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Posted on 27-09-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 27-09-2010


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Nani, na Charge Online

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VUELVO AL SUR

Composição: Fernando E. Solanas
Vuelvo al Sur,
como se vuelve siempre al amor,
vuelvo a vos,
con mi deseo, con mi temor.
Llevo el Sur,
como un destino del corazón,
soy del Sur,
como los aires del bandoneon.
Sueño el Sur,
inmensa luna, cielo al reves,
busco el Sur,
el tiempo abierto, y su despues.
Quiero al Sur,
su buena gente, su dignidad,
siento el Sur,
como tu cuerpo en la intimidad.
Te quiero Sur,
Sur, te quiero.
Vuelvo al Sur,
como se vuelve siempre al amor,
vuelvo a vos,
con mi deseo, con mi temor.
Quiero al Sur,
su buena gente, su dignidad,
siento el Sur,
como tu cuerpo en la intimidad.
Vuelvo al Sur,
llevo el Sur,
te quiero Sur,
te quiero Sur…

Magnífica tarde de segunda-feira para todos os ouvintes e leitores do BP.

( VHS )

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Venezuela: governo e oposição cantam vitória/AFP
)
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“Sólida” foi a palavra utilizada por Hugo Chávez para definir a vitória do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) nas eleições legislativas onde votaram 66,5 por cento dos 17 milhões de eleitores venezuelanos.

Os resultados divulgados nesta segunda-feira dão a manutenção da maioria parlamentar ao partido do Presidente venezuelano, com 96 deputados, mas confirmam o crescimento esperado da oposição, que alcança 61 assentos, um número de deputados que lhe permite poder bloquear as leis orgânicas no Parlamento.

O PSUV mantém a maioria, mas perde os dois terços da última legislatura, num escrutínio que Chávez encarou como uma pré-campanha das eleições presidenciais de 2012.

O Parlamento venezuelano foi controlado durante cinco anos por uma esmagadora maioria do PSUV. Agora, a oposição – 32 partidos da direita à esquerda reunidos na Mesa da Unidade Democrática (MUD) – obteve uma percentagem que corresponde a 61 lugares, indicou esta segunda-feira o presidente do Conselho Nacional de Eleições (CNE), Tibisay Lucena.

O Pátria Para Todos (PTT), partido nascido pelas mãos de dissidentes de Chávez, conseguiu dois lugares. Oito assentos estão ainda por atribuir.

“Reforçar a Revolução”

A divulgação tardia dos resultados, por volta das duas da manhã locais, levou a oposição a exigir às autoridades eleitorais a publicação dos números. Nas fileiras chavistas reinava o nervosismo e faziam-se apelos para a oposição “aceitar os resultados”.

“Socialismo bolivariano e democrático. Temos de continuar a reforçar a Revolução. Uma nova vitória para o povo. Parabéns a todos”. Foram estas as palavras que o Presidente venezuelano registou na sua conta do Twitter quando foram anunciados os resultados pelo CNE.

O representante do MUD, Ramón Guillermo Aveledo, pronunciou-se igualmente durante a madrugada após a divulgação dos primeiros números. “Apesar da perversão” do sistema eleitoral, disse, os venezuelanos escolheram um Parlamento plural, recordou, citado pelo jornal venezuelano El Nacional.

O objetivo de Chávez, considerado o líder da esquerda radical na América-Latina, era continuar a controlar dois terços do Parlamento, o que lhe permitiu durante os últimos cinco anos fazer passar as leis orgânicas e controlar as reformas chave para pôr em marcha o chamado “Socialismo do século XXI”, sem ter de negociar com a oposição.

(Informações do jornal Público, de Portugal, e AFP

Dilma e Serra antes do debate na Record: amabilidades/Divulgação

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TERRA (Eleições 2010) escala três repórteres atentos e antenados e capta nos bastidores o melhor do debate da noite de domingo (26) na Rede Record de Televisão. BP reproduz. Confira.
(VHS)

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Claudio Leal, Filippo Cecilio e Marcela Rocha

Minas

Onipresente no noticiário, o empresário Eike Batista, bilionário dono da EBX, não escapou do debate de presidenciáveis. O candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, contra-atacou Dilma Rousseff (PT), ao falar do salário mínimo, e disse que, somente numa licitação da Petrobrás, Eike ganhou (R$ 20 bilhões) mais do que o programa social Bolsa Família.
Na plateia, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, olhou para trás e sorriu, levantando as mãos, como quem não entendeu.
– Plínio se confundiu, a gente não tem nada de mineração!

