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Blogbar do Fontana — Nos balcões dos bares da vida

MAYSA – Convite Para Ouvir MAYSA nº 2

RGE – 1958

Música – Diplomacia

Composição – Maysa

Capa – Foto de Indalécio Wanderley para a revista O Cruzeiro

Letra:

Diplomacia

(Maysa)

Pouco importa a razão da verdade
Que impede a felicidade
De morar no meu coração
Pouco importa se tudo hoje em dia
Se baseia na diplomacia
Que semeia a desunião

Se é preciso ouvir toda gente
Que só diz aquilo que não sente
Que faz pouco da minha aflição
Pouco importa a razão da verdade
Que impede a felicidade
De morar no meu coração

Se é preciso ouvir toda gente
Que só diz aquilo que não sente
Que faz pouco da minha aflição
Pouco importa a razão da verdade
Que impede a felicidade
De morar no meu coração

BOM DIA, MAS BOM DIA MESMO A TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BP.
UMA SAUDAÇÃO DE AGRADECIMENTO E BRINDE ESPECIAIS AO POETA PAULISTA DO BLOGBAR.
TIM TIM

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 16 outubro, 2010 at 9:21 #

Caro VHS!

Meu “rico” amgo!

Rico de boa prosa, de linguagem poética, de verdades que fluem, de olhar e compreensão, e “podre de rico” de paisagens da Bahia.

Confesso o prazer de ler, acompanhar,e interagir com o BP.

E dou vasão a este sentimento de fraternidade:

————————————————-

Uma prosa com aroma de poesia!

(luiz alfredo motta fontana)

Aprendi com Vinícius que amigos não são feitos, mas reconhecidos.

E assim vivi, reconhecendo um aqui, outro acolá.

Nunca os tive em quantidade, nem os quis assim, sou daqueles que precisam de um tempo, de um rito, de uma razão, de um momento.

Entretanto, por vezes, fui tomado pelo assombro, rodeado de convivas, tão duradouros quanto as festas, tão solícitos quanto os valetes de bons restaurantes.

Por vezes me vejo deserto de amizades, desprovido de cumplicidade, deslocado em minha mesa, estrategicamente ao canto, encantadoramente distante, embora ao alcance de um aceno.

Mas ainda assim, os amigos, eu os tenho, alguns em repouso, em algum endereço, que já não mais frequento, mas donos de meu apreço.

Outros, talvez, em compartilhada saudade, e civilizado respeito ao silêncio.

Poucos, insisto, mas meus.

Vários, por seu turno, foram os eventuais convivas, que por alguma razão desfiaram preces de amizade eterna, embora nunca os tenha percebido fraternos.

Esses, por vezes, como surgem, desaparecem, retornam ao palco, a espera de um novo conviva, com um novo sucesso em posar.

Lembram roupas de época, datadas, com nenhuma possibilidade de serem outra vez vestidas, apenas testemunhas de circunstâncias, trechos de um enredo, quando muito, partícipes de um descuidar.

Aprendi com Vínícius.

E agora sei.

Poucos são os parceiros.

Raras as composições.

Econômicos os versos.

Mas…

Linda a poesia!

————————————————–

Tim Tim!!!


luiz alfredo motta fontana on 16 outubro, 2010 at 9:25 #

errata:

vasão* = vazão

*esse erro não tem perdão


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