Chico Anysio: “um susto”

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DEU NO MSN (FAMOSIDADES)

Foi só um susto. Após passar por uma cirurgia de emergência neste sábado (14), Chico Anysio passa bem. O humorista foi internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, por conta de um pólipo no intestino grosso, que foi parcialmente retirado durante a operação.

Segundo a assessoria do hospital, o quadro do artista é estável. Ele está no CTI, onde respira sem ajuda de aparelhos, com previsão de alta para quinta-feira (19).

O ator Bruno Mazzeo, filho do comediante, usou o Twitter para agradecer as manifestações de carinho do fãs. “Volto a agradecer tantas correntes positivas que não param de chegar. Cearense é bicho forte. Tudo caminhando bem”, postou.


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BOA NOITE!!!

Nat King Cole – I love you for sentimental reasons

ago
14
Posted on 14-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 14-08-2010

Deu na coluna Em Tempo, de Alex Ferraz, na Tribuna da Bahia

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Uma renovação política e tanto!

“Recebo por e-mail a lista de alguns candidatos sui generis, para dizer o mínimo, a cargos parlamentares nas eleições de outubro vindouro. Vou me eximir de comentários, pois creio que os nomes falam por si. Bem, no fabuloso mundo dos esportes, setor que mobiliza as atenções da maioria absoluta dos brasileiros, temos os seguintes postulantes: Acelino Popó Freitas (PRB / BA ), boxeador, candidato a deputado estadual; Maguila (PTN -SP), ex- boxeador, deputado federal (detalhe: na sua ficha, no quesito “grau de instrução”, está escrito “lê e escreve”); e os ex-jogadores de futebol Marcelinho Carioca (PSB- SP), deputado federal; Romário (PSB -RJ), deputado federal; Vampeta (PTB- SP), deputado federal; Fabiano (PMDB- RS), ex-atacante do Inter, deputado estadual, e Danrlei de Deus Hinterholz (PTB- RS), ex-goleiro do Grêmio, deputado federal.

Da genial, criativa e fabulosa (pois sim!) fase pela qual passa a música bem popular brasileira, hoje, saíram os seguintes nomes:

Gaúcho da Fronteira (PTB- RS), concorre a deputado estadual;
Kiko (DEM- SP), membro avançado do grupo KLB, deputado federal; Leandro (DEM- SP), também integrante do KLB, deputado estadual; Netinho (PCdoB- SP), cantor do grupo Negritude (aquele que bateu na mulher, lembram?), concorre a senador; Reginaldo Rossi (PDT- PE), cantor e compositor, deputado estadual; Renner (PP- GO), da dupla Rick & Renner, concorre ao Senado; Sérgio Reis (PR- MG), cantor e ator, deputado federal, e Tati Quebra-Barraco (PTC -RJ), funkeira, deputada federal.

Do culto e inteligentíssimo mundo da TV aberta, vêm: Ronaldo Esper (PTC -SP), estilista, deputado federal, cargo a que vão concorrer também Tiririca (PR- SP) e Batoré (PP- SP), ambos humoristas, assim como também sabem fazer rir Pedro Manso (PRB -RJ) e Dedé Santana ( PSC- PR), disputando vagas Assembleia Legislativa.

E para
completar

Finalizando a lista dos promissores candidatos ao legislativo, não poderiam faltar as mulheres do pomar:

Mulher Melão (PHS -RJ) e
Mulher Pera (PTN -SP), ambas alçando voo para a Câmara Federal. Esta última, traz no quesito grau de instrução: “Lê e escreve.” Será que pensa? É isso, meta os peitos!
E vamos em frente, que atrás (êpa

ago
14
Posted on 14-08-2010
Filed Under (Artigos, Rosane) by vitor on 14-08-2010


Bahia imperial (1860)
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Deu no TERRA (Eleições na História)

Rosane Soares Santana

No Brasil Império, a alteração no Código de Processo Criminal, em 1832, representou a mais significativa das reformas liberais da Regência (1831-1840), com impacto direto nas eleições, a partir da criação da figura do juiz de paz. Eleito pelo voto popular, essa nova personagem do jogo político, que, segundo Raimundo Faoro (Os Donos do Poder, Editora Globo), significou um arejamento na magistratura togada herdada de Portugal, tornou-se “a chave da eleição”.

Os juízes de paz passaram a presidir as mesas eleitorais em lugar do juiz de fora e do juiz municipal – os dois últimos membros da magistratura togada -, com auxílio do pároco e dos vereadores. Eram geralmente escolhidos entre pessoas da confiança dos grandes proprietários de terra e de engenhos – quando não eram os próprios -, que controlavam a política municipal graças ao poder econômico. Alguns deles acumulavam ainda cargos na Câmara Municipal, facilitando a manipulação dos resultados eleitorais.

