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No filme Viver Por Viver, de Claude Lelouch, o tema de Candice (Bergen), de Francis Lai. Garimpagem e sugestão de Gilson Nogueira. BOA NOITE!

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Gilson Nogueira – Para Bahia em Pauta

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D.Pedro II: títulos a granel

Deu no Terra (Eleições 2010)

Rosane Soares Santana

A condecoração de deputados e senadores brasileiros eleitos, durante o Império (1824-1889), com títulos de nobreza, foi uma prática muito comum, a partir da Independência. O historiador José Murilo de Carvalho (A Construção da Ordem – elite política imperial) observa que enquanto D. João limitou-se às ordens honoríficas, com 2.630 títulos de cavaleiros, comendadores e grã-cruzes de Cristo; 1.422 títulos da Ordem de São Bento de Avis e 590 da de Santiago, D. Pedro foi pródigo na distribuição de títulos de barões, viscondes, marqueses e condes.

Os títulos de barão foram reservados, sobretudo, aos proprietários rurais, detentores do poder econômico – os barões do açúcar até os anos 20 do século XIX, na Bahia e em Pernambuco, e os do café, do Vale do Paraíba, a partir dos anos 30. O potentado que ingressou na política e os bacharéis, altos burocratas, foram agraciados com nobilitações mais elevadas até o grau máximo de duque.

Sérgio Buarque de Holanda (A herança colonial: sua desagregação, História da Civilização Brasileira Tomo II. V.2) afirma que a nobilitação foi uma estratégia para cooptar a aristocracia da terra, implementada com a chegada de D. João VI ao Brasil.

Na tentativa de apaziguar os ânimos dos senhores rurais, ávidos pelos cargos públicos ocupados pela burocracia portuguesa, que desembarcou no Rio de Janeiro, em 1808, ele distribuiu títulos nobiliárquicos aos proprietários, a quem cabia o ônus de manter o luxo da Corte e seus apaniguados.

O predomínio de títulos nobilárquicos mais baixos (barão e visconde) revela o caráter emergente da nobreza brasileira, aumentada por D. Pedro I, buscando conquistar a fidelidade da elite brasileira desencantada com a política centralizadora daquele período. Encastelados nas câmaras municipais, seu espaço de domínio, entretanto, os barões do açúcar continuaram resistindo às investidas centralizadoras do imperador, que acabou renunciando em 1831.

D. Pedro II continuou de forma intensa a concessão de honrarias, durante o Segundo Reinado. Os títulos geralmente levavam a mesma denominação do local onde os beneficiados possuíam propriedades rurais ou dos próprios engenhos e fazendas que possuíam, embora houvesse exceções com a indicação do sobrenome.

A nobreza política

Entre os deputados e senadores do Império que possuíam títulos honoríficos destacaram-se os baianos Miguel Calmon Du Pin e Almeida (marquês de Abrantes), Manoel Vieira Tosta (marquês de Muritiba), Francisco Gonçalves Martins (visconde de São Lourenço), Luiz Paulo de Araujo Basto (visconde de Fiaes), José Joaquim Carneiro de Campos (marquês de Caravelas), Ângelo Muniz da Silva Ferraz (Barão de Uruguayana), João Maurício Wanderley (Barão de Cotegipe); o pernambucano Antônio Francisco de Paula de Holanda Cavalcanti de Albuquerque (visconde de Albuquerque); os cariocas Pedro de Araujo Lima (marquês de Olinda), Honório Hermeto Carneiro Leão (marquês de Paraná); o fluminense Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho (visconde de Sepetiba) o mineiro Paulino José Soares de Souza (visconde do Uruguai), entre outros destacados parlamentares do perí

Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.

Leia mais política na história
http://terramagazine.terra.com.br/

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Deu na coluna BOA TERRA, assinada pelo jornalista Valdemir Santana, edição de hoje, 07 de Setembro. Jet Set baiano na festança americana

O verdadeiro tsunami de festas que sacudiu Nova York durante a semana teve mais ferveção e sutilezas baianas do que o que se comentou até agora. Além da música de Ivete Sangalo, Carlinhos Brown e Margareth Menezes, e a performance com lavagem da Rua 46, igualzinha às das escadarias das igrejas de Salvador, também o jeito de ser do Jet set baiano foi um destaque e tanto.
O requinte do Jet set baiano começou na área exclusiva do show de Ivete Sangalo no Madison Square Garden, e continuou no fervo do “Lavo New York City Club” a filial nova-iorquina da famosa casa de Las Vegas, onde a estrela recebeu para festa exclusiva. No espaço com 6 mil m², maior do que um hipermercado de Salvador, com bistrô italiano no topo e discoteca no térreo, a turma da Bahia se destacou.

Sorrisos e portas fechadas
A turma de baianos foi enorme. Formada principalmente pela empresária de moda Célia Michel Costa Silva com o marido, Bel Mascarenhas Alves da Silva, o casal Ana Maria e Guga Valente, o publicitário Nizan Guanaes com a mulher, a goiana Donata Meireles, executiva da área de moda internacional, e a produtora Marina Morena Almeida Torquato. Eles só pararam anteontem à noite, no exclusivo, e bota exclusivo nisto, “Provacateur club”, da Nona Avenida, onde o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, comemorou seus 39 anos.
Só para ter uma ideia do que é entrar no “Provacateur club” basta dizer que é o espaço onde se segue à risca a chamada política de porta. Uma equipe de armários musculosos fica na entrada com cara de tigre, mas jeito de anfitrião francês. A frase clássica, “queridos, não nesta noite”, é repetida como um mantra para barrar o ordinary people mesmo que vista Camme Des Garçons da cabeça à capa do i-fone.
Marina Morena causou frisson ao entrar no “Provocateur Club” com seu Prada drapeado. Ela é filha de Maria Angélica Almeida, a badalada banqueteira Keka Almeida e casada com o maquiador e fotógrafo Fernando Torquato. Mas é destaque, mesmo, pelo seu trabalho em organizar o cast de celebridades convidadas para o Carnaval baiano.

Dança baiana depois da briga
No quesito dança baiana quem fez bonito em Nova York foi a bióloga, atriz e apresentadora de televisão Ana Maria Braga, da TV Globo, que é paulista de São Joaquim da Barra. Ela dançou com desenvoltura e graça o rebolation, hit do Carnaval baiano, anteontem, durante O Brazilians’s Day, a comemoração americana da Independência do Brasil.
Ana Maria estava tão descontraída que não lembrava em nada a saia justa que passou no “Lavo Club”, sábado. Ela teve de sair da festa privé de Ivete depois que o namorado da apresentadora, Dinho Diniz, sobrinho da dona do Supermercado Extra Lucília Diniz, trocou socos com Marcelo Frisoni, ex-namorado de Ana Maria.

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