no segundo turno.
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Mais notícias de Presidenciais no Terra:
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/

out
24
Posted on 24-10-2010
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Lute, hoje no Hoje Em Dia (MG)

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24
Posted on 24-10-2010
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Serra na caminhada do Rio/Terra

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DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 2010)

Marcela Rocha
Direto do Rio de Janeiro

Em seu primeiro comício no Rio de Janeiro, neste domingo (24), o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, fez um discurso com foco no Estado e enfatizou o valor que dá à Petrobras, além de criticar o comportamento do presidente Lula ao longo da campanha da candidata Dilma Rousseff (PT).

“O governo foi deixado de lado para ele (Lula) se encarnar em um partido e numa candidatura”, disse o tucano, último político a discursar após uma caminhada pela paz em Copacabana, na zona Sul da cidade. “Precisamos de um governo que tenha caráter, que se traduza na verdade e na honestidade”, acrescentou.

Para cativar o eleitorado carioca, Serra afirmou ter aprendido política no Rio de Janeiro e agradeceu o comício organizado para ele. “Aqui foi onde participei de um dos maiores comícios da minha vida e quis o destino que o maior desta campanha fosse agora no Rio”, disse o tucano, que reforçou a importância do Estado declarando que “o Rio é a nossa identidade nacional. Nenhum outro lugar expressa para o mundo aquilo que é o Brasil”.

Segundo Serra, “nenhum outro lugar neste momento tem a importância estratégica – essencial – que tem o Rio de Janeiro. Essa manifestação mostra que podemos e vamos dar a virada em direção à vitória”. Nos dois maiores colégios eleitorais (São Paulo e Minas Gerais), o PSDB elegeu governadores. Já no Rio, o governador reeleito Sérgio Cabral é do PMDB e apoia a candidata petista à presidência, Dilma Rousseff.

Em seu discurso, o tucano também destacou ser um apoiador da Petrobras desde que era estudante. A estatal é tema sensível ao eleitorado fluminense. “Eu defendo a Petrobras e defendi aqui no Rio quando era líder estudantil, mas como uma empresa estatal que tem de servir ao povo brasileiro e não como cabide de empregos, como instrumento de negócios…de uma aliança espúria”, afirmou ele em referência à coligacao que elegeu Lula em 2002. Serra aproveitou para pedir votos e que as pessoas “convertam quem está indeciso ou quem não está muito no voto do outro lado”.

Ao falar da sucessão presidencial e transição de governo, o presidenciável não poupou elogios ao ex-presidente Itamar Franco na eleição em que Fernando Henrique Cardoso foi vitorioso e também fez referência ao comportamento de FHC durante as eleicoes de 2002. “O governo não pode ser visto como um partido, como um grupo de interesses”, afirmou o candidato, que completou: “para nós, democracia nao é um instrumento para chegar ao poder”.

O comício contou ainda com discursos de Beto Richa, governador eleito pelo Paraná, que pediu “um Brasil ético”, Aécio Neves, senador eleito por Minas Gerais, defendeu “o fim da bandalheira”, e Geraldo Alckmin, governador eleito por São Paulo, fez discurso inflamado pedindo ética e afirmando que o PT significa o atraso e o aparelhamento do Estado.

Enquanto isso, os militantes gritavam pela presença de Fernando Gabeira, que estava no início da caminhada, mas depois não subiu no carro de som.

O ex-presidente Itamar Franco também tocou no assunto Petrobras, levantando um questionamento: “quem garante que ela (Dilma) vai chegar lá e não fará isso (privatização)?”

A caminhada partiu do Posto 6, próximo à divisa entre Copacabana e Ipanema, e estava programada para ir até o bairro do Leme, na extremidade oposta da praia. Mas ao seguir pela orla de Copacabana, ela parou na altura da rua Miguel Lemos, bem antes da metade do trajeto previsto


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SIMONE E DULCE PONTES
‘Canta Brasil/Aquarela do Brasil/Brasil’
(Alcyr Pires Vermelho/David Nasser – Ary Barroso – Cazuza/George Israel/Nilo Romero)

PROJETO ATLÂNTICO
Dulce Pontes e Simone
TV RTP – Portugal (1999) | TV Cultura – Brasil (maio/2000)

