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BOA NOITE!!!

out
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DEU NO IG (no Poder Online, de Tales Faria) )

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, teve há pouco em Brasília o seu primeiro encontro com a candidata ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz (PSC), durante o primeiro ato de mobilização dos aliados para a campanha de segundo turno do tucano.

Foi um encontro rápido, mas afetuoso, em que Serra pegou no rosto de Weslian, beijou e agradeceu a sua presença. Uma mostra de que, se fugiu de Brasília no primeiro turno, desta vez José Serra não pretende deixar a capital de fora da sua campanha. Vai fundo com Weslian Roriz e o marido, Joaquim Roriz, atrás de votos.

Falha de William Bonner no JN

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Deu no site “Conversa Afiada”, do jornalista Paulo Henrique Amorim, com base no comentário de um navegante especialista em legislação eleitoral:

“O Jornal Nacional cometeu uma gafe ontem (5).

Em matéria de destaque sobre os votos do Tiririca, William Bonner afirma com todas as letras que, “caso a candidatura de Tiririca seja impugnada, os votos dele serão anulados”. Na matéria ainda o JN fez questão de colocar em destaque os 3 deputados, entre eles Protógenes Queiroz, que “teriam sua eleição ameaçada” na hipótese de Tiririca ser punido.

A informação NÃO É VERDADEIRA.

Ou faltou lição de casa para o JN ou sobrou assessoria do Daniel Dantas.

O Art. 175 do Código Eleitoral é claro no sentido de que, caso a impugnação ocorra após uma eleição, OS VOTOS NÃO SÃO ANULADOS e ficam com o partido/coligação que o elegeu. Portanto, caso Tiririca seja punido, José Genoíno, primeiro suplente da coligação, seria eleito Deputado Federal. Os 3 deputados mostrados no JN não correm qualquer risco com relação a Tiririca (Apenas o Deputado Wanderley Sidraque – PT perderia o cargo caso Maluf seja considerado “ficha-suja”).

Segue o Art. 175 do Código Eleitoral (ou da “Constituição” como o JN gosta de falar) e os parágrafos esclarecedores sobre o caso: http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2323586/art-175-do-codigo-eleitoral-lei-4737-65

§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. : (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961 , de 4 5.66)

§ 4º O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença, caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. (Incluído pela Lei nº 7.179 , de 19.12.1983)

Para desespero de Daniel Dantas e tristeza de alguns jornalistas (inclusive dentro da Rede Globo), o – ínclito, como você diz – Delegado Protógenes Queiroz está definitivamente ELEITO !

Em tempo: infrutífera também foi a tentativa de melar a eleição do ínclito delegado com a farta divulgação de um livro cujas teses coincidem com os ataques de Daniel Dantas à Operação Satiagraha, que o prendeu duas vezes (e poderá prender mais !). – PHA
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Bahia em Pauta comenta: Vale dizer ainda que o delegado Protógenes Queiroz, baiano de nascimento, não saiu das urnas com um mandato qualquer. Praticamente sozinho, sem muita ajuda de espaço e recursos no PC do B, partido ao qual se filiou para concorrer às eleições, o delegado Protógenes recebeu mais de 94 mil votos no renhido colégio eleitora de São Paulo. É preciso verificar quantos eleitos para a Câmara tiveram mais votos no País que o condutor da Operação Satiagraha, que fez do combate à corrupção sua principal bandeira de campanha. Em São Paulo por exemplo, teve mais votos que o petista José Genoino, em passado recente uma voz quase diária nos noticiários do JN.

(Postado por Vitor Hugo Soares)


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Deu no Setaro’s Blog, do crítico de cinema e professor da Escola de Comunicação da UFBA, André Setaro, sobre uma foto antiga do cineasta Tuna Espinheira abraçado com o poeta Anysio Melhor. Na imagem aparece, também, segundo Setaro, a jornalista, amiga especial (assim como Tuna e André) do Bahia em Pauta , boêmia das boas e de sempre, Lucy Bruni. É ela mesmo? Pergunta BP aos seus leitores.