Hummm

Plínio reagiu à declaração de Gabrielli:

– Ah, meu Deus… Ele agora vai negar? Eike ganhou o primeiro leilão da Petrobrás de R$ 20 bilhões. Eu comparei com o Bolsa Família. Já não somos donos da Petrobrás.

Sabe?

Presente no debate, o advogado de Eike Batista brincava com interlocutores:
– Posso pedir direito de resposta?

“É mentira”

Gabrielli também contestou, nos bastidores, em conversa com jornalistas, a crítica de Serra ao crescimento de funcionários terceirizados na Petrobrás. O tucano afirmou que realizou milhares de concursos no governo de São Paulo.
– É mentira! É mentira! Cerca de 40% dos trabalhadores da Petrobrás foram contratados nos últimos oito anos…

Não há vagas

No intervalo após o terceiro bloco, o coordenador do programa de governo de Dilma, o professor Marco Aurélio Garcia, comenta a polarização da petista com Marina Silva (PV).
– Acho que Marina prossegue na tentativa de tirar voto de Serra. Da Dilma ela não tira voto, Serra está sofrendo uma erosão.
E rebate o ataque do tucano ao loteamento de cargos técnicos entre militantes do PT, no governo federal:
– Nunca houve tanto concurso público como neste governo. Agora, o ideal é reduzir os cargos de livre provimento. Mas o problema dos tucanos é que, com essas derrotas no âmbito estadual, muita gente vai ficar desempregada.

Plateia

A jornalista e especialista em media training Olga Curado, que assessora Dilma, acompanhou o debate no auditório da Record, sempre acompanhada de assessores da candidata.

A bomba

Os verdes não deixaram barato a resposta de Plínio sobre as relações que o presidente Lula mantém com o Irã. O socialista afirmou que, se EUA e Israel têm bomba atômica, os iranianos também podem ter a sua.
– Você viu? O PSOL agora defende que os fascistas tenham a bomba atômica – disse, às gargalhadas, Alfredo Sirkis.

URSS

Na mesma roda, Fernando Gabeira, com um casacão de veludo cinza e gola alta, ao melhor estilo Beatles em 1964, emendou um ataque à confusão de Plínio, que chamou a Rússia de URSS.
– E a história da União Soviética? Eu adorei aquilo (mais risos). Já falei, eles estão parados no século XX! – vociferou Gabeira.

É…

Na hora em que Plínio defendeu um salário mínimo de R$ 2.000, com base no Dieese, um diretor da Record comentou com outro funcionário da emissora:
– Queria ver se ele fosse dono de uma empresa… Como iria fazer pra pagar um salário desse pra todos os funcionários?

Audiência

No início do debate, a Record comemorou um pico de 18 pontos de audiência. Ao anunciar o intervalo, o apresentador Celso Freitas chegou a se referir ao bom desempenho, sem citar números. A média esteve entre 10 e 12 pontos ao longo do confronto entre os presidenciáveis, superando os debates realizados pela Band, Rede TV!, Folha/UOL e CNBB.

strong>Boa aluna

O revide de Dilma contra Marina, que abordou casos de corrupção na Casa Civil, foi aprovado pelo marqueteiro João Santana Filho. A petista lembrou que Marina também foi obrigada a lidar com subordinados que se envolveram no esquema de liberação da venda de madeiras sem certificado ambiental.
No final da resposta, Santana balançou a cabeça, entusiasmado. E logo foi cochichar no ouvido de Antonio
Palocci.

Ele voltou

O presidente do DEM, Rodrigo Maia, ausente há muito tempo nos eventos da campanha presidencial, chegou ao debate no meio do segundo bloco. Indio da Costa deixou o estúdio para buscá-lo na porta, a pedido de Marcio Fortes.

