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Clayton – O Povo – Fortaleza, CE
Reproduzido no Blogbar do Fontana

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Eternidade no coração dos fãs é o mínimo que merece Raul Seixas.

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Túmulo de Raul no Jardim da Saudade…

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…e os primeiros fãs debaixo de chuva e frio/ Fotos:Marcia Dourado


Marcia Dourado

De Salvador

Como acontece todo ano no dia 21 de agosto, data de aniversário da morte do cantor e compositor baiano Raul Seixas, os fidelissimos e saudosos fãs do “maluco beleza” da Bahia comparecem desde as primeiras horas da manhã ao cemitério Jardim da Saudade, para prestar homenagens ao pé de sua sepultura, debaixo de chuva e frio, bem ao estilo do genial músico, compositor e intérprete de rock do País…

Quem chegou mais cedo ao Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, ficou impressionado, como eu, com o ato de já às 09h30min de uma manhã de sábado fria e chuvosa, verificar os primeiros fãs, molhados, ao lado do túmulo de Raulzito. Em visita à sepultura do meu amado Dimas, avistei logo à chegada ao cemitério um pequeno grupo, em trajes que lembravam o ídolo.

Ritual repetido há 21 anos, os admiradores e seguidores se juntam desde cedo ao lado do túmulo, no merecido tributo ao “Maluco Beleza”, homenagem que cresce em intensidade de participação ao longo do dia.

Em pé ou sentados (hoje alguns se abrigavam da chuva debaixo de árvores) os fãs tocam violão, trocam informações, bebida e cigarros e cantam os maiores sucessos de Raul: “Metamorfose Ambulante”, “Amigo Pedro”, “Gita”, “Balão Mágico”… e tudo que mantém viva a memória de Raul Seixas.

Comovente e merecida homenagem!

Marcia Dourado, economista, é atual moderadora do Bahia em Pauta

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Posted on 21-08-2010
Filed Under (Artigos, Rosane) by vitor on 21-08-2010

DEU NO TERRA (ELEIÇÕES NA HISTÓRIA)

Rosane Santana

A disputa pelas primeiras suplências de deputados gerais e provinciais era bastante acirrada nas eleições do Brasil Império. Com uma elite reduzida a poucos nomes, onde sobressaiam bacharéis em direito, médicos e padres, os mandatos acabavam caindo sempre nas mesmas mãos. Um acordo de cavalheiros entre os eleitos e, tudo indica, o gabinete do Imperador permitia aos suplentes assumirem seus mandatos, enquanto titulares eram nomeados para cargos da alta burocracia, como a presidência de províncias, ministérios e ouvidorias, entre outros.

A alta rotatividade de titulares provocava uma valorização do cargo de suplente e explica o porquê da disputa entre eles por uma melhor posição na lista dos votados, com frequentes pedidos de recontagem, que eram aceitos na medida do prestígio de cada um deles junto ao presidente da província, responsável por validar as eleições, e a quem eram encaminhadas algumas atas em branco para que as preenchesse com nomes de sua preferência.

Como as cédulas eleitorais – por longo período, pedaços de papel com o nome dos candidatos para serem depositados na urna – eram queimadas pelos colégios eleitorais das províncias, após a confecção das atas, supõe-se que a recontagem era algo impossível. No final, funcionava a força da caneta do presidente e o prestígio do postulante, geralmente traduzido pelo poder econômico, devido à posse de grandes extensões de terra, engenhos e escravos e os negócios no comércio de exportação e importação, inclusive de africanos, até a proibição definitiva em 1850.

