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João Andrade: preso pelo COE

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O proprietário do site Pura Política, João Andrade Neto, foi preso na tarde desta quarta-feira (11) durante operação conjunta da Coordenação de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil e da Superintendência de Inteligência da SSP. Ele foi detido na sede da empresa, na Avenida Magalhães Neto, acusado de cometer crime de extorsão. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, João Neto está sendo ouvido neste momento e a operação policial ainda está em andamento.

Há informações de pelo menos mais quatro detidos além de Andrade Neto, entre eles dois policiais.

Conforme publicado no site do empresário, João Neto já trabalhou na Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), na Companhia de Desenvolvimento Urbano (Desal), na Secretaria de Governo do Município, além do gabinete da Prefeitura.

O Pura Política comentou a prisão do empresário, em nota divulgada no final da tarde, e negou as denúncias de extorsão: “o que pode ser dito neste momento é que, em todas as reuniões, João Andrade transpareceu para todos nós que não aceitaria suborno, que nenhum jornalista deveria fechar patrocínio, sobretudo,  para que não fosse entendido que:  ‘jornalistas do Pura Política estavam se vendendo”.

Ainda segundo a nota, a equipe de jornalistas foi surpreendida com a chegada dos policiais do COE, que teriam apreendido computadores da empresa K9 Soluções, responsável pela publicidade do site, e os equipamentos do site. “A equipe de jornalismo do Pura Política, neste momento, foi pega de surpresa. Estando todos, desde o auxiliar de serviços gerais até o editor do site, estarrecidos com a situação”, conclui.

( Postado por Vitor Hugo Soares com informações do Correio da Bahia)

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Posted on 11-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 11-08-2010


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Serra na sabatina desta quarta-feira diante de William Bonner e Fátima Bernardes no JN

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“Catfish” Collins e James Brown do GBs: gênios

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Morreu de câncer , aos 66 anos, O guitarrista de R&B Phelps “Catfish” Collins, membro de bandas da era de ouro do funk do fim dos anos 1960 e anos 1970 como os Funkadelic, os Parliament e os P-Funk. O músico morreu na sexta-feira em Cincinnati, nos EUA.

“Catfish” tocou com James Brown, tendo integrado a sua banda e interpretado e gravado com ele os clássicos “Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine”, “Give It Up or Turnit a Loose”, “Super Bad” e “Soul Power”.

O guitarrista nasceu em 1944 e era oito anos mais velho que seu irmão de maior fama, William “Bootsy” Collins. Em 1968 tocaram juntos pela primeira vez com a banda funk Pacemakers. Entretanto, seriam recrutados por James Brown para tocar com ele e tornaram-se, temporariamente, os J.B.s. “Era como tocar numa grande escola com James [como professor]”, descreveu Bootsy à “Rolling Stone” em 1978.

“As pessoas parecem esquecer que a guitarra de ritmos por trás da de James Brown era o génio criativo de “Catfish” e que ela era o ritmo para além do baixo de Bootsy”, assinalava ao “Cincinnati Enquirer” Bernie Worrell, teclista dos Funkadelic.

“Bootsy”, que em comunicado sobre a morte do irmão descreveu “Catfish” como “o rapaz mais feliz” que alguma vez conheceu, juntar-se-ia com o irmão mais velho em 1972 aos Parliament e depois aos Funkadelic, onde participou nos álbuns “America Eats Its Young” e “Cosmic Slop”. Os dois viriam a tocar juntos também na banda de “Bootsy” Collins, Rubber Band. O fim do percurso de Phelps Collins com os Funkadelic foi em 1983.

Phelps “Catfish” Collins morre um mês depois do desaparecimento, também devido a um cancer, de Garry Shider (também guitarrista dos Parliament e Funkadelic).