Sobrevoo

O senador Sergio Guerra, presidente do PSDB, chegou a sobrevoar o Rio de Janeiro, mas não conseguiu aterrissar e foi parar em… Minas Gerais.
Assistiu ao debate de lá mesmo.

Quem?

Plínio estava tão fixado em Marina que trocou o nome de Dilma, ao falar que a petista não era do antigo PT, e sim do PDT de Leonel Brizola. “Eu era do PT lá no comecinho, o antigo PT que não tinha Marina…”. Trocou os nomes pela segunda vez ao falar sobre o salário mínimo.

Tropa de choque

Dilma levou mais aliados ao debate do que o rival Serra.
Na tropa dilmista, os peemedebistas Michel Temer (vice na chapa com o PT), Sérgio Cabral e Moreira Franco, o presidente do PSB, Roberto Amaral, e os coordenadores de sua campanha: José Eduardo Dutra, José Eduardo Cardozo, Antonio Palocci e Marco Aurélio Garcia.
Entre os serristas, destacaram-se o vice Indio da Costa, o prefeito Gilberto Kassab, o presidente do DEM, Rodrigo Maia, e Mônica Serra.
Candidato do PV ao governo do Rio de Janeiro, Gabeira circulou entre os aliados de Marina e de Serra.

Nervos de aço

O presidente do PMDB, Michel Temer, não moveu músculo durante todo o debate. Mão no queixo, não franziu a testa nem mesmo quando Serra criticou a demora para aprovar os genéricos no governo e culpou o PMDB, que conduz o Ministério da Saúde.
Dilma e Serra não trocaram perguntas. Mas Serra se preparou para questioná-la sobre o Caso Erenice.
Serra, surpresa

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, estranhou a ausência de perguntas de Serra a Dilma. Crente na existência do segundo turno, Marina atacou tanto a petista quanto o tucano e conseguiu polarizar com a ex-ministra da Casa Civil em dois momentos do debate. Quanto ao retraimento de Serra…
– Isso pra mim foi uma surpresa… – reconheceu Dutra.

(Mais eleições no Terra: ( http://terramagazine.terra.com.br )

Lula (com Silvio Santos): “popularidade imbatível”/DN
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ELEIÇÕES-2010
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Deu no DN (Lisboa)
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“Lula não concorre, mas é o verdadeiro vencedor destas eleições. No próximo domingo, o Brasil vai ter um novo presidente escolhido por ele. Nos trópicos, nasceu um rei-sol”. Esta é a chamada para a reportagem política do jornal Diário de Notícias, um dos mais importantes de Portugal, sobre Lula e o papel do presidente do Brasil na campanha sucessória e o seu futuro. Bahia em Pauta reproduz. (Confira)
(Postado por Vitor Hugo Soares )

