Marina visita Bienal:”vamos surpreender”

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Em visita à 21ª Bienal do Livro de São Paulo, a candidata do PV Presidência, Marina Silva, prometeu surpreender os adversários com seu programa eleitoral, apesar de ter apenas 1 minuto e 23 segundos na propaganda gratuita. Segundo a candidata, seu programa é como castanha do Pará: “basta comer uma para estar suprido de proteína. Daremos a mensagem em pequenas porções de grande qualidade”, afirmou a presidenciável.

A candidata do PV também prometeu a instalação de uma biblioteca em cada escola brasileira caso seja eleita em 03 de outubro. De acordo com ela, essas bibliotecas terão todo o apoio necessário para que o aluno possa mergulhar no universo dos livros. Ela prevê uma parceria entre os ministérios da Educação e da Cultura para que essas bibliotecas sejam atualizadas e para que as crianças encontrem ali um lugar acolhedor para o exercício da leitura, comentou Marina. A candidata lembrou que apenas 10% da população brasileira compra livros didáticos no País e que é preciso ampliar o número de leitores.

Sobre a falta de licenças ambientais nos poços do pré-sal na Bacia de Campos, como foi adiantado pelo iG, a candidata defendeu o cumprimento da lei, que exige as licenças para qualquer novo investimento. “Nós temos que ter rigor nos investimentos e no tratar as questões ambientais com externalidade. Para ser viável, o projeto tem que ser viabilizado do ponto de vista econômico, técnico e ambiental, afirmou.

A presidenciável verde disse que não tinha conhecimento técnico sobre as irregularidades na Bacia de Campos, no Rio, mas, defendeu a instalação de um termo de ajustamento de conduta caso haja uma herança de um período em que a lei ainda no exigia as licenças para perfuração. “Quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, existia um passivo muito grande em relação a esses licenciamentos. Sempre se buscava, a partir dos termos de ajustamento de conduta, fazer com que se tornassem legais os processos que não haviam sido feitos adequadamente”, defendeu. (IG)

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Elvis vive! Viva Elvis

BOA NOITE!!!

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Posted on 16-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 16-08-2010

Vigilia em Graceland: Elvis vive

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Velas luziam na noite, quando milhares de fãs de Elvis Presley desfilavam frente à campa do cantor, em Graceland (Estados Unidos), numa vigília iniciada na noite de ontem para assinalar o 33.º aniversário da morte do ‘rei do rock’, nesta segunda-feira, 16 de agosto.

Milhares de fãs provenientes de todo o mundo rumaram à quinta do cantor no domingo à noite, para participar na vigília e procissão que todos os anos se realiza naquela emblemática propriedade localizada em Memphis (Tennessee).

Baladas do cantor como ‘If I Can Dream’ e ‘Fools Rush In’ eram entoadas pelos participantes enquanto aguardavam solenemente a abertura dos portões de acesso à propriedade.

Flores e fotos delineavam o caminho e o local frente à sepultura, onde também repousam os restos mortais do pai de Elvis, Vernon, da mãe, Gladys, e da avó Minnie Mae.

Elvis Presley nasceu a 08 de Janeiro de 1935 em East Tupelo (Mississippi) e morreu em Memphis a 16 de Agosto de 1977, aos 42 anos.

Um ano depois da morte, os fãs começaram a fazer romarias de homenagem ao cantor que se tornou um dos maiores ícones do rock do século XX.

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BOA TARDE!!!

O cenário do desastre

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Três dos quatro brasileiros que estavam em um acidente de avião nesta segunda-feira (16) na Colômbia estão vivos e sendo atendidos num hospital local, informa o Itamaraty. Ainda não há informações sobre a gravidade do estado das vítimas.

O aeronave se partiu em três após ser atingida por um raio ao aterrissar na ilha de San Andrés, conforme declarou o coronel Ronald Tascón, diretor de operações da Aerocivil, à imprensa de Bogotá. Segundo agências de notícias, seriam quatro os brasileiros a bordo, mas o Itamaraty ainda trabalha para confirmar os nomes e está entrando em contato com as famílias no Brasil.

Até o momento, a informação é de que pelo menos 120 pessoas ficaram feridas. Segundo a agência Reuters, várias testemunhas asseguraram que no momento da aterrissagem ocorria sobre a ilha um fenômeno de tempestades elétricas que teria causado o acidente.

