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Willian Bonner e Fátima Bernades entrevistam Marina Silva no Jornal Nacional – 10/08/10. Confira.

(VHS)

Neymar, Pato e Ganso: brilho na seleção

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DEU NO IG

Neymar (um dos “santásticos da nova seleção) e Alexandre Pato tiveram sua redenção nesta terça-feira. O primeiro não convenceu Dunga a convocá-lo para a Copa do Mundo, apesar do forte apelo popular. O outro acabou perdendo sua vaga na equipe em que chegou a ser titular e também não foi à África. Renegados pelo ex-treinador da seleção brasileira, ambos brilharam nesta terça-feira para definir a vitória sobre os Estados Unidos, por 2 a 0, no início da Era Mano Menezes.

Em seu primeiro compromisso no cargo, Mano Menezes colocou em campo jovens talentos em formação ofensiva. O sistema 4-3-3 e a fragilidade da seleção norte-americana abriram espaço ao amplo domínio verde-amarelo, com destaque para a consistente atuação dos ‘renegados’ de Dunga.

Ganso organizou o meio-campo, Robinho deu qualidade à movimentação e Neymar e Pato foram às redes.

Também entraram em campo Ederson, que teve estreia frustrada e se machucou sozinho em seu primeiro lance, Carlos Eduardo, Hernanes, André, Diego Tardelli e Jucilei. A postura, no entanto, se manteve a mesma, especialmente com os espaços deixados para o contra-ataque. Mano Menezes se exaltou pouco à beira do gramado e o torcedor brasileiro e latino, nas arquibancadas em Nova Jérsei, foi à loucura.

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BOA TARDE !!!

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A OMS anunciou, esta terça-feira,10, o fim da primeira pandemia de gripe do século XXI, que causou 18 500 mortos em todo o mundo desde que foi descoberta em abril de 2009.

A boa notícia para o Brasil e o mundo foi transmitida em entrevista coletiva da diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Segundo a OMS, o vírus H1N1 deixou 8.553 mortos no continente americano -onde teria começado a epidemia-, 4.879 mortos na Europa, 1.992 no Sudeste Asiático, 1.858 no oeste do Pacífico, 1.019 no leste do Mediterrâneo e 168 na África.

Ministro Barbosa: dores torturantes

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa manifestou em Brasília, através de nota oficial, sua indignação e contrariedade diante da divulgação de notícias sobre sua vida privada, associadas geralmente à licença médica domagistrado desde 26 de abril, para tratamento do grave problema de saúde que lhe tem acarretado fortes dores de coluna.

Segundo notícia publicada no “Estadão”, no último dia 5, o ministro Barbosa – um dos mais firmes e íntegros membros do STF – é o campeão de processos estocados no STF. Nas últimas semanas, o ministro tem sido cobrado também por colegas e advogados . ‘Não podemos ficar com alguém doente por tanto tempo’, teria afirmado um ministro, segundo o Estadão, o que seria um comportamento nada usual na praxe do Supremo.

A maior indignação do ministro, no entanto, decorre da notícia mais recente da sua presença em um bar e em festa em Brasília no último fim de semana.Na nota divulgada à imprensa, Barbosa reforça sofrer de dores crônicas na região lombar e afirma que os dados médicos estão “fartamente documentados”.Há poucos dias o ministro Joaquim Barbosa esteve em tratamento em São Paulo, onde foi visto andando apoiado em bengala e com um ajudante para os dolorosos deslocamentos.

Na nota, que Bahia em Pauta reproduz na íntegra, o ministro diz repudiar os “aspirantes a papparazzi e fabricantes de escândalos” que invadiram sua privacidade e afirma ainda que seus momentos de lazer foram aconselhados pelos médicos.

A NOTA DO MINISTRO BARBOSA

“Em razão de notícias veiculadas nos últimos dias em órgãos de imprensa, tenho a esclarecer:

1) “Sofro de dores crônicas nas regiões lombar e quadril há três anos e meio;

2) Por essa razão, desde fevereiro de 2008, vi-me forçado a licenciar-me, de início por períodos de uma a três semanas, para tratamentos que se revelaram insuficientes;

3) O mesmo problema de saúde levou-me, em novembro de 2009, a renunciar ao prestigioso posto de ministro do Tribunal Superior Eleitoral, do qual eu me tornaria naturalmente presidente este ano;

4) Em abril último, resolvi licenciar-me por período mais longo no intuito de resolver definitivamente o problema, permanecendo licenciado de 26/04/10 a 30/06/10, com duas interrupções em 13/05/10 e 16/06/10. No período de férias legais, no mês de julho, permaneci em tratamento na cidade de São Paulo e, no último dia 02 de agosto, seguindo orientação médica, requeri nova licença por 60 dias, que agora interrompi por uma semana para participar de julgamentos pautados no Supremo Tribunal Federal;

5) Os dados médicos e os procedimentos a que me submeti ao longo dos últimos três anos estão fartamente documentados no serviço médico do STF;

6) Estes são os fatos e, diante das notícias de caráter sensacionalista e fotografias de qualidade duvidosa publicadas nos últimos dias, externo meu repúdio aos aspirantes a papparazzi e fabricantes de escândalos que, sorrateiramente, invadiram minha privacidade em alguns poucos momentos de lazer, permitidos e até aconselhados pelos médicos que me assistem.

7) Por fim, em meio ao esforço redobrado para alcançar uma plena recuperação, reitero meu compromisso de cumprir com as atribuições constitucionais que me impõe o honroso exercício do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.”