É preciso ressaltar o caráter da interinidade da suplência, ainda que prolongada, uma vez que ao licenciar-se o titular não perdia o mandato, podendo retomar a sua cadeira, se assim lhe conviesse, mesmo tendo saído para exercer outro mandato eletivo. Era o caso, por exemplo, de deputados provinciais eleitos para a Assembleia Geral (Câmara dos deputados). Em 1835, por exemplo, o bacharel e chefe de Polícia da Cidade da Bahia, Francisco Gonçalves Martins, substituiu na Assembléia Geral o deputado Luis Paulo de Araújo Basto, ex-presidente da Província, voltando a assumir o mandato na Assembléia Provincial da Bahia no ano seguinte, 1836.
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Salvador, Bahia, “a Virgínia brasileira” do Sec XIX
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O Legislativo baiano

Na Bahia do Século XIX, “A Virgínia Brasileira”, segundo Joaquim Nabuco (Um Estadista do Império, Topbooks, 1977), em alusão ao estado americano que mais fez presidentes na história dos EUA – a elite baiana só esteve ausente de cinco ministérios, de um total de 36 existentes no Segundo Reinado-, a suplência de deputado provincial era muito disputada deste a criação das assembleias provinciais, em 1834.

Uma cadeira do legislativo dava a seu ocupante poder para interferir na criação de cargos, aumento de salários e nomeação de apadrinhados numa estrutura política marcada pela barganha e troca de favores entre os parlamentares e suas clientelas.

Dos 74 suplentes identificados nas eleições para as três legislaturas entre 1835 e 1841, durante a Regência e início do Segundo Reinado, um total de 42 assumiu o mandato no período, sendo que 18 na primeira legislatura, a mais longa (1835-1837), 12 na segunda legislatura (1838-1839) e 13 na terceira (1839-1841).

Primeira legislatura – suplentes Antonio Policarpo Cabral, Antonio da Silva Teles, Antonio Calmon Du Pin e Almeida, Antonio Pereira Rebouças, Firmino Joaquim de Souza Velho, Francisco Antonio Ribeiro, Francisco Manuel Gonçalves da Cunha, João Antunes de Azevedo Chaves, João Landislau de Figuredo e Melo, Joaquim Antônio Moitinho, Joaquim de Almeida, José Avelino Barbosa, José Eloy Pessoa da Silva, José Vieira de Faria Aragão e Ataliba, Manuel Ferreira de Araújo Guimarães, Manuel Fulgêncio de Figueiredo, Manoel de Oliveira Mendes, Simão Gomes Ferreira Veloso.

Segunda legislatura – suplentes Antonio Ladislau de Figueiredo Rocha, Caetano Silvestre da Silva, Caetano Vicente de Almeida Júnior, Francisco Marques de Araújo Góes, Francisco Pereira Dutra, Joaquim Antonio Moitinho, Luis Antonio Barbosa d´Almeida, Luiz Barbalho Moniz Fiúza Barreto de Menezes, Manoel José Espínola, Pedro ferreira de Oliveira, Pedro Ferreira de Oliveira, Pedro da Silva Freire e Tito Alexandre Cardoso de Melo.

Terceira legislatura – suplentes André Corsino Pinto Chichorro da Gama, Aprígio José de Souza, Caetano Vicente de Almeida Júnior, Eduardo Ferreira França, Inocêncio Marques de Araújo Góes, João Antônio Sampaio Viana, João José de Almeida Couto, João Maurício Wanderley, João Martiniano Barata, José Antônio de Magalhães Castro, José Emídio dos Santos Tourinho, José Telles de Menezes e Luiz Barbalho Moniz Fiúza Barreto de Menezes.

Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.

LEIA MAIS ELEIÇÕES NA HISTÓRIA

http://bahiaempauta.com.br/

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Posted on 21-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 21-08-2010

DEU NO PORTAL TSF ( PORTUGAL )

As cerca 30 pessoas que foram feitas reféns no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, já foram libertadas e nove assaltantes foram presos, segundo a polícia citada pela mídia carioca. Apesar do sequestro já ter terminado há vítimas a lamentar.

O balanço aponta para um morto e quatro feridos, dois deles polícias, mas nenhum português foi atingido.