(Terra e Reuters)

Kátia Carmelo: boa pontaria e coragem

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Temida a ex-secretária municipal de Planejamento sempre foi nos corredores do Palácio Municipal e imediações da Praça Tomé de Souza no primeiro mandato do prefeito João Henrique Carneiro , principalmente na fase de discussão e aprovação do novo e polêmico PDDU de Salvador.
Chamada de “A Loura” no corredor e nos gabinetes fechados de alto escalão mais próximos da sala do “chefe” no Palácio Municipal, Katia Carmelo, causava furor e fazia tremer muita gente sempre que chegava pisando firme -e bela- para alguma reunião no palácio Thomé de Souza . Muita gente grande se escondia.
Nos últimos dias, porém, os soteropolitanos em geral, e a “tropa de choque” do prefeito em particular, descobriram que a ex-secretária é uma atiradora de primeira linha – destas que bem poderiam representar Salvador em qualquer olimpíada de tiro, sem fazer veio.
Isso ficou cabalmente demonstrado na entrevista concedida por Kátia Carmelo ao repórter Vitor Rocha, publicada nas edição de sábado do jornal A TARDE. No palácio municipal há gente com crise de nervos ainda hoje, com ataques de tremores que se repetem à simples menção do nome da ex-secretária.
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Pausa para citação de A TARDE na apresentação da entrevista:
Escanteada na prefeitura e acusada, em carta apócrifa, de participar de esquema de extorsão de dinheiro a empresários – no contexto da prisão do blogueiro João Andrade Neto –, a arquiteta e ex-secretária municipal de Planejamento, Kátia Carmelo, denuncia um esquema de negociações clandestinas das chamadas “Transcons”, que são permissões para que determinadas obras ampliem seu potencial construtivo, o que aumenta a lucratividade de alguns empreendimentos imobiliários.
De acordo com ela, a utilização está sendo usada indevidamente na orla marítima da cidade. Com isso, o dinheiro que deveria ser arrecadado pela prefeitura por meio de outro instrumento, a outorga onerosa, passa para as mãos de empresários que vendem a “Transcon”.
Em entrevista exclusiva a A TARDE, ela cita nomes envolvidos e calcula o prejuízo potencial aos cofres públicos em torno de R$ 500 milhões se a suposta fraude continuar. Como justificativa para a decisão de fazer as denúncias, ela diz que está sendo vítima de ameaças e acusações caluniosas, e que já levou estas informações à Polícia Civil.

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Pergunta e resposta cruciais da entrevista
Repórter – Na sua denúncia à Polícia Civil, feita no ano passado,você cita pessoas que articulam isso na Prefeitura. Quem são e a mando de quem atuam?
Katia Carmelo – Olhe, você tem como grande detentor de Trancon na cidade , Alcebíades Barata. Ele tem uma influência muito grande dentro do gabinete do prefeito, junto com Ricardo Araujo, que é secretário particular do prefeito e que é primo de João Andrade (Neto, dono do Pura Política). Tem os grandes detentores que estão por trás da parte urbanística e todo mundo sabe que os grandes detentores da Avenida Paralela chamam-se Carlos Suarez (ex-OAS) e Francisco Bastos. Eles têm áreas lá?Tem. Compactuaram com tudo que está colocado?Não. Até porque eu digo que Alcebíades Barata é baixo clero.Ele é muito vulgar e mesquinho na hora de fazer as falcatruas e agressões que faz. Então, é ele e Claudio Silva, superintendente da Sucom, parceiro contumaz deles e de Ricardo Araujo.Os três. É fácil, é só verificar a evolução patrimonial de todos eles.
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Além da excelente pontaria revelada na entrevista , é preciso reconhecer: Katia Carmelo é também uma mulher de muita coragem!

Jobim: cirurgia de cataratas

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O Ministério da Defesa cancelou, ontem à tarde, em telefonema de Brasília para a Seccional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Pará, a visita que o ministro Nelson Jobim faria nesta segunda-feira (16) a Belém. O ministro iria falar sobre o Plano Nacional de Defesa e a implantação da 2ª Esquadra da Marinha do Brasil na Região Amazônica.

No telefonema, a assessoria do ministro alegou como justificativa para a suspensão da viagem uma cirurgia de catarata a que Nelson Jobim precisaria ser submetido. A razão, porém, deve ser bem outra, e está provavelmente associada à decisão, que agora já se acredita formalmente tomada, de levar para o Estado do Maranhão a base naval da Segunda Esquadra.

Esta era, desde o início, a expectativa de setores do Comando da Marinha e do próprio Ministério da Defesa. O Governo do Estado do Maranhão, aliás, já vem considerando há meses a escolha de São Luís como fato consumado.

A decisão do cancelamento, porém, foi uma surpresa. Entre outros motivos, porque uma equipe de assessores do ministro já estava ontem em Belém para acertar detalhes da viagem e do programa que ele deveria cumprir na capital paraense.

Uma condição imposta pela equipe precursora do Ministério da Defesa foi muito mal recebida pelos dirigentes das instituições que aqui deveriam recebê-lo. Certamente cumprindo ordens expressas de Brasília, eles impuseram como exigência que Nelson Jobim seria o único a usar a palavra.

