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Adeus, grande dama do canto!

Boa Noite!!!

(VHS)

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Joan Southerland: adeus da “estupenda dama do canto”

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A soprano australiana Joan Sutherland, considerada uma das grandes vozes do canto lírico do século XX, morreu aos 83 anos na Suíça. A notícia foi divulgada nesta segunda-feira,11, pela BBC.

De acordo com a estação britânica, a saúde da cantora deteriorou-se depois de ter sofrido uma queda.

Joan Sutherland retirou-se dos palcos em 1990, mas ficou sempre com o cognome “La stupenda”, por ter interpretado em 1960, na Itália, a ópera “Alcina”, um ano depois da sua estreia em Londres.

Ao longo da carreira interpretou as mais importantes peças do repertório operístico, de Mozart a Verdi, de Donizetti a Puccini, de Offenbach a Bizet.

A história da soprano australiana passou também por Portugal, já que atuou no Coliseu de Lisboa, na véspera da revolução dos cravos,  em 24 de abril de 1974, na ópera “La Traviata”.

Um ano depois de se retirar dos palcos, em 1991, a rainha Isabel II de Inglaterra atribuiu-lhe a ordem de mérito “Dame”.
(Informações do Diário de Notícias, de Portugal)

out
11
Posted on 11-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 11-10-2010


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Pelicano , no Bom Dia (SP)

Mirelle Irene

 

Direto de Goiânia

O candidato à presidência da República, pelo PSDB, José Serra, disse na tarde desta segunda-feira (11), em Goiânia, que desconhece Paulo Vieira de Souza, ex-diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) ( conhecido como Paulo Preto), na gestão tucana em São Paulo, que teria sumido com R$ 4 milhões de campanha eleitoral – questionamento feito pela candidata petista Dilma Rousseff, neste domingo (10) em debate promovido pela Rede Bandeirantes .

“Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando”. Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo “bobagens”.

Durante entrevista, após uma caminhada pelas ruas do centro de Goiânia, Serra afirmou que ficou surpreendido com a atitude agressiva de sua adversária no debate. Serra lamentou a postura agressiva da petista no debate. “Campanha eleitoral é para discutir propostas, é para comparar os candidatos para eles apresentarem o que fizeram, o que vão fazer. Esse é o lado melhor da campanha eleitoral e não atacar reiteradamente a família de candidato”, acusou.

Porém, mais tarde, no aeroporto da capital goiana, comentou que o tom de Dilma era uma das hipóteses que o PSDB esperava. “Ela foi treinada para dar declarações durante o debate”, disse. Contudo, ele contestou que a candidata tenha pautado o encontro. “Eu teria feito um debate mais dentro de propostas, mas a gente está aí para o que vier”.

Serra ainda comentou sobre a insistência de Dilma em falar sobre as privatizações realizadas pelos governos tucanos. Segundo ele, o PT trouxe o tema porque é um momento eleitoral. “Eles são o partido mais privatizante do País”.

Na caminhada, críticas ao governo Lula

Durante o discurso em cima de um carro de som, no evento em Goiânia, Serra criticou indiretamente o governo Lula e afirmou acreditar que o PSDB vai fazer um governo de união e conseguirá governar com maioria.

Serra lembrou que respeita os poderes. “Não vou querer mandar no Senado e nem na Câmara. Eu prezo a independência dos poderes”, disse, afirmando que os parlamentares são “homens de diálogo”. Serra ainda mostrou otimismo de que, se eleito presidente, poderá alcançar um governo forte em sua sustentação. “Nós vamos conseguir governar com maioria no Congresso, estejam certos disso”, disse.

O tucano afirmou que tem muita confiança e esperança de que pode fazer no Brasil um governo de união de todas as regiões. “Não vamos dividir o Brasil, uma região contra a outra, como foi feito no caso do pré-sal”, disse. Serra também defendeu que o diálogo entre situação e oposição no Brasil seja mais equilibrado. “Para mim adversário não é inimigo. A oposição deve ser respeitada, ela faz parte da democracia”, disse, cobrando “civilidade” no trato da oposição no Brasil. “Presidente, governador, prefeito, têm que saber como se comportar na eleição”, alfinetou.

