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Um som dos deuses, no sopro de um mago argentino, para uma Boníssima noite!!!
(VHS)

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Posted on 22-08-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 22-08-2010


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Humberto – Jornal do Comércio – Recife, PE

Reproduzida no Blogbar do Fontana ( http://fontanablog.blogspot.com/ )

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Posted on 22-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 22-08-2010

O papa Bento XVI reprovou, este domingo, as expulsões de ciganos em situação ilegal ordenadas pelas autoridades franceses, no âmbito do reforço da política de segurança do presidente Nicolas Sarkozy.

Perante peregrinos franceses, Bento XVI apelou ao acolhimento de homens de todas as origens e lembrou que os «textos litúrgicos de hoje reafirmam-nos que todos os homens são chamados à saudação».

«É também um convite a saber acolher a diversidade humana, tal como Jesus representou os homens de todas as nações», acrescentou o Sumo Pontífice,  na sua residência de Verão de Castel Gandolfo, antes da oração do Angelus.

No seu primeiro comentário à expulsão destes ciganos romenos e búlgaros, de França, o líder da Igreja Católica apelou ainda aos pais para que eduquem os seus filhos na fraternidade universal.

Após estes comentários de Bento XVI, o pároco de Lille escreveu ao ministro francês do Interior para lhe comunicar a sua recusa da Medalha de Mérito que lhe tinha sido atribuída.

No final de uma missa, o padre Arthur disse mesmo que rezava para que Nicolas Sarkozy tivesse uma crise cardíaca, embora,  mais tarde,  tivesse manifestado arrependimento por isso.

Por seu lado, o arcebispo de Aix-en-Provence e Arles, que assistiu ao desmantelamento de um acampamento de ciganos, na quinta-feira, criticou, este domingo, em comunicado, a destruição de caravanas e falta de dignidade pelas pessoas.

(Informações do portal TSF, de Portugal)

Os mineiros que estão bloqueados numa mina chilena há 17 dias estão vivos e bem, anunciou o presidente do Chile, Sebastian Pinera, que se deslocou ao local.

Depois de um contato com os mineiros feito através de uma mensagem escrita, Sebastian Pinera adiantou que «todos os 33 estão num refúgio e estão bem».

«Esta é a mensagem dos nossos mineiros que nos diz que estão vivos e que estão unidos», acrescentou Pinera, referindo-se ao papel onde os mineiros confirmaram estar bem.

Desde 5 de Agosto, que não era estabelecido qualquer contacto com estes mineiros que se encontram desde então no fundo de uma mina de San José, 800 quilómetros a norte da capital Santiago.

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Humoristas protestam no Rio: “a coisa é séria”

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DEU NO CORREIO DA BAHIA (EDIÇÃO ONLINE)

Humoristas se reuniram na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na tarde de muito sol deste domingo (22), para tratar de um assunto sério:protestar contra uma lei eleitoral que proíbe sátiras com candidatos durante o período de campanha eleitoral. A manifestação, que foi organizada pelo grupo Comédia em Pé, teve a participação de grandes nomes do humor nacional, como Hélio de La Peña, Marcelo Madureira e Cláudio Manoel, do Casseta & Planeta, Danilo Gentili, do CQC, Sabrina Sato, do Pânico na TV, além de Sérgio Malandro, Bruno Mazzeo, Lúcio Mauro Filho e outros.

A lei eleitoral 9.504, de 1997, diz em seu texto, que é proibido a emissoras de TV ou de rádio “usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito”. A proibição vale tanto para a programação normal, como para os noticiários.

“É como se proibissem de falar de futebol em época de Copa do Mundo”, comparou Mazzeo. “Essa lei é estapafúrdia e antidemocrática. E a democracia foi reconquistada no Brasil com muita luta. Muita gente morreu para que a gente vivesse em um país democrático”, enfatizou Lúcio Mauro Filho, um dos mais incisivos no discurso.

O protesto, que atraiu a atenção de dezenas de curiosos e banhistas, se concentrou em frente ao Hotel Copacabana Palace. Por volta das 16h, os humoristas, acompanhados de uma multidão, fizeram uma caminhada em direção à Praia do Leme, continuação da orla de Copacabana.

Marcelo Madureira, ao lado de Fábio Porchat, integrante do Grupo Comédia em Pé, comandaram a passeata. E durante o percurso ficou provado que, como manifestantes, eles são ótimos humoristas, pois muitos comediantes ficaram para trás, ainda na concentração. “Rubinho, Rubinho”, berrou Porchat ao megafone, acompanhado pela multidão, chamando pelos atrasados. Mais adiante, outro coro foi puxado: “Um, dois, três, quatro, cinco, mil, queremos liberdade para os humoristas do Brasil!”.