Por RICARDO J. RODRIGUES, enviado ao Brasil

Quem atravessar todo o calçadão de Copacabana e, em vez de virar para Ipanema, seguir em frente para o morro do Arpoador encontra uma pequena praia no fim do areal que os habitantes do Rio de Janeiro costumam chamar de “lá nos confins”. Banhistas são poucos, vendedores de artesanato nenhuns, apesar da costa formar uma baía de águas serenas. O que há ali é uma comunidade de pescadores. Como a areia está ocupada por pequenas embarcações de madeira e um emaranhado de redes, os únicos cariocas que visitam o local são os que querem comprar peixe ao início da manhã.
José Rebouças, nome de mar Piranha, é pescador há trinta anos e, desde Março, recusa pescar lula. “É uma questão de respeito pelo Lula, o Presidente”, assume, dedos ocupados no remendo da rede. Porquê? “Foi ele que financiou esse motor para o barco. Agora pescamos mais, não precisamos da lula porque o mar dá peixe-serra”, ri. Serra é o nome do candidato da oposição. E a ProPesca – o programa de incentivo à frota pesqueira do Brasil – nasceu de uma parceria entre o ministério da Agricultura e do Ambiente, cuja antiga ministra, Marina Silva, está em terceiro lugar na corrida para as presidenciais, pelos Verdes e contra Dilma. Mas ninguém tira da cabeça de Piranha que foi Lula que lhe mudou a vida.
O jornalista Merval Pereira, editor de política do diário O Globo, afirma que há um novo fenómeno no Brasil: o lulismo. “Foi criado o mito do grande timoneiro, do guia genial, do Pai do povo e dos pobres. Esta eleição é como se fosse a terceira do Lula, mas por interposta pessoa.” Para os opositores, o sucesso está a embriagá-lo. Um exemplo óbvio aconteceu há dias, quando Lula atacou a imprensa por divulgar casos de corrupção na sua esfera política: “Não precisamos dos media. Nós somos a opinião pública.”
Choveram críticas, algumas do próprio PT. Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda de Fernando Henrique Cardoso, atirava há dias na TV Record outra acha para a fogueira: “Ele foi bom no governo e é carismático. Mas isso torna os deputados reféns dele. Será que ele vai ser um fantasma de Dilma ou vai deixá-la governar ao seu estilo? Se ficar mandando, então o plano é voltar daqui a quatro anos.”
Há dias houve um comício do Partido dos Trabalhadores no centro do Rio. O objectivo era apoiar o programa cultural de Dilma Rousseff para o novo governo: durante duas horas e meia, o nome de Lula foi repetido 739 vezes, o de Dilma 254. No final, José Eduardo Dutra, presidente do PT, disse ao DN: “Se o Lula quiser voltar em 2014, o partido irá apoiá-lo.” Muitos analistas, no entanto, acreditam que o seu futuro passará por uma grande organização internacional.
A imagem resplandecente está construída. A coisa é tão séria que o filme brasileiro candidato aos próximos Óscares é Lula, o Filho do Brasil, uma biografia épica do líder da nação. “Pode não ser talhado para Hollywood, mas é uma boa rampa de lançamento para o Nobel da Paz”, diz meio a brincar Plínio Fraga. No maior barómetro social que existe em qualquer país – o interior de um táxi – esse seria prémio certo, ainda que parco. Fala Robson Mateus, motorista: “A gente já sabia que Deus era brasileiro. Agora achamos que Ele se chama Luiz Inácio Lula da Silva.”


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O jornalista político Ivan de Carvalho comenta em seu artigo desta segunda-feira, na Tribuna da Bahia , um fenômeno eleitoral e de opinião pública que está em curso e tende a ganhar corpo nesta última semana de campanha antes da votação em 3 de outubro: a ascensão no gosto popular em praticamente todas as regiões do País da candidata do PV à presidência da República, Marina Silva. Detectado na mais recente pesquisa do Datafolha , o fato ainda está distante de representar a “onda verde” desejada pelos eleitores e entusiastas da campanha da brava acreana, mas seguramente já deixou de ser simples marola e virou o acontecimento mais interessante nesta arrancada final antes do primeiro turno. O fenomeno, com epicentro no Rio de Janeiro e fortes rajadas no Distrito Federal (dupla de unidades federadas mais politizada do país), é quase certamente incapaz de mudar o rumo da votação de 3 de outubro para presidente da República e empurrar a decisão final para o segundo turno, reconhece o autor do texto que Bahia em Pauta reproduz. Mas…
(Vitor Hugo Soares)

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OPINIÃO POLÍTICA
A onda verde
Ivan de Carvalho