António Monteiro, porta-voz da TAP, afirma à TSF que os 45 tripulantes que se encontravam alojados neste hotel estão bem e se encontram nos quartos.

«Estamos muito convencidos de que muito em breve os que correspondem à tripulação do primeiro voo poderão dirigir-se ao aeroporto. São cerca 45 pessoas que correspondem a quatro tripulações. Duas delas virão hoje para Lisboa», afirma.

A Secretaria de Estado das Comunidades disse também à TSF que ativou uma equipa do consulado português no Rio de Janeiro que já está a inteirar-se da situação dos portugueses

Quadro de Dylan: Brasil como inspiração

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Regina Soares

Direto de San Francisco (Califórnia)

Bob Dylan, o astro norte-americano de música pop que vem pintando desde a década dos 60 e criou a capa do “Band’s Music From Big Pink”, investe sério na nova atividade.Ele terá novos quadros e desenhos expostos na Dinamarca em uma exposição no Denmark’s Statens Museum for Kunst, em Setembro próximo.

“Foi uma honra ser requisitado e um desafio emocionante” disse Dylan sobre a coleção intitulada “Brazil Series”, que ele criou exclusivamente para esta exposição no museu. “Eu escolhi o Brasil como tema por que eu já estive la muitas vezes e eu gosto da atmosfera”.

Inspirado por “American realism” do começo do século 20, e pintores como Matisse, Dylan retrata políticos, jogadores, favelas, vinhedo, e outros aspectos do Brazil. A exibição terá 40 pinturas em acrílico e oito desenhos.

Regina Soares, advogada, especialista em eleições nos Estados Unidos, mora em Belmont, na área da baia de San Francisco, Califórnia, de onde colabora com o Bahia em Pauta.

Dilma atropela Serra no Datafolha

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.

Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.

A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.

Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.

Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.

Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.

Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.

A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).

Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.

Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.

A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.

Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.

Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.

No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.

Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.

Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.

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Posted on 21-08-2010
Filed Under (Crônica, Janio) by vitor on 21-08-2010

Plínio: “da-lhe velhinho’

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CRÔNICA POLÍTICA/NANICOS

Plínio e os nanicos

Janio Ferreira Soares

O título acima poderia ser o de um desenho animado, onde reinaria uma mistura de personagens que fazem parte do contexto. (Plínio Raposo, ou simplesmente Plínio, é aquele garoto rico e chato que paquera Glória e por isso é inimigo mortal do dono do gibi, o grande Bolinha. Quanto a nanico, é como Fred Flintstone chama carinhosamente seu amigo Barney). Mas a verdade é que o assunto continua sendo a sucessão presidencial, só que dessa vez não falarei de Dilma, Serra ou Marina, mas sim daqueles que estão à margem do processo e são conhecidos exatamente como candidatos nanicos.

Cada um está tendo menos de um minuto na TV para tentar convencer o eleitor de que, por exemplo, Ivan Pinheiro, do Partido Comunista Brasileiro – que promete fechar o senado e reconhecer as FARC como organização política – tem condições de chefiar a nação.

Você também pode optar pelo companheiro Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária, que não apresentou nenhuma proposta ao TSE, preferindo governar de acordo com as carências sociais, ou, ainda, escolher Zé Maria, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – que foi expulso do PT por ser considerado muito radical – que anuncia a taxação das grandes fortunas e a estatização do sistema financeiro.

Há também a opção pelo bom e velho democrata cristão, Eymael, que tem como grande trunfo a nova versão de seu famoso jingle “Ey, Ey, Eymayel..”, nas versões axé, milonga e sertanejo. Agora vai.

Mas se você quiser garantir o futuro dos bebês, a melhor escolha é Levy Fidelix, do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, que promete uma poupança de dois mil reais para cada recém-nascido, resgatável quando o mesmo fizer 21 anos. Uma espécie de Bolsa Fralda ou Bolsa Xixi, tanto faz.

