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Tito Madi, com chuva ou sol, vale a pena ouví-lo e, desse modo, embarcar no metrô da saudade.

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

set
15
Posted on 15-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-09-2010


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Deu no CORREIO DA BAHIA

Morreu na madrugada desta terça-feira (15) o músico ilheense Saul Barbosa, de 57 anos. Ele sofria de insuficiência renal e estava internado há meses no hospital Espanhol, em coma induzido. Saul terá seu corpo cremado às 10h desta quinta-feira (16) na sala D do cemitério Jardim da Saudade, bairro de Brotas. Saul Barbosa foi um dos mais prolífricos e dos maiores compositores baianos. Deixa uma filha de 38 anos.

Saul teve mais de 30 anos de carreira e, só em parceria com Gerônimo, fez mais de 200 composições. Entres os sucessos está a música “Acaba quando começa”, gravada por Elba Ramalho e “Toté de Maiangá”, sucesso na voz de Margareth Menezes. Suas composições foram gravadas por Caetano Veloso, Sandra de Sá, Gilberto Gil, Daniela Mercury , entre muitos outros intérpretes .

Lembo: “a mídia está engajada”


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DEU NA REVISTA DIGITAL TERRA MAGAZINE

Bob Fernandes

“Dramático será o dia 4 de outubro, porque não teremos mais partidos políticos, só um movimento social coordenado pelo hoje presidente Lula(…) A mídia está engajada e tem um candidato, o Serra, com isso se perdeu o equilíbrio e é desse embate que nasce a intranquilidade, mas ela é transitória”.

A análise é do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, em conversa com o portal Terra na manhã desta quarta-feira (15). Atual secretário da Justiça de São Paulo, Cláudio Lembo, do DEM, enfrentou uma gravíssima crise: a dos ataques do PCC em maio de 2006, quando era o governador do Estado.

Então, em meio ao embate com o Primeiro Comando da Capital, Lembo disse em entrevista ao Terra Magazine viver um momento de “catarse” depois de ter sido instado “pela burguesia” – também “hipócrita” – a valer-se do “o olho por olho” na reação aos ataques do PCC. Ainda à época desabafou com a colunista Mônica Bergamo:

“Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa”.

Quatro anos depois, nova eleição presidencial e o ensaio de uma crise política.

Erenice Guerra, chefe da Casa Civil fustigada por denúncias, assina uma nota oficial e chama José Serra, do PSDB, de “candidato aético e já derrotado”. Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, evoca o líder fascista Mussolini ao referir-se ao presidente Lula como “chefe de uma facção”. Lula, por seu lado, prega “extirpar o DEM” e os Bornhausen, cujo chefe, Jorge, já defendeu um dia “acabar com essa raça”, a do PT.

Diante desse cenário, o Terra ouviu o ex-governador de São Paulo. Abaixo, a conversa.

Terra – Nas últimas horas, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso evocou Mussolini para se referir ao presidente Lula, o ex-dirigente do DEM, Jorge Bornhausen, aconselhou o presidente Lula a “não ingerir bebida alcoólica antes dos comícios”, palavras dele, sendo de Bornhausen a famosa frase sobre o PT, “vamos acabar com essa raça”. O presidente agora devolveu falando em “extirpar o DEM”, e a chefe da Casa Civil fez uma nota oficial chamando o candidato da oposição de “aético e já derrotado”. Como o senhor, experimentado também em crises, vê isso?
Cláudio Lembo – É interessante porque a campanha ocorria com normalidade. E abruptamente aconteceram situações novas. Todas, quase todas, nasceram no ventre do próprio governo. Não foi a oposição que criou a complexidade da Casa Civil. Portanto, o que está se vivendo nasce também de equívocos do próprio governo.

Terra – Como o senhor interpreta o cenário todo?
Lembo – É transitório e próprio dos momentos que se aproximam da eleição….mas o dramático será no dia 4 de outubro.

Terra – Por quê?
Lembo – Porque não teremos mais partidos políticos, só um movimento social coordenado pelo hoje presidente Lula, o que é ruim para a democracia. Ou seja, o partido que é coordenado pelo presidente da República sobreviverá muito mais como movimento social do que como partido, porque ele não é orgânico.