Os juízes de paz surgiram num contexto de renovação do pacto político entre as elites regionais e o governo central, emergido a partir da renúncia de D. Pedro I, em 1831, para atender as aspirações liberais, depois de um período de enorme centralização de poder nas mãos do imperador. Em nível local, a figura do juiz de paz representou, com respaldo da lei, a concentração de mais poder político em mãos do potentado rural, desmandos, abusos e violência.

Com mandato de um ano e direito a reeleição, o juiz de paz era a autoridade policial máxima da localidade, enquanto exercesse a função. Entre suas atribuições, estavam a concessão de fianças, a prisão de criminosos e o combate a desordens. Além disso, competia-lhe presidir a junta de qualificação dos votantes paroquiais, responsáveis pela escolha dos eleitores que elegiam os deputados e senadores.

Um caso típico

Ignácio Anicleto de Souza era padre, proprietário do engenho Amparo da Campina, na Vila de Maragogipe, presidente da Câmara de Vereadores da localidade, no Recôncavo Baiano, e um dos juízes de paz eleito, concentrando em suas mãos, a um só tempo, poder econômico, eclesiástico, judicial e político, o que lhe garantia trânsito fácil nas altas instâncias do poder provincial da Bahia.

Sua força eleitoral era tamanha, que ele destituiu do cargo, por mais de uma vez o concorrente e também juiz de paz Manoel Rodrigues de Souza, assumindo em seu lugar antes mesmo do término do mandato previsto na lei. Também desviou recursos dos cofres públicos municipais, teve contas de sua gestão rejeitadas e, ainda assim, prosseguiu ocupando cargos importantes na Mesa da Câmara de Vereadores da Vila de Maragogipe, além de dobrar o próprio salário, que chegou a atingir 50% dos gastos daquele Legislativo, em 1838.

Em 1835, quando presidia a Câmara de Vereadores da localidade, envolveu-se em um episódio nebuloso. Nada menos do que 1,5 mil réis foram roubados dos cofres municipais, de um total de 2 mil réis destinados pela tesouraria da província para obras públicas. No dia 5 de abril daquele ano, as portas da Câmara amanheceram abertas, sem qualquer sinal de arrombamento, e a quantia havia desaparecido. O juiz municipal isentou possíveis culpados, alegando falta de provas e Anicleto sequer foi questionado por isso.

Os deputados provinciais Manoel Maria do Amaral e Cristóvão Pessoa da Silva Filho, respectivamente, escriturário da Junta da Fazenda e contador da Tesouraria Geral da Província, e membros da Comissão de Fiscalização das Câmaras Municipais, “vendo que não existindo recurso (…) marcado na lei, nada mais resta senão deplorar-se o descaminho que vão tendo os dinheiros públicos”.

Longe de partir para o confronto com o padre-mandão e juiz de paz por mais de um mandato, o poder provincial na Bahia, inclusive os deputados provinciais, como vimos, preferiram ignorar os desmandos de Ignácio Anicleto de Souza, que possuía poderes para controlar boa parte do eleitorado da Vila de Maragogipe e, por isso, mantinha fortes articulações junto à presidência da província, senão teria sido barrado nessa instância. Exemplos como esse se proliferaram no Brasil Império.

Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.

Veja outros artigos da série “Eleições na história”:

http://terramagazine.terra.com.br/interna

ago
14
Posted on 14-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 14-08-2010


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Lindas, a música e sua dona!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira))

ago
14
Posted on 14-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 14-08-2010

Souto, Wagner e Geddel: tempo de murici na Band

No artigo de hoje, 14, na Tribuna da Bahia, o jornalista Ivan de Carvalho registra que no debate da Band dos candidatos aos governo da Bahia, a estratégia de não agressão recíproca que vinha sendo praticada ultimamente por Paulo Souto, do DEM, e Geddel Vieira Lima, PMDB, evoluiu para uma união no ataque ao governador, pois é de interesse, tanto de Paulo Souto quanto de Geddel, desgastá-lo, já que nas pesquisas recentes o candidato do PT aparece isolado na liderança das intenções de voto.Bahia em Pauta reproduz o texto de Ivan.
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OPINIÃO PÚBLICA

Wagner, o alvo

Ivan de Carvalho

No artigo de hoje, 14, na Tribuna da Bahia, o jornalista Ivan de Carvalho registra que no debate da Band dos candidatos aos governo da Bahia, a estratégia de não agressão recíproca que vinha sendo praticada ultimamente por Paulo Souto, do DEM, e Geddel Vieira Lima, PMDB, evoluiu para uma união no ataque ao governador, pois é de interesse, tanto de Paulo Souto quanto de Geddel, desgastá-lo, já que nas pesquisas recentes o candidato do PT aparece isolado na liderança das intenções de voto.