Deu na coluna Tempo, do jornalista Alex Ferraz, ns edição de hoje(11) da Tribuna da Bahia:

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Uma perigosa e fatal vista grossa

A Feira do Rolo, ali no início da Avenida Suburbana, já virou uma “tradição” (como gosta de dizer a imprensa na Bahia, onde tudo que se realiza por mais de oito ou dez anos vira “tradição”). É antiga, como antigos são os problemas que ali acontecem, desde a comercialização de objetos roubados (inclusive armas!) até a imensa desordem no trânsito e o perigo de tiroteios, como vimos ocorrer no último domingo, resultando na morte por bala perdida de uma garotinha de nove anos. Claro que existem comerciantes honestos, devo assinalar, mas a gente sabe que rola muita coisa ruim.
E não somos apenas nós que sabemos disso. A Polícia também sabe. Daí que, na minha opinião, só há duas opções para as autoridades de segurança pública: ou acabam com a feira ou assumem que ela existe e passam a tratá-la como algo do calendário soteropolitano, com direito a segurança policial e até mesmo revistas para flagrar quem vai para um evento que mobiliza tanta gente levando armas na cintura (aliás, neste país só o cidadão honesto não tem direito de andar armado, porque a bandidagem…).
Em outras palavras, acabem com a armadilha. Não finjam que a feira não existe, não finjam que lá não ocorrem irregularidades para, assim, agradar a gregos e troianos. Acho que as pessoas que acorrem, às centenas, quiçá milhares, todos os domingos, àquela feira, têm o direito de fazê-lo, assim como os vendedores têm direito de expor suas mercadorias. O que não é possível é essa coisa híbrida, essa inconcebível mistura de legal e ilegal, essa vista grossa que acaba fazendo com que o evento provoque muito mais problemas do que deveria, alguns deles, como vimos, fatais. O povo que ali vai, honestamente, vender ou comprar, tem direito à segurança, sim!

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Lula e ACM:  semelhanças?

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Chico Bruno, direto de seu privilegiado observatório que oferece larga e bela vista para o mar e o ceu do litoral norte da Bahia, capricha e dispara sua arma de precisão opinativa. Tem tudo para acertar na mosca, mais uma vez. Confira no Direto da Varanda, que Chico Bruno publica nesta quarta-feira em seu site http://www.chicobruno.com.br/

(VHS)

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Direto da Varanda: Chico Bruno

ACM, Maluf e Lula, o que eles têm em comum

ACM, Maluf e Lula, três caciques políticos e um traço comum.

Os três decidiram eleger sucessores tirados do nada.

ACM fez de João Durval, governador da Bahia.

A gestão de Durval foi um desastre. Não fez o sucessor.

Maluf fez de Celso Pitta, prefeito de São Paulo.

A gestão do prefeito foi constrangedora. Também não fez o sucessor.

Lula quer fazer Dilma Rousseff sua sucessora a qualquer custo.

É uma parada difícil, apesar de contar com a força da máquina do governo federal e da determinação desabusada do presidente Lula, que aposta transformar sua popularidade em votos para Dilma.

Além disso, conta com a “boa vontade” de alguns institutos de pesquisas, de uma parte considerável da mídia, de alguns cientistas políticos e analistas políticos.

Mas, ao que tudo indica essa eleição só será decidida no 2º turno, haja vista, que Marina Silva (PV) deve alcançar algo como 10% dos votos válidos, Plínio de Arruda Sampaio (PSol) pode chegar a 3% e o conjunto dos demais candidatos pode atingir 2% dos votos.

Aí teríamos 15 pontos percentuais.

Uma margem muito grande para Dilma ou Serra abrirem um do outro no primeiro turno.

Se olharmos pelo retrovisor, em 2006 Heloísa Helena (PSol) fez 6,8% e os outros candidatos, somados, 2,9%.

Em 2006 estavam na raia eleitoral Lula, Alckmin e Heloísa e os demais nanicos.

Naquela eleição, passaram para o 2º turno Alckmin (PSDB) com 41% e Lula com 48% dos votos no primeiro turno.

Se Heloísa Helena com menos tempo de TV e um discurso mais radical do que o de Marina conseguiu quase 7% dos votos em 2006, depreende-se que a acreana tem a possibilidade de ter uma votação maior que a de Heloísa.