Terra – E a oposição?
Lembo – A oposição terá um resultado mau, muito ruim no pleito, e sai sem voz, sem maior possibilidade de apontar os erros do governo, de ser e fazer oposição. Também por erros da própria oposição.

Terra – E o papel da mídia? Qual é, qual deveria ser?
Lembo – A mídia se engajou, a mídia tem um candidato…

Terra – Qual candidato?
Lembo – O candidato do PSDB, o Serra…

Terra – E qual a consequência disso? Isso esquenta a conversa de botequim das últimas horas, isso…?
Lembo – … A mída está engajada, tem um candidato que é o Serra e com isso se perdeu o equilíbrio, vem o desequilíbrio, é desse embate que nasce a intranquilidade… mas ela é transitória. Havendo só um grande vencedor no pleito, que é o movimento social, e estando a mídia engajada como que está… disso nasce essa intranquilidade.

Terra – Quando se chega a termos como “Mussolini”, “candidato aético já derrotado” e “bêbado…”
Lembo – Isso está fora dos preceitos democráticos e muito além do tom…
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LEIA MAIS ELEIÇÕES 2010 NO TERRA:
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

set
15
Posted on 15-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-09-2010

Geraldo Simões: de volta à campanha

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DEU EM “O TROMBONE
“:

Surtiu efeito a estratégia do deputado petista Geraldo Simões, de recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) à própria Corte estadual, que na sexta-feira indeferiu seu registro de candidatura. Hoje à noite, a sentença anterior foi reformada, após pedido de revisão da defesa.

Geraldo fundamentou sua defesa argumentando que os problemas que teriam motivado a cassação já haviam sido explicados em documentação encaminhada ao próprio TRE.

Com a nova decisão, o candidato, que busca a reeleição, pode tocar sua campanha normalmente. Claro, com um gás para a militância, que promete se empenhar ainda mais na eleição do parlamentar depois do susto.

Com informações do Pimenta

set
15

Fernando Henrique: “isso não pode”

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DEU NA TRIBUNA DA BAHIA

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reagiu às declarações do presidente Lula da Silva e disse que o chefe de estado tem agido como “militante e chefe de facção” durante a campanha eleitoral e defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) atue para impedir esses excessos.

Em entrevista publicada em um portal de internet do PSDB utilizado para interagir com os eleitores, FHC acusou Lula de “extrapolar” e disse que o presidente abusa do poder político.

“Eu vejo um presidente que virou militante, chefe de uma facção política, e acho que isso esta errado”, afirmou. “Alguma instância tem de dizer que presidente está extrapolando e abusando do poder político de maneira contrária aos fundamentos da democracia.”

FHC criticou também as recentes declarações de Lula, segundo as quais o DEM é um partido que deve ser “extirpado” da política brasileira. “Claro que tem de ter posição e defender ideias, mas outra coisa é querer massacrar o outro lado. Acho que isso ultrapassa o limite do Estado democrático de direito”, disse.

Para FHC, Lula age com “autoritarismo”. “Acho que, na medida em que o presidente quer eliminar o competidor, liquidar, ele quer o poder total. É autoritarismo isso, não tem outra palavra. É uma tremenda vontade de poder que se expressa de forma incorreta. Um presidente não pode fazer isso.”

FHC ainda comparou Lula ao ex-primeiro-ministro italiano Benito Mussolini, que também tinha grandes índices de popularidade. “Faltou quem freasse Mussolini. Claro que o Lula não tem nada a ver com o Mussolini, mas o estilo ‘eu sou tudo e quero o poder total’ não pode. Ele tem de parar.”


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O autor do clip informa no You Tube:
A qualidade do som não está muito boa porque eu tirei essa música de um vinil que meu pai tem desde a época dos festivias. Ainda assim vale à pena!