Brasília, 09 de agosto de 2010

(Postado por Vitor Hugo Soares)

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DEU NO MSN

PSDB enfrenta nova crise com aliados do DEM
Depois do embate em torno da escolha do candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, PSDB e DEM protagonizam nova crise. Não existem mais pontes entre o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), e o candidato tucano. As poucas que um dia chegaram a existir foram todas “dinamitadas”. Agora, integrantes do próprio partido tentam atuar como bombeiros. Ontem o presidente do PSDB, Sergio Guerra, se encontrou com Serra e hoje vai a Minas Gerais, onde conversará com o ex-governador Aécio Neves, com quem Maia tem boa relação.

A gota dágua numa relação que sempre foi tumultuada aconteceu na semana passada. Serra cobrou Maia sobre uma declaração que ele havia dado a respeito da candidatura de Fernando Gabeira (PV) no Rio de Janeiro. Diante da falta de empenho, Gabeira disse que, se eleito, se sentia no direito de “dar uma banana” aos aliados. Maia, em seguida, afirmou que a “banana” devia ser para Serra. O tucano ligou para o presidente do DEM e pediu que se retratasse.

Maia não fez retificação e os dois romperam. O presidente do DEM chegou a negar que tivesse feito a declaração. Ele se ressente de nunca ter tido boa entrada com Serra, que sempre o preteriu em favor do prefeito paulistano, Gilberto Kassab, e do ex-presidente da legenda Jorge Bornhausen.

Em defesa dos interesses partidários, Maia deixou expostas as feridas entre sua legenda e os tucanos. Para os moderados do DEM, essas desavenças não devem ser estimuladas e os problemas só deveriam ser debatidos internamente, sem vazamentos à imprensa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA ESTADO)

Wagner: “haverá segundo turno”?

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Olha a inconstante e volúvel núvem da política de que falam os mineiros mudando de forma outra vez. E isso não é em Minas Gerais, não, mas na Bahia sim senhor!
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Em seu artigo desta terça-feira, na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho assinala: Quando ficaram definidas as três principais candidaturas a governador – Jaques Wagner, do PT, para a reeleição, Paulo Souto, do DEM e Geddel Vieira Lima, do PMDB – uma idéia consensual entre os políticos e na mídia passou a ser enunciada como uma espécie de mantra, embora não estejamos na Índia e adjacências: “Vai haver segundo turno”. Com a variante mais enfática e até mais freqüente: “O segundo turno está garantido”.
“Bem, houve de então para cá uma mutação no cenário político baiano, mais especificamente no que diz respeito às eleições de governador,”constata o articulista no texto que Bahia em Pauta reproduz.
(VHS)

OPINIÃO POLÍTICA

Mutabilidade na sucessão

Ivan de Carvalho

Quando ficaram definidas as três principais candidaturas a governador – Jaques Wagner, do PT, para a reeleição, Paulo Souto, do DEM e Geddel Vieira Lima, do PMDB – uma idéia consensual entre os políticos e na mídia passou a ser enunciada como uma espécie de mantra, embora não estejamos na Índia e adjacências: “Vai haver segundo turno”. Com a variante mais enfática e até mais freqüente: “O segundo turno está garantido”.

Bem, houve de então para cá uma mutação no cenário político baiano, mais especificamente no que diz respeito às eleições de governador. Aquele mantra já não é válido. Ante os resultados de pesquisas eleitorais, das quais a última, do Ibope, foi a mais incisiva (até convém aguardar outras, especialmente o próximo Datafolha, para conferir), o mantra foi substituído entre os políticos por uma pergunta: haverá segundo turno?

A resposta é difícil, exceto para videntes ou profetas. Como não sou nem uma coisa nem outra, embora tenha certeza da existência do dom da vidência e da realidade dos profetas, não darei aqui a resposta. Apenas estou reconhecendo uma mudança profunda no cenário, que retira a suposta certeza inicial (da qual eu próprio participava) de que haveria segundo turno na Bahia este ano.

A mudança, como, aliás, já afirmei ontem neste espaço, deveu-se basicamente ao forte investimento político (financeiro, forçoso é admitir, também) que o governo estadual fez em propaganda, movimento que começou para valer no ano passado, ganhando intensidade no segundo semestre e teve um enorme impulso no primeiro semestre deste ano, encerrando-se apenas quando não mais era possível prosseguir, ante a proibição drástica da legislação eleitoral. Enquanto isso, Souto e Geddel tinham a liberdade de se expressar amplamente, mas não os meios.

Aliás, chega a ser espantosa a influência que uma propaganda massiva e bem planejada consegue ter sobre a sociedade baiana (e brasileira) ou a maior parte dela em um relativamente curto período, um período de pouco mais de um ano. Esta é uma das muitas e boas razões que recomendam exorcizar a tese (e a realidade presente) do Estado forte. Este, (in)devidamente aparelhado, sem ter forças que possam neutralizá-lo em caso de necessidade, dominará uma sociedade como a brasileira com extrema facilidade, utilizando-se intensamente da propaganda. E então, “ai Deus, saudade”.

Voltando à questão inicial, a mutação ocorrida no processo sucessório não se deveu somente à propaganda, que foi o elemento básico, mas não único. O governo entregou obras prontas, algumas importantes, o governador usou seu inegável carisma no contato amiudado com o eleitorado e alguns programas e obras foram lançados ou começaram a sair do papel. E a candidata governista a presidente passou à frente de José Serra no conjunto das pesquisas eleitorais, fato relevante.

Mas como houve razões que levaram à mutação que acabei de registrar, outras poderão produzir uma realidade continuamente mutável até as eleições. A propaganda do governo já foi silenciada pela lei. A partir do dia 17 de agosto, Wagner volta a ter propaganda (agora declaradamente eleitoral) no rádio e televisão. No entanto, mais importante é que seus concorrentes, que não tiveram esta oportunidade ainda, passarão a ter também

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