Além disso, o candidato do PSol só foi apresentado ao distinto público na semana passada, graças ao debate da Band.

Plínio soube aproveitar o momento. Fez o gênero de candidato de protesto.

Sua atuação no debate despertou seu nome na web e na mídia.

Se mantiver o seu desempenho no mesmo nível do debate poderá agregar um cesto de votos inesperado.

Portanto, para se igualar a Maluf e ACM, Lula vai ter que se desdobrar.

Ao que tudo indica, a eleição não se decidirá no 1º turno como quer Lula.

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Posted on 11-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 11-08-2010


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BOM DIA!!!

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Mano: aposta no futuro

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DEU NO R7

A péssima impressão deixada pelo Brasil na Copa do Mundo da África do Sul já faz parte do passado, tanto para a nova seleção comandada por Mano Menezes quanto para a mídia internacional.

A vitória por 2 a 0 sobre os Estados Unidos, na noite desta terça-feira (10), em Nova Jersey, ganhou destaque nos principais portais esportivos do mundo. O site do jornal italiano La Gazzetta dello Sport estampou: “Pato-Neymar Show: o jovem Brasil encanta”.

O Corriere dello Sport, de Roma, foi na mesma linha ao destacar “a estreia convincente do técnico Mano Menezes”. Na Espanha, a boa vitória da seleção brasileira sobre os norte-americanos também esteve em evidência. O jornal Marca se empolgou com o desempenho dos garotos e destacou: “Com Menezes, volta o ‘jogo bonito’”.

Na reportagem sobre o amistoso, o diário ressaltou que o novo time brasileiro “estreou com vários momentos de alegria, graças a jovens jogadores”, enfatizando que “com apenas 18 anos, Neymar deixou seu cartão de visitas”.

O As, também da Espanha, enfatizou as atuações de Neymar e Pato, os autores dos dois gols da partida. Na Argentina, o tradicional jornal Olé disse que “Mano deixou uma boa impressão” na sua estreia pela seleção brasileira e citou o “garotinho que Dunga não quis levar para a Copa”, no caso Neymar.

Na França, o L’Equipe também deu destaque para o ex-treinador do Corinthians: “A seleção versão Mano Menezes brilha contra os Estados Unidos”. O New York Times, por sua vez, destacou que a já consolidada geração de jogadores da seleção dos Estados Unidos não foi páreo para a recém-formada seleção de Mano Menezes, que mostrou ampla superioridade mesmo sem o entrosamento ideal.

O famoso jornal norte-americano estampou o título “Futuro do Brasil supera o presente dos Estados Unidos” e lembrou que “para o Brasil, esse recomeço mostrou a busca agressiva pelo esplendor de seu passado”.

ago
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Posted on 11-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 11-08-2010


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O crescimento nas pesquisas da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, gera questionamentos que vão além dos aspectos meramente eleitorais para o colunista político Ivan de Carvalho, em seu artigo político desta quarta-feira na Tribuna da bahia, reproduzido no BP. A fonte de preocupação é a perspectiva de um período demasiado prolongado sem alternância do avassalador poder do Executivo federal, que, de resto, molda a maioria no Legislativo e, gradualmente, a composição do Supremo Tribunal Federal, para não falar dos tribunais superiores. E molda tanto mais quanto esteja ausente a alternância – não me refiro a pessoas, mas a partido e aliança políticos – na Presidência da República, comenta Ivan. Confira.

(VHS)
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OPINIÃO POLÍTICA

Presidência e alternância

Ivan de Carvalho

Não é possível, pelo menos por enquanto, afirmar com segurança quem o preclaro eleitorado brasileiro vai escolher em outubro para a Presidência da República. Até porque a campanha eleitoral oficial mal começou e a propaganda eleitoral gratuita na televisão e no rádio só terá início no dia 17.

