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Ray Charles: uma cesta de três pontos no basquete musical da Rádio BP!!!

Boa Noite!!!l

(Gilson Nogueira)

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Posted on 13-08-2010
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DEU NO FOLHA.COM

A candidata do PT à presidência , Dilma Rousseff, aparece pela primeira vez à frente de seu principal adversário na corrida eleitoral, José Serra (PSDB), segundo o Datafolha.

De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta, a ex-ministra cresceu 5 pontos percentuais com relação à última pesquisa, realizada em julho, e agora tem 41% das intenções de voto.

Ao mesmo tempo, o tucano oscilou negativamente de 37% para 33%. Marina Silva (PV) manteve os 10% que havia registrado na sondagem anterior.

Considerados apenas os votos válidos, Dilma tem 47% e fica a três pontos de uma eventual vitória no primeiro turno.

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Posted on 13-08-2010
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DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 2010)

Davi Lemos
Direto de Salvador

O primeiro debate na TV entre os candidatos ao governo da Bahia, realizado na noite da quinta-feira (12), na Rede Bandeirantes, teve clima ameno, sem grandes momentos de agressão entre os principais candidatos. Já nas apresentações, durante o primeiro bloco, destacou-se o candidato do Partido Verde, Luiz Bassuma, que apontou para si a única possibilidade de mudança no quadro político baiano.

“Se não quiser mudar, vote em Wagner. Se quiser mudar um pouco, já que eles têm o mesmo candidato a presidente, vote em Geddel. Se quiser voltar ao passado, vote em Paulo Souto”, provocava o verde.

Um dos momentos cômicos foi protagonizado pelo candidato Marcos Mendes, do PSOL, que, ao responder uma pergunta do governador sobre os projetos e avanços do estado na área social, declarou que “gostaria de morar numa propaganda do governo”. Paulo Souto também disse que Wagner anuncia “fábricas de papel”, instigado por questionamento do peemedebista Geddel Vieira Lima.

Defendendo-se da maioria das críticas, o governador petista dizia que seus adversários deveriam estudar mais os temas e observar que o Estado havia avançado, como, por exemplo, na geração de 231 mil empregos diretos e construção de quase cem mil casas através de programas do Estado e federais.

Promessas
Souto cobrou de Wagner a realização de promessas de campanha, como uma complementação estadual para o Bolsa Família e um menor número de contratações por meio do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) ou PST (temporários), o que Wagner combateu em sua campanha de 2006. O petista respondeu que, no caso das contratações, nem todas poderiam ser feitas por concurso e afirmou que Souto não seria o mais indicado para cobrar-lhe promessas, pois fora governador por oito anos e vice por outros quatro.

Direito de resposta

O único pedido de direito de resposta concedido foi contra o candidato Marcos Mendes, a favor de Wagner. Mendes, transgredindo as regras do debate, apresentou um recipiente com o que seria água de Caetité contaminada por urânio. Nenhum dos candidatos poderia apresentar qualquer material. Na resposta, Wagner disse que aquela amostra apresentada não tinha as características de água contaminada por urânio – o petista ainda afirmou que o problema na cidade já havia sido resolvido e que seus habitantes já tomavam água de qualidade.

Saúde
No momento das críticas às políticas de saúde, quando o candidato do PSOL comentava sobre a “privatização da saúde”, sobraram críticas pesadas ao candidato a vice na chapa de Jaques Wagner, Otto Alencar, antigo integrante do grupo do ex-governador Antonio Carlos Magalhães, inimigo histórico do PT na Bahia. Marcos Mendes acusou Otto de ser um dos responsáveis pela privatização do setor e por desvios e corrupção. Jaques Wagner utilizou parte de seus dois minutos de considerações finais para defender seu novo aliado. “Eu trouxe o melhor jogador do time de lá”, disse, referindo-se passagem de Otto para seu lado.


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BOA TARDE !!!

Protógenes enfrenta contratempos

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TERRA ENTREVISTA PROTÓGENES QUEIROZ:

Claudio Leal

O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), candidato a deputado federal, ainda enfrenta contratempos por ter comandado a Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro do Opportunity, Daniel Dantas. Na campanha eleitoral, quase nada arrecadou. Nem acredita que terá doadores entre as grandes corporações.

