Geddel Vieira Lima (PMDB) e Dilma Rousseff, em visita ao Rio São Francisco, em 2009. Candidato ao governo, peemedebista enfrenta infidelidade de prefeitos que apoiam Jaques Wagner (PT)

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DEU NO TERRA MAGAZINE (ELEIÇÕES 2010)

Claudio Leal

Briga rural na sucessão baiana. O prefeito de São Gonçalo dos Campos (BA), Antonio Dessa Cardozo (PMDB), conhecido como “Furão”, registrou queixa, na 1ª Coordenadoria de Polícia de Feira de Santana, contra um grupo que invadiu seu sítio e ameaçou sua família. À frente dos meganhas, afirma Furão, estava um homem que se identificou como Fernando Vieira Lima, tio do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O prefeito são-gonçalense se filiou ao PMDB em 2007, a pedido do governador eleito Jaques Wagner (PT), após a derrota do grupo de Antonio Carlos Magalhães no Estado. Na época, Wagner e Geddel eram aliados e trocavam declarações carinhosas. Nada semelhante à inimizade de ambos na campanha baiana de 2010. Furão decidiu apoiar o petista, atitude que fere uma resolução do PMDB, cujo candidato é Geddel.

Agora, um pedaço da história relatada ao delegado da Polícia Civil, Fábio Lordelo. Na hora do almoço, Furão se reunia com a família na varanda, à espera dos pratos. Ouviu um barulho no portão do quintal. A voz masculina chamava uma das empregadas e interpelava a babá: “Lembra que, no mês passado, eu estive aqui e entreguei uma caixa de propaganda de Geddel Vieira Lima?”.

“Na segunda vez, ele perguntou com um tom mais arrogante”, descreve o líder municipal. Um dos quatro homens estaria filmando a invasão com um celular. “Parem, estou em minha casa!”, gritou.

“Tentou me agredir com um murro e fez menção de puxar uma arma. Não vi se estava armado. Continuamos a discussão”. Placas de candidatos, fincadas no sítio, foram inspecionadas. Havia propaganda da deputada federal Tonha Magalhães (PR), da base de Geddel.

Furão começou a furar a barreira de ombros, para expulsar os cabos eleitorais peemedebistas. “Não precisa disso! Porque se Lúcio (presidente do PMDB) e Geddel souberem…”, insinuaram. O prefeito gritou: “Que Lúcio e Geddel vão tomar no meio do rabo!”. Segundo Furão, Fernando Vieira Lima revidou: “Geddel e Lúcio vão saber disso e vão foder com você, prefeito!”. Saíram numa camionete Mitsubishi branca, com a placa encoberta por um plástico preto.

Sem mais, a versão de Lúcio Vieira Lima – presidente do PMDB da Bahia, irmão de Geddel e sobrinho de Fernando. O prefeito de São Gonçalo dos Campos enviou sete faxes cobrando propagandas do candidato ao governo (sim, Furão apoia Wagner). Na manhã desta terça-feira, 31, enviou o oitavo fax e um e-mail.

“Tenho tudo documentado. Ele pediu o envio do material. O que fazer? Hoje, saiu um carro pra entregar propaganda em diversos municípios. Não teve nada”, relata Lúcio a Terra Magazine, depois de conversar com o tio. Segundo os estafetas, o prefeito clamou por mais santinhos de Geddel: “Traz mais uns 30 mil!”.

Geddel havia denunciado irregularidades de Furão antes da entrada do são-gonçalense ao PMDB. Optaram pelas pazes com a ajuda de Jaques Wagner. “Estou no meio de uma briga de gigantes e eu sou um pequeninho da política. Tenho que agir dentro da lei pra me proteger”, diz o alcaide.

Peemedebistas avaliam, nos bastidores, que o prefeito deseja se precaver contra um eventual processo de expulsão. “É expressamernte vedado o apoio, ainda que indireto, a candidato nas eleições de 2010 que não seja integrante dos seguintes partidos coligados: PMDB, PR, PSC, PTB, PPS, PMN, PRB, PRTB, PSDC, PTC, PTdoB e PTN”, diz a resolução partidária, alcunhada de “AI-15” pelos adversários petistas, em referência ao número da legenda.