Serra garantiu que não vai alterar nada no país que esteja funcionando. “Eu vou mobilizar tudo aquilo que eu aprendi na vida, para aplicar na presidência da República, fazer todo o empenho para governar bem o país, para ter uma economia forte, para recuperar saúde, segurança e educação. E para que o Brasil ande para adiante”, disse. “Tudo aquilo que deve ser aproveitado, que eu encontrar será mantido e reforçado, aquilo que não estiver bom nós vamos corrigir”, ainda disse, garantindo, por exemplo, que vai fortalecer estatais, que estão enfraquecidas pela “privatização política”, e citou os Correios. José Serra disse ainda que o atual governo não reconhece o que os anteriores fizeram e é “ingrato” com o governo FHC.

O tucano falou também sobre suas propostas, como a criação do Ministério da Segurança, e que vai se aliar aos governadores no enfrentamento do crime, em especial ao narcotráfico. Prometeu, ainda, que vai fazer parceria com o candidato ao governo do estado, Marconi Perillo (PSDB), para trazer obras de infra-estrutura ao estado, como um novo aeroporto e um metrô para a capital.

O candidato foi recebido em Goiânia por correligionários locais, em especial o candidato pelo PSDB ao governo do Estado, Marconi Perillo. Ele participou de uma caminhada de 40 minutos pelas principais ruas do centro da cidade.

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out
11
Posted on 11-10-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 11-10-2010

Serra e Dilma: além das aparências

OPINIÃO POLÍTICA

O aborto no centro da campanha

Ivan de Carvalho

A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, reclamou, no fim de semana, contra o barulho que se está fazendo a respeito do aborto. Um barulho que, junto com alguns outros, já a prejudicou pesadamente, sob o aspecto eleitoral, na votação do começo do mês.

Disse a candidata e ex-ministra chefe da Casa Civil, após visita a uma instituição filantrópica, semana passada: “Essa discussão é legítima… ela só não pode ser o centro de todo o debate no Brasil”.

Peço licença para discordar dela e dos que concordam com ela.

Pode. Pode ser o centro, sim. E, se for necessário para deixar bem claras as posições dos dois candidatos e seus partidos, bem como suas razões, deve. A sociedade precisa conhecer a fundo o assunto, já que se trata de uma questão vital, por natureza.

Numa sabatina na Folha de S. Paulo, em 2007, a então ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República foi questionada: “Sobre o aborto, qual a posição da senhora? A legislação atual é adequada (considera crime o aborto, salvo em caso de estupro ou grave risco para a vida da gestante) ou a senhora defende uma ampliação?”.

A resposta foi instantânea, rápida, segura, tranqüila e firme, como está evidente em vídeo feito na ocasião e disponível na Internet: “Olha, eu acho que tem de haver a descriminalização do aborto. Hoje, no Brasil, isso é um absurdo que não haja – a descriminalização”.

Depois, em abril de 2009, em entrevista à revista Marie Claire, respondendo a uma pergunta da revista, que se declarava favorável à descriminalização, Dilma Rousseff respondeu: “Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública. Há uma quantidade enorme de mulheres brasileiras que morre porque tenta abortar em condições precárias. Se a gente tratar o assunto de forma séria e respeitosa, evitará toda sorte de preconceitos. Essa é uma questão grave que causa muitos mal-entendidos.”

Note o leitor: “Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização”. À revista, em abril de 2009, reafirmou o que dissera ao jornal em 2007. Descriminalização, legalização – sinônimos óbvios, no caso, de liberação.

Hoje, a candidata diz coisas confusas ou vagas a respeito. “Sou a favor da vida em todos os seus aspectos”. Eu, você e as torcidas do Flamengo e do Corinthians também são. E as dos outros times também.

