DEU NO IG

Em sua primeira aparição pública desde o início do segundo turno, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse hoje que cansou de ficar calado e que quer conversar com o presidente Lula ao final do mandato dele.
“Presidente Lula, terminada as eleições, quando você puser o pijama, venha ao meu instituto para conversar”, disse FHC, acrescentando: “Então vou dizer a ele, ‘presidente Lula, você fez muita coisa boa, mas não precisa ser tão mesquinho, rapaz'”.
As declarações foram feitas em evento do PSDB realizado hoje na zona norte da capital paulista, que reuniu militantes e teve a participação de caciques tucanos de São Paulo, como o governador eleito Geraldo Alckmin, o prefeito da capital, Gilberto Kassab, o governador Alberto Goldman e o senador eleito Aloysio Nunes.
FHC negou críticas do PT de que seu governo tivesse tentado privatizar a Petrobras. “Essa gente não tem duas caras, não tem é cara nenhuma, não tem o que dizer e, como não tem o que dizer, falam mal de nós, mentindo sem cessar”, declarou.
Já o governador eleito Geraldo Alckmin disse as últimas pesquisas vêm mostrando o crescimento de Serra. “A eleição está disputada mas acho que neste segundo turno o favoritismo está para o lado do PSDB”, comemorou, adiantando que nas próximas semanas a campanha será reforçada em locais como Baixada Santista e Ribeirão Preto, entre outros, e, fora do território paulista, em Estados como Goiás, Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Bahia em Pauta agradece a belissima e oportuna lembrança da composição sugerida por Regina. Da área de comentários para a tarde do BP. Que a colaboradora atenta receba merecidos agradecimentos no belo recanto onde era mora na costa do Pacífico, à beira da linda baia californiana de San Francisco. Que saudade!

Boa tarde !

(VHS)

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Posted on 14-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 14-10-2010


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Quinho, hoje no Diário da Tarde (MG)

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14
Posted on 14-10-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 14-10-2010

Deu no MSN-Estadão

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, e o candidato do PSDB, José Serra, estão tecnicamente empatados na corrida para o Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã. Segundo o levantamento, Dilma tem 46,8% do total de intenções de voto, enquanto Serra tem 42,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, a CNT explicou que essa diferença entre os dois candidatos se configura em empate técnico.

Os votos brancos e nulos somam 4%, enquanto 6,6% dos entrevistados não souberam ou não responderam em quem votar. Considerando-se apenas os votos válidos, o que desconsidera os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, Dilma tem 52,3% e Serra aparece com 47,7% das intenções.

Antes da realização do primeiro turno das eleições, no início deste mês, Dilma aparecia com 53,9% das intenções totais de voto e Serra registrava 34,5%, em uma simulação para um até então eventual segundo turno.

Na indicação espontânea dos eleitores entrevistados, a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, tem 44,5% das intenções de voto enquanto o candidato José Serra (PSDB) tem 40,4%. Na pesquisa espontânea, também se configura o empate técnico entre os dois candidatos já que a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais.

Nesse tipo de levantamento, 4% dos eleitores disseram que vão votar branco ou nulo e 10,6% disseram não saber ou não responderam em quem irão votar.

A pesquisa CNT/Sensus mostrou ainda que o índice de rejeição da candidata Dilma Rousseff ficou em 35,4%, ante 32,6% na simulação antes do primeiro turno, realizada entre os dias 26 e 28 de setembro. Serra, por sua vez, teve queda na rejeição, passando de 40,2% para 37,5%, no mesmo período.

O levantamento mostra que 43,3% dos entrevistados disseram que Dilma seria o único candidato em que votariam para presidente, enquanto 37% afirmaram que votariam apenas em Serra. A pesquisa também questionou sobre as expectativas de vitória dos eleitores, em que 59,6% disseram acreditar que Dilma irá vencer as eleições, enquanto 29% disseram acreditar que Serra sairá vencedor. Essa pergunta foi feita independente do voto declarado pelo entrevistado.

A pesquisa informa que 72,9% já têm o voto definido para o segundo turno das eleições. O levantamento revela também que 22,9% dos entrevistados ainda não têm o voto definido. Um total de 4,3% disseram não saber ou não responderam se já têm o voto definido e não pretendem mudar essa opção.

O levantamento ainda questionou a intenção de comparecimento às urnas no segundo turno e constatou que 92,7% disseram que certamente vão votar; 3,9% talvez irão vota; e 2,7% disseram que não vão votar.

A pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios nas cinco regiões do País e em todos os Estados brasileiros entre os dias 11 e 13 de outubro e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 35.560/2010.

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Wagner com Dilma no comício em Teresina
Foto de Roberto Stuckert Filho

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Claudio Leal

Direto de Teresina

O comício de Lula e Dilma, em Teresina (PI), na noite desta quarta-feira, 13 de outubro, alistou o governador reeleito da Bahia, Jaques Wagner, na batalha do segundo turno da eleição presidencial no Nordeste. Wagner embarcou no avião de Dilma, em Brasília, e só retornará à Bahia depois do ato político em Belém do Pará, nesta quinta.

No palanque, o presidente Lula interrompeu seu discurso para que “o galego” e o governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), defendessem a candidatura de Dilma. “O cara é galego, nasceu no Rio de Janeiro e foi eleito na Bahia duas vezes. É o cara. Obama não falou que você é o cara porque não lhe conhecia, bicho”, brincou Lula.

