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Postado em 10-09-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 10-09-2010 01:35

Um funcionário público foi preso, esta quinta-feira, 9, na Venezuela por «ter enviado mensagens incitando à morte» do presidente Hugo Chávez, no Twitter, anunciou o director da polícia científica nacional, Wilmer Flores. A notícia é uma das manchetes desta noite no portal TSF, de Portugal.

Segundo TSF, Jesus Majano, técnico da Corpoelec, a corporação eléctrica nacional venezuelana, publicou na sua página do Twitter «fotografias do chefe de Estado com ferimentos na cara» e indicou diferentes formas para «realizar a morte» de Chávez, declarou Wilmer Flores à agência pública AVN.

As forças de segurança apreenderam o Blackberry do técnico e um disco rígido.

Hugo Chávez, que foi alvo de uma tentativa de golpe de Estado em Abril de 2002, denunciou várias vezes a existência de planos para o matar. No ano passado, chegou a anular uma viagem a El Salvador, afirmando ter «informações» sobre a preparação de um atentado contra ele naquele país.

Em Junho, o Ministério Público abriu um inquérito sobre os apelos lançados no site Noticiero Digital, considerados por Chávez como «incitações a um golpe de Estado» contra o seu governo.

No mês seguinte, duas pessoas foram também presas por terem tentado «desestabilizar» o sistema bancário venezuelano ao difundirem «rumores» no Twitter.

Hugo Chávez, já omnipresente na imprensa escrita, na rádio e na televisão, através da qual se dirige diretamente ao povo venezuelano, abriu uma conta no Twitter no fim de Abril para contrariar a influência da oposição nas redes sociais. Atualmente, o presidente venezuelano conta com mais de 800 mil seguidores.

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