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Para uma madrugada com previsão de chuva de mateoros, uma estrela de primeira grandeza canta para terminar o dia no BP.

BOA NOITE!!!


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Antes de ser sabatinado pelo repórter Tonico Ferreira o candidato do PSOL à Presidência da República, Plínio de Arruda Sampaio, passou um pito na TV Globo nesta quinta-feira durante gravação da entrevista para o Jornal Nacional.

Revoltado com o tempo de apenas três minutos dado pela emissora para que ele pudesse apresentar suas propostas, o candidato resolveu protestar em rede nacional: “A Globo inventou para o debate presidencial a classe executiva, com os candidatos “chapa branca”, e a classe econômica que não tem a bancada e os doze minutos, que serve apenas ao candidato do PSOL”, afirmou.

O protesto do candidato foi exibido pela TV Globo como condição para que a entrevista fosse ao ar. O apresentador do Jornal Nacional, Willian Bonner, explicou que o candidato teve apenas três minutos porque não pontuou nas últimas pesquisas de intenção de voto.

“O critério da TV Globo foi entrevistar na bancada do Jornal Nacional, em doze minutos, os candidatos de partidos com representação na Câmara que tenham ao menos 3% das intenções de voto nas pesquisas eleitorais, sem considerar a margem de erro”, justificou Bonner. “Na última pesquisa divulgada pelo Ibope, Plínio não pontuou. Nas próximas, se o desempenho do candidato atender ao critério, ele será convidado para as entrevistas na bancada do Bom Dia Brasil e do Jornal da Globo”, afirmou o apresentador.
(Informações do IG)

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Posted on 12-08-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-08-2010

Xuxa: “missão não acabou”

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DEU NO IG

O jatinho da Ocean Air que caiu na Baía de Guanabara, no Rio, na manhã desta quinta-feira (12), levaria Xuxa para Recife, onde ela participa nesta sexta (13) da última etapa do Monange Dream Fashion Tour. Xuxa soube da notícia do desastre quando aguardava, em casa, o avião chegar ao aeroporto, no centro do Rio de Janeiro, onde ela iria embarcar.
“Minha missão ainda não acabou”, disse a apresentadora ao iG Gente após o acidente.

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Bonner e Fátima no JN: sem regras

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“Por oportuno, aqui Helio Fernandes, Tribuna da Imprensa”, diz Luiz Fontana, atento e antenado editor do Blogbar, na área de comentário do Bahia em Pauta, sobre a sabatina com os presidenciáveis no Jornal Nacional, da Globo. Por relevante, BP traz para o primeiro plano do espaço de opinião do BP, o artigo do editor da Tribuna da Imprensa. Com agradecimentos a Fontana e a Hélio. Confira, que vale a pena, como opinião e como texto jornalístico. Garanto.
(Vitor Hugo Soares )

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DEU NA TRIBUNA DA IMPRENSA

HÉLIO FERNANDES

Na Band pelo menos HOUVE debate dentro das regras. No “Jornal Nacional”, os candidatos OUVEM as lições, se ficarem bem atentos, e utilizam os “12 minutos” presidenciáveis.

Em 1917/18, o jornalista John Reed era correspondente do “The New York Times” na Rússia. Assistiu perplexo à guerra civil que acabou com “todas as Rússias”, fez nascer o que se chamou de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Mandou correspondência diária para o seu jornal, juntou tudo, escreveu um livro definitivo, que muita gente, hoje, devia ler ou reler.

“10 dias que abalaram o mundo”. Sucesso tão grande, que ao morrer, Reed foi enterrado nos muros do Kremlin, honra para poucos, principalmente estrangeiros. Mais tarde um filme ótimo, com título magnífico: “Reds”. (Embora ele não fosse comunista).

Viciados, vidrados, voluptuosos de História, Fátima Bernardes e William Bonner, estão preparados e preparando um livro, que na certa se chamará: “12 minutos que abalaram a sucessão presidencial no Brasil”.

Parcialíssimos, deixavam bem claro: “Estamos entrevistando para a História. Quem não for aprovado aqui, não se elege”. Foram complacentes com Dilma, implacáveis com Marina. Não fizeram uma só pergunta importante, que correspondesse à resposta que elucidasse, esclarecesse ou informasse o telespectador. Que em 3 de outubro, além de cidadão-contribuinte, será também eleitor.

Esses debates múltiplos não acrescentam muito nem ao candidato nem ao futuro eleitor. Na Band, existiam as regras clássicas, que todos seguiam. O Ricardo Boechat se colocava como jornalista mediador e “não como arauto da História”, como estava escrito no vocabulário de Fátima e Bonner.

