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Posted on 09-08-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 09-08-2010

Bava: prêmio tem objeções

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Acionistas de referência da operadora Portugal Telecom discutem a atribuição de um bónus – cujo valor está ainda para ser definido – à gestão liderada por Zeinal Bava pelos negócios de venda da Vivo brasileira à Telefónica de Espanha e entrada na Oi.A informação está na reportagem econômica assinada pelas jornalistas Ana Serafim e Tânia Ferreira na edição da última sexta-feira do jornal SOL, de Portugal.

Os negócios da venda da participação da Vivo brasileira à Telefónica de Espanha e de entrada na Oi – anunciados ao mercado no mesmo dia (28 de Julho de 2010) – poderão valer um prémio de gestão à comissão executiva da PT – Portugal Telecom, liderada por Zeinal Bava. O empresário é o entrevistado das Páginas Amarelas da revista VEJA desta semana .

Segundo a reportagem do diário português, o assunto tem sido abordado, informalmente, entre os acionistas de referência da operadora portuguesa de telecomunicações, segundo informações recolhidas junto de fontes próximas da empresa, “mas deverá ser sujeito a discussão numa das próximas reuniões do conselho de administração”.

A atribuição do bônus – condicionada pelo sucesso da entrada na brasileira Oi, que se prevê acontecer até ao final do primeiro trimestre de 2011 – já começou a gerar polémica entre alguns dos acionistas de referência da PT, tanto nacionais como internacionais, de acordo com as mesmas fontes.

Um dos pontos de discórdia, assinala SOL, seria o fato de a concretização dos acordos para estes negócios ter sido ‘fechada’ por via política – através do envolvimento direto do primeiro-ministro, José Sócrates, tanto do lado espanhol junto do homólogo José Luis Zapatero, como do presidente brasileiro, Lula da Silva.

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BOA TARDE!!!

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Posted on 09-08-2010
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Deu na coluna EM TEMPO, assinada pelo jornalista Alex Ferraz, na Tribuna da Bahia:
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Dominados pelo medo

A esposa de um policial militar me confidenciou: a farda do marido, após lavada, é secada atrás da geladeira. Motivo: expô-la no varal da casa, em bairro popular e muito violento, seria uma sentença de morte para o marido. Este, por sua vez, leva o fardamento numa sacola e só o veste quando chega ao quartel. Sem comentários.

BES: porta aberta para gigantes do Brasil

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O BES-África -holding do grupo BES (Banco Espírito Santo, de Portugal) para as participações em entidades financeiras na África vai abrir o seu capital à entrada do Banco do Brasil e ao Bradesco. Este é a primeira operação de uma estratégia que visa consolidar os futuros investimentos dos três grupos na África, e que acaba de ser anunciada ao mercado pelo grupo BES

Segundo a informação divulgada nesta segunda-feira, o Banco Espírito Santo, o Banco do Brasil e o Bradesco assinaram hoje um memorando de entendimento, numa parceria que vem consolidar “o acerto e oportunidade da estratégia internacional seguida pelo BES, focada no triângulo Portugal-Brasil-África”.

A holding Bes-Africa “irá coordenar os futuros investimentos dos três grupos bancários no continente africano, envolvendo a aquisição de participações em bancos e/ou o estabelecimento de operações próprias dos acionistas”, lê-se no comunicado enviado á CMVM.

O Banco do Brasil tinha, em dezembro do ano passado, um volume de ativos da ordem de 708,5 mil milhões de reais (302,6 milhões de euros) ; está  em 23 países e possui 43 pontos de atendimento no exterior, incluindo um escritório de representação em Luanda (Angola). O Bradesco é um dos maiores bancos brasileiros, com ativos totais equivalentes a 558,1 mil milhões de reais em 30 de junho de 2010; tem mais de 41 mil postos de atendimento, marcando presença nos 5 564 municípios brasileiros (junho 2010).

(Informações do jornal Público, de Portugal)

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SAUDADES!!!

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Patricia Neal (com Newman) no premiado “HUD”

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DEU NO “PÚBLICO”, DE LISBOA

A atriz norte americana Patricia Neal, que ganhou um Oscar e um Tony Award, morreu este domingo,8, aos 84 anos, na sua casa em Massachussets, no nordeste dos Estados Unidos.

A causa da morte não foi revelada. Patricia Neal tinha se recuperado parcialmente de três AVC que a tinham deixado paralisada e com incapacidade de falar, em 1965.

