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Postado em 01-10-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 01-10-2010 16:26

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, enviou, a pedido do ministro Ayres Britto, um ofício ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, pedindo que as negociações entre o ex-governador Joaquim Roriz, e o advogado Adriano Borges – genro de Britto – sejam apuradas.

Conforme o iG noticiou nesta quinta-feira (30), Borges e Roriz aparecem em vídeo gravado na casa do ex-governador em que serviços de advocacia são debatidos. O genro de Britto sugere um preço de R$ 4,5 milhões para que ele ingressasse na ação contra a Lei da Ficha Limpa, o que poderia deixar o sogro impedido de participar do julgamento. (Deu no portal IG)

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 1 outubro, 2010 at 17:12 #

Caro VHS

Aqui um detalhe

Para ocupar a honrosa e generosa posição de Ministro do Supremo, três condições são necessárias e excludentes em caso negativo.

1ª – ser brasileiro com mais de 35 anos, 2ª ter notável saber jurídico

Ayres é maior de 35, quanto ao saber, de há muito, ou nunca, essa condição foi posta à prova com rigor e certeza sobre qualquer dos ocupantes da veneranda corte. Aceita-se pois a condição como tácita, resultado, até mesmo, de sua aprovaçlão pelo Senado Federal.

Mas…

Existe uma terceira condição:

3ª reputação ilibada

E aqui não existe campo para controvérsias, dúvidas, ou máculas.

Tem de ser ilibada, livre de qualquer nódoa, ou mesmo que minúscula, suspeita.

De tal sorte, e arte, que não deveria restar outra opção ao Ministro Ayres, que não o afastamento até o espacanmento final, caso caiba, das dúvidas derivadas do nefasto vídeo.

Dirão os apressados, mas nele, o vídeo, quem aparece é o genro.

Esquecem que este manobra a própria participação, na condição de consorte da filha do ministro, como causa do afastamento deste, indo ao encontro ao interesse de Roriz.

Dirão ainda, está atitude pode ter sido tomada à revelia de Ayres, sem o prévio conhecimento.

Neste caso, o pior dos mundos, um ministro da suprema corte, por tibieza, é refém de seu próprio genro.

Assim, resta ao ministro provar que o vídeo não correspnde à realidade, tendo resultado de “montagem”, ou a sociedade restar´exposta a mera manobra ardilosa de um genro, por mais desenvolto que este aparente ser.

Certo é, que para a transparência necessária ao esclarecimento do affair, deve o Procurador-Geral, soicitar, por extrema necessidade, o afastamento do Ministro Ayres.

Não pode, um dos poderes da nação, exatamente o que detém o condão de dirimir e compor lides, em última instância, ficar ao alcance de escândalos deste naipe.


luiz alfredo motta fontana on 1 outubro, 2010 at 17:23 #

errata:

(não correspnde à realidade, tendo resultado de “montagem”, ou a sociedade restar´exposta)

…não correponde à realidade, sendo resultado de “montagem”, ou a sociedade restará exposta..


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