O aborto e o uso de drogas ilícitas resultam de um processo de desigualdade social que leva ao “esgarçamento” e à “corrosão” da família, teoriza, sensatamente, é claro, a candidata. “Você vê gravidez na adolescência, você vê situação de extremo risco… jovens recorrendo a aborto usando agulha de crochê e vê menino de sete anos usando crack”.

É, tem isso tudo. E tem o aborto. Mas agora, que o bicho pegou, diz a candidata do PT (partido que tem a descriminalização do aborto no seu programa): “O aborto é uma agressão ao corpo da mulher”. É. E já era em 2007 e em abril de 2009. Mas não é só uma agressão ao corpo da mulher. É uma execução do ser humano absolutamente inocente e indefeso que se desenvolve ainda no ventre da mãe, a hospedeira. Este outro corpo humano vivo (inclusive animado por alma e espírito, segundo os espiritualistas) não é o corpo da mãe e tem o direito natural à vida.

E a candidata governista promete que não mandará ao Congresso Nacional proposta para descriminalizar o aborto. Ora, um parlamentar qualquer pode propor e uma maioria (até coordenada nos bastidores por parlamentares governistas) pode aprovar. Se a candidata do PT comprometer-se solenemente com a nação a se opor firmemente a qualquer mudança legislativa que favoreça a prática do aborto, ela poderá tirar, como quer, o tema do centro do debate na campanha para o segundo turno.

Bom dia para todos. Curtam o maravilhoso maluco beleza enquanto dou uma passada por Guarajuba e Sauipe nesta véspera de feriadão, que ninguem é de ferro, como dizia o poeta nordestino Ascenso Ferreira.

Ou como diz Raulzito em seu rock;

“É, a coisa está assim!”

Confiram. Volto logo mais à noite. Tchau

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 2010)

Ao final do primeiro bloco do debate promovido pela Rede Bandeirantes neste domingo (10), a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou que seu adversário José Serra (PSDB) deve esclarecer a questão de Paulo Vieira de Souza, assessor do tucano que, segundo a petista, “fugiu com R$ 4 milhões de sua campanha”.

Primeira a questionar, Dilma começou atacando e perguntou se Serra considera correta a forma com que sua campanha tem se desenvolvido. “Acho que sua campanha procura me atingir por meio de calúnias, mentiras e difamações. Eu tenho visto o seu vice, Indio da Costa, a única coisa que ele faz é criar e organizar grupos para me atingir até em questões religiosas. Gostaria de saber se o senhor considera essa forma de fazer campanha é correta”, perguntou a petista.

Durante a resposta, Serra também criticou a campanha de Dilma. “Até blogs com seu nome fazem ataques a mim e a minha família. É uma campanha bem orquestrada”, afirmou. O tucano disse que sua campanha cobra conhecimento dos candidatos e lembrou o escândalo da Casa Civil e do aborto. “Em relação ao aborto, você disse com clareza que era a favor da liberação do aborto. Isso tem gravado”, acrescentou.

Na réplica, Dilma afirmou: “a última mentira contra a mim foi porque vocês disseram que minha campanha pediu para abrir sigilo (…) Hoje você é réu por calúnia e difamação”. Ela falou ainda que acha estranho Serra dizer certas coisas. “Você regulamentou o acesso ao aborto no SUS”, falou a petista, acrescentando que até concorda com a regulamentação e que o aborto não deve ser tratado como um caso de polícia. “Entre prender e atender, eu prefiro atender”, afirmou

Serra x Dilma: tempo quente na Band

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Deu no IG

Os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) transformaram o primeiro debate do segundo turno da eleição presidencial em palco para a troca de acusações e duras críticas. Em um embate que se estendeu por todos os blocos do programa, a petista e o tucano se revezaram em menções à polêmica sobre aborto, às denúncias de corrupção que atingiram a Casa Civil do governo Lula e à política de privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso.