“Estou indignado com isso. Lutamos pela fidelidade partidária”, desabafa Lúcio. “Ainda hoje ele enviou um e-mail, às 10h52, dirigido a mim e Geddel”. Breve pausa para a íntegra da mensagem:

“São Gonçalo dos Campos/BA, 31 de agosto de 2010.

A SUA SENHORIA O SENHOR
DR. LÚCIO VIEIRA LIMA
M.D. PRESIDENTE ESTADUAL DO PMDB
Assunto: CONVITE

“Senhor Presidente,

Ao cumprimentá-lo cordialmente, venho por meio do presente, convidar Vossa Senhoria e o Sr. GEDDEL VIEIRA LIMA, Candidato a Governo deste Partido, para a 8ª CAVALGADA DO GRUPO NOVA ESPERANÇA, neste Municipio de São Gonçalo dos Campos, a realizar-se no dia 12 de setembro de 2010, com a seguinte programação:

Missa na Igreja Matriz: 10hs
Saída da Cavalgada: 11hs
Show com Cantor FLÁVIO JOSÉ: 18hs
Sua presença é indispensável para abrilhantar esse tradicional evento.

ANTONIO DESSA CARDOZO

PRESIDENTE”.

É isso. Uma cavalgada.
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Souto: ainda tem jogo

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DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 20100

Davi Lemos
Direto de Salvador

O candidato ao governo Paulo Souto (DEM) diz que ainda espera disputar o segundo turno na Bahia, embora as principais pesquisas mostrem uma margem de vantagem ampla para o petista Jaques Wagner (PT), que concorre à reeleição. A última pesquisa Vox Populi/A Tarde divulgada no dia 29 apontava o petista com 46% das intenções de voto, enquanto o democrata aparecia com 17%, seguido de Geddel Vieira Lima (PMDB), com 11%.

“Estamos no caminho de buscar o segundo turno, onde a eleição assume características diferentes. Temos 30 dias para as eleições e vamos mostrar a verdade do que está acontecendo na Bahia”, apostou o democrata, em entrevista nesta terça-feira (31) à TV Itapoan/Record. Souto entende que “saber a verdade” seria a principal maneira de o eleitorado reverter o cenário apontado nas pesquisas.

Souto ainda criticou o governo Wagner que, segundo ele, não deu continuidade aos seus projetos por “birra”. Os principais jornais da capital baiana estampam imagem de quatro vítimas, sem passagem pela polícia, mortas após operação da policia militar no bairro de Nordeste de Amaralina. “Tínhamos o projeto Viva Nordeste que envolvia toda a comunidade e diminuiu os índices de criminalidade (na região). O governo acabou por birra”, comentou.

O democrata não deixou, entretanto, de fazer “mea culpa” quando o assunto era educação no estado. Ele disse que, apesar de ter expandido o ensino médio para todo o estado e ter diminuído a defasagem idade/série dos alunos, faltou melhorar na qualidade do ensino.

Dilma Rousseff
Souto disse ainda que não teria dificuldades em manter uma boa relação com a presidenciável Dilma Roussef (PT), caso a candidata fosse eleita presidente da República. “Eu tive uma boa relação com o presidente Lula”, ressaltou.

O candidato, porém, disse que se colocaria contrário a projetos que julgasse contrários ao interesse do Estado, como a transposição do Rio São Francisco. Ele avalia que a Bahia perderá água para estados como Rio Grande do Norte e Ceará, quando populações ribeirinhas ainda não têm água.

O democrata disse que Wagner não se opôs à transposição para não se indispor com o PT. “Eu sou do Democratas, mas no momento que meu partido ficar contra a Bahia, eu fico contra o meu partido”, comentou. Souto ressaltou ainda que, em seu governo, programas de Lula, como o Bolsa Família e o Luz para Todos, tiveram bom desenvolvimento no Estado.

ago
31

Mario de Andrade:sem tempo para rótulos

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Glauvânia Jansen, a pernambucana mais baiana de Salvador, amiga e colaboradora da primeitra hora do Bahia em Pauta, garimpou um texto de Mario de Andrade sobre a preciosidade do tempo, que mandou por e-mail para este editor. Coisa fina em palavras e conteúdo, atualissima para os dias que correm. Bahia em Pauta compartilha com seus leitores e agradece a Glau. Confira

(Vitor Hugo Soares)
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POESIA E VIDA

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS

Mário de Andrade

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver

daqui para a frente do que já vivi até agora.

Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando

seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis

sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar

da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso

cargo de secretário-geral do coral.

‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.

Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,

minha alma tem pressa…

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana;

que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se

considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,

O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!

(Mario de Andrade (1893 – 1945)

Zequinha com Marinha: proibido no Maranhão,

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De seu observatório que dá para o mar aberto do litoral norte de Salvador, o jornalista Chico Bruno direciona a potente luneta crítica de seu site para o Maranhão dos Sarney, onde a governadora Roseana , do PMDB, anda fazendo misérias até com o irmão do Partido Verde. O texto, que Bahia em Pauta reproduz, está no site de Chico Bruno: http://www.chicobruno.com.br/

(Vitor Hugo Soares )
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Direto de Varanda: Chico Bruno

Zequinha Sarney ou Zequinha Banana?

O Estadão deslocou ao Maranhão a repórter Eugênia Lopes para conferir como anda a campanha eleitoral naquele Estado.

De cara a repórter descobriu que “integrante histórico da cúpula do PV, o deputado Sarney Filho não faz campanha no Maranhão para a candidata do partido à Presidência, Marina Silva”

A alegação de Zequinha para o fato, comprovado por Eugênia, é risível e demonstra que ele é um Zé Banana.

– Voto na Marina e ela (Roseana) na Dilma. Quando estou com Roseana no palanque dela não faço campanha para a Marina. Roseana não quer. Ela não deixa. Mas meu partido está fazendo campanha para Marina, diz Zequinha Sarney, que é irmão de Roseana.

– Não deixo mesmo ele pedir voto para a Marina, corrobora a irmã e governadora de um Estado, cuja família mantém estagnado a mais de 40 anos.

Segundo Eugênia, “Marina não aparece na campanha de ninguém do PV. Zequinha não pede votos nem na televisão nem em eventos privados de sua campanha para a presidenciável verde. Foi assim na semana passada, quando promoveu uma reunião em uma casa cinematográfica, em bairro nobre de São Luís. O cenário serviu para gravar depoimentos de correligionários que, dois dias depois, estavam no ar no programa eleitoral de televisão do deputado”.

E prossegue a repórter do Estadão, “ao lado do pai, José Sarney, Zequinha discursou e pediu votos para sua candidatura à reeleição. Em nenhum momento, no entanto, citou o nome de Marina”.

Como um borra-botas, Zequinha, em discurso de pouco mais de dez minutos ressaltou apenas as realizações de Roseana à frente do governo do Maranhão.

Já o chefe do clã, com um adesivo de Zequinha com a logomarca do PV na lapela, aproveitou o evento em prol do filho para pedir votos para Roseana – que, segundo ele, é “uma grande trabalhadora, uma grande filha” – e Dilma Rousseff.

O argumento que Zequinha usa para não pedir votos para Marina demonstra que o deputado verde é um pau mandado da irmã.

Aliás, demonstra também todo o autoritarismo da irmã, que na verdade é quem manda no clã Sarney por escolha do patriarca.

Pelo visto, Zequinha só fica verde quando toma esporo da irmãzinha.

É um banana assumido.

ago
31
Posted on 31-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-08-2010

Gilmar: “algo assustador”

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O jornalista político Ivan de Carvalho aborda nesta terça-feira, em sua coluna na Tribuna da Bahia, o tema da quebra criminosa do sigilo fiscal na Receita Federal. Para ele, a mídia na Bahia, tanto a eletrônica quanto a impressa, não deu ao assunto o espaço devido no último fim de semana e ontem.“É algo assustador e lamentável. Sobretudo quando ocorre em uma instituição profissionalizada e profissional como a Receita Federal” , diz Ivan no texto que Bahia em Pauta reproduz.

(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Banditismo político

Ivan de Carvalho

Abordo hoje o tema da quebra criminosa do sigilo fiscal na Receita Federal apenas porque a mídia, na Bahia, tanto a eletrônica quanto a impressa, não deu ao assunto o espaço devido no último fim de semana e ontem.

É possível que a movimentação criada com a passagem de Lula e Dilma pela Bahia e suas sequelas, bem como a implosão da Fonte Nova, hajam hipnotizado a mídia e posto sobre seus olhos escamas que a impediram de ver a entrevista do ministro Gilmar Mendes, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal.

