Lula dá autógrafos a petroleiros baianos

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Ao visitar a refinaria Landulpho Alves (Mataripe) , a primeira do País, localizada no municipio de São Francisco do Conde , Recôncavo Baiano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (29), que se o seu colega dos Estados Unidos, Barack Obama, viesse ao Brasil e soubesse dos índices de aprovação do governo, diria que ele é “o cara do cara”. Em abril de 2009, durante reunião de líderes do G20, na Inglaterra, Obama afirmou que Lula “é o cara” e que o presidente brasileiro é o “político mais popular do mundo”.

Em discurso repleto de auto-referências e de profissão de fé nos baianos a quatro dias da eleição para a sua sucessão, Lula afirmou ainda que se Obama visitasse a Bahia, tiraria a conclusão de que “o cara” são os baianos. Durante o evento, Lula também elogiou os resultados da capitalização da Petrobras e disse que o fortalecimento da estatal vai garantir investimentos em educação.
“O (presidente dos Estados Unidos, Barack) Obama falou que eu era ‘o cara’ há dois anos e nem conhecia as pesquisas (de popularidade) que estão saindo agora”, argumentou. “Se ele soubesse, ele ia falar: ‘pô, não é que esse cara é ‘o cara do cara’?” Lula também disse ter saído na capa de “umas quatro revistas francesas” esta semana, “todas falando bem”.
“Vamos terminar o mandato com mais de 80% de aprovação, de bom e ótimo. Se o Obama soubesse disso e se soubesse que eu com 4ª ano do primário sou o presidente que mais fez universidade e escola técnica, ele ia falar: não é que esse cara é o cara do cara?”, disse Lula durante evento de comemoração dos 60 anos da Refinaria Landulpho Alves.No evento, ao lado do presidente da Petrobrás, o economista baiano José Sergio Gabriell, Lula também elogiou os resultados da capitalização da Petrobras e disse que o fortalecimento da estatal vai garantir investimentos em educação.

O presidente anunciou ainda, que até 2014 o Brasil será autossuficente em derivados de Petróleo. “Os planos da Petrobras prevêem que seremos totalmente autossuficientes em derivados em 2014.” Segundo Lula, o atual governo “reverteu” o pensamento difundido, segundo ele, na década de 90 de que o Brasil não “tem condições de investir na indústria petrolífera”.”Em 2003, revertemos essa lógica. Demos início a um vigoroso processo de fortalecimento da empresa, cujo capítulo mais recente ocorreu na sexta, na Bovespa. A Petrobras foi protagonista do maior processo de capitalização e se tornou a segunda maior empresa do mundo”, destacou

Lambança no aeroporto: de 2 de Julho a deputado Luis Eduardo Magalhães

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De molho por uma daquelas falsetas que de vez em quando a saúde apronta com todos nós, impedido momentaneamente pelo uso de antibióticos e antinflamatórios de conversar com os assessores Johnny e Walker , ainda assim Chico Bruno não perde o prumo nem a direção. De seu observatório com paisagem de dar inveja, com vista para o marzão lindo e aberto – ainda mais bonito neste começo de primavera de 2010 -o atento blogueiro já fez descobertas interessantes e emblemáticas sobre os baianos e seus políticos na leitura da introdução de 1822, o novo livro do jornalista Laurentino Gomes, que já está pintando nas principais paradas como novo best seller nacional.

Confira no texto do site de Chico, que Bahia em Pauta
reproduz. Da-lhe, Chico Bruno!!!

( Postado por: Vitor Hugo Soares)

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Direto da Varanda: Chico Bruno

Brasil avança, mas política retrocede

Passei o fim de semana refletindo sobre o País. Impossibilitado, pelo antibiótico e antiinflamatório, de conversar com os assessores Johnny e Walker, fiquei matutando sobre determinadas coisas inusitadas que acontecem neste Brasil varonil.
A introdução do livro 1822, do jornalista e escritor paranaense de Maringá, Laurentino Gomes, tem um trecho que mexe com todos aqueles que discordaram e, ainda, discordam de uma lambança feita pelo Congresso Nacional em 1998.
O referido trecho diz:
“Em Salvador, surpreendi-me com a festa do Dois de Julho, data da expulsão das tropas portuguesas da Bahia, em 1823. É uma explosão de alegria e comemoração cívica sem paralelo no Brasil.  Mas, por uma estranha contradição, o aeroporto de Salvador, que homenageava a data histórica, mudou de nome recentemente. Agora, chama-se Luis Eduardo Magalhães em memória do deputado morto em 1998. Tudo isso ajuda a entender como portugueses e brasileiros de hoje julgam e tratam o seu passado”.
Poderia até enveredar pelos caminhos e descaminhos da política portuguesa, mas vou ficar mesmo pelos desfrutes parlamentares brasileiros.
A constatação de Laurentino inspira a reflexão e traça o rumo da prosa para que se possam entender algumas manifestações parlamentares.
A estranha contradição aconteceu há 12 anos, mas repete-se no dia a dia com outros atores.
Infelizmente é assim que roda a lusitana na política deste Brasil varonil.
Manda quem tem poder e obedece quem tem juízo.
Por isso é que prosperou a ideia esdrúxula citada por Laurentino.
O Brasil avançou em muita coisa desde a redemocratização, mas a política continua a mesma de séculos passados.
Ultimamente, o retrocesso tem crescido na política.