Ela ganhou um Tony antes dos 21 anos, quando começou na Broadway com a peça de Lillian Hellman “Another part of the forest”.

Começou a carreira no cinema em 1949, na comédia “John Loves Mary”, contracenando com o ator Ronald Reagan, que veio a ser presidente dos Estados Unidos.

Em 1964, Patricia Neal recebeu o Oscar para Melhor Atriz pelo papel desempenhado no filme de Martin Ritt , “Hud”, na versão original, que tinha Paul Newman como protagonista.

Mas no ano seguinte, Patricia Neal sofreu três AVC e ficou em coma durante três semanas. Mais tarde, recuperou o andar e a fala.

Apesar de a memória ter sido afetada por estes acidentes, Patricia Neal voltou ao cinema em 1968 no filme de Ulu Grosbard “The subject was roses”, num papel que lhe valeu nomeação para um Oscar.

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Posted on 09-08-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 09-08-2010

Geddel e Souto: caminhos cruzados

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“Se Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB) decidirem disputar lugar no segundo turno desconstruindo reciprocamente suas candidaturas, então talvez não haja mesmo segundo turno” , opina o jornalista político Ivan de Carvalho em seu artigo desta segunda-feira, na Tribuna da Bahia, que BP reproduz.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Um lugar no segundo turno

Ivan de Carvalho

A última pesquisa do Ibope não é, certamente, a última palavra na sucessão baiana. O governador Jaques Wagner aparece bem na fotografia, os números do momento lhe dariam a vitória sem necessidade de segundo turno, mas a campanha eleitoral – pelo menos na sua fase oficial e mais aguda, porque a campanha crônica e “antecipada” já vem sendo realizada há meses – está ainda no começo.
Teremos um fato relevante, apesar do horário tardio em que terá início, que é o debate entre os candidatos a governador na Band, na quinta-feira desta semana, uma espécie de desdobramento, sob o aspecto midiático, do debate entre quatro candidatos a presidente, realizado na quinta-feira passada.
A fase mais importante da campanha começa, no entanto, no dia 17 de agosto, data a partir da qual os candidatos vão dispor do horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. A partir desse dia, a campanha irá progressivamente se intensificando e despertando um interesse maior dos eleitores, que por enquanto estão muito mais ligados nas coisas do cotidiano deles mesmos e no futebol do que nas eleições.
Assim, há motivos de sobra para afirmar que a pesquisa do Ibope, bem como as de quaisquer outros institutos, que tenham sido ou sejam divulgadas na fase atual, não representam a última palavra. Esta constatação é um lugar comum entre analistas de pesquisas eleitorais e as direções técnicas dos institutos que as realizam, mas vale citá-la, pois corresponde à verdade.
Se os números de pesquisas na atual fase não são a última palavra sobre o que vai acontecer nas eleições, eles representam, no entanto, uma sinalização importante. A credibilidade dos institutos varia, mas há que considerar o conjunto e levá-lo a sério.
No caso da Bahia, convém notar que o governador Wagner teve o privilégio de, durante mais de um ano, ficar falando sem concorrência, através da propaganda de seu governo e isto lhe valeu, sem nenhuma dúvida, a boa posição de que hoje desfruta nas pesquisas. Agora, a legislação eleitoral já não lhe permite manter aquela propaganda, mas se sua candidatura tiver uma preferência clara, objetiva, do presidente Lula, com a imensa popularidade de que dispõe o presidente na Bahia, isto poderá compensar, em parte, o fim da propaganda solitária.
Em síntese: para as oposições, a batalha não é nada fácil. E tudo que foi dito nas linhas precedentes o foi para que se chegasse à seguinte conclusão: as oposições, se quiserem disputar as eleições de governador para valer, terão que traçar já uma estratégia conjunta, cujo ponto mais essencial será (ou seria) não se canibalizarem pelo menos as duas forças principais da oposição, as coligações lideradas pelo DEM e pelo PMDB.
Se Paulo Souto e Geddel Vieira Lima decidirem disputar lugar no segundo turno desconstruindo reciprocamente suas candidaturas, então talvez não haja mesmo segundo turno em que qualquer deles possa estar. Só há uma maneira de um dos dois chegar lá: procederem como companheiros de viagem, considerando adversário apenas o atual líder das pesquisas, o governador, e deixarem que a campanha de cada um e a simpatia do eleitor decida qual dos dois irá para o segundo turno, se o eleitor decidir que haverá um.

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