Quanto a Plínio de Arruda, do PSOL, o papo é outro. Além de pregar um calote na dívida interna, os candidatos morrem de medo do que essa espécie de punk da melhor idade pode aprontar nos debates. Espero que ele honre a fama e revele a verdadeira face de cada um. Como diria Pernalonga: dá-lhe, velhinho!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na região do Vale do São Francisco


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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

Batatinha – Batatinha & Companhia Ilimitada (1969)

JS Discos – 1969

Música – Não suje o meu caixão

Composição – (Panela e Garrafão)

Cantor – Antonio Moreira

BATATINHA & COMPANHIA ILIMITADA

Salvador, maio de 1969

Aos tantos dias do mês tal do ano qual, fundou-se a sociedade Batatinha & Companhia Ilimitada, com fins musicais.

Tôda a história começou ha exatamente vinte e cinco anos, quando o cidadão Oscar da Penha, a quem o Samba apelidou de Batatinha, resolveu tirar, na caixa de fósforo (não revelo a marca, porque seria propaganda gratuita), o Inventor do trabalho, seu primeiro samba.

Daí por diante vieram várias gravações: Jajá da Gamboa, por Jamelão (que para tanto entrou de bicão: tornou-se parceiro, indevidamente), Diplomacia e Só Eu Sei, por Bethânia (numa só faixa), Bossa Capoeira, pelo Inema Trio (Batatinha, inclusive, foi o introdutor da Capoeira na nossa Música Popular, há anos atrás), além de marchas e sambas carnavalescos.

Tudo isso rendeu ao cidadão Oscar da Penha a importância de NCr.$ milhares de cabelos brancos, capital indispensável para a fundação da sociedade musical Batatinha & Companhia Ilimitada. Batata, até hoje, não conseguiu ganhar a parcela justa no que concerne a direitos autorais etc., diga-se para o bem da verdade, e que seja constado em ata.

Em Assembléia Geral, para que nossa Sociedade fôsse mais importante, votamos a participação de uma dupla de sambistas populares: Panela e Garrafão (que fazem samba com tempêro e birita). Era pensamento de Jorge, diretor da JS, mudar o nome do samba dêstes dois novos associados para efeito de gravação. Sugerimos, então, que nos permitesse fazer a contracapa do disco e explicar tudo.

Na verdade, não temos a mínima intenção de cumprir o combinado: não vamos explicar coisa alguma. Achamos a música (Não suje o meu Caixão) com um título altamente tropicalista (Tropicalismo é exatamente isto: valorização das nossas coisas, em têrmos de arte). O título, aliás, reflete a mentalidade e os preconceitos que condicionam o nosso homem do povo. Em têrmos culturais, pode haver algo mais importante?

Se pode, de certo, não serão as nossas palavras. Apostamos.

Cid Seixas

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Bahia em Pauta agradece ao poeta paulista e blogueiro Luiz Fontana, do Blogbar, por mais esta garimpagem e sensacional sugestão musical que começa o dia no BP. É a frutífera tabelinha Sampa-Bahia que segue fértil e semgue em frente.
(VHS)

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Posted on 21-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 21-08-2010

Marta: perfil falso no microblog

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DEU NO MSN

Um pedido do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ao Twit Brasil vai dar fim ao perfil falso da candidata ao Senado pelo PT, Marta Suplicy. Apesar do nome, o Twit Brasil não possui vínculo com o Twitter.

O blog avisa que é a segunda vez que recebe solicitação do TRE para a retirada de um perfil da rede de microblogs. O pedido foi encaminhado pela própria candidata à instituição. O blog tem 48 horas para tomar providências.

No final de julho, o Twitter pediu ao Twit Brasil que mudassem o nome da página e retirassem qualquer referência à rede social. Atendendo ao pedido, mudaram de Twitter Brasil para Twit Brasil e continuaram em funcionamento.

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