Um exemplo cruel disso, é a censura imposta pela Justiça a um jornal paulista, a pedido de um membro do clã dos Sarney, que já dura mais de um ano.
Outro exemplo é a atual campanha presidencial. Um debate sem sustância, sem consistência, que parece uma campanha eleitoral municipal.
Esses exemplos depõem contra a democracia.
Eles provam que a democracia brasileira ainda não está firme e forte, pois os políticos vendem ilusões e agem como se pudessem arbitrar o que é certo ou errado.
Ora bolas!
A política brasileira não vive o século 21, pois ainda utiliza métodos do século 19.
Isso fica claro com a insistência de entidades civis na defesa freqüente da democracia, se isso acontece é por que alguma coisa não esta funcionando como deveria em pleno século 21.
É por isso, que considero que o discurso dos políticos em geral é um estelionato.
No cesto, incluo a situação e a oposição, pois não se vê nenhuma diferença quando chegam ao poder.
É o “efeito Orloff” surgido há anos num anúncio publicitário da referida marca de vodca.
O comercial mostrava a imagem do consumidor de vodca Orloff no dia seguinte sem aparentar os efeitos da ingestão de outra marca de baixa qualidade dizendo a si mesmo: “eu sou você amanhã”.
Voltando a vaca fria.
A prova é que durante a votação no Congresso Nacional da troca do nome do Aeroporto de Salvador a oposição a época fez vista grossa.
A homenagem ao Dois de Julho, data magna da Independência na Bahia, foi desprezada para satisfazer o desejo de um político em homenagear o filho falecido.
Pois, passados 12 anos, com a oposição tendo chegado ao poder em 2003, ninguém ousou devolver ao Aeroporto de Salvador a homenagem ao Dois de Julho.
Resta o consolo da sabedoria popular que abreviou o nome trocado: o aeroporto hoje é chamado pelos baianos de “além”.
Triste Brasil, que ainda vive na política os tempos de antanho, onde prevalecia o dinheiro em uma mão e o chicote na outra, apesar da alternância de poder.

Leia mais Direto da Varanda:

Seja bem vindo!


set
29
Posted on 29-09-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 29-09-2010

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Jacobsen – Folha de Londrina – Londrina, PR

Reproduzido no Blogbar do Fontana ( http://fontanablog.blogspot.com/ )

set
29
Posted on 29-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-09-2010

Mario Tupinambá representando na TV

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No hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, onde estava internado desde 8 de agosto, morreu na última segunda-feira, 27, aos 78 anos, o humorista baiano Mario Tupinambá, como ficou famoso nacionalmente o grande artista, embora registrado no cartório de Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano, como Juvemário de Oliveira Tupinambá.
Mário sofria de insuficiência cardíaca e diabetes. Segundo o boletim médico divulgado pelo São Lucas, a causa da morte foi um choque cardiogênico.
Um dos últimos representantes da grande geração de humoristas da Bahia, que teve em Zé Trindade seu nome mais notável, consagrado no rádio e depois em filmes famosos do chamado período da chanchada no cinema brasileiro, Mário Tubinambá ressurgiu para a fama por conta do personagem Bertoldo Brecha – criado em homenagem ao dramaturgo alemão Bertold Brecht -, da Escolinha do Professor Raimundo (Globo). Os bordões do personagem, como “Veeeeeeeenha!” e “Camarão é a mãe”, caíram na boca do povo na época.
Conduzido por Chico Anísio, o programa estreou em 1990 e foi transmitido até 1995. Voltou em 1999 e ficou até o fim de 2001, mas sem Mário, que se mudou para a Escolinha do Barulho (Record). Lá, lançou outro bordão, “Zé fini, tá na boca do Brasi”.

Mario Tupinambá começou a carreira trabalhando como radialista. Depois foi para a TV e produziu roteiros de programas de humor de Chico Anysio, na Globo. Só mais tarde estreou como humorista. Deixa um filho e sim 6 (seis); Ana Cristina Almeida Tupinambá; Marcia Cristina Almeida Tupinambá; Daniela Tupinambá; Debora Tupinambá , Daniel Tupinambá e o dublador e ator Mário Tupinambá Filho.

