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Postado em 10-08-2010
Arquivado em (Multimídia) por vitor em 10-08-2010 23:58


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Willian Bonner e Fátima Bernades entrevistam Marina Silva no Jornal Nacional – 10/08/10. Confira.

(VHS)

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 11 agosto, 2010 at 7:30 #

Aqui Josias de Souza, no Blog do Josias:

Por que não deixou o governo e o PT na época do mensalão? Conivência? As questões intoxicaram a entrevista de Marina Silva no ‘Jornal Nacional’.

A presidenciável do PV frequenta a cena eleitoral como modelo de moralidade, uma espécie de prêt-à-porter da ética. Porém…

Porém, a ex-petê não conseguiu levar à bancada do telejornal um lote de explicações convincentes.

A favor de Marina, o fato de não ter levado as mãos à cumbuca valeriana. Contra ela, a passividade pretérita com o malfeito.

Disse ter condenado os desvios na origem. Apenas não encontrou quem lhe provesse audiência capaz de tonificar sua voz. Lorota.

Se falou, foi baixinho, aos sussurros. A revolta de uma ministra petista contra as perversões do PT teria escalado as manchetes instantaneamente.

Insistiu-se: Por que não deixou a Esplanada naquela ocasião? Marina disse que, a despeito do “incômodo”, “estava combatendo [o mal] por dentro”.

Ficou no ministério para preservar a luta “pelas ideias que defendia”. E pôs-se a disccorrer sobre a dicotomia entre preservação ambiental e desenvolvimento.

Atalhada, tentou prosseguir. Impedida, teve de retornar ao tema. E passou a desfiar raciocínios triviais.

Coisas assim: a corrupção é um “câncer”. O Estado precisa de um aparato fiscalizatório que antecipe o problema. A honestidade é obrigação de todos.

Abre parêntese. Curioso que Willian Bonner e Fátima Bernardes não tenham esfregado o mensalão também no rosto maquiado de Dilma Rousseff.

Teria sido interessante ouvir da candidata do PT os planos dela para refrear o ímpeto da banda mensaleira do partido. Eleita, a turma volta? Fecha parêntesis.

No pedaço da entrevista dedicado à sucessão, Marina teve de lidar com fantasmas contemporâneos. A natureza solitária de sua candidatura, por exemplo.

Como vai governar se não atraiu aliados nem para a campanha? Marina repisou uma tese que, a despeito da reiteração, continua soando pueril.

Acha que, livre das amarras que submetem José Serra ao DEM e Dilma Rousseff ao PMDB, conseguirá reunir em torno de si “os melhores” do PT e do PMDB.

Difícil imaginar como faria uma presidente Marina para hipnotizar duas agremiações que se antagonizam há mais de 16 anos.

De resto, Marina posou de terceira via. Depois de FHC, o sociólogo que deteve a inflação…

Depois de Lula, o operário que avançou no social… Uma mulher na Presidência.

Não uma mulher qualquer, mas uma Lula de saias. Alguém que saltou da pobreza amazônica para a aventura presidencial.

Como roteiro para um novo filme –“Marina, a filha do Brasil”— é uma beleza. Como plataforma eleitoral, por ora, ainda não emplacou.

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Acrescento:

A senadora do Acre que empregou o marido como assessor no seu gabinete, durante o interinato de Sibá, certamente sairá menor do entrou na campanha.


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