Não imagino que a mídia baiana haja adotado a “estratégia” suicida do avestruz, embora uma parte da mídia brasileira já o tenha feito, mas somente uma parte. A parte da mídia brasileira que procede como o avestruz, o faz na defesa de seus interesses imediatos e se enquadraria perfeitamente naquela previsão de Lênin de que os capitalistas venderiam aos comunistas a corda com que estes os enforcariam.

Felizmente, além da parte da mídia que se mantém fiel à vigilância pela liberdade e ao dever de levar a seu público a informação com a dimensão que ela realmente tenha, há pessoas essenciais na conjuntura que resistem à correnteza, que remam contra ela, por entenderem que, remando a favor, só podem ajudar a nação a descer. A correnteza apenas desce, nunca sobe.

No caso da quebra de sigilo fiscal que desencadeou o novo escândalo na Receita Federal, um escândalo que, no entanto, evidentemente não se restringe a esse órgão, dois ministros do STF entraram na bola dividida, arriscando-se para preservar valores maiores do que eles. Talvez Ulysses Guimarães adaptasse a citação de que tanto gostava para “viver não é preciso, resistir é preciso”.

O primeiro dos ministros do STF a entrar no assunto foi Marco Aurélio de Mello, que integra atualmente também o Tribunal Superior Eleitoral. Ele classificou de “péssima” a quebra inconstitucional e criminosa do sigilo fiscal de quatro pessoas ligadas ao candidato a presidente José Serra e ao PSDB, assinalou que “num estado democrático há de se preservar certos valores” e completou afirmando que o valor coberto pelo sigilo é um valor maior. “No campo eleitoral, não há espaço para o golpe baixo”, declarou, observando que “não cabe bisbilhotice”. De acordo com Marco Aurélio, é “sintomático” que a quebra de sigilo tenha ocorrido “durante o período eleitoral”.

Linguagem mais contundente usou o ex-presidente do STF Gilmar Mendes, então já de posse de informações sobre a extensão bem maior das atividades ilegais de quebra de sigilo fiscal. O ministro afirmou que essa atividade é fruto de “banditismo político” e revela “paradigmas selvagens da política sindical”. Ele falou em entrevista à Folha de S. Paulo, publicada no domingo na Folha.com. Mendes criticou o aparelhamento político do Estado brasileiro, dizendo que é “uma anomalia que se normalizou”, isto é, de tão generalizada passou a ser vista como algo “normal”.

“Os funcionários públicos precisam entender que não estão a serviço de uma instituição partidária”, disse, advertindo que o episódio é típico de “partidos clandestinos que utilizavam dessas práticas como um instrumento de defesa contra um regime ditatorial”. E assinalou, com extrema precisão, o ministro Gilmar Mendes: “É algo assustador e lamentável. Sobretudo quando ocorre em uma instituição profissionalizada e profissional como a Receita Federal”, completando: “É preciso punir gravemente essa cultura de dossiês no país. Os partidos que se utilizaram disso têm que pedir desculpa. Têm que fazer um mea culpa. Porque isso é típico de partido na clandestinidade e não pode ocorrer em regime democrático”.

Nada a acrescentar.

ago
31

DEU NO IG (Eleições 2010)

Em sua crítica à campanha de José Serra, hoje, DURANTE UMA palestra em São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu a seguinte declaração: “Serra não é Zé. Serra é Serra mesmo”.

FHC foi bastante crítico à estratégia de marketing usada na campanha do candidato do PSDB.

A sensação dos que assistiram a palestra é de que FHC não nutre mais esperança de uma reação do seu candidato, apesar de não ter dito isto em nenhum momento.

Mas FHC falou, por exemplo, que, ao contrário do que se tem comentado, o PT não vai ser tão hegemônico como parece.

Segundo FHC, o PT não vai ter maioria no Senado e o PSDB deverá conquistar governos importantes como os de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Goiás.

Diante desse cenário, FHC acha que o poder político ficará bastante dividido.

FHC não se mostrou pessimista também com o futuro político do País, no caso de se confirmar a vitória de Dilma Rousseff.

Ele acha que o PT não vai fazer nenhuma “maluquice”, como não fez no governo Lula.

Muitos temem que o governo se torne mais estatizante, pelo fato de uma ala do PT defender uma participação maior do Estado na economia, mas o próprio FHC afirmou que tem muita gente do PSDB que tem a mesma tendência. Ele não vê a possibilidade de uma mudança nas regras do jogo no governo Dilma.

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