E muitas saudades nos baianos e brasileiros. Para amenizar, Bahia em Pauta reproduz o vídeo com cena antológica do filme “Titio não é sopa”, onde o humorista contracena com o também notavel e saudoso compositor baiano Gordurinha, que interpreta a música “Baiano Burro Nasce Morto” .
Para rir e chorar de saudades, mas daquelas boas como canta Luiz Gonzaga em seu baião imortal.”Prá mode o cabra entender que é feliz sem saber, pra não sofrer”!!!

( Vitor Hugo Soares, editor)

set
29
Posted on 29-09-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 29-09-2010

Chance do segundo turno: a notícia da semana

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De repente, não mais que de repente, como nos versos do poeta Vinicius de Moraes, constata-se: é muito provável que a eleição presidencial para a sucessão de Lula vá para decisão em segundo turno. Ainda tem muita água para passar sob a ponte até domingo, 03 de outubro, mas seria democraticamente salutar para o país que tudo não acabasse na primeira votação.
Em seu artigo desta quarta-feira, na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho assinala que “esta constatação estava virando de pernas para o ar, ontem, o meio político em todo o Brasil e gerando um intenso corre-corre.” Bahia em Pauta reproduz o texto.
(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA

A questão do segundo turno

Ivan de Carvalho

O segundo turno nas próximas eleições presidenciais deixou de ser uma miragem para ser uma possibilidade bastante real, quando se levam em conta os resultados da pesquisa Datafolha realizada na segunda-feira em todo o país. De acordo com esta sondagem, Dilma Rousseff já não tem mais garantida a vitória no primeiro turno. Esta constatação estava virando de pernas para o ar, ontem, o meio político em todo o Brasil e gerando um intenso corre-corre.

Os meus pacientes leitores encontrarão os números que mostram a viabilidade da hipótese de haver segundo turno no pleito presidencial em outros espaços deste jornal e em outros veículos da mídia. Daí que me dispenso de citá-los aqui, neste espaço não muito amplo. Prefiro dizer que, nas circunstâncias atuais, é extremamente útil para o país, quase que diria vital, que a possibilidade de segundo turno torne-se efetivamente uma realidade.

Basicamente, existem dois motivos para isto:
1. A vitória eleitoral do governo liderado pelo PT e exercido com a ajuda de poderosos aliados, a exemplo do PMDB, desenhava-se, e ainda se desenha, no conjunto das eleições, como avassaladora. As oposições consistentes, são hoje representadas apenas pelo PSDB, o Democratas e, até certo ponto, o Partido Verde (ao que deve-se, para não gerar queixas, acrescentar o pouco representativo PPS e a banda do PTB que controla os órgãos diretivos do partido, mas não as bancadas no Congresso).

Agora, a simples instalação de seríssima dúvida sobre se a candidata governista Dilma Rousseff conseguirá ou não vencer no primeiro turno injeta ânimo nas campanhas de oposição, seja para a presidência da República, seja para os governos estaduais, o Senado, a Câmara dos Deputados e a Assembléia Legislativa. Ocorre o que se poderia chamar de uma “mudança de espírito” ou um reforço do “espírito de luta”. E, na medida em que a dúvida se insinua fortemente onde antes havia quase certeza e espírito de rendição, é evidente que outros fatores entram em campo, favorecendo as oposições.

Assim, mesmo que ao fim e ao cabo seja vitoriosa em segundo turno a candidata petista Dilma Rousseff, o primeiro turno terá sido travado com as oposições e seus simpatizantes em melhor ânimo – e isto é muito importante para diminuir a dimensão da delineada derrota oposicionista, uma diminuição boa para o país, pois as hegemonias políticas não costumam levar a bons resultados para as nações.

2. A eventual ocorrência de segundo turno, sugerida fortemente (embora evidentemente não garantida) pela pesquisa Datafolha, evitará uma situação difícil para os candidatos não governistas que forem decidir as eleições para governadores de estados no segundo turno. O segundo turno fica muito difícil para os oposicionistas quando já existe um presidente (ou uma presidente) eleita no primeiro turno. Seu poder de influência sobre o eleitorado e de pressão sobre os políticos e sobre a própria máquina pública (em níveis federal, estadual e municipal) são formidáveis.

Sem essa definição do chefe (ou da chefe) do Executivo federal no primeiro turno, desaparece esse tipo de
influência e pressão. Ainda que não se deva esquecer que, na conjuntura atual, uma grande influência pode ser exercida não somente por um (ou uma) presidente já eleito (a) em primeiro turno, mas também por um presidente em fim de mandato, porque com excepcional popularidade.


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Trabalho de alunos do Mackenzie sobre o livro Vale Tudo, biografia de Tim Maia escrita por Nelson Mota, que Bahia em Pauta recomenda a todos os seus ouvintes e leitores.

BOM DIA!!!