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Setaro escreve na legenda da foto:

Tuna Espinheira há 28 anos, atrás (1982), quando das filmagens de “O cisne também morre”, abraça o grande poeta baiano Carlos Anysio Melhor. Participei, modéstia à parte, do filme como ator. Fiz um agente funerário que tinha, como hobby, e não nas horas vagas, beber formol. O cisne também morre é uma homenagem ao poeta e, mais que isso, à vida boêmia, que, se traz muitas alegrias, também é fator determinante de algumas tragédias. Tuna inspirou-se na trajetória boêmia e poética de Carlos Anysio Melhor. O elenco – e fico com receio de omissão – conta com figuras carimbadas da baianidade etílica: Solon Barreto, Fernando Rocha, Agnaldo (Siri) Azevedo, Fred Souza Castro, Angelo Roberto, entre outros.

Filmado em 16mm, O cisne também morre tem suas locações nos pontos boêmios da Bahia, quando havia um clima e uma atmosfera para a prática da boemia. Atualmente, cidade enfartada, Salvador é um celeiro de engarramentos e não permite mais o exercício do cachacismo. A garota que aparece ao lado de Anysio parece ser Lucy Bruni, jornalista atuante nos tempos contemporâneos.
A Bahia precisa descobrir a Bahia que foi encoberta pelos dragões das maldades. Precisamos de um Gil Vicente urgentemente aqui! Que Gregório e Glauber ressuscitem dos túmulos…E tantos outros…E tantos outros…Tuna é a nossa fina poesia, delicada, profunda, mínima e máxima explosão de raios inteligentes nas telas do Brasil. E eu repito: Acorda humanidade!

Terça-feira, Outubro 05, 2010 10:16:00 PM
Postar um comentário : http://setaroandreolivieri.blogspot.com

(Postado por Vitor Hugo Soares)

out
06
Posted on 06-10-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 06-10-2010

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Jorge Braga, no O Popular (GO)


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Marina Silva agradece sua “Equipe Web” dois dias antes da eleição!
Sensibilidade e delicadeza que deveriam ser um exemplo para os dois concorrentes no segundo turno, em lugar das novas “arrumações” onde o oportunismo é a tônica. Um presente também para os profissionais da EEB em geral e os brasileiros em particular.

(Postado por Vitor Hugo Soares)


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No meio da polêmica nacional sobre o resultado do primeiro turno na eleição presidencial, domingo passado, 3, o jornalista Ivan de Carvalho pontua em seu artigo desta quarta-feira na Tribuna da Bahia: “O que ficou claro foi a tendência descendente da líder da votação, Dilma Rousseff e a tendência ascendente do vice-líder no primeiro turno, José Serra.” Bahia em Pauta reproduz o texto de Ivan.

OPINIÃO POLÍTICA=

A batalha do segundo turno

Ivan de Carvalho

No finalzinho da campanha eleitoral, acompanhando a linha do que segredavam pesquisas feitas sob encomenda para consumo interno das principais candidaturas a presidente da República, um quadro bastante nítido se desenhou, reforçado pela arguta observação de certos políticos – a candidata do PT, Dilma Rousseff, descia involuntariamente de seus saltos Luiz XV, enquanto José subia lentamente a serra e a jaguatirica morena do PV dava o bote.

Agora, é claro, a doce jaguatirica Marina está fora da disputa, que passou a comportar apenas dois contendores, que se engalfinham na tentativa de obter, quando não o improvável ou quase impossível apoio declarado de Marina, mas a simpatia de seu entorno e de seus eleitores. O que ficou claro foi a tendência descendente da líder da votação, Dilma Rousseff e a tendência ascendente do vice-líder no primeiro turno, José Serra.

É claro que no primeiro turno houve uma diferença grande entre os votos de Dilma e Serra. Mas essa diferença foi menor do que a campanha de Dilma esperava. Significativamente menor. E até foi também menor do que esperavam Serra e sua equipe de campanha. Em percentuais arredondados, Dilma teve 47 por cento dos votos válidos e Serra, 33 por cento.

A diferença, aí, é de 14 por cento dos votos válidos. E o que precisa acontecer para que se chegue à situação de empate absoluto (não o chatíssimo “empate técnico” das pesquisas eleitorais) seria a divisão exata, entre Dilma e Serra, dos votos de Marina somados aos votos dados aos demais candidatos e uma migração de sete por cento dos votos dados a Dilma para Serra. Haverá quase um mês de campanha para o candidato do PSDB tentar isto.