Mas existem alguns fatos que parecem (convém sempre lembrar que as aparências, às vezes, enganam) sugerir um favoritismo para a candidata governista Dilma Duchef, perdão Rousseff, que, aliás, acaba de assumir que seu nome é Lula. Ora, o presidente já proclamou, há algum tempo, que seu nome é Dilma. Seria interessante, para evitar confusões na cabeça do eleitor menos atento, que eles dois afinal se decidissem sobre quem é quem.

No noticiário de ontem, por exemplo, vemos alguns daqueles fatos. Em Minas Gerais, o candidato a governador Anastasia, do PSDB e apoiado por Aécio Neves, gasta tempo explicando a razão da ausência do nome do candidato tucano a presidente, José Serra, em algumas peças da propaganda dele, Anastasia: é “em respeito” a alguns de seus aliados, integrantes de partidos que têm aliança com o PT para a presidência da República.

Noticia-se também que Serra e o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia, romperam relações e que Aécio Neves e outros bombeiros estão em ação para consertar as coisas. Notícias dão conta também de que cresce a “vontade” dos ratos de saltarem do navio, isto é, de políticos desembarcarem da candidatura tucana. E enquanto isso o próprio Serra admite que está tendo dificuldade para coletar recursos financeiros para sua campanha – realidade que constitui motivo de insatisfação de apoiadores do candidato tucano em vários lugares.

Quanto a mim, admito que estou relacionando estes sinais (e outros existem, no mesmo sentido) com certa preocupação. Não que eu tenha alma tucana ou preferência pela candidatura a presidente do ex-senador, ex-prefeito paulistano, ex-governador paulista e ex-ministro do Planejamento e da Saúde. Não é nem um pouco Serra que me comove nem sua situação que me incomoda.

A fonte de preocupação é a perspectiva de um período demasiado prolongado sem alternância do avassalador poder do Executivo federal, que, de resto, molda a maioria no Legislativo e, gradualmente, a composição do Supremo Tribunal Federal, para não falar dos tribunais superiores. E molda tanto mais quanto esteja ausente a alternância – não me refiro a pessoas, mas a partido e aliança políticos – na Presidência da República.

O Estado vai sendo progressivamente aparelhado e não é possível deixar de reconhecer que, se alguns outros partidos aparelharam o Estado até um certo patamar, o que é tradição no Brasil, o PT tem demonstrado claramente que, para ele, não existem limites. O PT tem experimentado transformações, boas e ruins, mas não é um partido “normal”. O avanço do aparelhamento e a mão grande que isso estende sobre a sociedade dependem tão só do tempo em que o partido consiga deter, sem interrupção, o poder central.

Com Lula, estará nele oito anos. Dilma eleita para um mandato, serão doze anos. Se reeleita, 16. Mas se Lula volta após um único mandato de Dilma, poderá reeleger-se e então seriam 20 anos. Após 16 ou 20 anos, o que restará da oposição e que forças sobrarão à sociedade para mudar de rumo? Talvez consiga isso como a sociedade mexicana conseguiu – após seis décadas de domínio total do Partido Revolucionário Institucional (PRI), um fenômeno que deveria estar sendo estudado em regime de urgência urgentíssima por todos os que tenham alguma responsabilidade pelo futuro da democracia brasileira.

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Posted on 11-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 11-08-2010


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BOA NOITE PARA TODOS NA COMPANHIA DESTES PARCEIROS MAGNÍFICOS

Dezembros
Fagner E Zeca Baleiro
Composição: Fagner, Zeca Baleiro E Fausto Nilo
Nunca mais a natureza da manhã
E a beleza no artifício da cidade
Num edifício sem janelas
Desenhei os olhos dela
Entre vestígios de bala
E a luz da televisão

Os meus olhos têm a fome
Do horizonte
Sua face é um espelho
Sem promessa
Por dezembros atravesso
Oceanos e desertos
Vendo a morte assim tão perto
Minha vida em suas mãos

O trem se vai
Na noite sem estrelas
E o dia vem
Nem eu nem trem, nem ela

(vhs)>

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