(VHS)

set
29
Posted on 29-09-2010
Filed Under (Artigos, Eventuais) by vitor on 29-09-2010

Vale tudo na campanha brasileira/img.DN

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O Diário de Notícias, um dos jornais mais antigos e de maior circulação de Portugal (em cujas páginas já escreveu o poeta Fernando Pessoa) publica em sua edição desta quarta-feira ampla reportagem mostrando que vale tudo nesta arrancada da última semana de campanha antes da votação em primeiro turno, domingo, 3 de outubro. Coligações entre candidatos rivais, militantes de esquerda fazendo campanha pela direita, líderes religiosos que anunciam o apocalipse, à porta de um centro de recenseamento em Copacabana, no Rio de Janeiro, resume o DN na apresentação do texto do repórter Ricardo J. Rodrigues.

O quadro não é muito diferente para quem circula pelo centro ou bairros mais populosos de Salvador ou de Belém do Pará, a qualquer hora do dia. Só faltam mais interesse e atenção de nossos jornais e dos que pautam seus noticiários para sair da roda dos repetitivos discursos e frases feitas dos políticos e candidatos nos restaurantes mais chiques da cidade e produzir matérias jornalísticas tão oportunas e atraentes quanto esta do DN, de Lisboa, que Bahia em Pauta reproduz.
(Vitor Hugo Soares, editor do BP)

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“Salve, irmão, que eu vim te trazer a voz da verdade.” Um homem sozinho, agarrado a um megafone, na Rua Miguel Lopes, zona sul do Rio de Janeiro: “Sou Carlinhos, um homem de Deus, e comigo na Assembleia Estadual a casa vai ter um deputado iluminado por Cristo.” O povo passa, nem olha. “O nosso Brasil está podre. Está condenado. Eu sou a luz e a salvação desse país no Rio. Vota em mim, vota Carlinhos para deputado estadual.” Trás e frente, frente e trás. Ainda ninguém presta atenção. Calma. “Salve, irmão, Aleluia!” E então o candidato coloca-se junto a um semáforo, diante de uma fila de 20 pessoas, que querem renovar a carteira eleitoral. “Venha conhecer o caminho da verdade.” Dali ninguém sai, Carlinhos finalmente encontrou plateia. “Os milagres acontecem. Vote em mim.”
Não é preciso ir mais longe do que à porta de um centro de recenseamento para perceber como a campanha para as eleições brasileiras ferve. Aqui, em Copacabana, o horário é das 11.00 às 16.00, mas tem gente à porta a partir das 08.00. A maioria são pessoas que perderam o título de eleitor. É que, no Brasil, o voto é obrigatório. No domingo vão decorrer cinco eleições: duas locais (deputado federal e governador do estado) e três nacionais (deputado federal, senador e presidente).
Daniel Allende é o primeiro da fila. “Se eu não votar, não posso concorrer a concurso público e quero me candidatar para uma bolsa de estudos na Europa. Não tem como fugir.” Daniel é um tipo de esquerda mas, para governador, vira à direita. “Voto na Dilma para presidente, no Lindebergh para o Senado, os dois são do PT [Partido dos Trabalhadores]. Nos deputados escolhi o Valentim e o Pipoqueiro, do PC do B [Partido Comunista do Brasil]. Governador fica o mesmo, o Sérgio Cabral.” Que é do PSDB [Partido da Social Democracia Brasileira], partido de José Serra, principal de Dilma à presidência.
A verdade é que todos estes candidatos fizeram alianças e apelaram ao voto uns nos outros. “O Brasil elege pessoas, não vota em partidos”, diz André Teixeira, jornalista do Globo. “É uma baita confusão. Há caras da extrema-esquerda que apoiam os de direita, há o Cabral apoiando a Dilma, tudo o que você possa imaginar.” Para facilitar a comunicação, as máquinas de campanha distribuem “colas”, papéis A7 com as caras dos candidatos, onde no verso estão escritas as “chapas” – códigos numéricos de cada candidato e daqueles que apoiam. O voto é eletrónico, todas as combinações são possíveis. A única coisa que não se pode fazer é votar nulo.
Carlinhos, um homem de Deus, tem agora companhia. Chegaram três marqueteiros, dois carregam bandeiras de Serra, uma passeia de patins com um cartaz preso às costas. É do Gabeira, o candidato dos Verdes a governador do Rio. No Brasil está proibido o marketing eleitoral estático, não se podem afixar cartazes. Por isso Cléber, Pedro e Rosseane não podem parar de agitar as bandeiras. A ironia maior é que os três vão votar Dilma. “Olha, a gente ganha 50 reais [21,60 euros] por dia para fazer isso”, explica Rosseane. Entretanto o relógio bateu as 11.00, o centro de recenseamento abriu portas e Carlinhos está perdendo a plateia. “Aleluia, irmão!”

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