Para contornar a dureza, decidiu fazer uma “vaquinha” com os amigos. Quer financiar os gastos mínimos: panfletos, deslocamentos, etc. Protógenes realizará um jantar de arrecadação em 23 de agosto, às 20h, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo (Rua Haddock Lobo). “Apesar de estarmos fazendo uma campanha modesta, precisamos viabilizar recursos que nos permitam fazer frente aos gastos que uma campanha a deputado federal impõe”, diz o convite. O custo da adesão será de R$ 1 mil a R$ 5 mil.

“A política é refém desses recursos que vão ser cobrados muitas vezes lá na frente, de corporações que doam não para ter ética na política, mas no sentido de controlar a verba pública”, afirma o delegado da Polícia Federal, nesta entrevista ao Terra.

Terra – Quais são as dificuldades encontradas para financiar sua campanha a deputado federal?
Protógenes Queiroz – Na arrecadação de campanha, a dificuldade é muito grande porque eu combati os grandes oligarcas, que dominam o financiamento de campanha. Além de obstruir meu trabalho, fazem com que nossa campanha seja minguada de recursos. Mas isso tem sido superado por amigos, pessoas físicas, que têm se mobilizado. A campanha segue de uma forma modesta, segue ainda com um mínimo de recursos necessários pra colocar a campanha na rua. Conto com a boa vontade de amigos e desconhecidos… Quero criar um site pra fazer doações de internet, mas é preciso ter recursos pra isso.

Terra – O PCdoB ajudará no financiamento de sua campanha?
Protógenes – O partido vai entrar com parte. Já entrou com primeira parte, gastando quase R$ 4 mil.

Terra – A previsão de gastos de uma campanha a deputado federal é muito elevada. Como o senhor pretende superar essa barreira financeira?
Protógenes – A média é muito alta dos candidatos a deputados. Alguns candidatos majoritários já tem orçado algo em torno de R$12 a R$15 milhões. Pra deputado federal, em alguns casos já chega a R$ 6 e R$ 8 milhões. A política é refém desses recursos que vão ser cobrados muitas vezes lá na frente, de corporações que doam não para ter ética na política, mas no sentido de controlar a verba pública, de satisfazer interesses escusos. E algumas corporações são reféns de parlamentares, que fazem com que uma obra que custe X, termine custando Y. Muitas vezes o empresário não concorda, mas é refém e participa dessa indústria de obras públicas do governo. Na hora de receber do governo, tem que pagar outra vez…

Terra – Aí o senhor decidiu fazer uma “vaquinha” com amigos. Quanto pretende arrecadar com o jantar?
Protógenes – Não tem assim uma estimativa fechada, mas nós prevemos que vai ter dinheiro suficiente pra ter uma previsão mínima pra campanha estar na rua, pra que não falte o material publicitário. O principal objetivo é fazer com que eu seja conhecido.

Terra – Algum banco lhe financiaria nessa campanha?
Protógenes – Dificilmente. Eu acho que se vier, será bem-vindo, mas vai ser muito difícil algum banco doar pra minha campanha depois da operação Satiagraha. Conto com muita simpatia do setor produtivo. Alguns vão participar do jantar. Até fui chamado pra um café-da-manhã na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), semana que vem, para os empresários manifestarem apoio. Paulo Skaf (do PSB, candidato ao governo de SP) estará presente.

Mais Eleições no Terra:
http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010

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Posted on 13-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 13-08-2010


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Beto Guedes, que aniversaria neste 13 de agosto, é autor e intérprete desta belissima canção para começar o dia no Bahia em Pauta como tributo a este mineiro genial.”Sol de Primavera” vai também para um baiano retado:José Genival Soares, o Chico, aniversariante de ontem, 12.

Parabens para os dois! Viva a Sexta-Feira, 13. E a quinta, 12.

(Vitor Hugo Soares)


Plínio Arruda:fama eletrônica
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DEU NO COMUNIQUE-SE (Site especializado em notícias de bastibores da imprensa)

Anderson Scardoelli

Antes desconhecido, o candidato à presidência pelo PSOL, Plínio Arruda Sampaio, agora ganha espaço na mídia e cumprimentos da população. Após sua participação no debate da TV Bandeirantes, na semana passada, a campanha do socialista mudou.

“Sou reconhecido na rua, as pessoas me vêem e dizem que sou candidato. Isso não acontecia antes”, diz Plínio.

Segundo o candidato, sua participação no debate também impulsionou sua presença no mundo virtual. “Meus seguidores no Twitter subiram de 10 mil para 20 mil”, conta.

Debate da Globo
Porém, Plínio ainda considera “lamentável” que alguns veículos de comunicação o tratem como excluído da disputa eleitoral. Em sua opinião, o espaço de apenas três minutos concedido a ele pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, se trata de “preconceito”. Os outros três principais candidatos tiveram direito a 12 minutos.