“Essa lei não deveria nem existir”, afirmou Danilo Gentili. “Os políticos abriram a ‘porta dos desesperados’ errada, e agora os humoristas saíram atrás deles”, brincou Sérgio Malandro, referindo-se a um quadro do seu antigo programa. “Os humoristas não vieram aqui fazer piadas, mas sim para lutar por elas”, concluiu Lúcio Mauro Filho.

( INFORMAÇÕES DO G1).

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Posted on 22-08-2010
Filed Under (Crônica) by vitor on 22-08-2010

Harvey “Duas-Caras” Dent e a transformação de Serra
  

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CRÔNICA ELEITORAL 

Serra decidiu morrer 

Janio Ferreira Soares 

José Serra decidiu morrer. Não fisicamente, como Veronika, personagem do escritor Paulo Coelho. Sua morte foi estritamente moral, como a do respeitado e incorruptível promotor de Gothan City, Harvey Dent, que depois de um acidente em que perdeu sua noiva e teve metade do corpo queimado, foi manipulado mentalmente pelo vilão Coringa, vindo a se transformar no temido Duas-Caras, inimigo mortal de Batman. 

Com Serra aconteceu coisa muito parecida. Governador respeitado da maior cidade do País e favorito nas pesquisas até o começo da campanha presidencial, ele se viu num beco sem saída quando Dilma, candidata de Lula, começou a subir nas pesquisas. 

Atordoado pela possibilidade da derrota e orientado pelos seus marqueteiros a assumir uma postura “viúva Porcina” (aquela que foi sem nunca ter sido), ele deixou de ser o candidato da oposição para virar uma espécie de transformista eleitoral, um Victor ou Victória tupiniquim (Serra ou Rousseff?), e o que é pior, sem a brilhante direção de Blake Edwards. 

E o resultado dessa sua dualidade suicida é que Inês, que já morreu faz tempo, agora terá uma ilustre companhia para matar (sem trocadilho) seu tempo e talvez ficar sabendo qual foi o verdadeiro motivo que levou um genuíno frequentador da coluna de Mônica Bergamo a querer se transformar numa desbotada foto 3X4 de um lambe-lambe do interior pernambucano. 

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na região baiana do Vale do São Francisco  

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Posted on 22-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 22-08-2010

A sugestão e garimpagem da música para começar o dia no BP vem da rica mina de Gilson Nogueira, acompanhada de mensagem via e-mail:  “Rosa Ivete, Ivete Rosa, no compasso da Bossa Velha Bahia, bom domingo, sorria!!!”

Pode ouvir sem susto. É pura maravilha!. “Ficou lindo”, como diz Ivete no final.

(Bom dia!)

VHS
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Hotel Intercontinental(Rio):cenário de guerra/DN

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL). EDIÇÃO DE DOMINGO

Numa fracção de segundos, ontem de manhã, o cenário sofisticado do hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, foi transformado num palco de guerra: 40 traficantes da favela da Rocinha, armados até aos dentes, invadiram o espaço em fuga à polícia. O cerco da Polícia Militar ao hotel durou duas horas. Uma eternidade para 35 pessoas feitas reféns pelos traficantes na cozinha do hotel, na maioria funcionários, mas também uma assistente de bordo da TAP a quem foi “apontada uma arma à cabeça”, segundo descreveu ao DN um dos hóspedes portugueses do hotel, Sebastião Pinto Pereira.

No total, estavam hospedados no hotel cerca de 50 portugueses, na maioria profissionais de quatro tripulações da TAP. Sebastião Pinto Pereira está de férias no Rio e decidiu passar a noite de sexta para sábado no Intercontinental para fazer companhia à irmã, que é hospedeira da TAP e estava ali de passagem. “Acordei no meio da ação, a ouvir tiros na rua e o som dos helicópteros. Primeiro não percebi bem o que se passava. Fui à janela e vi o hotel rodeado de helicópteros das operações especiais da polícia.” Um cenário de terror. Sebastião estava no quarto com a irmã hospedeira da TAP. “Ficámos trancados no quarto durante duas horas, o tempo que durou o cerco policial aos traficantes. Não conseguíamos comunicar com a recepção. A dada altura, na varanda do quarto do lado, uns funcionários do hotel que ali se encontravam refugiados disseram-nos para aguardarmos no quarto em silêncio que a polícia haveria de nos ir buscar”, contou Sebastião. “Tentámos manter a calma e fomos acompanhando o desenrolar dos acontecimentos pela televisão do quarto.” Duas horas depois, elementos das Operações Especiais entraram no quarto, libertaram-nos e “revistaram tudo”. Todos os quartos foram varridos, depois de a polícia ter dominado os traficantes.

Sebastião Pinto Pereira já falava ao DN com “alívio” pelo final feliz. “Nós até estivemos bem. Pior foi para os 35 reféns na cozinha, entre eles uma assistente de bordo da TAP. Essa tripulante ia tomar o pequeno-almoço quando foi agarrada por eles. Teve uma arma apontada à cabeça”, descreve.