Ela prejudicou a “entrevista”, queria aparecer mais do que marido. Veio a ordem, utilizando a tecnologia: “Interrompa a Fátima, estamos caindo no Ibope”. Como se sabe, tudo é “milimetrado”. Bonner mudou, calou a Fátima.

Na Band, Dilma foi péssima, Serra histriônico e falador, Marina nem apareceu. Dilma “fugiu” da pergunta do Joelmir Beting sobre “dívidas”, uma das mais importantes. E a própria Dilma falou sobre portos, mas se embaralhou toda, os nossos são os mais atrasados do mundo.

(Os americanos, que são os que mais compram e vendem para a Índia e a China, ficam assombrados. Esses países carregam e descarregam mais de 50 ou 60 navios por dia, sem o menor atropelo. No Brasil, Santos não funciona, Paranaguá sempre engarrafado. São os maiores do Brasil).

Nas “entrevistas” do “Jornal Nacional”, além da arrogância e prepotência dos entrevistadores, a visível discriminação. Como Dilma ia muito mal (nem liguemos para falhas que chamam de gafes, sem qualquer importância) resolveram protegê-la, sem perguntas aprofundadas. E ainda “deram parabéns a ela”. Inacreditável.

Não sei qual o interesse do “Jornal Nacional” (Fátima e Bonner eram apenas “representantes”) em polarizar a “entrevista” entre Dilma e Serra. Todas as perguntas eram sobre “o relacionamento dela com o presidente Lula”. Perda de tempo, não há ninguém, entre os mais ou menos informados, que desconheça a ligação Lula-Dilma.

Com isso, “estimularam” o caráter PLEBISCITÁRIO da eleição, que é o sonho de Lula desde o início. Mas qual o interesse da TV Globo em jogar a eleição para uma luta Serra-Dilma, que é o que acontecerá mesmo? (Por falta de uma REFORMA PARTIDÁRIA que imponha CREDIBILIDADE e REPRESENTATIVIDADE à eleição).

Mas com o jogo visível da “ENTREVISTA”, a TV Globo é “plebiscitária” a FAVOR de Serra ou CONTRA Dilma? Não que isso seja muito importante, haja o que houver a TV Globo estará sempre com o vencedor.

Depois “se queixaram” que Dilma falou 8 vezes o nome de Lula. Não era isso que pretendiam? Na “entrevista”, Dilma já tinha os dados (só publicados depois de sua fala, e antes da de Serra): “22 por cento não sabiam que ela é A CANDIDATA DO LULA”.

Não se sabe se conseguiu o objetivo, mas o “Jornal Nacional”, perdão, a TV Globo, se despediu dela sem raiva ou rancor.

Esses sentimentos surgiram no dia seguinte, quando a “entrevistada” era Marina do PV, ex-PT. Ela que desapareceu (ou não apareceu) no debate da Band, na TV Globo começou em grande forma. O casal tentou interrompê-la de todas as maneiras, fazia a pergunta, não permitia a resposta.

Expressando-se muito bem, (ao contrário da Band) continuava falando com enorme clareza, mesmo sendo interrompida, mas não tomando conhecimento de que tudo aquilo era deliberado e planejado.

Decidiram então, não se sabe bem a razão, MASSACRÁ-LA. Vieram as perguntas tendenciosas, mas que não foram feitas aos outros candidatos. A primeira, vergonhosa discriminação, confissão do desespero: “A SENHORA NÃO PROTESTOU CONTRA O ESCÂNDALO DO MENSALÃO, ENTÃO É CONIVENTE”. (Textual, palavra por palavra). Marina respondeu, não tinha nada com isso e em matéria de escândalos está acima de qualquer suspeita.

Nova tentativa de COMPROMETÊ-LA: “A senhora disse em determinado momento: “ESTAVA DESCONFORTÁVEL NO GOVERNO. Então por que não deixou o ministério?”. A resposta calou os entrevistadores, que receberam “ORDENS” para “jogar bola da Lagoa”. Já haviam se passado 10,03 (10 minutos e três segundos), o melhor era acabar, nem se despediram cordialmente.

Pergunta obrigatória: por que tentar humilhar e desconsiderar eleitoralmente Marina? Para diminuir sua votação e decidir a eleição no primeiro turno? Mas a favor de quem?

A TV Globo é sempre uma “caixa-preta”, inimaginável. Levou a questão para um PLEBISCITO, nenhuma dúvida. Mas e a decisão para possível resultado no primeiro turno? Para quem a TV Globo “torcerá”?

