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E PORQUE HOJE É DOMINGO UMA MADRUGADA VINÍCIUS ( DE MORAES) PARA TODOS OS OUVINTES DA RÁDIO BP, COM A SUGESTÃO GARIMPADA POR GILSON NOGUEIRA E MANDADA PARA O SÁBADO NO BAHIA EM PAUTA.NÃO DEU ONTEM VAI HOJE.TOMARA QUE TODO MUNDO GOSTE,SEM TROCADILHO!!!

BOA NOITE!

(VHS)

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Debate: empate na Rede TV

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Acabou o debate dos presidenciáveis na Rede TV , realizado no chamado horário nobre do domingo.
Menos engessado no formato e mais “quente” nos temas abordados, aparentemente salvaram-se os quatro participantes, com alguns arranhões sem gravidade.Pelas declarações de contentamento de cada candidato com seus respectivos desempenhos depois da refrega, aparentemente deu empate. Salvo melhor avaliação de futuras pesquisas.

Sob ataques dos adversários por conta de denúncias de corrupção que marcaram o governo e suspeitas de irregularidades cometidas por seus aliados, a presidenciável petista Dilma Rousseff disse não aceitar ser julgada por acusações que recaem sobre terceiros. A petista passou boa parte do debate organizado na noite de hoje pela Rede TV! rebatendo o discurso ético de adversários.

Tanto o tucano José Serra quanto a candidata do PV, Marina Silva, confirmaram as expectativas e subiram o tom contra Dilma durante o debate. Ainda assim, evitaram tomar a iniciativa de mencionar pela primeira vez as denúncias trazidas pela revista Veja deste fim demana, envolvendo em um susposto esquema de lobby o filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Considerada uma das pessoas de confiança de Dilma, Erenice é apontada como uma das favoritas da petista para compor um eventual ministério.

Coube à jornalista Renata Lo Prete trazer à tona o caso, perguntando a Dilma se ela poria a mão no fogo por sua antiga secretária-executiva. “Não vou aceitar que se julgue minha pessoa baseado no que aconteceu com o filho de uma ex-assessora minha”, disse Dilma, ao afirmar que o assunto “cheira a manobra eleitoreira”. “Eu tenho até hoje a melhor e maior impressão da ministra Erenice”, reiterou a petista. Ela argumentou que a acusação que, se de fato as investigações confirmarem alguma irregularidades, defender punições cabíveis.

Serra teve sua primeira oportunidade de subir o tom contra Dilma logo na abertura do debate. Foi o segundo a responder a uma pergunta sobre quais avalia serem os sucessos e fracassos do atual governo. Enquanto a petista investiu na tese de que o governo soube crescer com distribuição de renda, Serra engatou: “O maior fracasso foram os casos do mensalão, o dossiê dos aloprados e agora essas violações na Receita”, afirmou Serra, em referência à crise política de 2005, à tentativa de compra de um dossiê contra tucanos na eleição de 2006 e ao recente vazamento de dados sigilosos de tucanos na Receita Federal.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do IG)

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12

“Democrática e economicamente, o Brasi dificilmente retrocederá. É a convicção de Maílson da Nóbrega, ex-ministro e economista, baseada em fatos e não isenta de críticas a Lula”, diz o jornal Público na apresentação da longa entrevista exclusiva do ex-ministro da Economia do governo Sarney, que o prestigioso diário português publica na edição deste domingo, 12. Bahia em Pauta reproduz trechos da primeira parte da entrevista.
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Mailson: “Dilma aparece melhor”/PÚBLICO

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Foi ministro da Fazenda de José Sarney entre 1988 e 1990, depois de uma longa e brilhante carreira no Banco do Brasil e uma série de cargos no Banco Mundial e no FMI. Economista de formação, é hoje um dos conferencistas mais requisitados do Brasil e colunista da Veja, depois de ter sido colunista na Folha de S. Paulo e no Estadão. Veio a Lisboa a convite da Fundação Gulbenkian para fazer uma conferência sobre o Brasil e o mundo.

Há meia dúzia de meses, José Serra aparecia ainda com vantagem sobre Dilma Rousseff. Hoje, a candidata do PT já “ganhou” as eleições. O que se passou? Um atestado de confiança absoluta no Presidente Lula?

O Presidente Lula já tem um atestado de confiança de muitos anos. O que se verificou de alguns meses para cá foi a incrível capacidade de transferência de prestígio do Presidente para a sua candidata. Muito acima do que se imaginava. Por outro lado, o Presidente intensificou a campanha e faz isso sem nenhum escrúpulo: usa o Estado, os mecanismos e as funções do Presidente, combina a sua agenda com a da candidata para aumentar a exposição dela ao lado dele. Em terceiro lugar, a campanha pela televisão. Dilma teve duas vantagens: mais tempo de antena do que Serra; a qualidade dos seus programas está parecendo muito melhor do que a dele. Ela toca muito mais a emoção e consegue convencer grande parte do eleitorado – e isso é também um fenómeno – de que foi Lula que mudou o Brasil.

