set
09


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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

Nana Caymmi – NANA (1977)

RCA VICTOR – 1977

Música – Modinha

Composição – Tom Jobim & Vinicius de Moraes

Personnel

Dori Caymmi
(arrangements, violao)
Joao Donato
(piano)
Ivan Lins
(piano, 11)
Toninho Horta
(violao, 01)
Novelli
(piano, 08)
Luiz Alves
(bass)
Robertinho Silva
(drums)
Chico Batera, Ariovaldo
(percussion)

Letra:

Modinha

(Tom Jobim & Vinicius de Moraes)

Não!
Não pode mais meu coração
Viver assim dilacerado
Escravizado a uma ilusão
Que é só desilusão

Ah, não seja a vida sempre assim
Como um luar desesperado
A derramar melancolia em mim
Poesia em mim

Vai, triste canção, sai do meu peito
E semeia a emoção
Que chora dentro do meu coração
Coração

BOA NOITE!!!

Calcanhoto: festa no Rio

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Deu no jornal Diário de Notícias (Portugal)

A cantora brasileira Adriana Calcanhotto decidiu oficializar sua relação com a cineasta Suzana de Moraes, filha de Vinicius de Moraes. As companheiras, que já dividem o mesmo teto há algum tempo, declararam agora a sua união civil na Justiça.

O anúncio foi comemorado com uma festa, segunda-feira, na casa onde ambas moram no Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro. Embora ainda não esteja prevista na lei brasileira e não garanta os mesmos direitos do casamento, a união entre homossexuais já é reconhecida pela Justiça brasileira.

set
09
Posted on 09-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 09-09-2010

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, cancelou os compromissos de campanha nos próximos dois dias para ficar em Porto Alegre (RS) com a filha Paula Covolo e o neto Gabriel, que nasceu na manhã desta quinta-feira, 9. Ela retoma a agenda no próximo sábado, quando viaja a São Paulo, onde vai se preparar para o próximo debate entre os presidenciáveis, que a Rede TV promove no domingo, 12.

O presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Dutra, rebateu os rumores de que Dilma aparecerá no horário eleitoral com Gabriel no colo. A ideia, defendida por integrantes da campanha, era de que a imagem de avó gerasse comoção e diluísse o impacto das denúncias de violação de sigilos fiscais de tucanos. Segundo o dirigente petista, nem Dilma nem Paula querem explorar o fato na campanha.

Dutra afirma que o combinado com a família é que o fotógrafo da campanha, Roberto Stuckert, faça uma foto da candidata com o neto para divulgação oficial. Mesmo assim, ele não descarta que as redes de televisão façam imagens de Dilma deixando a maternidade com a filha e o neto para os quadros sobre o dia dos candidatos nos telejornais. Mas reafirma que as imagens não serão utilizadas na propaganda partidária.

Pela segunda vez, Dilma cancela a participação num comício em São Paulo, ao lado do candidato a governador, Aloizio Mercadante (PT), que tenta subir nas pesquisas. Ela não comparecerá ao ato político hoje à noite em Ribeirão Preto, mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou presença. No último sábado, ante a expectativa do nascimento de Gabriel, Dilma deixou de ir ao comício em Guarulhos.

(Informações do MSN/Estadão)

set
09
Posted on 09-09-2010
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Da entrevista da atriz Sônia Braga na edição desta semana da revista Isto É:

ISTOÉ- Está namorando?
Sônia- Estou solteira, mas tive diversos namorados. Um, que compôs uma música para mim que é especial porque me fez muito bem como mulher.
ISTOÉ- Quem foi?
Sônia – Caetano veloso. A música que ele fez para mim é “Trem das Cores”. A “Tigresa” foi roubada. Era tema de uma personagem da novela “Espelho Mágico”, e foi roubada. Namorei o Caetano no final dos anjos 70. Foi um namoro rápido, mas um amor coroado por uma música é um amor que fica.

Operários desabam das gruas no Le Parc

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O jornal A Tarde publica em sua sua edição de hoje, 9, uma ilustrativa reportagem assinada por Meire Oliveira , sobre as mortes dos operários Leandro Marques Cardoso, 27, e Roberto Robson dos Santos , que caíram de uma grua (guindaste) nas obras de construção do condomínio de alto luxo Le Parc na manhã de quarta-feira, 8.