Um programa de televisão realizado e produzido em Lisboa no verão de 1998. Estreou em 7 de Março de 1999 em Portugal, e no Brasil em Abril de 2000, na TV Cultura. Eugènia Melo e Castro idealizou, fez a direção artística e apresentou uma série de 14 programas de 50 minutos cada, na RTP 1, tendo ao seu lado, como convidado especial na apresentação do programa, o produtor e compositor brasileiro Nelson Motta, que propositadamente de deslocou a Portugal para esse feito. Foi o concretizar de um projecto cuja intenção tinha solitariamente começado 20 anos antes: reunir duplas de artistas brasileiros e portugueses numa conversa informal dita e cantada.

Duetos realizados no Programa Atlântico: Vitorino e Elba Ramalho; Rui Reininho e Hebert Vianna; Luís Represas e Gal Costa; Cesaria Évora e Marisa Monte; Sérgio Godinho, Edu Lobo e Clã; Eugénia Melo e Castro e Wagner Tiso; Paulo Bragança e Ney Matogrosso; António Alçada Batista e Maria Bethânia; Blackout e Ed Motta; Cool Hipnose e Fernanda Abreu; Rui Veloso e Leila Pinheiro; Dulce Pontes e Simone; Né Ladeiras e Chico César.

Norma Couri, Jornal O ESTADO DE S. PAULO, 1998

BOA TARDE!!!

(VHS)

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS  (LISBOA)

Na edição deste domingo jornal PÚBLICO, um dos mais lidos e tradicionais jornais de Lisboa, numa conversa franca e bem ao seu estilo com a jornalista Alexandra Lucas Coelho, em seu apartamento no Rio de Janeiro, a economista portuguesa Maria da Conceição Tavares, “figura nacional no Brasil”,solta o verbo.

Na longa entrevista publicada com o título “Lula é um gênio do povo”, retirada de uma frase da entrevistada, Maria da Conceição diz porque vota em Dilma, explica porque acha que Lula é um líder sem par, livra a cara do candidato do PSDB, José Serra, que considera um bom e confiável economista, mas desce o malho sem dó nem piedade na cabeça do ex-presidente da República e líder tucano, Fernando Henrique Cardoso, a quem chama de “trapalhão”. Polêmica à vista.

Bahia em Pauta reproduz trechos da entrevista da economista portuguesa, que pode ser lida na íntegra na edição online do PÚBLICO: http://www.publico.pt

(Postada por Vitor Hugo Soares)

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Maria da Conceição Tavares: com a corda toda

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Maria da Conceição Tavares é daquelas figuras “maiores que a vida”. Aos 80 anos, a fumar ininterruptamente na sua casa do bairro carioca Cosme Velho, tem algo de Indira Gandhi ou Churchill. Voz e riso de trovão, olhar agudo, resposta incisiva. Respeitada em todo o espectro político como economista e pensadora, é uma das grandes conselheiras do PT. Nunca quis ser ministra porque diz tudo o que pensa.

Portuguesa, nascida em Anadia, crescida em Lisboa, filha de um anarquista que alojava refugiados da Guerra Civil de Espanha, veio casada e grávida para o Brasil, aos 21 anos, por causa de Salazar. Desde então, ao longo de 60 anos, formou gerações de economistas e líderes políticos, incluindo Lula.

A senhora deve ser a única pessoa no Brasil que consegue juntar no aniversário dos seus 80 anos….

Os dois candidatos à presidência da República! [ri-se]

… Dilma Rousseff e José Serra.

Mas o clima estava muito bom. Eles nunca se trataram mal, nem nada. Eram pessoas civilizadas, que se tratavam bem. A campanha é que despertou essa trapalhada. A noite [do aniversário, 24 de Abril] correu perfeita. Nem se discutiu política. Foi uma festa.

Eles sempre tiveram boa relação?
Não que sejam amigos pessoais, como eu sou amiga dos dois. Mas sempre tiveram boa relação. O Serra era um sujeito civilizado. Não sei o que deu na cabeça dele agora.

Conhece-o muito bem…

Desde 1968.

… se tivesse de explicar quem é José Serra, o que diria?

