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Postado em 24-08-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 24-08-2010 11:47

DEU NA REVISTA

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Na coluna Brasilconfidencial, assinada por Octávio Costa, a revista IstoÉ publica na edição desta semana

RETRATO FALADO
O ministro do STF Joaquim Barbosa descobriu que, além da doença na coluna, tem um problema no quadril. E precisa de mais algumas semanas para se recuperar totalmente. Ele explica que está tomando remédios fortíssimo e lamenta a polêmica em torno de sua licença para tratamento de saúde.Considera-se alvo de uma campanha difamatória. “Há uma grande manobra interna para me tirar do STF, sob pretexto de que estou doente e devo pedir aposentadoria

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 24 agosto, 2010 at 11:53 #

Santa prepotência!!!

O Douto ministro esquece:

A toga é uma instituição, e como tal não pode viver de licença em licença, ela está, e precisa continuar, além de suas nem tão eruditas pretensões.

A tutela já é lenta, imaginem o suplício das partes “sorteadas” para seu gabinete!


danilo on 24 agosto, 2010 at 14:00 #

nosso conterrâneo bem que poderia pedir pra sair, pendurar a toga, voltar pra Salvador e se candidadtar a veriador no pleito de 2012.

veriador pelo PT, diga-se – pois assim estará de acordo com sua – lá dele, ideologia.


vitor on 24 agosto, 2010 at 18:02 #

Danilo

Em primeiro lugar, um viva por seu retorno à trincheira de debates do BP. Gente como vc faz falta por estas esquinas da internet.

Em segundo lugar, um esclarecimento sobre Joaquim Barbosa, por justiça a Minas onde ele nasceu e ao Rio de Janeiro, sua cidade do coração. Baiano é o delegado Protógenes.

Veja o que diz a introdução da biografia de Barbosa no Wilkpédia:
Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado

Grande abraço no retorno

VHS, editor


luiz alfredo motta fontana on 24 agosto, 2010 at 18:20 #

Caro Vitor

Precisamos esclarecer um detalhe:

As resenhas biográficas, nestes tempos bicudos, costumam enfatizar a condição: “sempre estudando em colégio público”.

Esquecem um pequeno detalhe.

Para “nosostros”, os que possuem mais de 55 anos, estudar em escola pública, era sinônimo de privilégio, tinhamos até que passar por exames de admissão.

Era um tempo anterior a tal “democratização do ensino”.

Traduzindo, escola pública era privilégio, muito diferente da situação atual.

Uma coisa no entando é certa, a toga é ônús, e não privilégio, deve ser não só honrada, mas usada sem interrupções, sob pena de condenarmos as partes ao jugo cruel da inércia em gavetas, mesmo que de doutos gabinetes.


luiz alfredo motta fontana on 24 agosto, 2010 at 18:26 #

Em tempo:

Eu estudei em escola pública, do primário à primeira graduação.

Tive portanto privilégio, tanto que na na época da primeira graduação, pertencia à uma escassa classe, algo inferior a 5% da população, salvo engano 2%.


luiz alfredo motta fontana on 24 agosto, 2010 at 18:51 #

Por fim, e certamente não por último:

O Venerando Ministro, busca abrigo às suas ausências continuadas, e consequente abandono das obrigações institucionais, na velha e conhecida armadilha de eleger pretensa e infame “perseguição interna”, ao bradar: – “Há uma grande manobra interna para me tirar do STF, sob pretexto de que estou doente e devo pedir aposentadoria”.

Aqui o inusitado, ao conceituar como internas,joga sobre a instituição que o acolhe, a pecha de palco de armações e
cizânias.

Há de se observar com cautela estas manifestações de quem deveria, no mínimo, ser preciso em suas alegações.

Qualquer semelhança com a expressão “forças ocultas” não parece ser obra de simples verborragia.

Ou não?


Olivia on 24 agosto, 2010 at 20:16 #

Depoimento: Recentemente, tive o privilégio de encontrar com o Ministro Joaquim Barbosa, ele caminha com dificuldade tamanha sua dor. Não tenho dúvidas dessa ‘manobra’ para aposentá-lo, pois o eminente magistrado, realmente, deve incomodar muita gente, principalmente ‘gente graúda’. Recomendo a todos procurar assistir um programa da ESPN Brasil com o Ministro Joaquim, vão conhecer melhor esta figura humana e, posso afirmar, muito doce. Por fim, e sempre, Chico Buarque de Holanda: A dor da gente não sai no jornal…


luiz alfredo motta fontana on 24 agosto, 2010 at 20:35 #

Façamos assim

São 11 gabinetes.

Tratemos como 11 feudos.

Ganhou, ocupou!

O serviço público a ser prestado é mero detalhe

Afinal tutela jurisdicional é luxo

O que vale é manter a toga

Quanto aos que dependem desta prestação, que aprendam os sortilégios da sorte.

Afinal quem mandou, ao distribuirem, por obra e conta do inevitável e republicano sorteio, suas pretensões de direito, obterem a “sorte” de cairem neste tão sofrido gabinete?

Triste fado.

Contentem-se coom a honra de tão estranho privilégio.

Afinal, tutela, ao menos nestes dias, é quimera. e toga ao que parece, é simples homenagem.


Carmem on 24 agosto, 2010 at 21:23 #

…Saia às ruas Gilmar…inesquecível


danilo on 24 agosto, 2010 at 23:34 #

o poder judiciário não deve ser equiparado às arquibancadas de uma torcida num estádio. neste brasil de mierda o juiz que for aplaudido pelo clamor das ruas, não significa, necessariamente, motivo de méritos. ainda mais sabendo, de antemão, as predileções ideológicas destes magistrados.

enfim, é tudo parecido com aquela máxima pronunciada por Nelson Rodrigues:

brasileiro quer mesmo é um emprego público pra ficar na maciota fazendo corpo mole.

se a saúde colunar do ministro não permite que ele pegue no batente full time, então que abra sua vaga para um jovem com disposição pra cumprir os rígidos rigores do horário de trabalho.


Carmem on 25 agosto, 2010 at 8:34 #

É claro, Danilo, você tem razão. Mas é bom não esquecer que o ex-presidente do Supremo foi o ‘rei da mídia’, só estava satisfeito sob holofotes, isso prejudicou muito a imagem da Suprema Corte. Sem falar da Ellen Gracie, Eros Grau e et caverna.


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