O empreendimento vinha sendo tocado a “todo pique” e muita publicidade (provavelmente deverá seguir no mesmo ritmo quando o clamor passar) na Avenida Paralela, o mais saboroso filé das Transcons e de outras mafias e escândalos que se escondem sob o cêu generoso de Salvador e o manto protetor de seus administradores cúmplices e seus políticos complacentes e omissos. Estranhamente silenciosos, mesmo em tempo de campanhas eleitorais, financiadas algumas, como se sabe, a peso de ouro e em troca sabe-se lá de que!

A matéria revela que com o desastre na grua sobe para seis os óbitos na construção civil este ano na Bahia, contra os oito em 2009. A quantidade de obras embargadas ou interditadas este ano devido ao não-cumprimento de normas de segurança já soma 36 em Salvador, segundo a superintendente regional do Trabalho e Emprego (SRTE), Isa Simões.

Os bumbos da campanha eleitoral seguem tocando lá fora, indiferentes aos mortos do Le Parc e à dor de seus familiares nos velórios do cemitério.Dirão que não é hora de falar dessas coisas, que isso é “oportunismo” . Mas quando se falará? No Dia de Finados? Ou quando a impunidade se consolidar mais uma vez e outra tragédia igual – ou pior – se repetir?

Perguntar não ofende e nunca é demais querer jogar luz sobre o que anda escondidio. Por falar nisso, onde andam , o que fazem e que dizem os administradores e os candidatos sobre tudo isso? Especialmente os que se proclamam aliados e defensores das causas dos trabalhadores?

Para terminar, os versos proféticos de Gregório de Matos: “A ti tocou-te a máquina mercante/ Tantos negócios e tantos negociantes. Triste Bahia!”

(Vitor Hugo Soares)

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09

DEU EM A TARDE

Meire Oliveira

Com a morte dos ajudantes de mecânico Leandro Marques Cardoso, 27 anos, e Roberto Robson dos Santos, que caíram de uma grua (guindaste) nas obras do Condomínio Le Parc na manhã desta quarta-feira, 8, na Paralela, sobe para seis os óbitos na construção civil este ano na Bahia, contra os oito em 2009. A quantidade de obras embargadas ou interditadas este ano devido ao não-cumprimento de normas de segurança já soma 36 em Salvador, segundo a superintendente regional do Trabalho e Emprego (SRTE), Isa Simões.

“Considero este número alto. As empresas precisam ter consciência de que preservar a vida do trabalhador é o primeiro fator a ser observado”, disse. Após perícia realizada por dois engenheiros da SRTE na tarde de ontem, foi solicitado à construtora que a obra seja interrompida no local do acidente, até que o trabalho de investigação seja concluído. A medida é diferente do embargo, pois tem o objetivo apenas de preservar a investigação das causas do acidente. A previsão da SRTE é entregar o relatório hoje.

Leo e Sergipe, como eram conhecidas as vítimas, trabalhavamnaTecnotrav( empresa terceirizada de gruas e guindastes) e estavam a 45 metros de altura desmontando a grua 02, instalada na 9ª das 18 torres do empreendimento. Quando, de repente, parte da estrutura de ferro partiu e foi ao chão. Aos operários que estavam no canteiro só restou ouvir os gritos de desespero e assistir à queda dos dois colegas, que ainda tentaram se desvencilhar dos cintos de segurança.

“Eles chamaram por Deus e puxaram o cinto, mas não deu” , disse um pedreiro. As duas vítimas caíram a 10 metros de distância do prédio. Na perícia do Departamento de Polícia Técnica (DPT), o corpo de Roberto foi encontrado com a perna esquerda quebrada, fraturas em outras partes do corpo e lesões no tórax e virilha. Já Leandro, que ficou sob a parte da grua que quebrou, teve o crânio esmagado, fratura exposta no pé e esmagamento no tórax.

O corpo dele só foi removido no início da tarde, quando um outro guindaste chegou ao local para levantar a grua. Trabalhando na frente do prédio, Jorge Pereira, 42, correu e escapou de também ser atingido. “Quando vi o guindaste caindo, me joguei para o outro lado e caí junto ao corpo de Leo”, contou. O desespero também tomou conta de Adilson do Nascimento, que correu, caiu em um buraco e permanece internado no Hospital Geral do Estado (HGE).

De acordo com informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), ele teve fratura na perna esquerda, passa bem e espera transferência para outra unidade. Logo depois do acidente, todos os trabalhadores foram dispensados. A imprensa só teve acesso ao local quando operários forçaram o portão, contido por dois seguranças, com a chegada da manicure Mauraci Santos Silva, esposa de Leandro.