Diante da multidão piauiense, Wagner estendeu-se mais do que o permitido e relembrou uma conversa com o presidente, em 2006. Perto de deixar a Casa Civil, anunciou a Lula: “Tô indo embora, porque vou ser candidato na Bahia”.

“Ô galego, perdeu o juízo? Todo mundo diz que ninguém ganha do PFL lá!”, reagiu Lula.

“Não tenho medo do serviço, da poeira da estrada”, respondeu Wagner. Prosseguiu o relato com o pacto de Lula: “Tudo indica que eu devo ser eleito no primeiro turno. Se você chegar ao segundo turno, eu vou lá lhe ajudar”, prometeu o presidente.

Deu-se o inesperado. Wagner venceu o grupo do ex-senador ACM e se dispôs a ajudar Lula no segundo turno. O governador baiano relembrou a história para explicar por que se encontrava no Piauí, por onde já passara na semana passada: com Dilma, repete o gesto de 2006.

“Não caiam no conto do vigário. Estão inventando mentiras, mentiras e mentiras com a Dilma”, atacou o “galego”. “Na Bahia, me disseram isso e eu digo aqui: ‘Votei no painho, deu certo. Agora vou votar na mainha'”.

De volta ao discurso, Lula brincou, despertando o sorriso dos eleitores: “Eu só pedi uma opinião, o cara tomou o microfone e falou que nem o homem da cobra!”.

out
14
Posted on 14-10-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 14-10-2010

Dilma e Serra: estresse na reta final

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OPINIÃO POLÍTICA

Pesquisa, carta e ultimato

Ivan de Carvalho

1. A candidata da coligação liderada pelo PT a presidente da República, Dilma Rousseff, recebeu ontem um remédio contra estresse – os resultados da primeira pesquisa do Instituto Vox Populi feita após a realização do primeiro turno das eleições. Com uma diferença mínima, quase irrisória, a pesquisa Vox Populi, realizada nos dias 10 e 11, confirma a pesquisa Datafolha realizada após a votação de 3 de outubro.

É praticamente consenso nos meios políticos – nos quais o que se declara à mídia costuma ser diferente do que se pensa ou mesmo se diz em privado – que a pesquisa Datafolha foi ruim para Dilma Rousseff. É que ela, na votação do primeiro turno, obteve, quanto aos votos válidos, uma vantagem de 14 pontos percentuais sobre José Serra, candidato da coligação liderada pelo PSDB. Mas na pesquisa Datafolha, realizada quase imediatamente após o pleito, essa diferença, tendo em conta só os votos válidos, caiu para oito pontos percentuais.
Considerando todas as intenções de voto, a vantagem de Dilma baixou para sete pontos percentuais.

Considerando a pesquisa Datafolha e comparando seus resultados com os do Vox Populi, pode-se avaliar que estes últimos foram bons para Dilma Rousseff: computando-se só os votos válidos, a candidata recuperou um ponto percentual de sua vantagem original (os 14 pontos de frente obtidos na eleição), passando de oito (no Datafolha) para nove (no Vox Populi). Quando se leva em conta a totalidade das intenções de voto, Dilma Rousseff apresenta vantagem de oito pontos (um a mais que no Datafolha, que apontara 48 por cento para Dilma e 41 por cento para Serra).

Ora, o aumento de um ponto na vantagem da candidata petista, em comparação com os números do Datafolha, não é significativo. Está dentro da tal margem de erro e, nas circunstâncias das duas pesquisas, pode ser tido como praticamente irrelevante. O que é relevante é outra coisa: entre uma pesquisa e outra (se ambos os institutos mediram corretamente a posição dos eleitores) parou de aumentar a veloz redução da desvantagem de Serra, passado o tempo da largada. Dilma conseguiu estabilizar-se ou Serra não conseguiu continuar crescendo – ou as duas coisas. Os dois candidatos, entre a pesquisa Datafolha e o dia 11, pelo menos, na questão da intenção de votos, estariam virtualmente paralisados.

2. Em outra frente, a candidata do PT teve um dia atribulado. Reuniu-se com evangélicos aliados e estes lhe propuseram que assine uma carta aberta aos brasileiros, comprometendo-se a, caso eleita presidente, não mandar ao Congresso ou, se este aprovar, apor o veto presidencial a qualquer projeto de lei – bom lembrar que no caso de emenda constitucional o (a) presidente não precisa propor e não pode vetar – que modifique, ampliando ou “flexibilizando, o artigo 127 do Código Penal, que criminaliza o aborto. A carta sugerida pelos evangélicos aliados incluiria também outras questões que têm provocado muita polêmica. Dilma disse que vai estudar a proposta da carta.

3. Enquanto isso, o ex-governador do Rio de Janeiro e deputado mais votado no Estado (695 mil votos), Anthony Garotinho, do PR (partido da coligação liderada pelo PT) e evangélico da Assembléia de Deus, condicionou seu apoio a Dilma Rousseff à revogação imediata, pelo presidente Lula, do decreto editado por ele mesmo, que instituiu o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ressaltou que a questão do aborto não é o único problema do PNDH-3, assinalando que este também propõe a legalização da prostituição e obriga os hospitais conveniados ao SUS a fazer operação de mudança de sexo, sob pena de perder o convênio. “É um absurdo esse tipo de exigência”, disse Garotinho.

Garotinho, na prática, deu um ultimato.


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Viva Chile!!! Boa Noite!!!

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