Nessa maratona de “debates” e “entrevistas”, José Serra foi o último. Muito justo, pois ele não irá ganhar mesmo. Sem dúvida, foi o mais insincero. Insincero e fugitivo, em matéria de respostas.

Quando o reloginho do “Jornal Nacional” marcava exatamente 3 minutos, Serra já havia falado 4 vezes a palavra futuro. Foi quem mais deixou de responder perguntas, desde a primeira. Que foi esta: “Por que o senhor não critica o presidente Lula, tem receio de enfrentar a popularidade dele?”.

Resposta: “Ele não é candidato, a partir de 1º de janeiro, estará fora de tudo”. E tratou de mudar de assunto.

O “Casal 20” da televisão, podia ter encurralado o “candidato”, (insistem em não dizer o nome ou os cargos), perguntando, “por que o senhor cita tanto FHC, que não é candidato nem tem qualquer posição na sua campanha?”

E logo a seguir, Serra dizia, deixando todos surpreendidos: “FHC criou o Plano Real, que tirou o Brasil de UMA INFLAÇÃO DE 5 MIL AO ANO”? 5 MIL. Mesmo com Mailson ficou muito longe, e embora não seja favorável, existiam, compensações.

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PS – Serra diz que não é CENTRALIZADOR. Não está bem de memória, foi vetado 5 vezes para o cargo que tanto desejou, o de Ministro da Fazenda. E foram vários os presidentes que não o aceitaram.

PS2 – Fala sempre e repete. “meus pais eram humildes, tive uma infância modesta, NUNCA PENSEI QUE ESTIVESSE AQUI NO JORNAL NACIONAL, como candidato a presidente”.

PS3 – Nesse ponto, perde de mil a zero para Lula. Fugiu da pergunta sobre o PTB, fugiu do fato de ter apoiado ABERTAMENTE Kassab, contra Alckmin, candidato do seu partido.

PS4 – Nem quero comentar sua resposta sobre o vice. Deixa para outra eleição.

Sakineh Ashtiani: perigo de morte/Público

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A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, cuja condenação à morte por apedrejamento (lapidação) causou indignação mundial, confessou ontem à noite numa entrevista na televisão do regime dos aiatolás, ter sido cúmplice da morte do marido. O seu advogado e ONGs de defesa dos direitos humanos receiam que a confissão tenha sido feita sob tortura e que poderá indicar que o regime se prepara para executar a pena. A notícia é uma das principais manchetes da edição online do jornal Público, de Lisboa.

A transmissão na televisão do Estado, segundo seus apresentadores, foi destinada a denunciar a “propaganda dos meios de comunicação ocidentais”. Apareceram imagens de Sakineh Mohammadi Ashtiani, que tinha sido condenada em 2006 por adultério e recebido um castigo em chibatadas. Mas mais tarde a acusação foi alterada para assassínio e Ashtiani foi então condenada à morte por apedrejamento.

Na televisão, Ashtiani reconhecia que um homem com quem tinha uma relação lhe tinha proposto matar o marido, e que ela tinha deixado que ele cometesse o crime à sua frente, num comunicado lido com voz trêmula. O seu rosto estava coberto por um chador que apenas deixava entrever o nariz e um olho. A acusação diz que Ashtiani tinha dado uma injeção ao marido para o deixar a dormir antes que o assassino o electrocutasse. Mas o suposto adultério pelo qual foi condenada teria acontecido quando ela já era viúva.

No comunicado lido na televisão, a voz que supostamente é de Ashtiani diz que nem sequer conhece o seu advogado, Mohammad Mostafaei, e culpa-o por ter difundindo o caso internacionalmente.

MUNDO REAGE

O caso da mulher de 43 anos, revelado em julho pelo seu advogado que entretanto se refugiou na Noruega, suscitou uma onda de indignação e vários países ou associações pediram à República Islâmica que não aplicasse a pena. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, ofereceu asilo a Ashtiani no país. A justiça anunciou que o veredito de 2007 estava suspenso por razões humanitárias, abrindo uma janela de esperança para que Ashtiani pudesse não ser executada.

Mohammad Mostafaei reagiu dizendo, em declarações à CNN, que o tipo de confissão mostra que Ashtiani terá sido coagida a fazê-las depois de dias de tortura.

Mina Ahadi, responsável do Comité Iraniano contra a Lapidação (apedrejamento) diz que esta não é a primeira vez que o Irã põe uma vítima inocente na televisão e depois a executa apoiando-se em condenações forçadas. Era uma prática comum na primeira década da revolução islâmica” de 1979, disse, ao diário espanhol “El País”.