E isso não é verdade?

Isso não é verdade. Houve mais continuidade do que mudança, felizmente para o futuro do Brasil. Mas o Presidente contou com a condescendência da oposição que, ao longo de oito anos, não realçou os seus próprios feitos quando estava no Governo e Lula apoderou-se deles. Então, para a grande massa dos eleitores, o Brasil está melhor por causa de Lula. Este foi um projecto que Lula executou com grande competência: a desconstrução sistemática das realizações de seus antecessores.

Serra era visto como uma pessoa muito competente, quer no Governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), quer como governador do estado de São Paulo. O problema é não ter carisma?

Creio que a falta de carisma também funcionou, mas não é tão importante assim, porque Dilma também não tem.

É vista como uma tecnocrata.

É. Eu diria que a campanha do Serra não foi bem feita. Ele elegeu como bússola não criticar o Presidente. Vários especialistas dizem que é o correcto porque não se critica mito e o Presidente transformou-se num mito brasileiro. Mas isso parece que funcionou no sentido de amplificar as vantagens da sua opositora.

Há outra crítica entre os aliados de Serra que dizem que ele é muito centralizador, que deu um cunho muito pessoal à campanha. Sobre Dilma, todas as indicações apontam para que ela é muito disciplinada, seguindo de uma maneira religiosa a orientação que lhe foi dada pelos estrategos da campanha.

Já falou na grande continuidade entre Lula e FHC. Alguns analistas dizem que isso se deveu ao facto de Lula se ter colocado acima do PT, distanciando-se das correntes mais radicais. Dilma pode conseguir esse distanciamento?

Não acredito. Faço parte do grupo de analistas que considera que o fenómeno político brasileiro não é o “petismo” mas o “lulismo”. Lula distanciou-se do PT com o seu carisma, a sua capacidade de falar ao público usando metáforas. A sua linguagem é a linguagem do povo. Uma socióloga brasileira chamou-lhe a linguagem da “quase lógica”.

Ora, o PT, ao contrário dos partidos da esquerda europeia, ainda não passou o seu aggiornamento. Ainda é muito caracterizado por visões radicais da economia e da sociedade e tem muitas facções. Desde a trotskista até à social-democrata.

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Leia íntegra da entrevista de Mailson da Nóbrega no jorna Público
http://www.publico.pt/Mundo

set
12
Posted on 12-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-09-2010

Mallandro fotografou blitz/Twitter
Deu no IG
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O humorista e apresentador de televisão Sérgio Mallandro teve o carro apreendido por falta de documentação na madrugada deste domingo após ser parado em uma blitz da Operação Lei Seca, no Leblon, zona sul do Rio. O artista dirigia um Citröen C5 pela Avenida Delfim Moreira, na altura do Posto 12, quando foi abordado pelos agentes.

Mallandro fez o teste do bafômetro, mas a quantidade de álcool no organismo do artista estava abaixo do limite permitido. Já o automóvel dirigido por ele estava sem placa e documentação.

O veículo foi rebocado e levado para o depósito público. De acordo com agentes, Mallandro ainda dançou e cantou “Vem fazer glu-glu” para descontrair, mas não teve jeito. A multa para quem dirige sem placa e documentação é de cerca de R$ 900.

Em sua página no Twitter, o humorista comentou o episódio. “Raaa! Ae glu glu! Mensagem importante… aqui no Rio a Lei Seca procede! Se beber não dirija! Yeyee”, postou Mallandro, com uma foto tirada na blitz.

Segundo ele, o carro apreendido era de uma amiga que não havia feito a vistoria no Detran, marcada para agosto. “Mesmo tendo sido aprovado no teste do bafômetro, com nível 0 de álcool, levaram o carro da minha amiga, então conselho: regularizem seus documentos, orientem-se, pois às vezes nem sabemos esses detalhes. Aqui no Rio, você sai de carro blindado e… volta com as sacolas na mão! Rááá e não é Pegadinha do Mallandro”, completou.

set
12
Posted on 12-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-09-2010

Claude Chabrol: um mestre do suspense

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O cineasta francês Claude Chabrol, premiado mestre do cinema europeu de filmes de suspense, policial e humor negro, morreu neste domingo, 12 de setembro, aos 80 anos de idade. A notícia, uma das manchetes da edição online do Diário de Notícias, de Portugal, foi transmitida por um responsável da Câmara de Paris.

O realizador de “Beau Serge”, “Violette Nozière”, “La Cérémonie” e de “Merci pour le chocolat” nasceu a 24 de junho de 1930 em Paris.