Durante os seis anos na Tecnotrav, Leandro falava sobre insegurança no trabalho. “Ele reclamava das máquinas e equipamentos que eles usavam. Dizia que eram precários e não tinham manutenção”, contou ela, que tem com Leandro a filha Luana Silva Cardoso, 2 anos. Ao ver a estrutura onde o filho trabalhava, Ivone Oliveira Marques lembrou de ter pedido para Leandro não sair do emprego anterior, em uma construtora.

“Agora todos os engenheiros estão olhando a tragédia de camarote, mas deixavam meu filho trabalhar em cima de um monte de ferro enferrujado. Eles só pensam em dinheiro”, desabafou. A mesma grua que causou a morte dos ajudantes de mecânico era utilizada por um operador que está afastado com licença médica. Ele foi ao local ao saber do acidente.

O operário, que pediu para seu nome ser preservado, revelou que o equipamento oferecia riscos. “O motor parava do nada e quando voltava a funcionar era de vez e balançava tudo. A estrutura da grua também estava comprometida e a gente era obrigado a operar mesmo quando estava ventando muito e na chuva, que é proibido para esse tipo de guindaste”, contou.

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse nesta quarta-feira, 8, estar indignado com a notícia de que o sigilo fiscal do seu genro, Alexandre Bourgeois, também foi quebrado na agência da Receita Federal em Mauá (SP). ‘A questão do meu genro deixa mais do que claro que é um trabalho organizado. É um trabalho de quadrilha’, disse o candidato, após participar na capital de encontro em defesa das pessoas com deficiência. ‘A violação do sigilo do meu genro e da sua intimidade é mais um capítulo desse episódio vergonhoso.’

Serra mostrou irritação ao falar sobre o caso, uma vez que, na avaliação dele, a vida privada dos seus netos também foi invadida. Anteriormente, na mesma agência da Receita Federal em Mauá, também havia sido violado o sigilo fiscal da sua filha, Verônica Serra, casada com Bourgeois. ‘Claro que estou muito ofendido, mas esse crime vai além desse episódio e dessa questão pessoal’, afirmou. ‘Esse episódio, na verdade, envolve toda a nossa sociedade e todo o Brasil. O que está sendo quebrado é um preceito constitucional.’

O tucano criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em comício em Guarulhos, no último sábado, acusou Serra de usar o caso da quebra de sigilo para transformar sua família em vítima. ‘É realmente uma coisa extraordinária’, ironizou. ‘Você sofre um crime, reclama do crime, protesta e é considerado um transgressor. Essa é a estratégia do PT, da candidata oculta e do próprio presidente da República enquanto pessoa física, antecipando inclusive defesa a ataques que eles mesmos fizeram.’

Ele criticou novamente o presidente Lula por ter aparecido nesta terça-feira na propaganda eleitoral da candidata do PT, Dilma Rousseff. Na TV, Lula atacou Serra. ‘Infelizmente, nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz para tudo o que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria’, disse o presidente. ‘Tentar atingir com mentiras e calúnias uma mulher da qualidade de Dilma é praticar um crime contra o Brasil, em especial contra a mulher brasileira.’

Serra afirmou que Dilma terceirizou os ataques ao utilizar o presidente Lula em defesa da sua candidatura. ‘Há uma terceirização de debates e também de ataques, que incluem agora, inclusive, o presidente Lula, que apesar de ser presidente da República de todos os brasileiros se engaja como porta-voz de uma candidata que aparentemente não tem condições de falar por si própria.’

‘O que houve ontem não foi uma defesa, foi um ataque’, afirmou Serra, sem querer responder se gravaria uma participação no horário eleitoral em resposta a Lula. ‘No programa eleitoral, eu falo para a população brasileira, não falo para este indivíduo ou aquele.’
(Informaçõees MSN/Estadão)

set
09
Posted on 09-09-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 09-09-2010

O jornalista político Ivan de Carvalho analisa na Tribuna da Bahia , nesta quinta-feira, o penoso caminho da oposição, principalmente no Senado, diante das perspectivas que as pesquisas eleitorais prenunciam para outubro de 2010 . Bahia em Pauta reproduz o texto.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA
Depois das eleições
Ivan de Carvalho