“Assim, Paulo Souto e Geddel Vieira Lima passaram a cuidar cada um de si e ‘esqueceram-se’ reciprocamente.”

O que já começara a acontecer nesta primeira quinzena de agosto na campanha para governador da Bahia acentuou-se no debate da Band, na noite de quinta-feira. Não se tem aqui o propósito de reproduzir ou sintetizar o debate, pois isto já foi feito à saciedade, ontem, pela mídia eletrônica.

O aspecto principal a ressaltar é o avanço da estratégia adotada – não importa muito se combinada ou se espontânea, fruto apenas de uma coincidência de interesse eleitoral – pelos candidatos a governador Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, que representam, respectivamente, as coligações oposicionistas lideradas pelo PMDB e pelo DEM.

Os resultados das pesquisas eleitorais recentes deram ao governador Jaques Wagner uma vantagem altamente expressiva em relação aos dois candidatos já citados, tendo mesmo mostrado o atual governador com mais intenções de votos que a soma de todos os demais aspirantes a morar no Palácio de Ondina.

Isto fez cessar, nos últimos dias, as estocadas, geralmente leves, mas efetivas, que vinham trocando lideranças das coligações lideradas pelo PMDB e pelo DEM. Não adiantaria tentarem um processo de canibalização entre elas e seus candidatos a governador, pois seria um absurdo estratégico disputarem quem iria para o segundo turno, se segundo turno não houvesse.

Assim, Paulo Souto e Geddel Vieira Lima passaram a cuidar cada um de si e “esqueceram-se” reciprocamente. Vale registrar que em matéria de críticas públicas recíprocas, Geddel vinha sendo bem mais ativo ou persistente que Souto, talvez porque este vinha (e ainda vem) apresentando uma vantagem relativa nas pesquisas eleitorais e Geddel gostaria de alcançá-lo, sem o que não poderá aspirar a ir a um eventual segundo turno. Se em algum momento da campanha o segundo turno se apresentar como praticamente assegurado, um embate entre Souto e Geddel tende a se restabelecer.

No debate da Band, entretanto, a estratégia de não agressão recíproca que vinha sendo praticada ultimamente evoluiu para uma união (também aqui importa mais o fenômeno do que saber se foi ele combinado ou espontâneo) no ataque ao governador, pois é de interesse, tanto de Paulo Souto quanto de Geddel, desgastá-lo, já que nas pesquisas recentes aparece isolado na liderança das intenções de voto.

Uma ou outra levíssima observação desfavorável surgida no debate da parte de Geddel contra Souto ou vice-versa não descaracteriza o fenômeno. Talvez visasse apenas a não deixá-lo demasiado ostensivo, para que a estratégia – absolutamente natural nas circunstâncias – parecesse, na medida em que fosse percebida pelos telespectadores e pela mídia, espontânea, casual, e, assim, mais eficaz.

Além de enfrentar essa estratégia de seus dois principais concorrentes, o governador Jaques Wagner pagou ainda o preço de estar na liderança das pesquisas somado ao de ser o governador em exercício, o que o torna alvo ideal (e natural) para ataques dos concorrentes. Mesmo Luiz Bassuma, do PV e Marcos Mendes, do Psol, embora estes dois não estivessem engajados na estratégia de Geddel e Souto. Mas como são oposição, privilegiaram o governo e o governador como alvo. Para quem lutou sozinho, Wagner, na minha opinião, teve bom desempenho. Mas a desvantagem dele em debates no cenário atual é inegável e ficou óbvia.

ago
14
Posted on 14-08-2010
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 14-08-2010

Plinio Arruda: recado para a Globo

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ARTIGO DA SEMANA

BATALHAS NAS TVs

Vitor Hugo Soares

A chapa começa a esquentar no picadeiro e nos bastidores do grande circo da campanha presidencial, que entra em sua fase crucial neste agosto, quando é indispensável mostrar “quem de fato tem farinha para vender na feira”, como dizia o gaúcho Leonel Brizola em temporadas políticas mais empolgantes. O fato é que até já se registram as primeiras ameaças de incêndios e muto “deixa disso” na calda dos debates e sabatinas dos candidatos nas grandes redes de televisão.

Oba, saúda o jornalista que vive de fatos. Finalmente um pouco de sal na sopa insossa de retórica desenxabida servida até aqui aos senhores ouvintes e eleitores. A maioria, segundo os indicativos mais confiáveis, saturada de ouvir o mesmo na fala de pouco brilho, sofrível fluência verbal e praticamente nenhuma proposta nova ou relevante dos principais concorrentes ao posto principal de comando da nação, ao qual seu atual ocupante parece tão apegado.