A situação faz temer, diz o advogado e várias ONGs como a Anistia Internacional, que Ashtiani possa ser executada em breve.

(Informações de Público, de Portugal, El País, de Espanha e agências internacionais de notícia)


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DEU NA COLUNA “EM TEMPO” DA TRIBUNA DA BAHIA , ASSINADA PELO JORNALISTA ALEX FERRAZ:

Mesma paisagem, mesma promessa

Vejo de relance na TV uma repórter conversando com moradores da invasão de Saramandaia, localizada em pleno centro econômico de Salvador, atrás da Estação Rodoviária e da sede do Detran. As pessoas, quando não estão seminuas (crianças, inclusive) e descalças, cobrem-se com trapos ou antigos abadás de Carnaval e calçam surradas sandálias de borracha com furo no dedão. Como pano de fundo, casebres e, no máximo, casas toscas, com paredes também nuas, no tijolo vivo, notoriamente “armengadas”, em ruas de terra batida.

É sempre assim, em praticamente todo o País – com especial ênfase no Norte e Nordeste -, quando se mostram os bairros pobres e suas tragédias, inclusive na periferia da capital federal.

Na verdade, devo dizer que tem sido sempre assim, há décadas. Começa mandato, vence mandato, de prefeitos, governadores, presidentes, de qualquer partido, de qualquer ideologia (e ainda existe ideologia?), lá estão os miseráveis, em número cada vez maior (viu-se recentemente que, em Salvador, nascem cerca de mil crianças por mês nas maternidades que atendem o pessoal de baixa ou nenhuma renda).

E sempre acontece o Criança Esperança, sempre há campanhas e ONGs anunciando que vão amenizar a miséria, sempre há candidatos, os quais sempre fazem as mesmas promessas básicas: emprego e renda, segurança, saúde e educação públicas para todos.

E nunca se vê, claramente, uma redução da miséria, a não ser nos mirabolantes cálculos e percentuais do economês boçal, papagaiado por uma parte da mídia, mostrando que os R$ 30 ou R$ 40 a mais no salário de uma multidão de trabalhadores subassalariados formam, aí sim, uma bonita cifra de bilhões “injetados na economia”.

Tenho, particularmente, uma opinião formada sobre a causa desta eterna miséria: ao longo de décadas, diria mesmo que desde que o voto foi instituído neste país, os candidatos precisam ter uma plateia zumbi, pobre, a ponto de festejar um saco de cimento ou alguma migalha mensal, e sempre precisando depositar esperança nas promessas de segurança, saúde, educação, geração de emprego e renda…Infelizmente, é uma plateia de tal forma alienada, de tal forma deseducada, de tal forma calejada com a miséria, que nunca pensou, não pensa e duvido que pensará em reagir à altura. A não ser quando aparece alguém para arregimentar a horda, com fins eleitoreiros, até o momento em que vence o pleito. A partir daí, o círculo vicioso continua.

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DEU NO TERRA

(ELEIÇÕES 2010)

Rafael Nardini

As entrevistas realizadas segunda (9) e terça-feira (10) com as candidatas à presidência Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), no Jornal Nacional, da Rede Globo, renderam, em média, dez vezes mais audiência que o debate entre os presidenciáveis promovido pela Rede Bandeirantes, na última quinta-feira (5).

Segundo informações da emissora da família Marinho, o JN registrou, nesta segunda, 33 pontos na medição do Ibope durante os pouco mais de 12 minutos em que a candidata petista esteve na bancada do telejornal apresentado por Willian Bonner e Fátima Bernardes. A média – considerando todo o programa – ficou um ponto abaixo, nos 32.

Já na edição do telejornal desta terça, o programa, que contou com a entrevista da ex-ministra do Meio Ambiente, obteve média de 29 pontos. Mesmo índice registrado enquanto a sabatinada respondia às questões do casal Bonner e Fátima. Nesta quarta-feira (11), é a vez do candidato José Serra, do PSDB, ser entrevistado.

Do outro lado, a Band obteve média de 3 pontos e um pico de audiência de 5,5 com o primeiro debate entre os presidenciáveis. Simultaneamente, transmitindo a semifinal da Taça Libertadores da América entre São Paulo e Internacional, a Globo teve uma média de 36,9 naquele dia. Lideranças do PSDB e do PT disseram que já esperavam a baixa audiência.

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BOA NOITE!!!

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