Confirmando-se o que as pesquisas eleitorais sugerem quando apenas 25 dias nos separam das eleições – pelo menos no que se refere ao primeiro turno – as atuais oposições deverão manter, em âmbito nacional, essa posição, mas numa conjuntura em que estarão muito mais fragilizadas do que durante este segundo mandato do presidente Lula.
Um dos fatores dessa fragilidade é que, durante o segundo mandato de Lula, o PT e alguns de seus aliados caminham para completar oito anos no poder. Desses oito anos, o PMDB, o grande corpo sem cabeça do quadro partidário brasileiro, participou por inteiro apenas do segundo mandato. No primeiro mandato de Lula, o “PMDB da Câmara” lhe fazia oposição e o “PMDB do Senado” o apoiava.
Essa mudança na posição do PMDB foi uma das razões de o segundo mandato de Lula estar sendo cumprido com muito mais facilidade e tranqüilidade do que o primeiro, pois em muito aumentou e foi consolidado o apoio partidário e parlamentar.
Outra vantagem do segundo mandato é que não aconteceu um escândalo do porte do Mensalão. Escândalos menos barulhentos houve, mas o presidente da República e seu governo já estavam então blindados por maioria esmagadora na Câmara dos Deputados, pelos “programas sociais” tipo Bolsa Família e a intensa propaganda a respeito deles, e por uma conjuntura econômica favorável, ao contrário da dureza que foi a maior parte do primeiro mandato.
Acrescente-se a isso o fato extraordinário de que o principal partido de oposição, o PSDB, resolveu não fazer oposição exatamente quando o governo, o presidente e seu partido, o PT, experimentaram, durante o escândalo do Mensalão, o seu pior momento. E nunca mais o PSDB encontrou o caminho de uma oposição efetiva. O então PFL (hoje, Democratas) até que tentou, mas sozinho não dava mesmo para atingir os objetivos. E Lula até conseguiu convencer o ex-vice-presidente de FHC, Marco Maciel, do então PFL, para amaciar o ataque de seu partido.
Ora, se das urnas de 3 de outubro saírem os números que neste momento as pesquisas estão sugerindo e no Senado – último bastião que, durante o segundo mandato, ainda resistia a certas iniciativas absurdas do governo – confirmarem-se as previsões de que PSDB e DEM terão as terceira e quarta bancadas (hoje têm a segunda e a terceira), com o PMDB e o PT com as duas maiores, terá caído esse elemento de resistência.
O que restaria?
Num primeiro tempo, o Supremo Tribunal Federal, quando fosse chamado a se pronunciar. Não se pode ignorar, no entanto, que Lula escolheu e nomeou oito dos onze integrantes do STF. E que não nomeou o novo para a vaga que está aberta porque ele preferia um nome e Dilma Rousseff, outro. Daí que deixou para Dilma escolher e nomear, caso ela realmente seja eleita presidente.

Num segundo tempo, a formação gradativa de uma oposição de verdade e não de fantasia como a atual e o cansaço da sociedade, que acaba gerando a rejeição e a mudança. Mas isso pode levar muito tempo para ganhar a força necessária à produção de uma alternância de poder.

set
09
Posted on 09-09-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 09-09-2010

Deu no Comunique-se (portal especializado em notícias de bastidores da imprensa)

Izabela Vasconcelos

A Folha de S. Paulo considera natural a campanha que colocou seu nome e o da candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT), no topo do Trending Topics, como um dos assuntos mais comentados no Twitter. A campanha crítica #DilmaFactsByFolha questionava a imparcialidade do jornal no tratamento dado à candidata e foi destaque na segunda-feira (6/9).

Segundo os twitteiros, que abordaram o assunto com humor, a Folha ‘culparia’ Dilma por vários problemas e situações, muitas delas inusitadas.

Em resposta, o jornal alegou ser crítico, pluralista e apartidário. A Folha também considera que o uso do humor é uma das características das redes sociais, e que a crítica se acentua em período eleitoral.

“A Folha encara com normalidade a popularidade da hashtag #DilmaFactsbyFolha, ocorrida em 5/9/2010, quando publicou a reportagem ‘Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma’. Entre os princípios editoriais da Folha está o jornalismo crítico, pluralista e apartidário. Reportagens críticas naturalmente despertam reação, especialmente em período eleitoral e entre os militantes dos candidatos. Além disso, o uso do humor é uma das características das mídias sociais, o que faz com que a expressão tenha sido naturalmente utilizada por internautas de diferentes tendências”, dizia o comunicado.

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