Mesmo depois de oito anos no cargo, o presidente Lula chora de tirar o lenço toda vez que lembra que terá de desocupar o Palácio do Planalto até o fim do ano. Deu pito nos ministros esta semana e disse que não quer corpo mole antes de janeiro de 2011. Apesar da estafa visível no rosto de quem precisa governar e carregar no muque a campanha de Dilma Rousseff à sua sucessão, Lula parece nem pensar ainda em azeitar os molinetes para “voltar a pescar livremente”, seu sonho de “depois do poder”, dito por onde tem passado ultimamente.

Na Bahia, inclusive, onde José Serra, do PSDB, esteve ontem, uma sexta-feira, 13 de agosto. O tucano paulista desembarcou com tarrafa de pescador de votos, para lançar seu programa de governo para a área de segurança pública, que começa com a criação de um ministério específico para o setor.
Para observadores mais atentos, um aceno a mais, além da relevância que se espera do projeto em si, para tentar apaziguar seus aliados do DEM e, ao mesmo tempo, atender aos apelos mais conservadores do eleitorado da região Nordeste, onde sua candidatura derrapa perigosamente nas mais recentes pesquisas eleitorais de diferentes institutos.Quase me perdi, pois o que quero ressaltar mesmo é o novo e mais interessante momento da disputa eleitoral, patente no primeiro debate conduzido por Ricardo Boechat, na Rede Bandeirantes, e na sabatina de William Bonner e Fátima Bernardes, no Jornal Nacional da Rede Globo.

Como no escaldante e perigoso verão da Rússia, também no invernoso período eleitoral brasileiro começaram a atuar incessantemente, ao mesmo tempo, bombeiros e incendiários de todo tipo. Os primeiros com água jogada de carros e baldes; jatos de espuma lançados de helicópteros e até galhos de árvores batidos na tentativa de apagar o fogo que se espraia. Os segundos, munidos de galões ou litros de gasolina, pavio e fósforo, se esforçam para propagar ainda mais as chamas.

O debate da Band, apesar da reduzida audiência apurada pelos institutos, obteve nos dias seguintes uma surpreendente e extraordinária ressonância pelo país afora, ocupando farto e generoso espaço de repercussão informativa e opinativa nos jornais e revistas da chamada mídia impressa, mas principalmente nos meios eletrônicos – televisões, emissoras de rádio do país inteiro e blogs à frente.
A sabatina dos candidatos pelos normalmente circunspectos, mas, de repente – em alguns momentos – agressivo casal de âncoras William Bonner e Fátima Bernardes, do Jornal Nacional -, esquentou muito mais ainda o tempo na campanha esta semana.

A audiência multiplicada por 10 vezes em relação à concorrente do Morumbi, em São Paulo, deu mais eco e relevância a atos e palavras de Dilma Rousseff, do PT, Marina Silva, do Partido Verde, e José Serra, do PSDB, na Globo. Mais ressonância às palavras e amplitude às imagens naquilo que de melhor e pior fez e disse cada candidato na bancada de primeira classe da televisão. Até Lula protestou, em Minas Gerais, contra o tratamento dispensado à sua candidata no JN.

As conversas de reduzido brilho e interesse na forma e no conteúdo – tanto nas perguntas dos âncoras quanto nas respostas dos candidatos – foram sempre pontuadas por reprimendas severas, “lições” de bom comportamento, advertências e até cortes bruscos da imagem como na interrupção, por determinação de Bonner, das palavras finais de Serra em sua sabatina. As reações dos sabatinados foram diferentes e isso, sem dúvida, deu o molho das entrevistas. Forneceu igualmente o combustível para atear fogo no circo eleitoral.

Mas o auê, como dizem os baianos, não para por aí. A exclusão do candidato Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, da seleta bancada do JN , também ainda rende muito rebuliço nos partidos e na mídia. Afinal, Plínio de Arruda, tratado como um grande e em igualdade de condições com os demais no debate da BAND, foi quem mais surpreendeu e brilhou no estúdio do Morumbi, sob o comando discreto e sempre profissional do jornalista Ricardo Boechat. Virou até celebridade nas ruas, onde até então não passava de “ilustre desconhecido”

A ausência do velho cavalheiro das esquerdas de São Paulo, no tablado principal da Globo, além de causar desapontamentos em muita gente, contribui para aumentar a munição dos incendiários nos dias seguintes.
Sabatinado em casa durante três minutos pelo repórter Tonico Ferreira, o candidato do PSOL lavou a mágoa de quem se considerou tratado como “passageiro de segunda classe”, com o recado que mandou para o Jardim Botânico e foi levado ao ar no tempo extra cedido pela emissora, como condição imposta por Plínio para participar do programa. Um recado educado, diga-se, mas tão severo quanto algumas das reprimendas e lições de Bonner e Fátima nos felizes convidados à sabatina do JN, que acusou o golpe.

“Não é nada, não é nada, não é nada!”, diria a turma do Pasquim antigamente. Mas já é alguma coisa.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail: Vitor_soares1@terra.com.br

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