Figura do escalão mais elevado de diretores da Nouvelle Vague ao lado de François Truffaut e Jean-Luc Godard, Claude Chabrol era amante de filmes policiais e de humor negro.

No ano passado, recebeu o Prémio Câmara da Berlinale, no Festival de Berlim, juntamente com o realizador português Manoel de Oliveira.

Era “um imenso cineasta francês, livre, impertinente, político e difuso”, disse Christophe Girard, vereador adjunto da Cultura na Câmara de Paris.
Saudades do grande mestre do cinema europeu!

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do DN, de Lisboa)
(


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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

DICK FARNEY 1964

ELENCO – 1964

Música – Fotografia

Composição – Tom Jobim

Jorginho – alto sax

Arranged by Maestro Gaya

Letra:

Fotografia

Composição: Tom Jobim

Eu, você, nós dois
Aqui neste terraço à beira-mar
O sol já vai caindo e o seu olhar
Parece acompanhar a cor do mar
Você tem que ir embora
A tarde cai
Em cores se desfaz,
Escureceu
O sol caiu no mar
E aquela luz
Lá em baixo se acendeu…
Você e eu

Eu, você, nós dois
Sozinhos neste bar à meia-luz
E uma grande lua saiu do mar
Parece que este bar já vai fechar
E há sempre uma canção
Para contar
Aquela velha história
De um desejo
Que todas as canções
Têm pra contar
E veio aquele beijo
Aquele beijo

BOM DOMINGO PARA TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BLOGBAR E DO BP. OBRIGADO POETA PAULISTA COM OS SENTIMENTOS DO MUNDO.
(vhs)

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12
Posted on 12-09-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 12-09-2010

Fernando Collor: escolhas eletivas

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Em seu artigo para a edição de sábado e domingo da Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho comenta sobre estranhas relações eleitorais na campanha presidencial em curso no País. “Dilma não pode impedir que Collor lhe dê apoio. Isso é verdade. Mas Dilma pode pedir à Justiça Eleitoral que proíba a campanha de Collor de usar o jingle” , diz o colunista no texto que Bahia em Pauta reproduz.
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OPINIÃO POLÍTICA
Três verdades

Ivan de Carvalho

1. Há poucos dias, a candidata a presidente da República pela coligação liderada pelo PT, Dilma Rousseff, indignou-se com uma peça da campanha eleitoral do oponente tucano José Serra, exibida no programa de propaganda eleitoral gratuita na televisão. A peça publicitária mostrava que o ex-presidente Fernando Collor, que renunciou para não sofrer impeachment em decorrência de acusações de corrupção, e a petista Dilma Rousseff são aliados na campanha eleitoral.

A candidata a presidente disse ao país que não apóia Collor e ressalvou que, sendo o Brasil uma democracia, quem quiser apoiá-la pode fazê-lo, ela nem teria como impedir. Duas coisas, porém, não foram ditas.

Uma delas: Collor não apóia Dilma por acaso. Ele, como senador do PTB, vem apoiando o governo do presidente Lula, do qual Dilma participou com destaque. E o presidente Lula é seu padrinho e mentor político. Além de haver feito comentário elogioso quando Collor declarou apoio ao governo.

A outra: mesmo após repudiar a peça publicitária do adversário que divulgava aliança entre ela e Collor, Dilma Rousseff continua sendo personagem de jingle de campanha da candidatura de Collor a governador de Alagoas. Parte essencial do jingle: “É Lula apoiando Collor, é Collor apoiando Dilma. É Lula apoiando Dilma, é Dilma apoiando Collor”.

Dilma não pode impedir que Collor lhe dê apoio. Isso é verdade. Mas Dilma pode pedir à Justiça Eleitoral que proíba a campanha de Collor de usar o jingle na sua propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio, como ele está fazendo. Isso também é verdade. E ela não pediu, o que, aliás, também é verdade.

Deve, então, estar gostando. Não havia, pois, razão para aquela suposta indignação inicial.

2. Já que se está tratando da candidata Dilma Rousseff, ontem ela elogiou a operação da Polícia Federal que prendeu 18 pessoas, entre elas o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias, do PP, que concorre à reeleição e o ex-governador Waldez Góes, do PDT, que renunciou ao cargo para disputar uma cadeira de senador.

A Operação Policial aconteceu numa hora ruim. Na véspera à noite, o presidente Lula havia pedido votos para Waldez Góes, em depoimento de 28 segundos na televisão. Pediu aos eleitores para votar em Góes, “que está com Dilma”, pois “quando for presidenta, Dilma vai precisar de senadores que ajudem a aprovar seus projetos”.

A Dilma, ontem, restou declarar que o governo Lula combate a corrupção “doa a quem doer”.

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