Ocorre que são muitas as entidades que, no Pará, vêm participando de debates e estudos em defesa da escolha do Pará como sede da futura Base Naval da Marinha. Entre outras, participam do grupo de trabalho a OAB, a Federação das Indústrias (Fiepa), a UFPA, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e a Comissão Pró-Base do Arquipélago do Marajó.

O professor Hito Braga de Moraes, docente e pesquisador da Faculdade de Engenharia Naval da UFPA, tinha pronto um estudo que seria entregue ao ministro mostrando a viabilidade da escolha de Belém como sede da Base Naval da 2ª Esquadra. Agora, não se sabe sequer se o estudo chegará às mãos do ministro a tempo de influenciar na escolha.

O estranho cancelamento de sua viagem a Belém, na última hora, sugere que não, e indica que todo o trabalho resultou em vão. Os maranhenses ganharam. O Pará, mais uma vez, perdeu.
(Diário do Pará)

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Posted on 16-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 16-08-2010

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Em seu artigo na Tribuna da Bahia nesta segunda-feira, 16, o jornalista político Ivan de Carvalho comenta sobre o início amanhã, do horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e televisão, acompanhado pelas inserções também gratuitas de propaganda eleitoral, ao longo do dia. No texto que Bahia em Pauta reproduz, Ivan alerta para esta etapa decisiva da campanha eleitoral, tempo aproveitado por alguns candidatos, partidos e marqueteiros para vender gato por lebre.

(VHS)
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OPINIÃO POLÍTICA

Não aceite gato por lebre

Ivan de Carvalho

Começa amanhã o horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e televisão, acompanhado também pelas inserções também gratuitas de propaganda eleitoral, ao longo do dia.
A gratuidade aí não é uma palavra que mostre toda a realidade, pois, no final da história, quem paga a conta é o contribuinte. Esse tempo dedicado à propaganda eleitoral só é gratuito para os candidatos e os partidos. O Estado brasileiro compensa as emissoras com um benefício fiscal e elas, assim, não estão dando de graça o seu tempo.
Indireta, mas muito concretamente, o contribuinte brasileiro – a sociedade – é que sofre o ônus. Presumem o legislador, em particular e o Estado, em geral, que seja justo o contribuinte pagar, pois, como eleitor, ele se “beneficia” da propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão, dela absorvendo informações que o ajudarão a escolher os candidatos que, entenderia ele, devem governar seu país, seu estado ou seu município.
Lamentavelmente, os partidos e candidatos – com as raras e honrosas exceções de praxe – não costumam utilizar os programas e inserções gratuitos para informar os eleitores sobre os seus reais propósitos e condições de governar, no Executivo ou no Legislativo.
Preferem estudar, através de refinadas pesquisas de opinião dos eleitores, o que estes querem ouvir para exatamente isto lhes falar. Saber o que pode atrair o apoio de segmentos da sociedade – jovens, mulheres, trabalhadores, empresários, evangélicos, católicos, aposentados, idosos, jovens, homossexuais, deficientes (desculpem, pessoas com necessidades especiais, pois a cada dia mudam a maneira politicamente correta de denominá-los) para assumirem posições e comportamentos simpáticos, para entrarem em aparente sintonia com tais segmentos.
Depois das eleições, se eleitos e após empossados, então os eleitores menos desatentos verão a grande distância que na grande maioria dos casos separa o que se diz nas campanhas eleitorais do que se faz nos governos, seja no Poder Executivo, seja no Poder Legislativo. Um dia, Fernando Henrique Cardoso candidatou-se a presidente da República e usou a imagem da mão humana com os seus cinco dedos para destacar as que seriam as cinco prioridades de seu governo.
Segurança pública era uma delas. E tudo que ele fez nos seus oito anos a este respeito, enquanto a violência crescia e espantava o país, foi declarar algumas vezes que a situação chegara “aos limites do intolerável” ou “aos limites do inaceitável”. Muito otimismo, pois já passara desses limites.
Ruim a “atuação” de FHC nesse aspecto? Pois Lula fez ainda pior. Pois, como FHC, nada realizou, na prática, pela segurança pública (não me venham com essa conversa besta de tecnoburocrata falar do esquálido Pronasci) e continuou assim mesmo quando a violência e a criminalidade organizada ultrapassaram, por quilômetros e léguas, os limites entre o tolerável e o intolerável, entre o aceitável e o inaceitável. Com FHC já haviam ultrapassado, sim, mas nos oito anos de Lula só houve piora, com exceção, talvez, de São Paulo, mas não por ação federal.
Assim, veja e ouça a propaganda eleitoral “gratuita”, mas fique muito atento para que não lhe vendam gato por lebre.

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