Um bom economista. Ambos éramos do PMDB, a frente democrática contra a ditadura. E ele saiu para fundar, com o [Mário] Covas e o Fernando Henrique [Cardoso], o PSDB, uma espécie de ala esquerda. Muita gente não acompanhou isso. Eu, por exemplo, não fui porque não faço muita fé no Fernando Henrique, que sempre foi meio dúbio, trapalhão. O Covas é que era o homem importante. Morreu. E aí… A partir do momento em que Fernando Henrique foi para o poder, o Serra manteve a posição dele como economista contra a política neoliberal.

Porque é que acha o Fernando Henrique “meio dúbio”?

Diz uma coisa para agradar a uns e outra para agradar a outros. Não fazia política, mas era um político na academia. E o Serra não, sempre foi muito “straight”, muito direito.

Confiaria mais no Serra que no Fernando Henrique?

Sem dúvida [ri]. E o primeiro governo [de Fernando Henrique] mostrou isso. Porque aí o Serra foi ministro de Planejamento contra a política neo-liberal do Fernando Henrique. Depois foi um bom ministro da saúde. Não havia nada nele que demonstrasse que ia ter uma mudança assim tão brusca. Mesmo quando foi candidato contra o Lula foi uma campanha normal. Ele sempre respeitou o Lula.
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Leia íntegra no PÚBLICO online:http://www.publico.pt

Lula em São Paulo: alerta contra a violência/Correio

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DEU NO CORREIO DA BAHIA

Redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (23), durante carreata em Carapicuíba (SP), que a “surra” que os aliados da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, querem dar nos adversários tucanos é nas “urnas”. Na última quarta (20), o candidato José Serra (PSDB) foi atingido na cabeça por objetos durante uma caminhada pelas ruas do Rio de Janeiro.

“Se a gente for provocado, a gente não tem que aceitar provocação, porque a surra que a gente quer dar neles é nas urnas, no dia 31. Nós não queremos agredi-los, nem com palavras nem com gestos, nós queremos encher as urnas de 13”, disse o presidente, ao lado de Dilma.

Em referência à agressão sofrida por Serra, o presidente disse que os adversários na disputa presidencial fizeram uma “armação” para acusar os petistas de agressão. “Tentaram fazer uma armação para dizer que nós somos violentes”, afirmou. Ele lembrou que foi derrotado três vezes nas urnas e jamais recorreu à violência.

“Eu perdi em 1989, eu perdi em 1994, eu perdi em 1998, e cada vez que eu perdi, não havia da minha parte ataque e nem jogo sujo contra o adversário. Mas eles, que falam em democracia, não sabem perder”, disse.

De acordo com perícia feita por Ricardo Molina a pedido da TV Globo em imagens gravadas durante a caminhada de Serra, o candidato foi atingido em um momento por um objeto semelhante a uma bolinha de papel. Posteriormente, ele é atingido na região fronto-parietal direita da cabeça por um objeto mais pesado, semelhante a um rolo de fita crepe.

Ainda durante a carreata em São Paulo, a candidata petista afirmou que na campanha teve “gente que semeou o ódio”. “Nós queremos a paz e o amor”, disse Dilma.

Sem confrontos
Mais cedo neste sábado, Lula e Dilma participaram de uma carreata em Diadema, no ABC paulista. A carreata petista, que era seguida por militantes que empunhavam bandeiras vermelhas e com o nome da candidata, teve como ponto final uma praça na Avenida Alba. Nesse local, uma carreata de apoiadores de José Serra, se encontrou com o grupo adversário.

Após insistentes pedidos para que a militância não entrasse em provocação, feitos pelo animador do carro de som petista, o grupo pró-Dilma fez um cordão de isolamento na praça para que os favoráveis ao candidato Serra se deslocassem sem risco de confronto.

out
24


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“Contigo Aprendi” é um clássico mundial do bolero, de autoria do mestre Armando Manzanero, interpretado neste video maravilhoso garimpado por Gilson Nogueira, pelo grande dueto da música brasileira de todos os tempos: Angela Maria e Cauby Peixoto.
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O editor do BP escolheu também uma versão do próprio Manzanero, para a madrugada no BP ficar ainda mais completa.

BOA NOITE!!!

(Vitor Hugo Soares e Gilson Nogueira)

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