Sebastião falou com a portuguesa refém depois do pesadelo. “Ela disse-me que já estava com mais medo da Polícia Militar do que dos traficantes”, descreve, entre risos. É que os polícias estavam armados com fuzis, verdadeiras armas de guerra.

“Um helicóptero das Forças Especiais aterrou no telhado do hotel e largou polícias. Era um cenário incrível, de filme”, descreve o português. Segundo conta Sebastião, a assistente de bordo que passou pela experiência de ser refém viajava ontem ao final da tarde para Portugal. “Ia viajar no mesmo voo que a minha irmã.” Sebastião Pinto Pereira não decidiu alterar as suas férias no Rio de Janeiro por causa desta experiência terrível. “Tudo acabou bem e nenhum dos portugueses ficou ferido.”

Isabel Palma, do gabinete de comunicação da TAP, também adiantou ao DN que os 40 tripulantes estavam “todos bem”. Só uma tripulação partiu ontem, as outras três viajam hoje.

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Posted on 22-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 22-08-2010

Chavez, na Venezuela:  eleições à vista

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Em seu artigo publicado na edição de fim de semana (sábado e domingo) da Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho pega o vôo imaginário de passagem pelo aeroporto de Salvador (já observaram que no horário eleitoral gratuito praticamente nenhum candidato fala mais em retomar a denominação histórica de Aeroporto Dois de Julho?) e instala momentaneamente no Caribe o seu bem equipado observatório de análise e crítica. “Vale fazer um corte para a Venezuela do ditador-presidente Hugo Chávez, onde haverá eleições daqui a um mês,” explica Ivan no texto publicado ontem na TB, que Bahia em Pauta reproduz no domingo, dia melhor para reflexões. Confira. (VHS)
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OPINIÃO POLÍTICA

A liberdade em debate

Ivan de Carvalho

O principal candidato da oposição a presidente, José Serra e seu partido, o PSDB, acusam o governo Lula de haver trabalhado contra a liberdade de imprensa e advertem para a continuidade desse risco caso o PT consiga eleger sua candidata a presidente. O ataque provocou respostas aparentemente indignadas do ministro da Comunicação Social, jornalista Franklin Martins. Também Luiz Dulci, chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, entrou na polêmica, para contestar os tucanos e contra-atacar.

Vale fazer um corte para a Venezuela do ditador-presidente Hugo Chávez, onde haverá eleições daqui a um mês. Lá, por uma coincidência extraordinária, daquelas que têm causa notória e efeitos pretendidos evidentes, o juiz William Páez (o Legislativo na Venezuela é hoje mero apêndice do Executivo chefiado por Chávez e o Judiciário já está bastante submisso ao coronel) proibiu a publicação de qualquer noticiário sobre violência nos jornais do país durante um mês (o período que faltava para as eleições, que nem incluem a Presidência da República).

Por outra coincidência, do mesmo tipo da antes mencionada, a violência – a insegurança pública, que cresceu à moda brasileira na “República Bolivariana da Venezuela” – se tornara o principal tema da campanha da oposição.

Houve uma reação internacional vívida e também uma reação interna bastante intensa para forçar o juiz a “recuar”, como diz o noticiário, em sua decisão. Mas qual foi o recuo? O bravo juiz decidiu que a medida será válida apenas para imagens, e não textos, e apenas para dois jornais: “El Nacional” e “Tal Cual”, críticos do governo de Hugo Chávez.

“Excelente”, diria ironicamente Pedro Mattos, um saudoso amigo meu e colega de profissão.Os dois jornais publicaram uma foto do necrotério da capital com mais de um cadáver por maca e corpos no chão. Magnânimo, em sua reconsideração da decisão, ao manter a censura sobre os dois jornais citados, limitando-as a imagens e liberando textos, o juiz a retirou dos demais, sob o entendimento de que não há motivo para suspeitar que os outros jornais sigam o exemplo dos que fizeram a denúncia relacionada com o necrotério, onde os vitimados pela violência buscam e não encontram um lugar para cair mortos.

Bem, vale lembrar que aqui no Brasil houve uma tentativa do governo – que alegou estar agindo para atender reivindicação da aparelhada Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) – de criar um Conselho Federal de Jornalismo, com atribuições até de punição de jornalistas que, ao ver do Conselho, saíssem da linha, atribuições óbviamente expansíveis, que poderiam levar a uma censura eficaz da atividade jornalística. Outro instrumento cuja criação foi intentada pelo governo Lula foi o de um organismo para normatizar, gerir e estabelecer políticas, inclusive de financiamento, para o setor audiovisual.

Como as reações foram fortes, o governo recuou provisoriamente, mas essas intenções de “controle social” da mídia – uma expressão bonitinha para esconder coisa feia – continuam no programa do PT, inclusive naquele programa que o partido registrou no TSE para ser o programa de governo da candidata Dilma, do que teve de recuar ante as reações setoriais e o sinal de alerta que tal registro emitiu à sociedade brasileira.

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