Um fenômeno eleitoral e de opinião pública está em curso, quase certamente incapaz de mudar o rumo da votação de 3 de outubro para presidente da República e empurrar a decisão final para o segundo turno. Mas depois que a mais recente pesquisa Datafolha flagrou uma ascensão, no país, nos índices de intenção de voto da candidata verde Marina Silva, fatos isolados começaram a aparecer, como a confirmar a pesquisa, que, por sinal, não fora referendada pelos resultados encontrados por outros institutos importantes de sondagem de opinião pública. Se não mudar a eleição, não significará que tenha efeito político nulo no pós-eleição.
Assim é que no Rio de Janeiro, como assinalou ontem o Blog do Noblat, o Cine Leblon estava com lotação esgotada para a sessão das 21 horas de sábado para exibição do filme Wall Street 2. Em um noticioso, exibido antes do filme, aparece Dilma Rousseff, a candidata do PT a presidente da República. “Ouve-se então uma vaia estrondosa. O Rio está marinando”, conclui o relato o jornalista Ricardo Noblat.
Ora, o Rio frequentemente destoa do restante do Brasil em matéria eleitoral. Neste caso, no entanto, não está destoando, mas sim assimilando com bem mais ênfase do que o país em geral a “onda verde”. Na maioria do Brasil ainda se trata apenas de uma marola, mas no Rio já é uma onda.
Isto se deve a dois fatores principais: uma parcela maior de eleitores melhor informados e mais exigentes, até um tanto sofisticados nas escolhas, além de com mentes de tendência independente (no óbvio sentido contrário a dependente); e ao fato em que o segundo candidato a governador com melhor índice nas pesquisas eleitorais, ainda que sem chance de ser eleito, é o deputado Fernando Gabeira, do PV, o partido de Marina. Gabeira apóia Marina e recebe apoio de Marina e José Serra, indo aos palanques dos dois, no Rio de Janeiro.
O outro ponto forte da candidatura de Marina é o Distrito Federal, que forma com o Rio de Janeiro a dupla de unidades federadas mais politizadas do país (Vale ressalvar que a politização elevada no Rio diz mais respeito à capital). E no Distrito Federal, segundo pesquisa realizada pelo instituto Soma, Opinião e Mercado, divulgada ontem no site do jornalista Cláudio Humberto, Marina Silva confirma a posição de segunda colocada nas intenções de voto, com 27 por cento, já à frente de José Serra, que tem 20 e aproximando-se de Dilma Rousseff, que tem 37 por cento.
Ricardo Pena, diretor do instituto Soma, Opinião e Mercado, destaca que no Distrito Federal Marina já supera também Dilma Rousseff nas classes A e B (eleitores de mais escolaridade e renda mais elevada) e poderá avançar e superar a candidata do PT no total do eleitorado do DF. Isto seria muito interessante para o PV, que deve sair destas eleições com um peso político bem maior do que entrou e que lhe caberá preservar e desenvolver, com independência e longe da tentação do adesismo, que pode fazê-lo desaparecer ou tornar-se mero apêndice do PT, como é hoje o PC do B.
Mas, voltando à “onda verde”, mesmo na modalidade de marola ela já chega a muitos outros lugares do país, inclusive já havendo dado o ar (ou mar?) de sua graça na Bahia, onde os institutos de pesquisa de opinião pública insistiam em manter o deputado e candidato a governador pelo PV, o bravo Luiz Bassuma – da luta contra a liberação do massacre dos inocentes, o aborto – “sem pontuação” nas pesquisas. Mas o último Datafolha lhe atribuiu dois por cento das intenções de voto.


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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida
Devagar com esse andor Leonor
Casamento é muito caro
Sou compositor, cantor, também sou autor
Falo mais de flor que dor, Leonor
Mas não sou Roberto Carlos
Não tenho carro de boi, Leonor
Nem outro tipo de carro
Meu cachê é um horror, Leonor
Não sobra nem pro cigarro
Não tenho nem gravador, Leonor
Meu São Benedito é de barro
Meu menu é feijão com arroz
Que divido com mais dois, Leonor
Quando não falta trabalho
Viver somente de amor, Leonor
É tão lindo quanto precário
Tem que morar de favor, Leonor
Lá no bairro do Calvário
O que eu tinha de valor, Leonor
Dois gatos, três agasalhos
Cachecol de lã gibis do Tarzan
Gibis de terror, cobertor
Quatro jogos de baralho
Um macacão furta-cor, Leonor
Uma colcha de retalhos
O que não está no penhor, Leonor
Foi pra casa do Carvalho

Naná Vasconcelos e Itamar Assumpção – Isso Vai Dar Repercussão.

Música – Leonor

Elo Music – 2004

Paulo Lepetit, Bocato, Vange Milliet, Tata Fernandes, Claudia Missura e Anelis Assumpção

letra:

Leonor

(Itamar Assumpção)

BOA NOITE!!

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