Vale registrar – reforçando esse cenário em que a candidata favorita, a petista, tende a não ser lá tão favorita quanto parece – que um importante instituto de pesquisa eleitoral sondou, às vésperas do domingo da eleição, os eleitores de Marina Silva, a respeito de a quem dariam o voto no caso de haver segundo turno com uma disputa entre Dilma e Serra. Resultado bastante estimulante para o candidato do PSDB – naquela ocasião, 51 por cento dos eleitores de Marina entrevistados disseram que votariam em Serra e 37 por cento se decidiriam por Dilma Rousseff. Os outros 12 por cento não tinham opção a declarar.

Claro que isso apenas não seria suficiente para Serra virar o jogo. Não há maneira de virar o jogo sem conquistar uma parcela dos eleitores de Dilma para complementar. Serra pode muito bem não conseguir. Mas impossível não é, especialmente quando se leva em conta o que já foi dito neste comentário – nos últimos dias da campanha, até o domingo da eleição, Dilma estava em linha descendente e Serra em notória linha ascendente (enquanto Marina atingia a espantosa velocidade da jaguatirica no ato do bote).

Claro que Dilma Rousseff tem Lula. Mas já teve durante um ano inteiro – e de maneira intensa, talvez até demasiadamente, na campanha. Lula errou quando atacou a liberdade de imprensa, infundindo medo na sociedade e fazendo em seguida uma tentativa mal sucedida, porque tímida e envergonhada, de correção.

A coligação que sustenta Dilma vê o fantasma da derrota? Como certeza, claro que não, como hipótese efetiva, parece que sim. Não fosse isto, não estaria gente no PT querendo tirar do programa do partido a diretriz de liberação do aborto, de várias a principal causa a provocar o que ontem chamei de “voto espiritual” contra a candidata petista. O problema é que os “eleitores espirituais” podem já estar vacinados e imaginarem que o PT pode excomungar o aborto antes do segundo turno e reintegrá-lo ao seu programa logo que julgue oportuno. Além de que o aborto não é a única questão do programa petista que desafia o “voto espiritual”.

out
06
Posted on 06-10-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 06-10-2010

Reprodução da notificação judicial
antes do “Falha” ser retirado do ar

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Deu no portal COMUNIQUE-SE ( especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Izabela Vasconcelos

A Folha de S. Paulo conseguiu, por meio de uma liminar (antecipação de tutela), tirar o site Falha de S. Paulo do ar. A página foi criada há cerca de 20 dias e fazia uma paródia do jornal, com críticas à cobertura do veículo. O site era mantido por Lino Ito Bocchini e Mario Ito Bocchini, que pretendem recorrer da decisão da 29ª Vara Cível de SP, que condena os irmãos a pagarem multa diária de R$ 1.000 caso descumpram a determinação.

A alegação da Folha de S.Paulo para mover a ação é o “uso indevido da marca” na página de paródia. O processo contém mais de 80 páginas.

Para Lino Bocchini, a atitude da Folha foi “violenta”. “Não recebemos nenhum e-mail antes, nenhuma ligação. A liminar chegou direto. É uma ação muito violenta”, afirmou. O jornalista disse ainda que o veículo se contradiz com o processo. “Eu sempre li a Folha e concordei com os editoriais com defendem a liberdade de expressão. Mas agora a Folha vai contra tudo o que ela defendeu”, criticou.

Segundo a advogada Taís Gasparian, que trabalha no caso, a Folha não questiona nem a sátira, nem o nome do site, apenas o uso da marca, que envolve o logotipo e layout do jornal.

Lino não concorda com a alegação. “A Folha foge da discussão central, que é o impedimento de fazer uma crítica ao jornal”, contesta. O jornalista ainda ressalta que ele e o irmão não são filiados a nenhum partido e apenas questionam a cobertura do veículo.

De acordo com ele, a intenção é recorrer da decisão, mas a tarefa é difícil. “Não somos uma empresa, nem organização. Apenas criamos um site, uma paródia. Nós não temos advogado, mas agora vamos ter que procurar um”, disse.

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