Sobre o debate que será realizado pela Rede Globo no dia 30/09, Plínio conta que a direção da emissora lhe propôs abrir mão da participação no programa em troca de duas aparições semanais no Jornal Nacional.

“Não aceito abrir mão do debate. Para mim é altamente necessário que eu participe desses encontros”, afirma.

ago
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Posted on 13-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 13-08-2010

Serra na Bahia:segurança em pauta

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OPINIÃO POLÍTICA

A campanha e a segurança

Ivan de Carvalho

Em seu artigo desta sexta-feira, na Tribuna da Bahia, o colunista político Ivan de Carvalho destaca a presença de José Serra em Salvador. À tarde, no restaurante do SENAC, no Pelourinho, o candidato da coligação PSDB-DEM-PTB-PPS, José Serra, anuncia ao país sua proposta para a área da segurança pública. A previsão é de um ato relevante. “Espero que realmente seja”, diz Ivan no texto que BP reproduz.
(VHS)
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Um ato relevante da campanha eleitoral para a Presidência da República está previsto para hoje em Salvador. À tarde, no restaurante do SENAC, no Pelourinho, o candidato da coligação PSDB-DEM-PTB-PPS, José Serra, anuncia ao país sua proposta para a área da segurança pública.

O ato é relevante porque o ex-governador paulista é, inegavelmente, um dos dois principais candidatos a presidente. Somente ele e a candidata governista Dilma Rousseff, do PT, têm chances de vencer as eleições e por em prática (ou não, o que muitas vezes acontece) o que já prometeram e o que ainda vão prometer aos eleitores e, com isso, à sociedade brasileira, durante a campanha.

Também é relevante porque o que José Serra vai apresentar hoje em Salvador, mas para o país, diz respeito a um dos três temas mais essenciais, no momento, à vida e à qualidade de vida dos brasileiros no futuro imediato e mediato. Esses três temas são a saúde, a segurança pública e a educação.

É evidente que existem outros temas igualmente essenciais, a exemplo do representado pela produção de alimentos, pelos valores éticos da sociedade e do Estado, pelo emprego, pela distribuição de renda, pela preservação da democracia e do estado de direito, pela liberdade em seus múltiplos e todos capitais aspectos, liberdade cada vez mais ameaçada por avanços tecnológicos que caminham para produzir o monitoramento do indivíduo e, na sequência, muito possivelmente, o cancelamento de sua liberdade.

Mas no momento atual não há déficit de produção de alimentos no Brasil, os valores éticos só podem ser recuperados, no que estejam faltando, a longo prazo, a oferta de empregos não está numa fase ruim, embora tenha muito que melhorar, sobretudo quanto à qualidade (e aí se insere a educação, bem como na distribuição de renda, mas é bom ressalvar que não só nesses dois casos fundamentais). Quanto à preservação do estado democrático de direito, creio que paira uma ameaça difusa “no ar”, mas não parece haver ainda reunidos – e na intensidade que geraria perigo imediato – os fatores capazes de destruí-lo.

Quanto à liberdade ameaçada por más intenções capacitadas e potencializadas pela tecnologia, este é um problema tão novo quanto complexo e não vejo como abordá-lo como um simples tópico deste artigo. Disto falaremos em outras ocasiões.

Excetuando a ameaça planetária à liberdade do indivíduo, com repercussão em cada país isoladamente, nada, no momento – no que um governo pode interferir – é tão preocupante quanto a saúde, a segurança e a educação. Esta última questão há que ser resolvida progressivamente, exigindo abordagem em prazo muito mais dilatado que a saúde e a segurança pública, ambas intrinsecamente vinculadas à preservação da vida e ambas (como também a educação) em situação extremamente crítica no Brasil, exigindo intervenção massiva, drástica e imediata.

Daí que a proposta do candidato Serra para o setor de segurança me parece tão relevante. Espero que realmente seja. Que ele promete criar um Ministério da Segurança Pública já se sabe, mas importa saber o que significa isto e o que mais ele se compromete a fazer no setor e como pretende fazer. Aliás, Dilma Rousseff, após Serra prometer a criação do Ministério da Segurança Pública, está fazendo às pressas um projeto de combate ao crack. Tudo bem, mas antes do crack tornar-se uma praga, a insegurança pública já o era. Talvez por isto o crack achou tanta facilidade para instalar-se.

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