A decisão de Dilma de partir para o ataque contra Serra já era prevista pela campanha petista, como adiantou o iG. O confrontou esquentou logo na primeira pergunta, quando Dilma abordou Serra dizendo ser vítima de uma campanha baseada em “calúnias”. “Sua campanha procura me atingir por meio de calúnias, mentiras e difamações”, disse Dilma, acusando o vice do adversário tucano, deputado Indio da Costa (DEM-RJ), de reunir grupos de discussão com o objetivo de explorar eleitoralmente “questões religiosas”. Serra reagiu: “Vocês confundem verdades ou matérias de jornais com ataques orquestrados”.

Em meio à troca de acusações, Serra entrou no tema do aborto, ao dizer que Dilma mudou seu discurso sobre o procedimento – a petista declarou no passado que é a favor da descriminalização e nas últimas semanas tem reforçado o discurso em “defesa da vida”. “Aí se trata de ser coerente, de não ter duas caras”, reforçou o tucano.

Dilma não negou o apoio à descriminalização, mas investiu na tese de que se trata apenas de evitar que mulheres que tenham sofrido complicações por realizarem clandestinamente o procedimento não corram o risco de serem presas ao buscarem socorro.

A petista também acusou Serra de ter “mil caras” e disse que o rival se tornou alvo de investigação por tê-la acusado de montar um dossiê. “Você é réu por calúnia e difamação. Você está caminhando para entrar na Ficha Limpa”, rebateu a petista. Dilma ainda mencionou o fato de a mulher do tucano, Mônica Serra, ter dito que a petista é “a favor de matar as criancinhas”. “Eu não concordo com a fala da sua senhora. é uma coisa antiga”, afirmou.

Os dois baixaram o tom por alguns minutos, após Serra questionar Dilma sobre segurança pública. Pouco depois, entretanto, a petista retomou os ataques. “O senhor deveria olhar o seu assessor Paulo Vieira de Souza, que fugiu com R$ 4 milhões de dentro da sua campanha”, provocou, em referência a denúncias envolvendo um suposto desvio de recursos comandado por Vieira, que foi diretor da Dersa.

Dilma manteve o tom em alta no segundo bloco, ao lembrar que Serra normatizou a realização do aborto nos casos autorizados pela atual lei – a regra atual, que data de 1940, autoriza o procedimento nos casos de estupro e de risco à vida da mãe. “Agora, precisamos saber se vamos partir para a hipocrisia”, ironizou a petista. “Eu lamento as suas mil caras”, reforçou. Indiretamente, Serra criticou Dilma por ter sido indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a corrida presidencial. “As pessoas sabem que eu tenho cabeça própria, não fui pinçado por ninguém”, disse.

Privatização

Enquanto o aborto e as denúncias de corrupção predominaram no primeiro bloco, no segundo Dilma trouxe para a discussão o tema das privatizações. A petista abriu falando sobre a Petrobrás. Elogiou a recente capitalização da companhia e criticou a administração da empresa sob a gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso. “É só voltar a campanha eleitoral que o PT volta neste assunto”, rebateu Serra, queixando-se de ser criticado pelo PT pelas privatizações. “O PT colocou o Banco do Brasil na Bolsa de Nova York e aumentou o capital privado no Banco”, disse Serra.

Dilma queixou-se da tentativa do governo FHC de mudar o nome da Petrobras para Petrobrax. Serra respondeu dizendo sempre ter se comprometido com a companhia e alegando que o atual presidente do PT, José Eduardo Dutra, que presidiu também a Petrobras, elogiou medidas do governo tucano em relação à empresa. Dilma, em seguida, reforçou o discurso antiprivatização. “Vocês achavam que era uma vergonha não privatizar.”

Serra prometeu “reestatizar os Correios”, que segundo ele passou a servir aos interesses dos “companheiros”. Prometeu ainda fortalecer a Petrobras e outras instituições públicas, como o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Segundo a emissora, o debate deste domingo teve média de audiência de 4 pontos e pico de 6 pontos, segundo o Ibope.

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