Uma das primeiras músicas (e letras) de Geraldo Vandré, anterior à fase de pesquisa regionalista do autor. Essa é a segunda versão da música, gravada nos estúdios da Som Maior em 1966 e incorporada ao seu segundo LP “Cinco Anos de Canção”. No acompanhamento, os violões de Theo e Heraldo, que, ao lado do percussionista Airto Moreira, formavam na época o Trio Novo. A primeira dessa música havia sido gravada também nos estúdios da Som Maior (na época que ainda se chamava Audio Fidelity) e Vandré era acompanhado pelo piano de Walter Wanderley.

Para ouvir e sentir saudades!

BOM DIA!!!
(VHS)

set
15
Posted on 15-09-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 15-09-2010

Debate de domingo na RedeTV

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Em seu artigo desta quarta-feira, na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho avalia que coisa mais importante ocorrida no debate de domingo, promoção Folha/Rede TV, também transmitido pelo UOL, entre os quatro candidatos a presidente, levados mais em conta pela mídia, foi a ausência de resposta da candidata petista, Dilma Rousseff, à pergunta feita pelo candidato tucano, José Serra. Este indagou se a ex-ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República botaria a mão no fogo por sua sucessora, por ela mesma indicada e sua ex-principal auxiliar, Erenice Guerra. “Dilma Rousseff pulou mais do que gata em teto de zinco quente para esquivar-se à pergunta direta de Serra, que era um óbvio desafio,” afirma o colunista no texto que Bahia em Pauta reproduz.

(VHS)
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Gata em teto de zinco quente

Ivan de Carvalho

1. A coisa mais importante ocorrida no debate de domingo, promoção Folha/Rede TV, também transmitido pelo UOL, entre os quatro candidatos a presidente levados mais em conta pela mídia foi a ausência de resposta da candidata petista Dilma Rousseff à pergunta feita pelo candidato tucano José Serra. Este indagou se a ex-ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República botaria a mão no fogo por sua sucessora, por ela mesma indicada e sua ex-principal auxiliar, Erenice Guerra, envolvida em um escândalo que inclui pesadas acusações de tráfico de influência e recebimento de propina – no caso, chamada de “taxa de êxito” – feitas contra seu filho de nome Israel. O escândalo envolve os Correios e o noticiário de ontem estava cheio da informação de que a nova ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República foi muito incisiva nas indicações que fez, com pleno êxito, dos novos presidente e diretor de Operações dos Correios.

Dilma Rousseff pulou mais do que gata em teto de zinco quente para esquivar-se à pergunta direta de Serra, que era um óbvio desafio. Não respondeu, mas deu bandeira. Ficou evidente que Dilma não quis “botar a mão no fogo”, quando ela disse que “até hoje” – quem sabe o que se poderia descobrir nos dias seguintes, não é mesmo? – Erenice Guerra era merecedora de sua confiança. E, no mesmo debate, chamou Erenice de “uma ex-auxiliar”, assim como se não fosse Erenice seu braço direito na Casa Civil e a pessoa que ela, Dilma, indicou para sucedê-la no cargo de ministra.

2. Conforme combinado em reunião no Palácio do Planalto como parte do esforço para atenuar a crise deflagrada com a violação criminosa do sigilo fiscal de muitas centenas de contribuintes – inclusive alguns ligados por laços familiares ou políticos ao principal candidato de oposição a presidente da República, José Serra – o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem algumas medidas que o governo se propõe a adotar para combater tais violações na Receita Federal. São medidas administrativas e uma medida provisória a ser apresentada ao Congresso Nacional, alterando (agravando) as punições contra funcionários que incorrerem em irregularidades.

Mantega disse que o desafio é aumentar a segurança sem prejudicar a operacionalidade do sistema. “Se blindar totalmente, aí não se pode fazer mais nada”, disse ele. Em síntese, o ministro diz que o governo vai tentar dificultar as violações, mas não garante a preservação do sigilo fiscal. É que se fosse muito longe nas medidas de segurança, prejudicaria a eficácia da fiscalização. Entendo que o ministro está dizendo que, se tem que escolher entre prejudicar a operacionalidade do sistema e prejudicar o direito/garantia dos contribuintes ao sigilo fiscal, o governo prefere a segunda hipótese.

As medidas (algumas surpreendem e até causam espanto por não estarem sendo praticadas desde sempre) anunciadas por Mantega podem ser encontradas no noticiário dos jornais de hoje.

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